
Tá chegando em Florença de avião e bateu aquela dúvida de como sair do aeroporto e chegar ao centro da cidade? Relaxa que é mais simples do que parece. O Aeroporto Amerigo Vespucci (código FLR) fica pertinho do centro histórico, então o deslocamento é curto, barato e dá pra resolver de várias formas.
A gente já fez esse trajeto algumas vezes e a primeira impressão é sempre a mesma: que aeroporto pequeno e prático! Em poucos minutos você já tá com a mala na mão e pronto pra escolher como ir. Nesta matéria a gente reuniu todas as opções — bonde, ônibus, táxi e transfer — com preço, tempo e dica de quando cada uma vale mais a pena.
E se você ainda tá montando a viagem, vale dar uma olhada no nosso conteúdo de como viajar barato para Florença, com dicas pra economizar em tudo: hotel, transporte, comida, seguro e ingressos.
Onde fica o aeroporto e quanto tempo até o centro
O Aeroporto Amerigo Vespucci fica na região de Firenze Nord (Peretola), a cerca de 5 a 10 km do centro histórico, dependendo de onde fica o seu hotel. Foi inaugurado em 1930 e é o segundo maior da Toscana, com voos pra vários destinos da Europa, como Barcelona, Amsterdã, Frankfurt, Madri, Milão e Roma.
O legal é que o trajeto até a região da Estação Santa Maria Novella (SMN), no coração da cidade, leva pouquíssimo tempo: cerca de 20 minutos de bonde ou táxi, e de 20 a 30 minutos de ônibus. Isso faz de Florença uma cidade super amigável pra quem chega de avião.
Uma curiosidade bacana: o nome do aeroporto homenageia o explorador florentino Américo Vespúcio, que deu origem ao nome “América”. Olha que coisa.
1. Bonde (tram) — linha T2: a opção mais prática e barata
Se a gente tivesse que indicar uma única forma de sair do aeroporto de Florença, seria essa. A linha T2 Vespucci do bonde liga diretamente o aeroporto à região da Estação Santa Maria Novella em cerca de 20 minutos, e é disparado a opção com melhor custo-benefício.
O bilhete simples custa em torno de €1,50 por trecho — ou seja, pra duas pessoas, você gasta cerca de €3 no total pra chegar no centro. Difícil bater isso.
Os trens saem com frequência alta, em média a cada 4 ou 5 minutos nos horários de pico, então quase não tem espera. O funcionamento costuma ir das 5h até meia-noite em dias úteis, e nas sextas e sábados o serviço é estendido até por volta de 1h30 ou 2h da manhã.
Pra comprar o bilhete, você usa as máquinas automáticas nas paradas (que costumam aceitar moedas, notas pequenas e cartão) ou compra numa tabacchi, aquelas bancas de conveniência. E presta atenção numa coisa importante: é obrigatório validar o bilhete na máquina dentro do bonde. Os fiscais são bem presentes e a multa por andar sem validar é alta — a gente sempre valida na hora pra não dar dor de cabeça.
Uma observação sobre bagagem: costuma-se permitir uma mala de até cerca de 10 kg por passageiro sem custo extra, e malas adicionais podem exigir bilhete extra. Vale conferir as placas dentro do bonde.
2. Ônibus Volainbus: direto até a estação
Se você prefere um ônibus direto, sem se preocupar com paradas, o Volainbus é uma boa pedida. Operado pela ATAF/SITA, ele faz o trajeto do aeroporto direto até a Piazza Stazione, em frente à Estação Santa Maria Novella, sem paradas intermediárias.
A viagem leva de 20 a 30 minutos, dependendo do trânsito, e o ônibus passa a cada 30 minutos entre 5h30 e 20h30, e a cada hora aproximadamente até por volta de 00h30. O bilhete custa em torno de €6 por trecho, e o ida e volta sai por cerca de €10. Você compra a bordo, no aeroporto ou nos pontos de venda da estação.
É uma ótima escolha pra quem fica hospedado pertinho da estação e quer algo simples e direto, sem se preocupar em descer na parada certa do bonde.
3. Táxi: porta a porta pra quem tem mala
O táxi é a opção mais rápida “porta a porta”, ideal pra quem chega à noite ou de madrugada, tá com muita bagagem ou viaja em grupo. O ponto de táxi fica logo na saída do terminal de desembarque.
A corrida até o centro costuma ter uma faixa de preço de €20 a €30, variando conforme dia útil ou fim de semana/feriado, horário diurno ou noturno, e quantidade de bagagens (geralmente tem um suplemento de cerca de €1 por mala). A viagem leva de 15 a 20 minutos com o trânsito fluindo.
Uma dica boa: pra 3 ou 4 pessoas com malas, o táxi pode sair quase pelo mesmo custo somado de ônibus ou bonde, com a vantagem de ir direto até a porta do hotel. Vale fazer a conta.
4. Transfer privado: comodidade máxima
Se você quer chegar e não se preocupar com absolutamente nada, o transfer privado é a melhor pedida. O motorista te espera no desembarque com uma plaquinha com o seu nome e te leva direto até o hotel ou apartamento. É perfeito pra quem viaja com crianças, idosos, está em lua de mel ou simplesmente chega cansado de uma viagem longa.
A grande vantagem é não precisar comprar bilhete nem entender o sistema de transporte logo na chegada, ainda mais se você fala pouco inglês ou italiano. Pra contratar, a gente gosta muito de usar esse site que a gente usa em todas as viagens, que é o maior do ramo no mundo.
O bom dele é que você reserva tudo com antecedência, pagando em reais (sem aquele IOF que pesa na fatura), com cancelamento gratuito e suporte em português. Você escolhe entre só a ida do aeroporto pro hotel, só a volta, ou ida e volta — é só colocar o aeroporto de desembarque e o destino em Florença, e pronto. Nesse mesmo site dá pra reservar também os ingressos e passeios da cidade com antecedência, que costuma sair mais barato.
Vale a pena alugar carro pra ir ao centro?
Sinceramente? Só pra ir do aeroporto ao centro de Florença, não vale a pena. O centro histórico é cheio de áreas de ZTL (Zona de Tráfego Limitado), com acesso restrito a moradores, táxis e serviços. Se você entrar de carro sem autorização, leva multa pesada na certa. E estacionar no centro é caro e difícil.
Florença é uma cidade super caminhável — do entorno da Estação SMN até o Duomo são uns 10 a 15 minutos a pé. Por isso a maioria escolhe hotel perto do centro e usa só o bonde ou ônibus do aeroporto.
Agora, se o seu plano é sair de Florença pra explorar a Toscana de carro (vinícolas, San Gimignano, Siena, aquelas estradinhas lindas), aí sim faz todo sentido alugar. Mas a dica é deixar pra retirar o carro só no dia em que for sair da cidade, e não logo na chegada. A gente tem uma matéria completa de como alugar um carro em Florença com todas as dicas pra pagar mais barato.
Comparando preço e tempo das opções
Pra você bater o olho e decidir rápido, olha o resumo de quanto custa cada opção (por trecho):
- Bonde T2: cerca de €1,50 por pessoa. Pra duas pessoas, uns €3 no total.
- Ônibus Volainbus: em torno de €6 por pessoa, ou €10 o ida e volta.
- Táxi: aproximadamente €20 a €30 por corrida (não por pessoa), mais cerca de €1 por mala.
- Transfer privado: faixa de €50 a €60 por veículo, dependendo do horário e do serviço.
Pra montar trajetos entre cidades (tipo seguir de Florença pra Roma, Veneza ou Milão de trem), uma dica que a gente curte é usar esse pesquisador de trajetos. Ele mostra todas as opções de avião, trem e ônibus entre uma cidade e outra, pra você comparar e comprar a mais barata. Como tanto o bonde quanto o Volainbus te deixam na Estação SMN, você já chega direto no principal hub de trens da cidade.
Qual opção escolher em cada situação
Pra não ficar na dúvida, segue o nosso resumão de quando cada opção brilha:
- Bonde T2: melhor custo-benefício pra quase todo mundo, principalmente se o hotel fica perto da Estação SMN ou de alguma parada da linha.
- Volainbus: pra quem prefere ônibus direto, sem se preocupar com paradas.
- Táxi: ideal pra quem chega tarde, tá com muitas malas ou viaja em 3 ou 4 pessoas dividindo o custo.
- Transfer privado: comodidade total, ótimo com crianças, idosos ou em viagens especiais.
- Carro alugado: só vale se você já vai sair de Florença de carro pra rodar a Toscana.
Erros comuns que você não precisa cometer
Na prática, alguns deslizes se repetem bastante entre os brasileiros que chegam em Florença. Anota pra não cair em nenhum:
- Ignorar o bonde T2: muito relato antigo só fala de ônibus e táxi, porque foi escrito antes da inauguração da linha T2, em 2019. Hoje o bonde é mais barato e prático, e muita gente ainda não sabe.
- Não validar o bilhete: mesmo com o bilhete comprado, é obrigatório validar nos aparelhos dentro do veículo. A gente errou nessa uma vez e quase tomou multa — valida sempre!
- Subestimar a ZTL: alugar carro no aeroporto e tentar dirigir até o hotel no centro é receita pra multa e stress. Evite carro pra ficar no centro.
- Chegar sem dinheiro em espécie: a maioria das máquinas aceita cartão, mas pode dar erro ou fila. Ter alguns euros em notas e moedas facilita a vida.
- Esperar transporte 24h: bonde e ônibus têm horário amplo, mas não rodam a noite inteira. Pra chegadas de madrugada, priorize táxi ou transfer.
- Não checar a localização exata do hotel: antes de escolher o transporte, dá uma olhada no mapa e veja qual parada de bonde fica mais perto do seu hotel.
Não esqueça do seguro viagem
Como Florença fica no espaço Schengen, o seguro viagem é obrigatório pra entrar na Itália, com cobertura mínima de 30 mil euros. Além de ser exigência, ninguém quer ter um perrengue de saúde no exterior sem proteção — atendimento médico fora do Brasil é caríssimo.
Pra contratar pagando menos, dá uma olhada nesse comparador de seguros, que já vem com desconto exclusivo aplicado. A gente tem também um conteúdo de como escolher o melhor seguro viagem para Florença.
Pra você ficar conectado o tempo todo, sem depender de wi-fi de café, vale garantir um chip europeu ainda no Brasil — a gente usa esse chip de viagem e ajuda demais já chegando com internet no celular pra chamar transfer, conferir o mapa ou avisar o hotel.
Independente de qual transporte você escolher, ficar bem localizado faz toda a diferença em Florença: hotel perto do centro economiza tempo e deixa você a pé das principais atrações. Olha aqui a melhor região pra se hospedar na cidade:
Onde ficamos em Florença (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A melhor região para se hospedar em Florença é no centro histórico da cidade. Lá, estão praticamente todos os pontos turísticos, como a Piazza Duomo, a Catedral de Florença e a Ponte Vecchio.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre o aeroporto de Florença
Qual a forma mais barata de sair do aeroporto de Florença?
É o bonde (tram) da linha T2, que custa em torno de €1,50 por trecho e leva cerca de 20 minutos até a região da Estação Santa Maria Novella. É a opção com melhor custo-benefício pra quase todo mundo.
Quanto tempo leva do aeroporto de Florença ao centro?
Em média 20 minutos de bonde ou táxi, e de 20 a 30 minutos de ônibus, dependendo do trânsito. O aeroporto fica bem pertinho do centro, então o deslocamento é curto.
O bonde T2 funciona de madrugada?
Não a noite inteira. Em dias úteis costuma ir das 5h até meia-noite, e nas sextas e sábados o serviço é estendido até por volta de 1h30 ou 2h. Pra chegadas de madrugada, o ideal é táxi ou transfer.
Quanto custa um táxi do aeroporto de Florença ao centro?
A corrida costuma ficar na faixa de €20 a €30, variando conforme dia, horário e quantidade de bagagem (geralmente cerca de €1 por mala). A viagem leva de 15 a 20 minutos.
Vale a pena alugar carro pra ir do aeroporto ao centro?
Só pra chegar ao centro, não. Florença tem várias zonas de tráfego limitado (ZTL) e estacionamento caro e difícil. O carro só compensa se você já for sair pra explorar a Toscana.
Preciso validar o bilhete do bonde?
Sim, é obrigatório. Mesmo com o bilhete comprado, você precisa validar na máquina dentro do bonde. Os fiscais são presentes e a multa por não validar é alta.
Onde o ônibus e o bonde deixam os passageiros?
Ambos te deixam na região da Estação Santa Maria Novella (SMN), no coração de Florença. De lá, o Duomo fica a uns 10 a 15 minutos a pé, e a estação é o principal hub de trens pra outras cidades.
Economize ao máximo na sua viagem a Florença:
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para Florença, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar!
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para os passeios de Florença da forma mais barata e segura.
- Carro: se você for sair pra rodar a Toscana, não deixe de ler como alugar um carro em Florença pelo menor preço possível.
- Euros: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro para Florença, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: quer usar o celular durante toda a viagem, sem preocupações? Garanta um chip europeu ainda no Brasil clicando aqui.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar hospedado em Florença pra saber a melhor localização e economizar no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior é caríssimo e é exigência pra entrar na Itália. Veja aqui como conseguir o melhor e mais barato.
- Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço!
No fim das contas, sair do aeroporto de Florença é tranquilo demais: na maioria das vezes a gente vai de bonde mesmo, que é barato, rápido e te deixa no centro num pulo. Mas chegando tarde ou com muita mala, um táxi ou transfer resolve sem stress. Escolhe o que combina com a sua chegada e aproveita essa cidade maravilhosa!




