
Se você tá montando um roteiro Itália + França, uma das dúvidas mais comuns é justamente essa: qual a melhor forma de ir de Veneza a Paris? A gente já fez esse trecho e testou opções diferentes, então nesse post vai contar tudo que aprendeu — avião, trem, ônibus, carro, quanto custa, quanto tempo demora e onde tá a pegadinha que faz turista pagar caro sem precisar.
Adianta que são cerca de 840 km em linha reta entre as duas cidades, e cada meio de transporte tem sua lógica. Avião é o mais rápido e, na maioria dos casos, o mais barato. Trem é o mais confortável e cênico. Ônibus é o mais econômico se comprar bem. Carro é pra quem quer transformar o trecho em road trip. A gente destrincha tudo abaixo.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Paris a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, chip, comida e ingressos.
Resumo rápido: qual a melhor forma de ir de Veneza a Paris?
Antes de entrar em cada opção, olha esse resumo pra você já se localizar:
- Quer chegar rápido e gastar menos: avião (com antecedência de 2-3 meses).
- Quer conforto e curtir a jornada: trem com conexão em Milão.
- Quer economizar ao máximo: ônibus, sabendo que a viagem é longa e cansativa.
- Quer transformar o trecho em roteiro: carro, passando por norte da Itália, Alpes ou até Suíça.
Como ir de Veneza a Paris de avião
O avião é, disparado, a forma mais rápida — e, na maioria das datas, também a mais barata. O voo direto leva em torno de 1h45. Considerando deslocamento até o aeroporto, check-in, segurança e chegada em Paris, o total costuma ficar entre 4 e 5 horas porta a porta.
Em Veneza, você sai do Marco Polo (VCE), que é o principal e mais próximo da cidade, ou do Treviso (TSF), mais afastado e usado por low-cost. Em Paris, a chegada costuma ser no Charles de Gaulle (CDG) ou no Orly (ORY). Fica esperto com um terceiro: Beauvais (BVA), usado por low-cost, que fica a 1h15-1h30 de ônibus de Paris — muita gente compra achando que é ‘aeroporto de Paris’ comum e se dá mal.
Sobre preços: em promoção, dá pra achar passagens a partir de €25-30. A média fica entre €70 e €120, dependendo da antecedência e da época. Isso costuma ser até €170 mais barato que o trem, o que assusta muita gente.

Dicas pra pagar menos no voo
- Compre com 2-3 meses de antecedência em alta temporada. Deixar pra cima da hora pode dobrar o valor.
- Cuidado com bagagem em low-cost: muitas tarifas incluem só uma mala de mão pequena. A mala de porão pode custar quase o mesmo que a passagem. Some tudo antes de fechar.
- Escolha bem o aeroporto de chegada: se você vai ficar no centro de Paris (Marais, Saint-Germain, Torre Eiffel), Orly é um pouco mais prático que CDG. Beauvais só vale muito se a diferença de preço for gritante e você tiver tempo sobrando.
- Confira o aeroporto de saída em Veneza: se você tá hospedado na ilha e comprar voo saindo de Treviso, some o tempo e o custo do deslocamento antes de comemorar a passagem barata.
Como ir de Veneza a Paris de trem
O trem é o queridinho de quem odeia aeroporto, curte paisagem e não quer se preocupar com franquia de bagagem. E olha, o trecho é bonito de verdade — dá pra atravessar do norte da Itália pelos Alpes até o interior da França num único dia.
A questão é que não existe trem direto diurno tradicional entre Veneza e Paris. Você precisa fazer pelo menos uma conexão em Milão, pegando um trem regional/rápido até lá e depois um TGV francês até Paris. O trajeto mais rápido dá em torno de 9h30 a 10h, mas a média com conexões vai de 13 a 14 horas. Tem cerca de 24 opções por dia, com o primeiro saindo por volta das 05h50 e o último por volta das 22h.
Em Veneza, o trem sai da Venezia Santa Lucia (dentro da ilha, cenário de cartão-postal) ou da Venezia Mestre (no continente, com mais opções de horário e mais barato pra se hospedar por ali). Em Paris, a chegada geralmente é na Gare de Lyon — uma das estações mais bonitas da cidade, com aquele restaurante histórico Le Train Bleu dentro dela.
Pra planejar e comparar horários e preços, a gente sempre usa esse comparador de trens. Ele mostra todas as combinações possíveis, com tempos de conexão, tipo de trem e valores. Comprando com antecedência (uns 30-60 dias antes), dá pra achar bilhetes a partir de €45-70 em promoção. A faixa mais comum fica entre €70 e €170. Em cima da hora, os preços disparam pra €180-200 ou mais. Ou seja: quem se organiza paga barato, quem deixa pra última hora, paga caro — quase sempre mais que o avião.

E o trem noturno?
Existe a possibilidade de trem noturno, geralmente com pelo menos uma conexão, saindo de Veneza por volta das 19h20 e chegando em Paris na manhã seguinte, com cerca de 14h30 de viagem no total. O detalhe é que os trens noturnos europeus mudam muito de rota — algumas linhas são descontinuadas, outras reativadas. Sempre confirme no comparador se o noturno existe pra sua data específica.
Trem vale a pena?
Vantagens: sem estresse de aeroporto, sem limite de líquido, mais bagagem sem cobrança absurda, paisagens dos Alpes, dá pra andar dentro do trem, ir ao vagão bar. Desvantagens: geralmente mais caro que o avião mais barato, viagem longa (10 horas mínimo) e a conexão em Milão exige atenção — não escolha intervalo curto demais, senão você perde o segundo trem e vira dor de cabeça.
Como ir de Veneza a Paris de ônibus
O ônibus é pra quem quer pagar o mínimo possível e aceita passar quase um dia inteiro na estrada. A viagem leva em média 16 a 17 horas, com cerca de 15 saídas por dia (algumas diretas, outras com uma parada). O primeiro sai por volta das 00h20 e o último perto das 22h-23h50.
Preços começam em €30-50 em promoção, mas a faixa mais comum fica entre €50 e €90, variando com a empresa e a antecedência. Curiosidade: em muitas datas, o ônibus sai mais caro que o voo low-cost mais barato. Então o ônibus só vale a pena se você comprar bem, viajar com muita bagagem (empresas de ônibus são mais flexíveis que as low-cost) ou estiver comprando em cima da hora.
Aviso honesto sobre o ônibus
A gente vê muito viajante achando que ônibus noturno de 16 horas ‘vai ser tranquilo porque é à noite’. Não é. Assentos reclinam pouco, tem parada no meio, tem barulho, e quase ninguém consegue dormir direito. Leve travesseiro de pescoço, máscara, tampão de ouvido e baixe a expectativa. Vale a pena? Vale — se o orçamento é apertado. Só não vá esperando dormir como no seu hotel.
Onde ficamos em Paris (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A melhor região para os turistas se hospedarem em Paris é o 1° arrondissement, mesma área em que está localizado o Museu do Louvre. Uma região bem bonita, cheia de hotéis, restaurantes e com preços mais baixos do que em outros bairros.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar ainda mais: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira especializada em Europa que vende esses mesmos hotéis: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista em Paris, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Como ir de Veneza a Paris de carro (road trip)
Fazer o trecho de carro é pra quem gosta de dirigir na Europa e quer transformar o deslocamento em roteiro. Por estrada, são cerca de 1.075 a 1.100 km, com 12 a 13 horas de viagem direta, sem grandes paradas. A rota principal usa a A4 na Itália, segue pela E70 e depois pela A6 na França até Paris.
Se você quer transformar o trecho em algo mais legal, dá pra passar por Verona, Milão, Turim, entrar na Suíça (Lugano, Lucerna, Berna) ou cortar pela França via Lyon, Borgonha ou Alsácia. Se for por Suíça, atenção: é obrigatório o adesivo de pedágio (vinheta) pra usar as autoestradas.
Nesse tipo de trecho, alugar o carro por um comparador brasileiro faz muita diferença. A gente usa esse comparador de carros. Ele compara todas as principais locadoras e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site delas. O pagamento é em reais (sem IOF) e dá pra parcelar em até 12x, o atendimento é 24h em português, com sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. Usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma cobertura extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais — itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em euro — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Custos extras a considerar
- Combustível e pedágios: a França e a Itália têm pedágios caros — some no seu orçamento.
- Taxa one-way: devolver o carro em país diferente do da retirada geralmente tem uma taxa alta. Cheque antes.
- Estacionamento em Paris: caríssimo e complicado. Se sua ideia é usar o carro só pra chegar em Paris e passar dias na cidade, quase sempre não vale.
- Zonas de baixa emissão em Paris: a cidade tem restrições pra alguns veículos e exige adesivo específico pra circular em determinadas áreas centrais.
O que fazer em Veneza e Paris
As duas cidades estão entre as mais visitadas do mundo — e é fácil entender por quê. Em Veneza, o cartão de visita é a Praça de São Marcos, com a Basílica e o Palácio Ducal contando toda a história da antiga República. As pontes (a Ponte de Rialto é a estrela) conectam os canais, e o passeio de gôndola ou o vaporetto pelo Grande Canal é meio que obrigatório. Pra quem curte arte, o Museu Peggy Guggenheim e a Academia de Belas Artes valem a visita.
Se quiser aprofundar em Veneza, dá uma olhada no nosso guia completo de Veneza, com o passo a passo pra montar toda a viagem economizando ao máximo.

Já Paris é aquela cidade que parece que a gente já conhece antes mesmo de pisar lá. A Torre Eiffel é o símbolo, o Museu do Louvre guarda uma das maiores coleções de arte do planeta, e caminhar pelas margens do Sena vendo a Catedral de Notre-Dame é gratuito e inesquecível. Sacré-Cœur oferece uma vista lindíssima do topo de Montmartre, os Jardins de Luxemburgo são perfeitos pra desacelerar num piquenique, e a Champs-Élysées segue sendo uma das avenidas mais famosas do mundo.

Onde comprar os ingressos e passeios em Paris
Uma coisa que a gente aprendeu na marra depois de várias viagens: comprar ingresso na hora, na bilheteria, é o pior negócio possível. É mais caro, você perde horas na fila e, em alta temporada, muita coisa esgota (Torre Eiffel, Louvre, Versalhes — todos costumam esgotar com dias de antecedência).
Outra pegadinha: comprar direto no site oficial de cada atração significa pagar em euro, com IOF de compras internacionais e sem parcelamento. Então, além do ingresso, você paga uma taxa extra.
Um site que a gente usa em todas as viagens é esse aqui. É um dos maiores do mundo em ingressos e passeios, e a grande vantagem é que o pagamento já é em reais (sem IOF) e dá pra parcelar. Outras vantagens:
- Free tours: tours gratuitos em várias cidades — você só paga uma gorjeta pro guia no final.
- Cancelamento gratuito em várias atividades, o que dá tranquilidade se seus planos mudarem.
- Transfer aeroporto-hotel: muitas vezes sai mais barato que táxi. Você paga adiantado, o motorista te espera com uma placa com seu nome e vai direto pro hotel — sem correr risco de golpe de taxista.
- Suporte 24h em português.
Erros comuns nesse trajeto (evita esses)
Depois de fazer esse tipo de deslocamento europeu várias vezes, esses são os erros que a gente mais vê brasileiro cometendo — e que dá pra evitar tranquilamente:
- Comprar trem ou ônibus em cima da hora: resultado, paga mais caro que o voo low-cost e ainda gasta o dia inteiro em deslocamento.
- Subestimar o tempo total de trem: você vê ‘9h50’ e esquece de somar o trajeto até a estação, a conexão em Milão e a chegada tarde em Paris. Na prática, o dia inteiro foi.
- Cair na cilada do Beauvais: comprar voo achando que é ‘aeroporto de Paris’ comum e descobrir que precisa de mais 1h15 de ônibus até o centro.
- Errar o aeroporto em Veneza: comprar voo de Treviso hospedado na ilha, sem calcular o deslocamento.
- Conexão curta demais em Milão: escolher 15-20 min entre trens numa estação gigante é receita pra perder o segundo. Deixe pelo menos 40-60 minutos de folga.
- Bagagem em low-cost: a passagem parece barata, mas a mala de porão pode custar quase o mesmo. Some antes.
Seguro viagem e chip pra Europa
Antes de fechar a viagem, dois itens que a gente considera indispensáveis: seguro viagem e chip de celular.
Pro seguro viagem, lembra que a Europa faz parte do espaço Schengen — e ali o seguro é obrigatório por lei, com cobertura mínima de €30 mil. Sem ele, você pode ser barrado na imigração. E mesmo se não fosse obrigatório, valeria: atendimento médico na Europa custa muito caro sem cobertura. A gente sempre compra por esse comparador de seguros, que já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas e compara todas as principais seguradoras num só lugar.
Pro chip, ter internet no celular durante a viagem muda tudo: usa Google Maps sem depender de wi-fi de café, chama Uber, faz reserva de última hora, encontra alguém no meio da multidão em Paris. A gente usa esse chip de viagem, que já chega ativo em casa antes da viagem, pega em vários países da Europa e o pagamento é em reais.
Perguntas frequentes sobre ir de Veneza a Paris
Qual a forma mais barata de ir de Veneza a Paris?
Comprando com antecedência (2-3 meses), o avião low-cost costuma ser a opção mais barata, com passagens a partir de €25-30 em promoção. Deixando pra cima da hora, o ônibus pode ficar mais em conta que o avião — mas leva 16-17 horas.
Qual a forma mais rápida?
O avião. O voo direto leva cerca de 1h45, e o total porta a porta (incluindo aeroporto e deslocamento até o centro de Paris) fica entre 4 e 5 horas.
Existe trem direto de Veneza a Paris?
Não existe trem direto diurno tradicional. Você precisa fazer pelo menos uma conexão, geralmente em Milão. O trajeto mais rápido leva por volta de 9h30-10h, com média de 13-14 horas dependendo das conexões.
Vale a pena ir de trem?
Vale se você prioriza conforto, quer evitar aeroporto, curte paisagem e compra com antecedência (aí sai por €45-70). Em cima da hora, o trem sai mais caro que o avião. Como experiência, é bonita: você atravessa dos Alpes até o interior da França.
Qual o melhor aeroporto em Paris pra chegar?
Se você vai ficar em áreas centrais como Marais, Saint-Germain ou perto da Torre Eiffel, Orly costuma ser um pouco mais prático que Charles de Gaulle. Evite comprar voo em Beauvais achando que é ‘aeroporto de Paris’ comum — ele fica a 1h15-1h30 do centro.
Ônibus noturno vale a pena?
Vale se o orçamento é apertado e você tá disposto a passar 16-17 horas na estrada sem dormir direito. Só não espere conforto: assentos reclinam pouco, tem parada no meio e o cansaço no dia seguinte é real.
Dá pra ir de Veneza a Paris de carro?
Dá, mas só faz sentido se você quer transformar o trecho em road trip passando por norte da Itália, Alpes, Suíça ou interior da França. Direto, são 12-13 horas de estrada e cerca de 1.075-1.100 km, mais pedágios e possível taxa one-way pra devolver o carro em outro país.
Preciso de seguro viagem pra esse trajeto?
Sim. Tanto Itália quanto França fazem parte do espaço Schengen, onde o seguro é obrigatório por lei, com cobertura mínima de €30 mil. Além de ser obrigatório, ele te protege de custos altíssimos de atendimento médico na Europa.
Economize ao máximo na sua viagem à Europa
- Viajar barato: não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Itália, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Itália da forma mais barata e segura.
- Aluguel de carro: leia como alugar um carro na Itália, com dicas pra pagar menos.
- Dinheiro: veja a melhor forma de levar seu dinheiro para a Itália, com prós e contras de cada opção.
- Chip: garanta um chip internacional ainda no Brasil, com internet ativa desde a chegada.
- Hospedagem em Roma: veja nossa matéria de onde ficar em Roma pra saber a melhor localização.
- Seguro viagem: veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
- Transfer: saiba aqui como reservar transfer pelo menor preço.
No fim das contas, ir de Veneza a Paris tem opção pra todo perfil e todo orçamento. Se você tem grana e quer eficiência, avião. Se prioriza conforto e experiência, trem com antecedência. Se quer economizar, ônibus (sabendo que é cansativo). E se quer roteiro, carro. O importante é comprar com antecedência — quem se organiza paga barato em qualquer um dos modais. Boa viagem!
