Neste post, eu vou te dar todas as dicas que você precisa saber para conseguir curtir ao máximo a sua viagem a Berlim, uma das cidades que tem a história mais rica de toda a Europa.
Este guia está otimizado com tudo o que você precisa saber para curtir a viagem: onde ficar hospedado, dica de hotéis, o que fazer, quais são os passeios imperdíveis, como ir do aeroporto até o hotel, clima, horários, feriados e muito mais.
Planejamento estratégico e dicas gerais de Berlim
Fala galera, para quem não me conhece, eu sou o Gabriel Lorenzi, criador do Grupo Dicas. Eu vou começar com as dicas gerais de Berlim e depois vou fazer um roteiro de um a cinco dias para você saber direitinho o que fazer em cada dia de viagem.
Eu organizei dessa forma para não jogar tudo o que tem de passeio no ar; assim você sabe exatamente o que fica mais perto, faz uma área primeiro e depois faz outra, otimizando o seu roteiro de uma forma inteligente para aproveitar o máximo possível por lá.
Quantos dias ficar em Berlim?
Berlim é uma cidade que tem muita coisa para fazer. Eu acho que é mais ou menos a mesma pegada de Londres: você tem que ficar uns cinco dias para conseguir curtir tudo.
Em três dias você consegue conhecer os principais pontos se você correr e fizer tudo certinho, mas para ter uma tranquilidade, fazer um passeio mais próximo de lá ou visitar um campo de concentração mais afastado, eu acho que cinco dias é o ideal. A maioria das pessoas fica de três a cinco dias por lá.
Como ir do aeroporto até o hotel?
O aeroporto principal (Aeroporto Internacional de Berlim) fica a mais ou menos uns 30 minutos do centro histórico, que é onde está a maioria dos hotéis e hospedagens. É uma viagem de 30 minutos. Existem alguns ônibus, metrôs e trens que levam até o centro. Se você pesquisar, você consegue fazer o trajeto com um custo menor e não é muito difícil.
No entanto, nas viagens, quando nós chegamos ao lugar com muita mala, em um destino com um idioma que nós não falamos e onde as placas são todas em alemão, nós não entendemos nada. Por isso, eu prefiro gastar um pouco a mais nesse primeiro trajeto e pegar um Uber ou um transfer.
Existem transfers muito profissionais que nós sempre usamos, onde você já compra o serviço com o preço certo. O motorista fica te esperando com uma plaquinha bem na saída do desembarque, você pega as malas, ele te leva para o carro e você vai direto para o hotel que já estava cadastrado na hora da reserva. Não tem erro. Pelo menos você evita esse perrengue inicial que nós já passamos várias vezes na vida querendo economizar com esse trajeto de chegada.
Quem quiser conferir essa opção, clique aqui. Esse é o link para o site de ingressos, tours e excursões que nós sempre usamos na Europa, e lá eles têm todas as opções de transfers de todos os aeroportos para todos os centros de cidades pelo menor preço.
Se você tiver qualquer dúvida sobre a viagem, pode mandar mensagem porque eu gosto de ajudar mesmo. Para ser mais rápido, me siga no Instagram e mande uma mensagem por direct. Aproveite e me acompanhe por lá. Nós estamos morando agora em Orlando, nos Estados Unidos, mostrando toda a rotina, os parques e as viagens pelo mundo.
Clima e horários em Berlim
O verão na Alemanha é quente, mas é um calor tranquilo, uma época muito boa para visitar, só que a cidade está um pouco mais cara e com mais turistas.
O outono e a primavera (meses como abril, maio, junho, e depois setembro, outubro e novembro) são estações com um clima muito agradável e um friozinho gostoso. Já o inverno (meses de dezembro, janeiro e fevereiro) é de frio intenso, então se programe e se prepare para conhecer a cidade na época exata em que você vai.
Importantíssimo sobre as datas do ano: Nos meses de inverno, os dias escurecem muito cedo em Berlim. Tem dia que chega a escurecer às 16h30 da tarde. Se você não vai no verão (época em que o dia fica claro até às 19h ou 20h), você precisa acordar mais cedo e se programar, senão você vai ver que o dia praticamente acaba muito rápido. É muito doido, então se atente a isso.
Um breve resumo da história da cidade
Antes de entrar nas dicas de onde ficar e o que fazer, uma recomendação importante: Berlim é uma cidade com uma riqueza histórica impressionante. É uma história triste, mas é fundamental nós estudarmos e sabermos o que aconteceu para entender a dinâmica de tudo o que você vai ver lá.
Resumidamente, após a Segunda Guerra Mundial, Berlim foi dividida em duas partes: o lado oriental ficou para a União Soviética (comunista) e o lado ocidental ficou para os Aliados, que englobavam os Estados Unidos, a França e o Reino Unido (capitalista).
A cidade foi dividida fisicamente pelo famoso Muro de Berlim. Eles ficaram muitos anos divididos até que ocorreu a queda do muro, o que unificou a cidade inteira novamente. Hoje existem resquícios do muro pela cidade e você faz passeios para ver o que restou, pois eles mantiveram algumas partes preservadas. É bom saber esse básico para entender como a cidade funciona.
Onde ficar em Berlim, Seguro Viagem e moeda
O bairro de Mitte
A melhor região para se hospedar na cidade de Berlim é o bairro de Mitte. Foi nessa região que nós ficamos e você vai estar perto de tudo. Fizemos quase tudo a pé. Muitas pessoas me perguntam: “Gabriel, como você andava por lá?”. Nós só precisamos pegar Uber duas vezes para ir a lugares bem mais distantes, mas o resto nós conseguimos fazer tudo caminhando, porque Mitte é muito bem localizado e tudo fica próximo dali.
Nessa região, nós já ficamos em um hotel excelente, mas que hoje está com uma tarifa um pouco mais alta. Em outra oportunidade, nós conseguimos um hotel bem barato nessa mesma localização (lembrando que hotel barato na Alemanha não é tão barato assim, pois hospedagem lá é um pouco cara, infelizmente), mas é um hotel bom, limpo e com ótimo preço para os padrões locais.
Para pesquisar os hotéis recomendados e abrir o nosso mapa personalizado com a melhor região demarcada, clique aqui. Esse site que nós usamos é excelente e oferece cancelamento gratuito na maioria dos quartos. Use isso como estratégia: no ramo do turismo, quanto mais você demora para fazer a reserva, mais o preço vai subindo automaticamente.
Para economizar, faça a reserva com antecedência; se você encontrar uma opção com cancelamento gratuito, você já garante o preço baixo e, se precisar mudar de planos, cancela com um clique sem custo nenhum e sem burocracia.
Seguro Viagem Obrigatório
O Seguro Viagem é obrigatório por lei para praticamente todos os países da Europa que fazem parte do Tratado de Schengen, o que inclui a Alemanha. Você precisa ter o seguro para entrar lá. O seguro viagem é bem barato e cobre você de gastos absurdos que você pode ter no exterior em euros, como uma consulta por torcer o pé ou uma internação de emergência. Nunca saia do seu país sem um.
Para acessar o comparador de preços que nós usamos e encontrar o seguro obrigatório e outras ferramentas com desconto já embutido, clique aqui. Em nossa página de planejamento nós concentramos:
- O comparador de seguro viagem que acha planos pela metade do preço das agências.
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Como levar dinheiro para a Alemanha?
A moeda da Alemanha é o Euro. Antigamente, nós recomendávamos comprar o papel-moeda em espécie e viajar com os euros no bolso. Hoje em dia, a melhor forma são as contas globais digitais. Você abre uma conta internacional digital em dólares em 5 minutos pelo celular usando apenas o seu RG.
Você envia os seus reais para essa conta e eles são convertidos em dólares usando o câmbio comercial, que é muito mais barato do que o câmbio turismo das casas físicas. Além disso, o IOF dessas contas digitais é de apenas 1,1% (frente aos mais de 5% ou 6% dos cartões de crédito convencionais).
Mesmo a conta sendo em dólares, o cartão de débito internacional é aceito amplamente na Europa, realizando a conversão automática para Euros no momento do pagamento com taxas muito vantajosas. Para realizar a abertura da sua conta digital e garantir um cupom com bônus de cashback em dólares na primeira remessa, clique aqui.
Alerta sobre dinheiro vivo: Os alemães não gostam tanto assim de cartão de crédito. Eles ainda usam muito dinheiro em espécie. Eles estão tentando se modernizar, mas em muitos estabelecimentos, especialmente em cidades menores, eles só aceitam notas. Tenha euros com você. Com essa conta global, assim que você chegar ao aeroporto, basta ir a um caixa eletrônico (ATM) e realizar um saque de euros físicos direto do seu saldo, garantindo dinheiro no bolso para os lugares que não aceitam cartões.

Roteiro de 1 a 5 dias em Berlim
Dia 1: Portão de Brandemburgo, Tiergarten, Reichstag, Memorial do Holocausto e Checkpoint Charlie
No seu primeiro dia, comece pelo Portão de Brandemburgo, que é o ícone mais importante da cidade. A história dele é sensacional e ele é o símbolo de Berlim. Foi ao redor dele que os primeiros pedaços do Muro de Berlim foram derrubados, então a importância histórica é enorme.
Na frente dele tem uma praça bem grande com restaurantes. Nós paramos lá um dia para tomar um café em família com vista para o portão, e a Clarinha, que tinha 3 anos na época, estava no carrinho. Foi um momento muito gostoso e marcante.
Abaixo do asfalto, em toda a cidade, você vai notar uma linha de paralelepípedos no chão que marca exatamente por onde o muro passava. A maior parte dele foi destruída, mas essa marcação no chão continua lá para você identificar o trajeto. Se você olhar do lado do portão e procurar, vai encontrar esse trajeto marcado pelo chão.
Atrás do portão fica o Parque Tiergarten, que é um parque gigantesco, mais ou menos como o Central Park é para Nova York. A diferença é que ele não tem tanta atração construída dentro, como jardins elaborados; ele é mais um parque de natureza profunda, com árvores grandes de floresta e trilhas imensas, ideal para quem gosta de correr ou fazer exercícios de manhã (eu adoro correr para explorar os lugares).
Planeje-se para não se perder lá dentro, pois é muito grande, mas é ótimo para relaxar e se desligar um pouco daquela tensão histórica de Berlim.
Caminhando uns 5 ou 6 minutos do portão, você vai encontrar o Palácio Reichstag, que é o centro da política federal e o parlamento. O prédio é lindo, imponente, em estilo eclético do século XIX, e tem uma cúpula de vidro super bonita no topo. A entrada para visitar a cúpula de vidro é gratuita e fica aberta das 08h até a meia-noite, mas a última entrada permitida é às 21h45.
Você também pode fazer uma visita guiada por dentro, mas para isso é preciso agendar pelo site oficial deles com uns dois dias de antecedência. Se quiser fazer essa visita, agende certinho; se não quiser, você só passeia e conhece a cúpula, o que é tranquilo também.
Depois de almoçar em algum restaurante da região (use o Google Maps para achar opções usando a internet do celular, por isso a importância de ter o chip), caminhe uns 10 ou 12 minutos até o Memorial do Holocausto. Ele é um memorial bem diferente, composto por mais de 2.000 blocos de concreto cinza, onde nenhum bloco é igual ao outro, criando uma sensação de agonia conforme você caminha no meio deles.
Foi ali que realmente bateu uma tristeza profunda ao lembrar de toda a história do genocídio. No subsolo existe um museu interativo. A Lívia quis descer para visitar, mas eu preferi ficar do lado de fora com a Clarinha porque a energia do lugar é bem pesada. Fica a critério de cada um visitar o museu interno, que é pago, enquanto a parte dos blocos por fora é gratuita.
De lá, siga para o Checkpoint Charlie, que é o posto militar mais famoso da época da Guerra Fria, onde ocorria o cruzamento entre a área dos Estados Unidos e a área da União Soviética. É uma guarita policial com atores caracterizados de soldados para mostrar como era o controle de quem saía e entrava. Sendo muito sincero, quando você chega lá, vê que é uma réplica (o posto original está preservado em um museu), então visualmente não é nada extraordinário, mas a importância histórica é gigantesca.
Termine o dia na praça Potsdamer Platz (Platz significa praça em alemão). Ela foi totalmente bombardeada e destruída na guerra e depois foi revitalizada com prédios modernos e imponentes, como o complexo da Sony Center. Lá tem lojas legais, como uma loja da Lego que a Clarinha adorou, e muitos restaurantes em uma área coberta que costuma ter música ao vivo.
É uma praça bem bonita de conhecer. Tente comer por lá e já dê uma olhada nas opções. Se quiser uma experiência de comida bem típica e fresca, perto dali fica o mercado Markthalle Neun, que vende muitas salsichas tradicionais alemãs, batatas e presuntos.
Dia 2: Ilha dos Museus, Alexanderplatz e Catedral de Berlim
O segundo dia é focado na parte cultural e histórica através dos museus. Elas ficam bem próximas, você vai andar um pouco mais para chegar nelas. Atravesse o Rio Spree e vá direto para a famosa Ilha dos Museus, um complexo que reúne cinco museus fantásticos. Não dá para explorar todos em detalhes no mesmo dia, então a minha dica é escolher uns dois para visitar por cerca de duas ou três horas cada, senão fica muita coisa.
Eu recomendo o Museu Pergamon, que eu achei sensacional, e o Neues Museum (Novo Museu), que tem uma coleção de antiguidades do Egito incrível, incluindo relíquias dos faraós e o busto da rainha Nefertiti, além de história da Alemanha.
Depois, siga para a Alexanderplatz, uma outra praça muito famosa e conhecida pela Torre de TV de Berlim. Ela foi construída pela União Soviética, é a estrutura mais alta de Berlim e é gigantesca. Subir na torre é um passeio obrigatório para ter uma dimensão real do tamanho de toda a cidade; a vista lá de cima é absurda. Para comprar o ingresso antecipado em reais, sem pagar IOF e garantindo fura-filas, use o site de ingressos que sempre indicamos.
Dica sobre passeios: Nesse site de ingressos você também encontra a opção do Free Tour por Berlim, que é aquele tour gratuito de um centavo onde o guia vai caminhando e te explicando toda a história da cidade (no final, é de praxe dar uma gorjeta em euros para o guia pelo serviço, o que vale muito a pena). Também tem esse Free Tour pelo Muro de Berlim, dê uma olhada.
Lá no topo da torre tem o restaurante giratório Sphere, mas ele é super turístico e precisa de reserva com muita antecedência. Sinceramente, pelo preço, eu acho que a comida não vale tanto a pena; é melhor pegar restaurantes locais e mais baratos lá embaixo na praça, onde você come melhor.
Na Alexanderplatz você também vai encontrar o famoso Relógio Mundial, que marca o horário de várias cidades do mundo, inclusive do Brasil (procure por Brasília, São Paulo ou Rio de Janeiro). A praça também foi reconstruída após os bombardeios da guerra e hoje é cheia de prédios modernos.
Aproveitando, se ainda conseguir tempo (e tem que dar tempo), a Catedral de Berlim é linda. Mesmo se for apenas para ver por fora, em frente a ela tem um gramadão muito gostoso com uma fonte, onde a Clarinha ficou brincando e nós relaxamos observando o movimento da cidade. A catedral fica aberta para visitação das 09h às 20h, tem muitas obras de arte e uma arquitetura religiosa belíssima, sendo um passeio excelente para contrapor com a parte pesada da história da guerra.
Dia 3: East Side Gallery (Muro de Berlim) e gastronomia Alemã
No terceiro dia, como você já vai estar um pouco mais cansado, reserve o tempo para conhecer a história do Muro de Berlim através da East Side Gallery. É onde tem uma parte maior do muro que foi preservada e tem aquelas pinturas super famosas.
Elas são bem antigas, mas eles estão constantemente revitalizando e pintando, mantendo o desenho original, mas a tinta você vê que tem algumas que estão bem vivas e bonitas. Isso até gera uma discussão entre os artistas de rua, que acham que a arte deveria ser deixada para se deteriorar com o tempo, mas eles mantiveram a manutenção.
É um pedaço grande de muro, então você vai caminhar bastante ao longo da calçada. Você pode ir por conta própria pesquisando a história de cada painel ou contratar o tour guiado pelo muro através do site de ingressos que mencionei, o que facilita muito porque eles já sabem os principais pontos.
Depois do passeio, almoce pela região e use o resto da tarde para curtir a vibe por lá. Deixe para o final da tarde um jantar em um restaurante mais legal para experimentar a gastronomia alemã.
No começo você vai ver que vai estranhar os pratos locais porque são diferentes, por isso que eu deixei para o terceiro dia, pois aí você já conhece e pode escolher comer num restaurante que tem aquelas salsichas tradicionais, pratos com batata, sopas ou strogonoff. Aproveite o jantar para descansar e recuperar as energias para o dia seguinte.
Dia 4: Bate-volta a Potsdam e Campo de Concentração de Sachsenhausen
No quarto dia, faça um passeio saindo de Berlim. É uma excursão para conhecer o Campo de Concentração de Sachsenhausen, um dos principais campos da época do regime nazista na Alemanha. Vou ser bem sincero com vocês: a atmosfera do lugar é muito pesada. Quem tem muita sensibilidade pode passar mal, então talvez seja melhor evitar, mas para quem gosta de história e quer entender a intensidade de tudo o que aconteceu de perto, é um lugar muito visitado.
Ele fica um pouco afastado de Berlim; dá para ir de trem por conta própria pesquisando bem os trajetos, mas eu recomendo fortemente fazer um passeio guiado. Ter um guia te explicando o contexto histórico de cada ala muda completamente a experiência do passeio em comparação com ir sozinho.
Existe um tour excelente no site de parceiros que junta dois destinos no mesmo dia em um passeio de 7 horas no total: ele te leva para conhecer a cidade de Potsdam, que é uma cidade linda, cheia de palácios históricos e jardins imperiais maravilhosos, e também inclui a parada com guia nesse campo de concentração de Sachsenhausen. É um passeio de dia inteiro muito bom, que dá um diferencial na viagem para você sair um pouco de Berlim e viver essa história em cidades mais próximas de lá.
Dia 5: Dia livre e experiência das cervejarias Alemãs
No quinto dia, deixe o roteiro livre, porque ao longo da viagem vão surgir muitas ideias de lugares para voltar ou cantos novos para explorar. Tire a tarde ou a noite para ir a um restaurante de chope tradicional e experimentar as cervejas alemãs, que são sensacionais.
Peça aquele caneco de 1 litro que é super famoso e experimente marcas locais diferentes. A cerveja e a culinária são praticamente uma religião para os alemães e é muito bacana observar como isso está enraizado no cotidiano deles. Vivenciar essa atmosfera de taberna é uma experiência tipicamente alemã obrigatória.
Dica de extensão de roteiro: Inclua Munique na viagem
Para complementar perfeitamente a sua viagem pela Alemanha, seria excelente incluir a cidade de Munique no seu planejamento. Munique dá um contraste perfeito com Berlim: é uma cidade com uma atmosfera mais de interior, muito focada na cultura tradicional alemã, nas festas típicas e nas grandes cervejarias, saindo um pouco desse foco intenso da história da guerra que você vê em Berlim.
É um outro estilo de viagem que se complementa muito bem. Para quem ainda não decidiu o roteiro completo, tente incluir pelo menos uns três dias em Munique.
Espero que vocês tenham gostado do post! Eu fiz o meu máximo aqui para organizar e otimizar todas as informações para que a sua viagem seja o mais próximo da perfeição possível.

Economize ao máximo na sua viagem à Alemanha:
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o seu orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para Alemanha, com todas as dicas para economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar!
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para os passeios da Alemanha da forma mais barata e segura.
- Carro: esse é um item que facilita muito a viagem pela Alemanha e toda Europa. Se você estiver pensando em alugar um, não deixe de ler como alugar um carro na Alemanha. São dicas de como alugar o carro pelo menor preço possível.
- Euros: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro para Alemanha, com os prós e contras de cada opção. Existe uma nova forma que é muito mais barata!
- Celular: quer usar o celular durante toda a viagem, sem preocupações? Já garanta um chip europeu, ainda no Brasil, clicando aqui. É fácil e barato!
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar hospedado em Berlim, capital da Alemanha, para saber qual é a melhor localização e como economizar muito no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior é caríssimo, e é super importante fazer um seguro viagem para qualquer viagem. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
- Transfer: precisa de um para ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço!





