Havaí em Maio: Clima, o Que Fazer e Dicas

Viajar pro Havaí em maio é uma das melhores decisões que a gente pode tomar como brasileiro planejando uma escapada tropical fora do óbvio. O mês abre a temporada seca no arquipélago, entrega dias ensolarados quase o tempo todo e ainda pega uma janela de baixa temporada — o que significa hotel, passeio e até passagem aérea saindo mais em conta do que nos meses cheios de julho e agosto.

Quando a gente foi, o que mais chamou atenção foi o quanto o clima colabora: a chuva quando aparece é rápida, o sol volta em minutos e dá pra encaixar praia, trilha, mergulho e vulcão no mesmo roteiro sem se preocupar com previsão do tempo. E ainda tem os eventos culturais do mês, que dão um outro nível pra viagem.

Aqui a gente juntou tudo que você precisa saber pra montar sua viagem: como é o clima real de maio, quanto custa, o que fazer em cada ilha, quais erros evitar e como economizar de verdade. E não esquece: aqui no nosso guia completo do Havaí a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, chip, comida e ingressos.

Como é o clima no Havaí em maio

O Havaí tem só duas estações reais: o verão seco, de maio a outubro, e o inverno mais úmido, de novembro a abril. Maio inaugura a temporada boa — as temperaturas ficam entre 23°C e 29°C, com médias em torno de 26°C a 27°C, e a chuva cai bastante em comparação com o começo do ano.

Na prática, é aquele clima de verão tropical constante: quente durante o dia, agradável à noite, com sol firme na maioria dos dias. A água do mar também tá numa temperatura ótima pra banho, snorkeling e mergulho — sem precisar de neoprene pra maioria das pessoas.

Temperatura mínima e máxima em Honolulu em cada mês

Como o clima é bem estável o ano todo (mesmo no inverno as máximas ficam em 26°C-27°C), a diferença de maio pros meses de pico é mais na chance de pegar tempo bom e menos na temperatura em si. Passeios de barco, trilhas, snorkeling e visita a vulcões têm chance mínima de serem cancelados por chuva forte.

Por que maio é um dos melhores meses pra ir ao Havaí

Se a gente pega a régua de clima + preço + lotação, maio ganha fácil. Junto com abril, setembro e outubro, ele é apontado como o mês com o melhor equilíbrio geral do ano. É baixa temporada, mas o tempo já entrou na fase seca.

Comparando com as outras épocas:

  • Inverno (novembro a março): mais chuva, ondas grandes (bom pra surfe) e temporada de baleias, mas com clima menos previsível.
  • Verão cheio (junho a agosto): clima excelente, mas ilhas lotadas de famílias americanas em férias escolares e preços nas alturas.
  • Maio: clima quase igual ao de julho/agosto, com bem menos gente e diária de hotel bem mais amigável.

Pra quem viaja do Brasil e quer aproveitar bastante sem torrar o orçamento, é uma janela dourada. A gente sempre recomenda esses meses de recesso pra destinos caros justamente por isso — no Havaí a diferença de preço entre maio e julho é sentida principalmente na hospedagem e nos passeios mais concorridos.

Aluguel de carro no Havaí (essencial na maioria das ilhas)

Se você vai pra Maui, Kauai ou Big Island, alugar carro não é opção — é praticamente obrigatório. O transporte público nessas ilhas é limitadíssimo, as atrações ficam espalhadas e muita coisa boa tá em estradas cênicas que só de carro. Mesmo em Oahu, apesar de dar pra circular por Waikiki a pé e de ônibus, o carro abre um mundo de bate-voltas pela ilha (Costa Norte, Kailua, Diamond Head).

A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Budget, Enterprise, Hertz e Thrifty, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Eventos e festivais em maio no Havaí

Lei Day (1º de maio)

O mês abre com o Lei Day, que celebra a cultura dos leis — aqueles colares de flores tradicionais havaianos. Tem concurso de leis, apresentações de hula, música ao vivo e oficinas onde dá pra aprender a fazer o seu. A maior parte acontece em Honolulu, em parques e centros culturais. É a chance perfeita de encostar na cultura polinésia de verdade, longe do circuito só de praia e shopping.

Lantern Floating Hawaii (Memorial Day)

O maior evento havaiano do mês acontece no Memorial Day, na última segunda-feira de maio. Moradores e turistas se reúnem no Ala Moana Beach Park, em Honolulu, pra participar do Lantern Floating Hawaii — uma cerimônia emocionante onde mais de 3 mil lanternas de papel iluminadas flutuam no mar, em homenagem a pessoas falecidas e aos combatentes que serviram nas guerras.

O festival é uma releitura da tradição japonesa “Toro Nagashi”, em que lanternas são lançadas ao mar pra honrar os espíritos. É uma das cenas mais fotogênicas e emocionantes que dá pra ver no Havaí, e vale muito programar a viagem incluindo esse dia se der.

Lantern Festival Floating no Ala Moana Beach Park

O que fazer no Havaí em maio

1. Visitar o Parque Nacional de Haleakalā (Maui)

O Parque Nacional de Haleakalā abriga o vulcão inativo de mesmo nome, formado há cerca de um milhão de anos. Por lá, você vai encontrar paisagens vulcânicas que parecem outro planeta e florestas tropicais em volta — o parque é lar de mais de mil espécies de plantas, muitas endêmicas e sob proteção.

O ponto alto é ver o nascer do sol acima das nuvens, a mais de 3.000 metros de altitude. Maio é ideal pra isso porque tem pouca chance de neblina ou chuva atrapalhando. Só duas coisas importantes: é preciso reserva antecipada pra entrar de madrugada, e vai fazer frio de verdade no topo (5°C a 10°C), então leve casaco e touca.

Existe uma excursão em português que resolve tudo — transporte, entrada e guia que explica a importância do lugar pra cultura polinésia enquanto você caminha por esse cenário único. Reservar pela internet, em reais e com cancelamento gratuito, evita a dor de cabeça de fazer no local.

Nascer do sol no vulcão Haleakalā em Maui


2. Passeio de barco pela Na Pali Coast (Kauai)

A Costa Na Pali é uma das paisagens mais dramáticas do mundo. Localizada ao norte de Kauai, é uma sequência de penhascos verdes gigantescos caindo no Pacífico, com vales, grutas e cascatas escondidas que só dá pra ver pelo mar (ou por trilhas bem exigentes de terra).

Em maio, com o mar mais calmo, os passeios de barco costumam sair sem problemas — no inverno é comum cancelarem por causa das ondas. Você navega por horas contemplando algumas das falésias mais altas do mundo, com paradas pra snorkeling em águas transparentes. É daquele tipo de passeio que a gente lembra pro resto da vida.

Passeio de barco pela Na Pali Coast em Kauai

3. Mergulho na Molokini Crater (Maui)

Uma das maravilhas naturais do Havaí é a Cratera Molokini, formada por uma erupção que aconteceu há cerca de 230 mil anos. Ela é uma cratera semi-submersa em formato de meia-lua, a cerca de 4 km da costa de Maui.

Hoje é um dos melhores pontos de mergulho e snorkeling do arquipélago — a água é cristalina, com visibilidade que costuma passar dos 30 metros, e o recife é cheio de peixes tropicais coloridos e corais. A gente errou nessa: fomos de tarde e o vento tinha aumentado, dificultando um pouco. A dica é pegar o passeio da primeira saída da manhã, quando o mar tá mais parado e a visibilidade é máxima.

Cratera Molokini em Maui

4. Hanalei Valley Lookout (Kauai)

O Hanalei Valley Lookout é um mirante clássico com vista pras montanhas verdejantes que cercam Hanalei e Princeville, e pras plantações históricas de taro (raiz base da culinária havaiana). Fica ao longo da Rodovia Kuhio e é parada obrigatória pra qualquer road trip pela ilha.

Em maio, com o verão começando e os dias mais ensolarados, o vale fica ainda mais fotogênico — o verde é intenso e a luz do fim da tarde deixa a cena espetacular. Não gasta mais que 20 minutos, mas rende umas das melhores fotos da viagem.

Mirante do Hanalei Valley Lookout em Kauai


5. Trilha do Diamond Head (Oahu)

O Diamond Head é aquele cone vulcânico que aparece em todo cartão-postal de Waikiki. A trilha até o topo é curta (uns 30-40 minutos de subida), moderada e recompensa com uma das melhores vistas do Havaí — Waikiki, Honolulu e toda a costa sul de Oahu de cima.

Em maio o calor ainda tá bem administrável, mas mesmo assim vá bem cedo (abre às 6h): evita o sol forte e as filas. É obrigatório fazer reserva online com antecedência — passou a exigir isso justamente pra controlar a lotação.

6. Conhecer a Aloha Tower e Honolulu

O Aloha Tower Marketplace, no porto de Honolulu, é um centro de lazer com lojas, restaurantes e vista pro mar. Inaugurada em 1926, a Aloha Tower funcionava como farol e já foi o edifício mais alto de toda a ilha de Oahu.

A região tem também o Ka Moana Luau, um dos shows de dança hula mais populares da cidade, com jantar típico havaiano. Separe uma noite pra combinar passeio pelo centro histórico de Honolulu, jantar e o show — é um bom mergulho na cultura local sem precisar sair da capital.

Aloha Tower Marketplace em Honolulu

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Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.

Quanto custa viajar pro Havaí em maio

O Havaí é notoriamente caro — em maio os preços caem em comparação com julho ou dezembro, mas ainda tá longe de ser um destino “barato”. Faixas médias que a gente costuma ver:

  • Hospedagem (por noite, casal): hotéis 3 estrelas em torno de US$ 150-250; resorts 4 estrelas de frente pra praia em torno de US$ 250-450; opções mais econômicas (Airbnb simples, hostel) em torno de US$ 80-150.
  • Alimentação (por pessoa, por refeição): comida rápida local tipo poke ou plate lunch em torno de US$ 12-20; restaurantes casuais US$ 20-35; restaurantes mais elaborados de frente pro mar US$ 40-70, sem bebida.
  • Passeios: passeio de barco pela Na Pali em torno de US$ 120-200 por pessoa; excursões de dia inteiro (vulcão, volta na ilha) em torno de US$ 100-180.
  • Voos internos entre ilhas: trechos curtos de 30-60 minutos com várias frequências diárias, tarifas que costumam ficar mais em conta em maio.

Uma dica: reserve tudo com antecedência. Mesmo sendo baixa temporada, os passeios mais concorridos (Haleakalā ao nascer do sol, saídas de barco de manhã cedo pra Molokini e Na Pali) esgotam, especialmente em fins de semana. Comprar em reais, parcelando e com cancelamento grátis, pela internet, também sai mais em conta do que fazer na porta.

Dicas práticas pra quem viaja em maio

  • O que levar: roupas leves (shorts, camisetas, vestidos), boné/chapéu, óculos de sol e muito protetor solar — o sol é forte mesmo em dia parcialmente nublado. Calçado confortável pra trilha (tênis ou sandália esportiva) e um casaco leve pra noites com vento e pras áreas altas (Haleakalā chega a fazer frio de verdade).
  • Reservas online: várias trilhas e mirantes de Oahu e Kauai passaram a exigir reserva online com antecedência, especialmente na alta demanda. Confirme uma semana antes.
  • Horários: o sol nasce entre 6h e 7h e se põe entre 18h e 19h, sem grandes variações sazonais. Programe trilhas cedo pra fugir do calor do meio-dia.
  • Turismo responsável: nunca encoste em tartarugas, golfinhos ou focas monges (que ficam na areia). Além de ser proibido por lei, é péssimo pra fauna. E use protetor solar reef-safe (sem oxibenzona) — vários lugares proibiram os comuns por danificarem os corais.

Erros comuns de brasileiros no Havaí

  • Subestimar o custo: o Havaí é caro. Não dá pra planejar com base em Caribe ou México — hospedagem, comida e transporte custam bem mais. Melhor prever com folga e não passar aperto.
  • Querer visitar muitas ilhas em pouco tempo: tentar fazer 3 ou 4 ilhas em menos de 10 dias vira uma maratona de aeroporto. É mais proveitoso ficar mais dias em 1 ou 2 ilhas e realmente conhecer. Se puder, faça Oahu + Maui ou Oahu + Kauai.
  • Ignorar a cultura local: muita gente foca só em praia e outlet e perde os eventos culturais do mês (Lei Day, Lantern Floating), que dão outra dimensão à viagem. É o tipo de experiência que a gente não esquece.
  • Subestimar o sol: o brasileiro pensa que tá acostumado, mas o sol tropical do Havaí queima rápido, ainda mais em passeio de barco. Reaplique protetor solar de 2 em 2 horas.

Como aproveitar sem gastar demais

Mesmo com o Havaí sendo caro, dá pra economizar muito com planejamento. Reservar hotel, carro, chip, ingressos e seguro pela internet, com antecedência e em reais, faz uma diferença enorme no orçamento final. E maio já ajuda por conta da baixa temporada.

Outra coisa importante: o atendimento médico nos Estados Unidos é um dos mais caros do mundo. Uma consulta simples em urgência sai por centenas de dólares, uma internação pode chegar aos milhões. Seguro viagem não é opcional pra quem vai pro Havaí.

Seguro viagem pro Havaí

Como o Havaí é território americano, e os EUA são o país mais caro do mundo em atendimento médico, viajar sem seguro viagem é assumir um risco financeiro enorme. Qualquer problema simples — uma virose, um corte que precisou levar ponto, um mal-estar por causa do sol — pode virar uma conta de milhares de dólares.

A gente sempre usa esse comparador de seguros pra achar o melhor preço. Ele compara todas as principais seguradoras, mostra o que cada apólice cobre e o link já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas. Pagamento em reais, parcelado e sem IOF.

Chip de celular pro Havaí

Ter internet no celular durante toda a viagem é essencial no Havaí — Google Maps pra dirigir entre atrações, tradutor, Uber, achar restaurante, tirar dúvida na hora. Roaming da operadora brasileira é absurdamente caro, e ficar refém de Wi-Fi do hotel limita muito o passeio.

A gente usa esse chip de viagem em toda viagem pros EUA. Chega em casa antes de embarcar, tem internet ilimitada nos Estados Unidos (Havaí incluso) e a ativação é simples — chegou no aeroporto, já tá funcionando. Pagamento em reais e parcelado.

Perguntas frequentes sobre o Havaí em maio

Maio é bom mês pra ir ao Havaí?

Sim, é um dos melhores. O clima já entrou na estação seca, com dias ensolarados e pouca chuva, e ainda tá em baixa temporada — hotel, passagem e passeios ficam mais baratos que em julho ou dezembro. Junto com abril, setembro e outubro, é o mês com o melhor equilíbrio geral do ano.

Qual a temperatura média no Havaí em maio?

As médias ficam entre 23°C e 29°C, com máximas em torno de 28°C-29°C durante o dia e mínimas de 23°C-24°C à noite. É clima de verão tropical constante, com pouca variação entre as ilhas.

Chove muito no Havaí em maio?

Não. Maio abre a estação seca do arquipélago, então a chuva é bem menos frequente que no inverno (novembro a março). Quando cai, costuma ser aguaceiro rápido e o sol volta logo. Chance de passeio cancelado por chuva é baixa.

Dá pra ver baleias no Havaí em maio?

Maio é o fim da temporada de baleias, que vai de novembro a maio. Os meses mais fortes de avistamento são de janeiro a março, mas com um pouco de sorte ainda dá pra ver alguns exemplares em Big Island, Maui e Kauai no comecinho de maio.

Quantos dias ficar no Havaí?

O ideal é de 10 a 14 dias pra conhecer 2 ilhas com calma (por exemplo, Oahu + Maui ou Oahu + Kauai). Menos que uma semana só compensa se for pra ficar em uma única ilha. Tentar fazer 3 ou 4 ilhas em menos de 10 dias vira uma maratona de aeroporto.

Precisa alugar carro no Havaí?

Em Maui, Kauai e Big Island é praticamente obrigatório — transporte público é limitado e as atrações são espalhadas. Em Oahu, dá pra circular em Waikiki a pé/ônibus, mas o carro abre um mundo de bate-voltas pela ilha. Nossa recomendação é alugar.

Precisa de seguro viagem pro Havaí?

Sim, é essencial. O Havaí é território americano, e os EUA têm um dos atendimentos médicos mais caros do mundo. Uma consulta simples de urgência sai por centenas de dólares. Não vale a pena viajar sem seguro.

Qual a moeda usada no Havaí?

O Havaí é um estado americano, então a moeda é o dólar americano (US$). Cartões de crédito e débito são aceitos em praticamente todo lugar, e é bom ter um pouco de dinheiro em espécie pra gorjetas e emergências.

Economize ao máximo na sua viagem ao Havaí

  • Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o seu orçamento? Não deixe de ler nossa matéria sobre como viajar barato ao Havaí, com todas as dicas pra economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar!
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  • Carro: se você tá pensando em alugar um, não deixe de ler como alugar um carro barato no Havaí, com dicas de como pegar pelo menor preço possível.
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Maio é aquela combinação difícil de bater: clima ótimo, menos turista pela frente, preços mais em conta e ainda com eventos culturais únicos como o Lei Day e o Lantern Floating. Se você tá pensando em conhecer o Havaí, dificilmente vai encontrar janela melhor no ano. Planeja com calma, reserva o essencial com antecedência e prepara-se pra uma das viagens mais especiais que dá pra fazer.