Como viajar barato para o Chile (Santiago)

Viajar barato pra Santiago do Chile é totalmente possível, e a gente vai te mostrar como economizar em tudo: passagem, hospedagem, transporte, comida e passeios. A capital chilena é encantadora, com cerros que dão de presente uma vista linda da cidade, museus gratuitos e bate-voltas incríveis pertinho dali.

Quando a gente foi a primeira vez, o que mais surpreendeu foi como o metrô resolve a vida do turista: limpo, moderno e baratinho. Dá pra cortar boa parte dos gastos com táxi só ficando perto de uma estação. E olha, errar na escolha do bairro custa caro — a gente conta tudo isso aqui embaixo.

A ideia desse guia é simples: montar um roteiro econômico sem abrir mão do conforto básico. Bora?

Quando ir para o Chile gastando menos

A época da viagem pesa demais no orçamento. No Chile, a baixa temporada costuma cair em dois períodos: do final do verão ao outono (março a maio) e do final do inverno ao início da primavera (meados de agosto a novembro). Nesses meses a viagem sai bem mais em conta.

A primavera, mais ou menos de setembro a dezembro, é uma das melhores apostas: clima agradável, sem aquele calor extremo do verão, e a cidade fica mais “viva” (no auge do verão muito morador foge do calor).

Os períodos mais caros são as férias de verão (sobretudo janeiro), as férias de julho (quando muito brasileiro vai atrás de neve) e os feriados prolongados, tanto no Brasil quanto no Chile. Se dá pra fugir dessas datas, foge.

Como achar passagem aérea barata para Santiago

O primeiro passo de quase toda viagem é caçar a passagem. Em vez de perder horas conferindo site por site de companhia aérea, dá pra otimizar a busca usando um comparador de passagens. Por lá você vê todas as opções e valores de uma vez.

Passagens aéreas baratas para o Chile

Algumas estratégias que funcionam pra cortar o preço:

  • Comprar com antecedência: os buscadores costumam recomendar comprar com cerca de 8 a 12 semanas de antecedência, o que tende a gerar uma economia em torno de 10 a 15% em relação à compra em cima da hora. Reservas com algo perto de 20 semanas chegam aos menores preços médios.
  • Voar em dias de semana: segunda e terça tendem a sair mais baratos do que fim de semana.
  • Horários “menos convenientes”: voos pela manhã ou noturnos costumam ser mais em conta. Bônus: o voo noturno ainda economiza uma diária de hotel.
  • Flexibilidade: use alertas de preço, troque a data de ida/volta em 1 ou 2 dias e compare saídas de várias capitais (São Paulo, Rio, Curitiba, Porto Alegre).
  • Voos com conexão normalmente saem mais baratos do que os diretos.

E não esquece: aqui no nosso guia de como economizar muito na viagem ao Chile a gente reuniu mais dicas pra montar a viagem inteira pagando menos.

Vale a pena alugar carro no Chile?

Pra quem fica só em Santiago, o carro nem sempre compensa: a cidade é bem servida de metrô e ônibus, e dirigir e estacionar no centro acaba dando mais trabalho do que ajudar. Mas se o seu plano é desbravar o Chile de norte a sul, ou fazer bate-voltas e explorar regiões mais espalhadas, aí sim o carro vira a melhor pedida — te dá liberdade total e ainda economiza quando você divide os custos com os companheiros de viagem.

Viajar de carro pelo Chile

Se for esse o caso, a principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Carro no Chile

Vai pro Chile com o seu próprio carro?

Se você for entrar no Chile com o seu carro, fica atento aos documentos: além de identificação, carteira de motorista e documento do veículo, existe um seguro obrigatório chamado Soapex. Quem mora perto das fronteiras já conhece bem.

A mesma agência que faz o seguro viagem também tira esse documento de forma super prática, rápida e barata, costuma sair em poucas horas. Quem precisar, dá pra conferir preços e tudo o que oferecem no site deles do Soapex.

Do aeroporto ao centro gastando pouco

O Aeroporto Internacional Arturo Merino Benítez (SCL) fica a uns 15 a 20 km do centro de Santiago. A forma mais econômica de fazer esse trajeto é de ônibus, e existem duas linhas que ligam o aeroporto ao centro:

  • Centropuerto: o ônibus azul que vai até a estação Los Héroes, com conexão direta ao metrô. Costuma custar em torno de CH$ 1.500 a 2.000 (algo como R$ 8 a 12) por trecho e sai com boa frequência ao longo do dia.
  • TurBus Aeroporto: serviço bem parecido, também ligando o aeroporto a pontos com metrô, com preço próximo, em torno de CH$ 1.300 a 2.000 por trecho.

O trajeto leva em média 30 a 45 minutos, e esses ônibus são disparado a opção mais barata, transfers privados e táxis custam várias vezes esse valor.

Agora, se você prefere chegar tranquilo com hora marcada e bagagem acomodada, vale considerar um transfer. Por meio desse site que a gente usa em todas as viagens dá pra reservar só ida, só volta ou ida e volta, escolher o tipo de carro e já saber o valor e o tempo de trajeto antes. É mais barato que táxi e bem mais previsível, principalmente se você chega cansado ou tarde da noite.

Transfer do aeroporto de Santiago do Chile

Transporte público em Santiago: como economizar

O metrô de Santiago é considerado um dos mais modernos da América Latina, limpo, com trens novos e ótima cobertura, e vem sendo ampliado nos últimos anos, com novas linhas alcançando bairros mais afastados. Pra um turista que quer economizar, isso é ótimo: você corta muito gasto com táxi e Uber.

Pra usar ônibus e metrô, você precisa da tarjeta BIP!, o cartão recarregável do sistema integrado. Ela serve pro metrô, pros ônibus urbanos e, em alguns casos, até pro sistema de bicicletas públicas. Dá pra carregar nas estações de metrô e em pontos autorizados.

Um trajeto simples de metrô costuma custar em torno de CH$ 700 a 900 (perto de US$ 1 a 1,20), variando por horário. E tem um detalhe que economiza bastante: ao entrar na rede de metrô, você paga uma vez só e pode fazer baldeação entre linhas sem pagar de novo.

Dica de ouro: compra e carrega a BIP! logo no primeiro dia. Quem fica dependendo de Uber ou passagem avulsa acaba gastando muito mais. E use o metrô pra circular entre bairros turísticos como Providencia, Las Condes e Bellavista.

Hospedagem barata: a localização faz toda diferença

A hospedagem é um dos gastos que mais pode pesar, e a regra geral é simples: quanto mais central e turístico o bairro, mais cara a diária, especialmente perto de pontos como o Palacio La Moneda e a Plaza de Armas.

A nossa principal recomendação pra quem fica em Santiago é se hospedar em Providencia. É uma região com várias atrações por perto, bem servida de transporte (três estações com diversas linhas de metrô) e com uma boa variedade de hotéis, dá pra achar diárias bem mais em conta ali.

Mapa de onde ficar em Santiago, em Providencia

Outra estratégia que economiza muito é ficar em bairros residenciais um pouco afastados do miolo turístico, mas a cerca de 15 a 20 minutos de metrô do centro. Áreas mais residenciais de Providencia, Ñuñoa e regiões próximas a estações de metrô costumam ter ótimo custo-benefício. A regra que a gente sempre segue: a estação de metrô mais próxima tem que estar a menos de 10 minutos a pé.

Pra reservar, vale lembrar que quanto antes você fechar, mais barato fica, e a maioria dos hotéis oferece cancelamento gratuito, o que é uma baita segurança. Ficar bem localizado e perto do metrô significa menos táxi, menos caminhada cansativa e mais tempo aproveitando a cidade. Olha aqui a melhor região e os hotéis testados pra se hospedar em Santiago gastando pouco:

Onde ficamos em Santiago do Chile (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Existem duas regiões que são as melhores para os turistas em Santiago. Uma é Providencia, ideal para quem quer ficar perto de áreas movimentadas, com muitos bares, restaurantes e lojas. A outra é o Centro Histórico, que é o coração cultural e histórico da cidade. Essa região é cheia de hotéis, museus, e restaurantes, além de oferecer preços geralmente mais baixos que os de Providencia.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Comer barato em Santiago

A boa notícia é que dá pra comer bem em Santiago sem estourar o orçamento, desde que você fuja do óbvio turístico. As melhores opções pra poupar são:

  • Praças de alimentação (em shoppings, galerias e os “patios de comida”): um combo de refeição rápida com prato e bebida costuma girar em torno de CH$ 4.000 (uns R$ 20 a 25).
  • “Picadas”: são os restaurantes simples e familiares, fora do circuito turístico mais caro. O menu do dia, que inclui entrada, prato principal, sobremesa e bebida, costuma sair em torno de CH$ 6.000 por pessoa. Esses lugares servem pratos fartos, muitas vezes com sabor caseiro, e são bem queridos pelos próprios moradores.
  • Mercados e supermercados: ótimos pra resolver o café da manhã e alguns lanches (pães, frios, frutas), economizando bastante.

Algumas dicas que valem ouro: prefira os menus executivos do almoço, porque o jantar costuma ser mais caro, e sempre peça o vinho da casa, que normalmente é o mais barato. E olha, um conselho que a gente aprendeu na prática: no centro mais turístico ficou difícil achar refeição muito barata (abaixo de CH$ 3.000), então não conte só com isso, busque as picadas e os patios de comida.

Refeição típica de restaurante chileno

Passeios gratuitos e baratos em Santiago

Uma das maiores sacadas pra viajar barato é aproveitar as atrações gratuitas que a cidade oferece. E olha que tem coisa boa de graça:

  • Centro histórico: a Plaza de Armas, o entorno da Catedral e o Palácio La Moneda dão pra conhecer a pé, sem ingresso.
  • Cerro Santa Lucía: um mirante central, dá pra subir caminhando e a vista da cidade é linda.
  • Cerro San Cristóbal: dá pra subir a pé de graça (a subida é puxada, mas é a forma econômica) ou usar o funicular/teleférico, que é pago.
  • Museus de graça: vários museus famosos de Santiago oferecem entrada gratuita em determinados dias, alguns aos domingos. Vale conferir o site oficial de cada museu antes de ir, porque pode ter desconto ou gratuidade em horários específicos.

Museu de Arte Contemporânea de Santiago

Bate-voltas econômicos a partir de Santiago

Mesmo com orçamento apertado, dá pra encaixar um ou dois bate-voltas usando transporte público:

  • Cajón del Maipo (natureza e montanhas): dá pra combinar metrô + ônibus local, por exemplo seguindo de metrô até Bellavista de La Florida e pegando o ônibus local de lá, com passagem em torno de CH$ 2.000.
  • Viña del Mar e Valparaíso (litoral): ônibus intermunicipal a partir do terminal Alameda/Pajaritos, com tarifas bem razoáveis pro tanto que você conhece.

Passeios pagos, mas econômicos no Chile

Alguns passeios imperdíveis no Chile são pagos, e vale muito aproveitar essas experiências. Pra economizar, vale comparar antes de fechar — muitos são feitos por agências e tem combo com bom preço através desse serviço que a gente sempre usa. É uma empresa brasileira, dá segurança na compra e é só preencher o formulário que eles entram em contato. Por usar várias vezes, a gente conseguiu um bom desconto pros leitores.

Os passeios mais legais pra fazer a partir de Santiago são:

  • Cajón del Maipo
  • Valle Nevado
  • Farellones
  • Viña del Mar
  • Valparaíso

Casas coloridas de Valparaíso no Chile

Economize muito com o seguro viagem

Não só pro Chile, mas pra qualquer lugar do mundo, é essencial ter um seguro viagem internacional. Ele garante assistência médica e odontológica, reembolso de extravio ou perda de bagagem e várias outras coberturas que trazem tranquilidade. No fim, é também uma forma de economizar: atendimento médico fora do Brasil pode custar uma fortuna, e o seguro te protege desse susto.

Seguro viagem internacional barato para o Chile

A dica infalível é usar esse comparador de seguros, que mostra os planos das principais empresas e parcela no cartão em até 12x, já com desconto exclusivo aplicado. Em poucos segundos você compara vários orçamentos. A gente recomenda fechar com as líderes do mercado, como Travel Ace, Assist Card, GTA, Green Card e SulAmérica.

Qual a melhor forma de levar dinheiro para o Chile?

Levar pesos chilenos em espécie é uma opção: você fica isento de taxas e tem mais consciência do quanto está gastando. Já no cartão de crédito comum, é cobrado o IOF, o que infla bastante o valor total na fatura.

Pesos chilenos em espécie

Mas, na nossa opinião, a melhor opção de todas é abrir uma conta global em dólar que a gente usa e usar o cartão dela pra pagar e sacar no exterior, independente da moeda do destino. A compra dos dólares sai mais barata porque você usa a cotação comercial (mais baixa que a turismo dos bancos e casas de câmbio), e o IOF no cartão é bem menor que o do cartão de crédito comum.

Dá pra abrir a conta do Brasil em poucos minutos, só com RG ou CNH, e usar em qualquer país do mundo, inclusive em viagens futuras. Outras vantagens:

  • Você acumula dólares aos poucos, comprando quando a cotação estiver boa, e ainda pode deixar investido pra render até a viagem.
  • Atendimento e suporte todo em português.
  • Não tem taxa pra abrir nem pra manter a conta.
  • Dá pra fazer saques em caixas eletrônicos no exterior, e os dois primeiros são isentos de taxa.
  • Assim que cria a conta, você já tem um cartão virtual de débito no celular, e pode pedir o físico também.
  • Ainda tem acesso a uma sala VIP no aeroporto de Guarulhos, útil em todas as viagens.

Quem abrir a conta com o cupom GRUPODICAS20 ganha até 20 dólares ao fazer a primeira remessa de câmbio, em até 15 dias após a abertura.

Economize com o chip de viagem no Chile

Um dos maiores erros de quem viaja é usar o celular com o chip do Brasil lá fora, a conta vem altíssima. A dica é comprar um chip pré-pago internacional, que é bem mais barato e você usa à vontade. Com internet no celular, você não depende do Wi-Fi do hotel e ainda usa o GPS na hora de dirigir, se alugar carro.

Depois de várias viagens, a gente usa esse chip de viagem, de uma empresa brasileira com atendimento rápido em português, sistema de recarga, internet ilimitada e entrega em casa antes da viagem. É só clicar pra ver valores e planos.

Chip de viagem internacional para o Chile

Fazer compras baratas no Chile

Um bom bairro pra fazer compras na capital é o Patronato, uma área enorme onde você encontra de tudo. O Chile é um destino interessante pra compras, principalmente quando o dólar sobe e os produtos importados acabam saindo mais em conta do que nos EUA ou no Brasil. Se você está atrás de eletrônicos, costuma valer a pena esperar pra comprar por lá.

Feirinha de Santa Lucía em Santiago do Chile

Erros comuns de brasileiros em Santiago

Pra fechar com chave de ouro, alguns deslizes que a gente vê muita gente cometer (e dá pra evitar fácil):

  • Subestimar o custo da comida: muita gente chega com preços antigos na cabeça e se assusta. Refeição simples em área turística passa fácil de CH$ 5.000. Solução: busca picadas, menus do dia e supermercado.
  • Ficar “turístico demais” e longe do metrô: hotel em área super nobre e distante de estação faz você gastar muito com transporte. Prioriza bairros perto do metrô.
  • Não comprar a BIP! no primeiro dia: depender de Uber e passagem avulsa encarece tudo. Compra e carrega logo na chegada.
  • Ir na temporada de neve sem planejar: os passeios de neve em julho/agosto são caros e ainda tem o aluguel de roupa adequada. Se o foco é economizar, pondere bem ou escolha outra época.
  • Converter tudo o tempo todo pra real: isso dá a sensação de que “está tudo caro” e estraga a viagem. Melhor trabalhar com um orçamento diário em pesos e ir ajustando.

Quando a gente foi, o que mais cortou gasto sem dor foi a combinação de BIP! + hotel perto do metrô + comer nas picadas. Pequenas escolhas que somam muito no fim.

Onde ficamos em Santiago do Chile (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Existem duas regiões que são as melhores para os turistas em Santiago. Uma é Providencia, ideal para quem quer ficar perto de áreas movimentadas, com muitos bares, restaurantes e lojas. A outra é o Centro Histórico, que é o coração cultural e histórico da cidade. Essa região é cheia de hotéis, museus, e restaurantes, além de oferecer preços geralmente mais baixos que os de Providencia.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre como viajar barato para o Chile

Qual a época mais barata para viajar ao Chile?

A baixa temporada cai entre março e maio (final do verão/outono) e de meados de agosto a novembro (final do inverno/início da primavera). Nesses períodos, passagens e hospedagem ficam bem mais em conta. A primavera, entre setembro e dezembro, junta clima agradável com preços mais baixos.

Quanto tempo antes devo comprar a passagem para Santiago?

Os buscadores costumam recomendar comprar com cerca de 8 a 12 semanas de antecedência, o que gera economia em torno de 10 a 15% em relação à compra de última hora. Reservas com algo perto de 20 semanas tendem a alcançar os menores preços médios.

Como ir do aeroporto de Santiago ao centro gastando pouco?

A forma mais barata é de ônibus: as linhas Centropuerto e TurBus ligam o aeroporto a estações de metrô por cerca de CH$ 1.300 a 2.000 (uns R$ 8 a 12), com trajeto de 30 a 45 minutos. Se preferir comodidade com hora marcada, o transfer privado é mais previsível e ainda costuma sair mais barato que táxi.

Precisa de cartão BIP! para usar o metrô em Santiago?

Sim. A tarjeta BIP! é o cartão recarregável que dá acesso a metrô e ônibus urbanos (e em alguns casos às bicicletas públicas). Dá pra carregar nas estações de metrô e em pontos autorizados. A dica é comprar logo no primeiro dia pra não depender de Uber e passagem avulsa.

Qual o melhor bairro para se hospedar barato em Santiago?

Providencia é a aposta mais equilibrada: bem servida de metrô, com atrações por perto e boa variedade de hotéis. Pra economizar ainda mais, vale ficar em áreas residenciais um pouco afastadas (como partes de Providencia, Ñuñoa e arredores), sempre a menos de 10 minutos a pé de uma estação de metrô.

É caro comer em Santiago?

Dá pra comer bem sem gastar muito fugindo do óbvio turístico. Praças de alimentação têm combos por volta de CH$ 4.000, e as “picadas” (restaurantes simples e familiares) oferecem menu do dia completo por cerca de CH$ 6.000. Prefira os menus executivos do almoço e peça o vinho da casa, que costuma ser o mais barato.

Vale a pena alugar carro em Santiago?

Pra ficar só na cidade, geralmente não compensa, já que o metrô e os ônibus resolvem muito bem e o estacionamento sai caro. Mas se o seu plano inclui rodar pelo Chile, fazer bate-voltas ou explorar regiões mais espalhadas, o carro vale a pena pela liberdade e economia ao dividir os custos.

Economize ao máximo na sua viagem ao Chile:

Com essas dicas dá pra montar uma viagem completa a Santiago sem estourar o orçamento. A gente já fez isso várias vezes e garante: planejando a época, ficando perto do metrô e comendo nas picadas, sobra dinheiro pra aproveitar os passeios. Boa viagem!