
Se você tá montando um roteiro pela Espanha e bateu a dúvida sobre o que fazer em Alicante, já adianta: essa é uma daquelas cidades que surpreende de verdade. Praia urbana com areia dourada, um castelão medieval no topo de um morro, ruelas coloridas do bairro antigo, mercado municipal cheirando a jamón e frutos do mar, e uma vida noturna que segura o rojão até o sol nascer. Tudo isso num pacote pequeno, andável e com sol o ano inteiro.
Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi como Alicante mistura clima de cidade grande com pegada de vila de pescador em poucos quarteirões. Você sai de uma praia lotada, sobe uma escadaria e tá numa ruela silenciosa com casinhas brancas e varandas floridas. Nesta matéria a gente reuniu os 15 passeios e pontos turísticos que valem cada minuto por lá, com dicas práticas de horário, preço médio e como se virar.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Alicante a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
1. Castelo de Santa Bárbara (o cartão-postal de Alicante)
Se tem uma atração pra colocar no topo do roteiro, é essa. O Castelo de Santa Bárbara é uma fortaleza medieval no topo do Monte Benacantil, bem acima da cidade, e oferece uma das vistas mais absurdas do Mediterrâneo. Dá pra ver a baía inteira, a Explanada, o porto e as praias — o tipo de mirante que rende foto boa de qualquer ângulo.
Você pode subir a pé pelas trilhas do bairro Santa Cruz (é puxado, mas curto) ou pegar o elevador que sai de dentro de um túnel na avenida costeira, pertinho da Playa del Postiguet. O elevador costuma custar em torno de 2,70 euros por pessoa e é a pedida se você tá com criança, calor forte ou preguiça de subir escada.
A entrada no castelo em si costuma ser gratuita, com cobrança só pra exposições específicas ou visitas guiadas (que ficam por volta de 5 a 10 euros). Abre todo dia, com horários que variam conforme a estação, então vale conferir antes de subir.
A gente errou nessa: tentou subir no meio do dia em pleno verão e o sol lá em cima é bruto, sem sombra nenhuma. Vai no fim da tarde — você pega temperatura mais amena e ainda emenda com o pôr do sol lá do alto, que é de outro mundo. Leva água e boné mesmo assim.
- Uma experiência bem diferente é a degustação de vinhos no topo do castelo, com vista panorâmica pra baía.

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2. Bairro Santa Cruz (o pedaço mais charmoso da cidade)
Aos pés do Monte Benacantil, o bairro de Santa Cruz (Santa Creu, em valenciano) é aquele cantinho de vila mediterrânea que parece cenário de filme. Ruelas estreitas, casinhas caiadas de branco, varandas cheias de flores, portas coloridas e um silêncio gostoso longe do movimento do centro.
Vale reservar pelo menos umas duas horas pra caminhar sem pressa. Alguns pontos que valem procurar: a Ermita de Santa Creu, uma capelinha simples e charmosa, e a Calle San Rafael, considerada uma das ruas mais fotogênicas de Alicante. Termine na Plaza del Carmen, uma pracinha local cercada de bares e restaurantes onde dá pra sentar, tomar um vermute e ver o povo passar.
- Uma boa forma de descobrir os cantinhos do bairro é fazer um tour a pé por Alicante com um guia local que fala português — é a forma mais fácil de entender a história de cada esquina.

3. Playa del Postiguet (a praia urbana no coração da cidade)
É meio surreal ter uma praia dessa qualidade no meio de uma cidade. A Playa del Postiguet fica logo ao lado do centro, bem aos pés do castelo, e tem areia dourada, mar tranquilo e água limpa — dá até pra esquecer que você tá numa capital.
A infraestrutura é ótima: calçadão largo, bares e restaurantes ao redor, aluguel de guarda-sol e espreguiçadeira, chuveiros e a maioria dos hotéis do centro fica a poucos minutos a pé. É a praia perfeita pra quem tem pouco tempo em Alicante e quer combinar mar, museu e almoço no mesmo dia.
Uma dica que ninguém conta: chegue cedo em julho e agosto se quiser lugar bom na areia, porque ela lota rápido. Fora da alta temporada, dá pra ir sem estresse.
4. Explanada de España (o calçadão de mármore ondulado)
É o cartão-postal social de Alicante. A Explanada de España é um calçadão à beira-mar com piso de mármore em ondulações vermelhas, brancas e pretas — cerca de 6,5 milhões de peças montadas à mão. Lembra bastante o calçadão de Copacabana, mas com pegada mediterrânea e muito mais tranquilo.
São umas 400 palmeiras enfileiradas, cafés com mesa na rua, um coreto que costuma ter apresentação musical no fim de semana e um mercado de artesanato típico. A regra local é clara: como escreveu um poeta alicantino, “estar em Alicante é estar na Explanada”. Quando escurece, o calçadão vira o point pra sorvete, cerveja no bar da esquina e caminhada sem pressa.
Emenda a caminhada com a marina, que fica logo ali. E se der fome, tem opções de peixe fresco e paella na área.

5. Marina, Puerto e vida noturna
Continuando da Explanada em direção ao mar, você chega na Marina de Alicante — uma área moderna com iates, restaurantes com mesa na frente do mar, lounges e o Casino Mediterráneo. É onde a cidade mostra a versão mais glamurosa dela, principalmente no fim da tarde e à noite.
Pra vida noturna, dois polos concentram o rojão: El Barrio (o centro histórico, com bares de tapas, pubs e cerveja em pé na rua) e o Puerto/Isla Marina (mais focado em clubes e baladas). Uma coisa importante que quem vai de Brasil precisa entender: espanhol não janta antes das 21h e a balada não enche antes das 2h da manhã. Se você chegar num bar às 22h achando que vai tá cheio, vai achar tudo vazio.
6. Concatedral de San Nicolás e Basílica de Santa María
Espalhados pelo centro estão alguns dos templos mais bonitos da cidade. A Basílica de Santa María é uma igreja gótica dos séculos XIV a XVI, construída sobre o que antes era a principal mesquita de Alicante — um clássico da reconquista espanhola. A fachada tem um portal barroco lindo, e o interior mistura os dois estilos.
Já a Concatedral de San Nicolás de Bari, do século XVII, tem uma cúpula azul que é um dos elementos mais reconhecíveis do skyline do centro. É construída sobre um antigo templo medieval, e o claustro interno é surpreendentemente sereno depois do movimento da rua.
A entrada na Concatedral costuma ser gratuita e a Basílica costuma cobrar uma taxa simbólica, em torno de 6 euros. Ambas ficam a poucos minutos uma da outra, dá pra ver as duas no mesmo passeio pelo centro histórico.

7. Mercado Central de Alicante
Todo destino espanhol que se preze tem um mercado central bom, e o de Alicante é excelente. Fica num prédio modernista lindo, construído no início do século XX, com uma área de 11 mil m² e quase 300 barracas. Dentro tem de tudo: jamón ibérico, queijos artesanais, azeites, frutos do mar frescos, frutas, doces e barraquinhas que servem tapas na hora.
A gente sempre para lá pro almoço quando tá no centro. Pega um pratinho de mexilhão, uma tábua de embutido, um copo de vinho da casa e sai por 10 a 15 euros com fartura. É a experiência mais “local” que Alicante entrega.
Funciona basicamente pela manhã até o começo da tarde (fecha aos domingos), então programe pra ir antes das 13h. Depois disso, começa a esvaziar e as melhores barracas guardam a mercadoria.
- Endereço: Av. Alfonso El Sabio, nº 10, 03004 Alicante

8. MARQ — Museu Arqueológico de Alicante
Um dos museus mais premiados da Espanha (foi eleito Museu Europeu do Ano no passado) e uma pedida excelente pra quem viaja com criança. O MARQ conta a história da região desde a pré-história até a época moderna, com salas interativas, reconstituições de sítios arqueológicos e uma ala infantil com atividades educativas.
O ingresso costuma ficar em torno de 3 a 6 euros e vale cada centavo, principalmente nos dias de sol muito forte quando a gente precisa de um refresco cultural. Fica um pouco fora do centro, mas dá pra ir tranquilamente de ônibus ou uns 20 minutos a pé.
9. MACA — Museu de Arte Contemporânea
O melhor de Alicante é que dá pra ter uma experiência cultural completa sem gastar quase nada. O MACA (Museu d’Art Contemporani d’Alacant) tem entrada gratuita e um acervo permanente doado por Eusebio Sempere com 177 peças de artistas gigantes: Dalí, Picasso, Miró, Tàpies, Chillida.
O prédio também é um destaque à parte — um edifício barroco do século XVII no coração do centro. Além do acervo permanente, o museu recebe exposições temporárias, então vale conferir a programação no site oficial antes de ir.
- Endereço: Pl. Sta. María, 3, 03002 Alicante

Onde ficamos em Alicante (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Sem dúvida, a melhor região para se hospedar em Alicante é Santa Creu, bairro histórico da cidade. Ao reservar um hotel lá, você poderá explorar suas ruas estreitas e vibrantes, repletas de bares de tapas e atrações turísticas. Além disso, estará a poucos passos do porto e da praia de Postiguet, garantindo fácil acesso a tudo o que há de melhor em Alicante.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
10. MUBAG — Museu de Belas Artes Gravina
Bem pertinho do MACA, o MUBAG fica no charmoso Palácio Gravina, um edifício histórico do século XVIII, e também tem entrada gratuita. O foco aqui é a pintura acadêmica e realista, com destaque pra artistas alicantinos e valencianos dos séculos XVI ao início do XX.
É um museu tranquilo, quase nunca cheio, e uma ótima pedida pra fugir do sol forte no meio da tarde. Abre de terça a sábado, das 10h às 20h, e no domingo das 10h às 14h.
- Endereço: Carrer Gravina, 13-15, 03002 Alicante

11. Parc de l’Ereta e Parque Canalejas
Duas paradas gratuitas que rendem foto boa e uma pausa gostosa no roteiro. O Parc de l’Ereta fica na encosta do Monte Benacantil, no caminho pro castelo, com mirantes escalonados sobre o centro histórico e a baía. Já o Parque Canalejas, mais no plano da cidade, é um parque urbano de estilo francês com árvores centenárias, esculturas e sombras generosas — ideal pra descansar as pernas depois do mercado.
12. Plaza de Toros e Museu Taurino
A Plaza de Toros de Alicante é um dos monumentos mais emblemáticos da cultura espanhola local. Construída no século XIX, ainda está em atividade e recebe apresentações e shows musicais durante o ano. Independente da opinião sobre touradas, o prédio em si é impressionante — uma arena redonda com quase 15 mil lugares e arquitetura neomudéjar.
A melhor forma de conhecer é num tour com guia, que dá acesso a áreas normalmente fechadas (como a capela dos toureiros e a enfermaria) e ao Museu Taurino, com trajes históricos e peças da tradição.
- Endereço: Plaça d’Espanya, 7-8, 03004 Alicante

13. San Juan Playa (a praia grande do lado residencial)
A cerca de 15 minutos a leste do centro fica San Juan Playa, uma faixa de areia gigante — mais de 7 km — com clima muito mais residencial e sossegado. É a área preferida de quem quer combinar praia com estadia mais tranquila, em resorts e apartamentos à beira-mar.
Pra chegar do centro, pega o ônibus da linha 22, que passa por Albufereta e Cabo Huertas antes de descer em San Juan. Ou você pode ir de tram (o TRAM Metropolitano de Alicante), que também conecta o centro à zona norte.
Mesmo se você não tá hospedado por lá, vale reservar um dia: manhã de praia (a areia é larga e o mar mais refrescante que o Postiguet), almoço num restaurante à beira-mar, tarde caminhando pelo Paseo Marítimo ou no Parque La Marjal.

14. Ilha de Tabarca (o bate e volta imperdível)
Se você só puder incluir uma coisa “fora do óbvio” no roteiro, que seja a Ilha de Tabarca. É a única ilha habitada da Comunidade Valenciana, uma vila antiga de pescadores com ruas de pedra, muralhas do século XVIII, restaurantes de frutos do mar e — o principal — águas cristalinas, com uma reserva marinha ideal pra snorkel.
Os barcos saem do porto de Alicante e a travessia ida e volta costuma custar em torno de 20 euros por pessoa. Reserve o dia inteiro: sai cedo (por volta das 10h), aproveita a manhã de praia, almoça o famoso caldero (arroz cozido no caldo de peixe, o prato típico da ilha) e volta no meio da tarde.
Dica de quem já pisou na casca: leva snorkel, protetor solar potente e água. A ilha tem estrutura, mas os preços dobram por causa da logística.
15. Golfe, Pola Park e outros bate e voltas
Pra quem gosta de golfe, o Alicante Golf (em San Juan Playa) é um campo desenhado por Severiano Ballesteros, uma lenda do esporte, e recebe jogadores de todos os níveis. Fica a uns 15 minutos de carro do centro.
Com criança, o Pola Park (a cerca de 30 minutos de carro, em Santa Pola) tem mais de 30 atrações. E se quiser esticar a viagem, dois bate e voltas clássicos: Elche (famosa pelo maior palmeiral da Europa, Patrimônio da Humanidade) e Guadalest com as Cascatas de Algar (paisagem de montanha e vila medieval sobre uma pedra).
Gastronomia: o que comer em Alicante
Alicante é terra do arroz. O prato mais icônico é o arroz a banda — arroz cozido no caldo de peixe, servido com alioli, que é uma delícia. Também é ótima cidade pra tapas (bares em El Barrio e no centro cobram em torno de 2,50 a 4,50 euros por tapa) e pra frutos do mar frescos direto do Mediterrâneo.
Uma dica de brasileiro pra brasileiro: peça sempre o menú del día no almoço. É uma tradição espanhola — entrada, prato principal, sobremesa e bebida por algo em torno de 12 a 18 euros. Custo-benefício absurdo, principalmente se você tá viajando por muitos dias.
Sobre gorjeta: na Espanha não é obrigatória. Costuma-se arredondar a conta ou deixar 1 a 2 euros num jantar bacana. Ninguém vai achar ruim se você não deixar nada, mas em bares de tapas onde o serviço foi bom, um trocado sempre é bem-vindo.
Aluguel de carro em Alicante e região (economize até 34%)
Dentro de Alicante você não precisa de carro — o centro é totalmente andável e ônibus/tram cobrem bem os bairros mais afastados. Mas se você tá pensando em explorar a Costa Blanca, ir pra Guadalest, Elche, Benidorm, Denia, Valencia ou fazer bate e volta pelas praias mais escondidas, aí alugar carro compensa muito.
A principal dica pra economizar é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Dicas insider pra aproveitar mais Alicante
- Melhor época pra ir: maio, junho e o começo de setembro. Temperatura ótima, mar já bom pra banho e praias sem a loucura de julho e agosto.
- Cuidado com o horário espanhol: muitos restaurantes fecham entre 16h e 20h. Bar de tapas geralmente segue aberto, mas restaurante de sentar mesmo, só depois das 20h30.
- Fogueres de Sant Joan: se você puder ir em junho, se joga. É a festa mais tradicional de Alicante, com quase 90 esculturas gigantes de papel machê espalhadas pela cidade, queimadas em enormes fogueiras nas praias, fogos de artifício e ambiente de festa a semana inteira. Lembra as Fallas de Valência.
- Fica no centro: a cidade é compacta, e ficar no centro histórico ou perto do Postiguet economiza muito tempo e táxi.
- Não subestime o sol: mesmo em maio e setembro o sol de Alicante é forte. Água, protetor e boné são obrigatórios.
Sugestão de roteiro de 3 dias em Alicante
- Dia 1: manhã no centro histórico (Concatedral, Basílica de Santa María, MACA/MUBAG) + almoço no Mercado Central + tarde subindo pelo bairro Santa Cruz até o Castelo de Santa Bárbara pro pôr do sol + jantar de tapas em El Barrio.
- Dia 2: manhã na Playa del Postiguet + Explanada de España + almoço na marina + tarde no MARQ ou Plaza de Toros + noite na Marina/Puerto.
- Dia 3: dia inteiro na Ilha de Tabarca (ou em San Juan Playa, se preferir ficar em terra firme).
Seguro viagem pra Alicante (obrigatório na Europa)
Uma coisa que a maior parte dos viajantes esquece: o seguro viagem é obrigatório pra entrar no espaço Schengen, com cobertura médica mínima de 30 mil euros. Se você não tiver, o oficial da imigração pode barrar a entrada — a gente já viu acontecer com brasileiro. Fora isso, atendimento médico particular na Espanha custa uma fortuna e um pequeno imprevisto pode custar milhares de euros do bolso.
A gente usa e recomenda esse comparador de seguros, que compara todas as principais seguradoras do mercado e mostra o mais barato pra cada tipo de viagem. O link já vem com 18% de desconto exclusivo pros nossos leitores.
Chip de celular pra Alicante
Andar sem internet numa cidade nova é receita pra se perder e perder tempo. A gente sempre usa esse chip de viagem que a gente usa — chega em casa antes de embarcar, ativa fácil e funciona em toda a Europa. Sai muito mais barato do que o roaming da operadora daqui e economiza a maior dor de cabeça de chegar num país sem internet.
Perguntas frequentes sobre o que fazer em Alicante
Quantos dias são ideais pra conhecer Alicante?
Pra conhecer a cidade com calma, incluindo praia, castelo, centro histórico, museus e um bate e volta pra Tabarca, o ideal são 3 a 4 dias. Em 2 dias dá pra ver o essencial. Se você quer usar Alicante como base pra explorar a Costa Blanca (Benidorm, Guadalest, Elche, Denia), reserve pelo menos 5 dias.
Alicante é uma cidade cara?
Comparada com Barcelona ou Madri, Alicante é bem mais barata. Hospedagem, comida e transporte pesam menos no orçamento. Você consegue almoçar bem com o menú del día por 12 a 18 euros, tapas saem por 2,50 a 4,50 euros a unidade e muitos passeios (castelo, MACA, MUBAG, Explanada) são gratuitos.
Qual a melhor época pra visitar Alicante?
Maio, junho e setembro são os melhores meses: temperatura entre 22 e 28 graus, mar já bom pra banho, dias longos e sem a lotação do verão europeu. Julho e agosto são altíssima temporada — muito calor, praias cheias e hospedagem mais cara.
Precisa de carro pra conhecer Alicante?
Dentro da cidade, não precisa. Centro é totalmente andável e o ônibus (linha 22) e o tram atendem bem os bairros vizinhos. Carro só faz sentido se você vai explorar a Costa Blanca (Guadalest, cascatas de Algar, praias mais afastadas, Elche, etc.).
Como ir do aeroporto de Alicante pro centro?
O aeroporto Alicante-Elche fica a cerca de 10 km do centro. A opção mais barata é o ônibus da linha C-6, que faz o trajeto até o centro por poucos euros. Táxi ou transfer particular ficam por volta de 20 a 30 euros — vale a pena se você tá com mala grande, criança pequena ou chegando de madrugada.
Vale a pena ir na Ilha de Tabarca?
Vale muito. É uma das experiências mais diferentes da região, com águas cristalinas, boa gastronomia de peixe e um clima de vila antiga. Reserve o dia inteiro, saia cedo e leve snorkel. A travessia ida e volta costuma custar em torno de 20 euros.
Onde é a melhor região pra se hospedar em Alicante?
Depende do que você quer: pra ficar perto de tudo (centro histórico, praia urbana, restaurantes, vida noturna), o ideal é o centro/El Barrio ou os arredores da Playa del Postiguet. Pra clima mais tranquilo, com estilo resort, San Juan Playa. A gente explica todas as opções e mostra os hotéis testados no bloco de hospedagem acima.
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Alicante é aquela cidade que a gente chega sem grande expectativa e sai apaixonado — e querendo voltar. Combina praia urbana de qualidade, história, gastronomia deliciosa e uma vibe descontraída que faz muito bem depois do ritmo mais intenso de Madri ou Barcelona. Com essas 15 dicas do que fazer em Alicante, você já monta um roteiro completo e aproveita cada dia. Boa viagem!