
Viajar pra Las Vegas em janeiro é uma escolha que muita gente faz sem entender direito o que vai encontrar. A cidade entra no auge do inverno do hemisfério norte, fica bem mais fria do que a maioria dos brasileiros imagina e, ao mesmo tempo, tem hotéis mais baratos, shows lotados, cassinos abertos 24h e uma vibe de pós-festas que rende fotos lindas com o céu limpo do deserto.
Quando a gente foi pela primeira vez em janeiro, o que mais surpreendeu foi o vento gelado da Strip à noite — esperava um “friozinho de deserto” e era preciso casaco pesado mesmo. Em compensação, dava pra caminhar entre os hotéis sem suar (coisa impossível em julho) e a diária do hotel saiu por menos da metade do que custaria no verão.
Neste guia, a gente reuniu tudo o que você precisa saber pra ir nesse período: clima real, o que levar na mala, preços, melhores passeios, museus pra fugir do frio, shows, restaurantes e os erros mais comuns dos brasileiros. E não esquece: aqui no nosso guia completo de Las Vegas a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Como é o clima de Las Vegas em janeiro
Janeiro é o mês mais frio do ano em Las Vegas. As máximas diurnas costumam ficar entre 14 ºC e 16 ºC, e as mínimas chegam perto de 0 ºC a 5 ºC, podendo cair um pouco abaixo de zero nas madrugadas mais frias. Não é um frio europeu de capital nevada, mas tem um detalhe: o vento do deserto puxa muito a sensação térmica, principalmente à noite na Strip.

Nevar na Strip é raro, mas acontece de a região acordar com uma fina camada branca em alguns invernos. O mais comum é ver neve nas montanhas ao redor da cidade, como Mount Charleston, que fica a uns 50-60 minutos de carro e vira destino bate-volta pra quem quer pisar na neve sem ir muito longe.
O céu costuma ficar limpo na maior parte dos dias, com cerca de um terço deles nublados ou encobertos. Como anoitece cedo, por volta das 17h, a Strip já fica iluminada no fim de tarde — e isso rende um clima e fotos noturnas espetaculares, com luzes dos cassinos brilhando no ar seco do deserto.
Como arrumar a mala pra Las Vegas em janeiro
Esse é o ponto que mais derruba turista brasileiro. A gente costuma associar “deserto” a calor, e aí cai em Vegas com uma jaqueta fininha e passa frio o tempo todo. A regra é simples: roupa de inverno de verdade, em camadas.

Pra circular durante o dia, leve segunda pele ou camiseta térmica, blusa de manga comprida, calça comprida (jeans ou térmica), tênis fechado e um casaco médio. À noite, troque por um casaco mais pesado e adicione gorro, cachecol e luvas — vai fazer diferença, principalmente se você for andar bastante pela Strip ou esperar em filas externas.
Se a ideia for fazer passeio pra Mount Charleston, Grand Canyon ou Red Rock Canyon, leve roupa térmica de verdade, casaco corta-vento e tênis com boa aderência. Pode haver neve, gelo no chão e vento forte. A gente errou nessa na primeira viagem e voltou com os pés congelados do Grand Canyon.
Movimentação turística e preços em janeiro
Boa parte de janeiro é considerada baixa temporada em Vegas. Depois do Réveillon, o movimento cai bastante e as diárias despencam, especialmente de domingo a quinta. É um dos melhores meses pra economizar em hospedagem e voo, desde que você fuja de uma exceção importante (já já a gente fala dela).

Pra dar uma noção das faixas de preço de hotel em janeiro:
- Hotéis simples fora da Strip: em torno de US$ 60 a US$ 100 a diária em dias de semana.
- Hotéis de médio padrão na Strip: entre US$ 120 e US$ 200 durante a semana, subindo nos fins de semana.
- Resorts de luxo (Bellagio, Wynn, Aria, Caesars): de US$ 250 a US$ 400 na semana, podendo subir bem mais em eventos.
E tem um detalhe que pega muito brasileiro de surpresa: a maioria dos hotéis cobra resort fee obrigatória, em torno de US$ 30 a US$ 50 por noite, paga no check-in. Some isso ao estacionamento (também pago na maioria dos resorts da Strip, US$ 15-30 por dia) e o custo final fica bem diferente da tarifa anunciada. Sempre confira o valor total com taxas antes de fechar.
Falando em economia, uma dica de quem já foi várias vezes: pagar em reais o aluguel de carro e o seguro viagem evita IOF (que está em 3,5% e deve subir) e ainda dá pra parcelar. A gente sempre planeja a viagem usando ferramentas que cobram em reais — vai ver mais à frente quais são.
Atenção: o CES pode bagunçar o seu janeiro
Aqui mora a única exceção da baixa temporada. Na primeira metade de janeiro acontece o Consumer Electronics Show (CES), uma das maiores feiras de tecnologia do mundo. São dezenas de milhares de participantes, e na semana do evento os preços de hotel explodem e a cidade fica cheia.
Se você não vai à feira, evite a semana do CES como peste. Reserve antes ou depois — a diferença de preço entre uma semana e outra dentro do mesmo mês de janeiro pode ser absurda. E se for justamente pra ir no CES, reserve com muita antecedência: hotel deixado pra última hora sai pelo triplo.
Aluguel de carro em Las Vegas: vale a pena no frio
Las Vegas é uma das cidades dos EUA onde alugar carro faz muito sentido. A Strip parece compacta, mas as distâncias são enormes pra caminhar, e no frio de janeiro fica bem cansativo ficar atravessando hotel por hotel a pé. Fora isso, os melhores passeios estão FORA da cidade: Grand Canyon, Hoover Dam, Red Rock Canyon, Valley of Fire, Mount Charleston e os outlets ficam todos a 20-60 minutos de carro.
Aluguel de carro (economize até 34%)
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Atenção especial se for dirigir pra Mount Charleston ou outras áreas elevadas em janeiro: pode ter neve e gelo na pista. Vá com cautela e cheque as condições da estrada antes de subir.
O que fazer em Las Vegas em janeiro
O lado bom de viajar nesse mês é que a maioria das atrações continua funcionando normalmente, e algumas só existem por causa do inverno. A gente dividiu por categoria pra ficar mais fácil de montar o roteiro.
1. Caminhar pela Strip e curtir as atrações externas
Por mais frio que faça, dar um passeio pela Strip à noite continua sendo uma experiência única. Vale priorizar:
- Fonte do Bellagio: espetáculo de águas e música gratuito, com shows mais frequentes à noite.
- Bellagio Conservatory & Botanical Garden: jardins temáticos internos com decoração de inverno em janeiro. Entrada gratuita, abre praticamente 24h, e rende ótimas fotos pra quem quer fugir do frio sem perder a experiência.
- Torre Eiffel Experience (Paris Las Vegas): plataforma de observação com vista da Strip e da Fonte do Bellagio. Funciona aproximadamente das 12h à meia-noite, ingresso em torno de US$ 30.
- High Roller (roda-gigante da LINQ): uma das mais altas do mundo, com cabines fechadas — perfeitas pra fugir do vento. Ingressos entre US$ 30 e US$ 50, variando conforme o horário.
2. Pista de patinação no gelo do The Cosmopolitan
Essa é uma atração exclusiva do inverno: o hotel The Cosmopolitan transforma parte da área da piscina em uma pista de patinação no gelo na temporada. Costuma funcionar até meados de janeiro, principalmente no fim de tarde e à noite, até por volta das 22h. O preço fica em torno de US$ 50 pra duas pessoas por cerca de 1 hora, já com aluguel dos patins.
Não é uma pista enorme, mas é uma experiência diferente de patinar com a Strip iluminada ao fundo. Quem viaja com criança costuma adorar.
3. Passeios pra Grand Canyon e arredores
Mesmo no frio, os tours pro Grand Canyon e outros canyons continuam rodando — e a paisagem em janeiro fica diferente, muitas vezes com bordas e árvores cobertas de neve.

As opções mais procuradas:
- Grand Canyon (West Rim ou South Rim): excursões de um dia saindo de Vegas, geralmente entre US$ 120 e US$ 250 por pessoa de ônibus, bem mais caro se incluir helicóptero.
- Hoover Dam e Lake Mead: passeios de meio dia ou combinados com Grand Canyon.
- Valley of Fire e Red Rock Canyon: formações rochosas avermelhadas, trilhas leves a moderadas, ótimas pra quem curte natureza.
Pra reservar esses tours e ingressos, a gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens. Tudo em português, com cancelamento gratuito na maioria dos passeios e pagamento em reais — bem mais prático do que comprar direto nos sites americanos.
4. Shows do Cirque du Soleil e residências de artistas
Assistir a um espetáculo é praticamente obrigatório em Vegas. Cada grande hotel tem 1 ou 2 shows fixos diários, e a programação varia entre mágica, ilusionismo, comédia, musicais e os clássicos do Cirque du Soleil. Ingressos costumam ficar entre US$ 80 e US$ 200 pros shows mais concorridos.

Os shows mais procurados:
- “O” no Bellagio: espetáculo aquático em torno de uma piscina gigantesca, com acrobacias e mergulhos.
- “Michael Jackson ONE” no Mandalay Bay: homenagem ao Rei do Pop com dança, acrobacias e efeitos especiais.
- “Mystère” no Treasure Island: o clássico do Cirque, mistura acrobacia, comédia e arte.
- “Ka” no MGM Grand: história épica com acrobacias aéreas impressionantes.
Outra cena que cresceu muito nos últimos anos são as residências de artistas — grandes nomes que fazem temporadas fixas em hotéis como Caesars Palace, Park MGM e Resorts World. Os shows costumam começar por volta das 20h, e ingressos vão de uns US$ 80 até cifras altíssimas pros nomes mais badalados.
Mesmo em janeiro, os shows lotam direto, especialmente no fim de semana. Compre os ingressos com antecedência online.
5. Eventos esportivos: hóquei e mais
Vegas virou polo esportivo nos últimos anos. Em janeiro, a NHL (hóquei) está a todo vapor, e os jogos do Vegas Golden Knights rolam no T-Mobile Arena, normalmente à noite (por volta das 19h). Ingressos partem de uns US$ 70 e variam bastante por adversário e setor. É um programão pra quem nunca assistiu hóquei ao vivo — o estádio fica cheio e a vibe é diferente de tudo que a gente vê no Brasil.
6. Museus pra fugir do frio
Quando o vento aperta, os museus são salvação. Os principais:
Mob Museum (Museu do Crime Organizado)
Fica em Downtown Las Vegas, num antigo prédio de 1933 que abrigava o Palácio de Justiça. Conta a história do crime organizado nos EUA, com exposições interativas e milhares de artigos. Ingresso entre US$ 25 e US$ 35, e a recomendação é reservar umas 3 horas pra visita.

- Endereço: 300 Stewart Ave.
- Funcionamento: todos os dias, das 10h às 22h.
Atomic Museum (antigo Atomic Testing Museum)
Conta a história dos testes nucleares feitos no deserto de Nevada — o estado abrigou a primeira instalação de testes nucleares dos EUA, entre 1951 e 1992. Ingresso em torno de US$ 30 pra adultos e mais barato pra crianças.

- Endereço: 755 E Flamingo Rd.
- Funcionamento: diariamente, das 9h às 17h.
Madame Tussauds Las Vegas
O museu de cera mais famoso do mundo, instalado no complexo do The Venetian. Tem esculturas de Lady Gaga, Angelina Jolie, Barack Obama, Michael Jackson, Madonna e muitas outras personalidades. Ingressos giram entre US$ 25 e US$ 35, com promoções e combos.

- Endereço: 3377 S Las Vegas Blvd Ste. 2001.
- Funcionamento: diariamente, das 10h às 20h.
7. Compras: outlets em janeiro
Janeiro é um dos melhores meses do ano pra fazer compras em Vegas. As lojas estão em pleno período de liquidações pós-Natal e promoções de inverno, e dá pra fazer ótimos achados — principalmente em roupas de frio, que ninguém mais quer no hemisfério norte daqui a pouco.
Os dois endereços principais são o Las Vegas North Premium Outlets e o Las Vegas South Premium Outlets. O Norte fica perto do Downtown e tem marcas mais aspiracionais (Burberry, Coach, Armani); o Sul é mais voltado pra esportivas (Nike, Adidas, Under Armour). Os dois ficam fora da Strip e ir de carro facilita demais.
8. Loja M&M’s World
Pra quem viaja com criança (ou pra quem é criança grande), a loja M&M’s World é um programa divertido pra fugir do frio. São 4 andares com produtos da marca — copos, roupas, almofadas, ímãs, acessórios — e uma estação de personalização onde dá pra escolher cores e adicionar mensagens nos confeitos.

9. Cassinos 24h
Cassino em Vegas não dorme, e isso vale pra janeiro também. Mesmo com menos turistas do que na alta temporada, o ritmo continua. Vale a pena entrar em cassinos diferentes pra comparar a vibe — Bellagio é elegante, Cosmopolitan é jovem, Caesars é grandioso, Wynn é luxuoso. Você não precisa apostar pra entrar.
Onde comer em Las Vegas em janeiro
A cena gastronômica é um dos grandes atrativos da cidade. Os restaurantes funcionam normalmente em janeiro, e tem opção pra todos os bolsos.

Restaurantes sofisticados
Pra quem quer experimentar a alta gastronomia:
- CUT by Wolfgang Puck (The Venetian / Palazzo): referência em carnes, ambiente elegante, em torno de US$ 90 a US$ 150 por pessoa.
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- Restaurant Guy Savoy (Caesars Palace): cozinha francesa de alto nível, entre US$ 150 e US$ 300 por pessoa.
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- Picasso (Bellagio): fusão de cozinha francesa e mediterrânea, com obras originais de Picasso nas paredes. Entre US$ 120 e US$ 250 por pessoa.
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- Joël Robuchon (MGM Grand): 3 estrelas Michelin, culinária francesa refinada, em torno de US$ 200 por pessoa.
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Buffets de hotel
Buffet é um clássico de Vegas. Inclusive, dia 2 de janeiro é o National Buffet Day nos EUA — alguns lugares fazem promoções. Faixas médias em hotéis de padrão médio/alto:
- Café da manhã: US$ 25 a US$ 35.
- Almoço: US$ 30 a US$ 45.
- Jantar: US$ 45 a US$ 70.
Fast-casual e opções mais baratas
Pra fugir do orçamento alto, redes como Shake Shack, In-N-Out Burger, Chick-fil-A e similares resolvem por US$ 15 a US$ 25 por pessoa. Não é a experiência refinada da Strip, mas é prático e gostoso.
Transporte: como se locomover no frio
Como a Strip é longa e o vento incomoda em janeiro, vale combinar diferentes formas de transporte:
- Uber e Lyft: os mais usados pra deslocamentos curtos entre hotéis. Corridas costumam ficar entre US$ 10 e US$ 25.
- Monorail de Las Vegas: linha elevada atrás da Strip, liga vários hotéis (Paris, Flamingo, Harrah’s, LINQ, Westgate). Passe de 1 dia gira em torno de US$ 15, com descontos pra passes mais longos.
- Passarelas internas dos hotéis: dá pra atravessar grandes trechos da Strip pela parte interna dos hotéis, sem encarar o frio.
- Carro: indispensável pra Grand Canyon, outlets e bate-voltas.
Seguro viagem pra Las Vegas
Esse é um item que ninguém pode pular nos EUA. O atendimento médico americano é caríssimo — uma simples ida ao pronto-socorro pode custar milhares de dólares, e qualquer cirurgia ou internação vira uma conta impagável.
A gente sempre contrata o seguro por esse comparador de seguros. Ele compara as principais seguradoras do mercado, mostra todas as coberturas e tem 18% de desconto exclusivo nosso já aplicado. Pagamento em reais, sem IOF e parcelável.
Chip de viagem pra ficar conectado
Pra usar Google Maps, Uber, traduzir cardápio e mandar foto pra família sem depender do Wi-Fi do hotel, a gente sempre leva um chip internacional comprado ainda no Brasil. É esse chip de viagem que a gente usa: chega antes da viagem, é só colocar quando pousar e já funciona. Mais barato que pacote de operadora brasileira e bem mais prático que comprar SIM americano lá na hora.
Mudanças recentes na cidade
Vegas é uma cidade que se reinventa o tempo todo. Vale ficar de olho em algumas novidades estruturais que aconteceram nos últimos anos:
- Resorts World Las Vegas (inaugurado em 2021): complexo moderno com cassino, shows e restaurantes.
- Fontainebleau Las Vegas (aberto no fim de 2023): grande resort de luxo no norte da Strip.
- Cena esportiva ampliada: chegada do Vegas Golden Knights (NHL) e do Las Vegas Raiders (NFL) transformou Vegas em polo esportivo, com agenda intensa de jogos no inverno.
- Mais residências de artistas: a partir de 2022, vários grandes nomes passaram a fazer temporadas fixas em hotéis da Strip.
- Tendência de aumento de taxas: praticamente todos os grandes resorts passaram a cobrar resort fee e estacionamento, o que mexe no custo final da viagem.
Erros comuns dos brasileiros que vão em janeiro
Olha, esses aqui são os que a gente mais vê:
- Subestimar o frio do deserto: achar que vai ser “calorzinho” e levar só uma jaqueta fininha. Mínimas perto de zero e vento no rosto não perdoam.
- Reservar na semana do CES sem saber: os preços disparam e a cidade fica lotada. Pesquise as datas da feira antes de fechar a viagem.
- Andar demais a pé sem planejamento: a Strip parece curta no mapa, mas as distâncias entre hotéis são grandes. Combine caminhada, monorail e Uber.
- Não comprar shows com antecedência: mesmo na baixa, Cirque du Soleil e residências esgotam fim de semana.
- Esquecer das taxas extras: resort fee, estacionamento e impostos somam fácil mais de US$ 50 por noite. Sempre veja o valor final.
- Ir mal vestido pra Grand Canyon: turista chegando lá de tênis de academia e bermuda no inverno é cena comum. Camadas térmicas e tênis aderente são obrigatórios.
Curiosidades pra impressionar quem nunca foi
- A cidade famosa pelo calor de até 45 ºC no verão tem mínimas perto de 0 ºC no inverno — é uma “cidade do calor que congela”.
- O contraste entre céu limpo, ar seco e luzes neon rende as melhores fotos noturnas do ano em janeiro.
- Cassinos abrem 24h, todos os dias, mesmo no frio. Quem chega de madrugada e vai dar uma volta se assusta com o movimento.
- Trocar fim de semana por estadia de domingo a quinta pode cortar o custo do hotel pela metade.
- Mount Charleston rende um dia de neve a menos de 1 hora de carro de Vegas — ótimo programa pra quem nunca viu neve.
Onde ficamos em Las Vegas (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Existem duas regiões que são as melhores para os turistas. Uma é a The Strip, a área mais famosa de Las Vegas. Por isso, ela é conhecida por seus cassinos, hotéis e as mais diversas opções de entretenimento. A outra é Downtown Las Vegas, a área mais antiga da cidade, conhecida por ser um espaço de bastante entretenimento, incluindo a famosa rua Fremont Street Experience.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre Las Vegas em janeiro
Faz muito frio em Las Vegas em janeiro?
Sim, janeiro é o mês mais frio do ano. As máximas ficam entre 14 ºC e 16 ºC e as mínimas perto de 0 ºC a 5 ºC, podendo cair pouco abaixo de zero em madrugadas mais frias. O vento do deserto piora a sensação térmica, principalmente à noite na Strip.
Neva em Las Vegas no mês de janeiro?
Nevar na própria Strip é raro, mas pode acontecer. O mais comum é ver neve nas montanhas próximas, como Mount Charleston, que fica a uns 50-60 minutos de carro e é um dos destinos preferidos de quem quer pisar na neve sem ir longe.
Janeiro é baixa temporada em Las Vegas?
Sim, boa parte do mês é considerada baixa temporada, com diárias bem mais baratas, principalmente de domingo a quinta. A única exceção é a semana do CES (Consumer Electronics Show), na primeira metade do mês, em que os preços disparam.
O que é o CES e por que ele afeta a viagem?
O CES é uma das maiores feiras de tecnologia do mundo, realizada em Vegas na primeira metade de janeiro. Atrai dezenas de milhares de participantes, deixa a cidade lotada e faz as diárias de hotel explodirem. Se você não vai à feira, evite essa semana.
Vale a pena alugar carro em Las Vegas em janeiro?
Vale muito, especialmente pra fugir do frio caminhando longas distâncias e pra fazer passeios fora da cidade (Grand Canyon, Hoover Dam, outlets, Red Rock Canyon, Mount Charleston). Só tome cuidado ao dirigir em áreas montanhosas, onde pode haver gelo e neve.
Os cassinos e shows funcionam normalmente em janeiro?
Sim. Os cassinos abrem 24h todos os dias e os shows (Cirque du Soleil, residências de artistas, mágica, ilusionismo) seguem com programação completa. Vale a pena comprar ingressos com antecedência, principalmente pra fins de semana.
O que levar na mala pra Las Vegas em janeiro?
Roupa de inverno em camadas: segunda pele, blusas de manga comprida, calça comprida, tênis fechado, casaco médio pra o dia e casaco pesado pra a noite. Gorro, luvas e cachecol fazem diferença na Strip à noite. Pra passeios em montanhas e canyons, leve roupa térmica e calçado com boa aderência.
É possível visitar o Grand Canyon em janeiro?
Sim, os tours saindo de Vegas funcionam o ano todo. Em janeiro, é comum ver neve nas bordas, o que rende paisagens incríveis. Excursões de um dia de ônibus custam em torno de US$ 120 a US$ 250 por pessoa, e bem mais caro se incluir helicóptero. Vá agasalhado.
Economize ao máximo na sua viagem a Las Vegas
- Economizando: não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato pra Las Vegas, com todas as dicas pra cortar custos sem deixar de aproveitar.
- Carro: veja como economizar no aluguel de carro em Las Vegas pagando o menor preço possível.
- Dólares: descubra como levar seu dinheiro pra Las Vegas, com prós e contras de cada forma — inclusive a mais barata.
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- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar hospedado em Las Vegas, com a melhor localização e dicas pra economizar no hotel.
- Seguro viagem: veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato) seguro pra Las Vegas.
- Clima: entenda como é o clima em Las Vegas ao longo do ano pra escolher a melhor época.
- Transfer: precisa ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
Resumindo: Las Vegas em janeiro é uma das melhores escolhas pra quem quer fugir da alta temporada, economizar em hotel e voo e ainda viver experiências que só existem no inverno — patinação no gelo, Grand Canyon com neve, Mount Charleston, céu limpo do deserto e luzes da Strip mais fotogênicas do que nunca. Só não dá pra subestimar o frio nem cair na armadilha da semana do CES. Com a mala certa e o roteiro planejado, vai ser uma das viagens mais marcantes da sua vida.




