
Saiba quais são as melhores vilas para conhecer na Itália e faça um roteiro incrível!
1. Bellagio – Lago di Como
A primeira dessa lista é Bellagio, que vai muito além da imagem de vilarejo à beira do lago. O que realmente faz diferença aqui é a forma como a vila se organiza em níveis, com ruas inclinadas, escadarias de pedra e varandas que se abrem para o Lago di Como.
O melhor período para visitar é entre abril e junho ou em setembro, quando o clima está agradável. Em meia diária você consegue conhecer bem a vila, mas vale dormir por lá se quiser saber como funciona local à noite.
Além de Bellagio, você também pode conhecer Varenna e Menaggio, formando um roteiro muito legal pelo Lago di Como.
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2. Varenna – Lago di Como
Varenna tem um clima mais tranquilo do que Bellagio, mesmo sendo igualmente bonita. O destaque não está apenas nas fachadas coloridas, mas na relação direta com o lago. Além disso, o calçadão à beira d’água é curto, mas rende uma caminhada muito boa.
Sem dúvidas, esse é um vilarejo perfeito para quem prefere menos agitação e mais contato com o cotidiano local. Duas a três horas são suficientes para conhecer o centro histórico, mas quem dorme em Varenna aproveita manhãs silenciosas e fins de tarde muito agradáveis.
É importante dizer que a primavera e o início do outono são os melhores períodos para conhecer essa vila. Inclusive, Varenna se conecta facilmente com Bellagio de barco e também serve como base para ir até as outras vilas do Lago di Como sem precisar trocar de hospedagem.

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3. Sirmione – Lago de Garda
No Lago de Garda você poderá ficar e conhecer Sirmione, que é uma vila histórica com águas termais. O acesso se dá por uma ponte que leva diretamente ao centro murado, criando uma sensação clara de entrada em outro tempo.
Além das ruas medievais, o grande diferencial são as termas e as ruínas romanas. A visita é perfeita para um bate-volta, mas o ideal é chegar cedo ou no fim da tarde para evitar o fluxo de visitantes.
Inclusive, o verão é bastante movimentado, enquanto maio, junho e setembro oferecem clima excelente e experiência mais tranquila.
Vale mencionar que Sirmione pode ser visitada muito bem com outras paradas no Lago de Garda, como Desenzano ou Lazise.

4. Ortisei – Dolomitas
Ortisei não é apenas um vilarejo bonito nas montanhas. Ele funciona como porta de entrada para trilhas, teleféricos e paisagens alpinas que mudam completamente a experiência conforme a estação.
Há duas estações principais e que mudam completamente a perspectiva da visita. No verão, o destaque são as caminhadas e vistas abertas; no inverno, o esqui e a visão de uma vila alpina.
O centro é organizado, fácil de caminhar e com forte influência tirolesa na arquitetura e na gastronomia. Dois dias são ideais para explorar com calma, especialmente se você pretende subir às montanhas ao redor.
Ortisei está próxima a outras vilas do Val Gardena, como Santa Cristina e Selva di Val Gardena, viabilizando um ótimo tour entre elas.

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5. Bressanone – Brixen
Outro lugar imperdível é Bressanone que combina história, arquitetura e vida local animada. Diferente de vilarejos muito turísticos, lá você encontra moradores circulando, mercados funcionando e uma rotina bem presente.
Além do mais, você pode conhecer o centro histórico em poucas horas, com catedral, praças e ruas bem tranquilas.
Bressanone se encaixa bem em um roteiro pelo norte da Itália, unindo Bolzano, Val di Funes e outras áreas alpinas.

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6. San Gimignano – Toscana
Em meio a Toscana estão torres medievais que dão a sensação de estar dentro de uma cidade que nunca deixou a Idade Média para trás. Essa é a descrição de San Gimignano, que foi um centro econômico importante, algo que ainda se reflete na organização urbana e no patrimônio bem preservado.
A visita é ótima para fazer no começo da manhã, para aproveitar ainda mais as atrações locais. Em termos de período de visita, a primavera e outono são ideais, com temperaturas agradáveis e menos movimento do que no auge do verão.
No roteiro, San Gimignano combina muito bem com Siena e Volterra. Dá para encaixar tudo em um circuito curto pela Toscana, sem longas horas na estrada.

7. Volterra – Toscana
Ainda na Toscana, vale incluir Volterra no roteiro. A vila é cercada por muralhas, tem ruas inclinadas e uma história que passou por diferentes civilizações, o que fica claro logo nos primeiros passos pelo centro histórico.
Separar algumas horas já é suficiente para conhecer os principais pontos, mas dormir em Volterra faz diferença. Pelo dia a vila recebe visitantes, enquanto à noite o clima fica bem mais tranquilo e silencioso.
Os meses de maio, junho e setembro são ideais para a visita, com temperaturas agradáveis e menos movimento do que no auge do verão. Volterra se encaixa naturalmente em um roteiro com San Gimignano e Pisa.

8. Montepulciano – Toscana
A experiência por lá passa pelo paladar tanto quanto pela paisagem. Entre uma rua e outra, há caves, adegas e pequenas lojas voltadas à produção do vinho local.
Um passeio de bate-volta contempla bem um tour, especialmente se você incluir uma degustação. A melhor época vai da primavera ao início do outono, vale evitar apenas os meses mais cheios do verão.
Além do mais, Montepulciano está próximo a Pienza e Montalcino, que permite uma visitação completa.

9. Pienza – Toscana
Tudo por lá foi pensado de forma planejada, algo raro em vilarejos mais antigos. O charme de Pienza vem justamente dessa harmonia entre arquitetura e paisagem ao redor.
Você vai notar que a vila é pequena, fácil de caminhar e extremamente agradável para um passeio sem pressa.
Duas a três horas bastam para conhecer o centro histórico e aproveitar as vistas sobre o vale. Primavera e outono são ideais, quando o campo ao redor muda de cor e torna tudo ainda mais bonito.

10. Assis – Úmbria
A espiritualidade é bem presente no cotidiano, nas ruas e no silêncio de alguns espaços. Mais do que um destino religioso, Assis é uma vila que preserva um centro histórico amplo, bem cuidado e com identidade muito clara.
Vale reservar pelo menos um dia para visitar com calma, especialmente a basílica e as áreas mais altas da cidade. Se quiser evitar o calor intenso e a quantidade alta de turistas, opte por ir nos meses que compreendem a primavera e outono.
Se quiser completar a experiência, você também pode acrescentar no roteiro Spello e Perugia.

11. Manarola – Ligúria
O que mais atrai nessa vila é a relação direta com o mar, bem como as casas coloridas que se empilham sobre o rochedo. A vida local ainda gira em torno da pesca e das pequenas produções de vinho nas encostas.
A visita pode ser rápida, quatro horas são suficientes, especialmente se a ideia for caminhar, observar e comer algo simples. Entre os meses de maio, junho e setembro o clima e o fluxo de pessoas se torna algo mais atrativo, se quiser conhecer a região com calma.
Vale mencionar que Manarola faz parte das Cinque Terre e funciona melhor dentro de um roteiro que inclua Riomaggiore e Vernazza, até para você aproveitar melhor essa aérea.

12. Riomaggiore – Ligúria
Em Riomaggiore, o destaque está na forma como a vila se encaixa entre o mar e as falésias, com casas coloridas dispostas em linhas verticais que acompanham o relevo. O pequeno porto, as escadarias e os barcos ancorados reforçam a ligação direta com o mar.
Para quem passa pela vila, poucas horas já permitem conhecer bem o centro, caminhar sem pressa, apreciar a vista e fazer uma refeição simples à beira do mar. Os meses de maio, junho e setembro são ideais, pois o clima é mais agradável e o movimento fica mais equilibrado, favorecendo uma visita tranquila.
Além do mais, Riomaggiore integra as Cinque Terre e funciona melhor dentro de um roteiro combinado com outras vilas da região, como Manarola e Vernazza.

13. Ravello – Campânia
Longe da linha do mar, com belos jardins suspensos, vistas amplas e um silêncio maior fazem de Ravello uma vila extremamente interessante.
Vale reservar ao menos metade de um dia para caminhar com calma e observar a paisagem. O ideal é ir entre os meses de abril, maio e setembro, antes do pico do verão.
Além dessa vila, você também pode conhecer Amalfi e Atrani, a partir de um roteiro que alterna entre vilas costeiras e áreas com deslocamentos curtos.

14. Alberobello – Puglia
Por lá, o que chama atenção não é o relevo nem o mar, mas a arquitetura. As casas em formato de cone não surgiram como atração, e sim como solução, o que dá ao vilarejo uma identidade muito própria e reconhecível.
Vale ir entre a primavera e outono, por funcionar melhor em termos de clima. Além do mais, três horas são suficientes para conhecer o centro histórico, mas chegar cedo ajuda a evitar os horários mais cheios.
Alberobello se encaixa bem em um roteiro pela Puglia, junto com Locorotondo, Ostuni e Martina Franca, todos relativamente próximos.

15. Erice – Sicília
A subida até o topo já prepara o visitante para algo diferente. Você verá ruas de pedra, neblina e um clima mais introspectivo que tornam Erice uma vila que parece desconectada do litoral logo abaixo.
O ideal é chegar cedo e visitar igrejas, bem como aproveitar as vistas quando o tempo abre. Maio, junho e setembro oferecem boa visibilidade e temperaturas mais amenas.
Erice é ótima para ser visitada em conjunto com Trapani e as salinas da região, formando um roteiro curto nona Sicília, fácil de adaptar ao seu tempo de viagem.

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