
Se você vai pra Dubrovnik e tem alguns dias sobrando, a boa é aproveitar pra explorar os arredores. A gente costuma dizer pra galera: usa Dubrovnik como base, porque a partir dali dá pra fazer bate-volta pra ilhas paradisíacas, cidades medievais e até cruzar fronteira pra outros dois países (Montenegro e Bósnia) sem grande esforço.
Quando a gente foi pela primeira vez, o erro clássico foi tentar encaixar tudo em três dias: Kotor, Mostar, Elafiti e Korčula na mesma viagem. Deu ruim, porque a maioria desses passeios é de dia inteiro. Neste guia, a gente separou os destinos em três blocos (bate-volta de um dia, cidades pra pernoitar e escapadas internacionais) pra você montar um roteiro que faça sentido de verdade.
E não esquece: aqui no nosso guia completo pra viajar barato pela Croácia a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato: hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Bate-volta próximos a Dubrovnik (dá pra fazer em 1 dia)
Esses são os passeios curtos, que cabem num dia sem precisar mudar de hotel. São perfeitos pra quem tem a base em Dubrovnik e quer variar o cenário sem perder tempo com logística pesada.
Cavtat
Cavtat fica cerca de 20 km ao sul de Dubrovnik e é aquela cidade tranquila, com muito menos turista, ideal pra quem tá cansado das multidões da Cidade Velha. Dá pra chegar de barco (saindo do porto antigo de Dubrovnik em cerca de 30-45 minutos), de ônibus ou de carro.
O charme tá em caminhar pelo calçadão à beira-mar, sentar num café de esplanada e curtir o mar em praias de pedrinhas com água transparente. Vale combinar com uma passada pelas praias da região de Konavle, como Kupari e Mlini, que têm mar calmo e cara de vilarejo. Restaurantes de frente pro mar costumam ter pratos principais em torno de €15 a €25.
A melhor época pra visitar é primavera ou início do outono (maio, junho, setembro), quando não faz calor extremo e a lotação é menor. No verão a cidade fica mais animada, mas também mais cheia.
Ilha de Lokrum

Tecnicamente Lokrum faz parte do município de Dubrovnik, mas na prática é um bate-volta clássico. Os barcos saem do porto antigo e a travessia leva só uns 10 minutos, o que torna o passeio perfeito pra combinar com uma manhã ou tarde na Cidade Velha.
A ilha é verde, cheia de trilhas leves, rochedos pra banho de mar e ruínas históricas espalhadas. É ótima pra ir com crianças. Uma dica que a gente aprendeu na prática: leva calçado aquático, porque os pontos de banho são em mar profundo e o chão de pedra machuca. O bilhete de barco somado à entrada costuma sair em torno de €15 a €30 por pessoa, dependendo da época.
Ilhas Elafiti: Koločep, Lopud e Šipan
As Elafiti são um grupo de 13 ilhas e ilhotas, mas só três são habitadas e visitadas nos passeios: Koločep, Lopud e Šipan. Essa excursão é uma das mais populares no verão, porque une mar cristalino, natureza preservada e brisa gostosa no barco.
Cada ilha tem sua personalidade:
- Koločep: a mais próxima de Dubrovnik, tem a Gruta Azul (ótima pra nadar e mergulhar) e trilhas leves;
- Lopud: famosa por ter praia de areia (uma raridade na Croácia) e um clima relaxado, com povinho charmoso;
- Šipan: a maior e mais rural, cheia de olivais, vinhedos e mar calmo.
Os passeios de dia inteiro com almoço costumam ficar em torno de €40 a €80 por pessoa, dependendo se é um barco grande ou um tour mais exclusivo. Pra reservar direitinho, vale usar esse site que a gente usa em todas as viagens pra passeios e ingressos — dá pra pagar em reais, parcelar em até 12x sem IOF e o cancelamento gratuito até 48h antes salva bastante quando o clima muda de última hora.
Na baixa temporada a frequência dos barcos cai muito, então vale checar horários com antecedência pra não perder metade do dia esperando no porto.
Ston


Ston fica a cerca de 53 km ao norte de Dubrovnik (uma hora de carro) e é conhecida por suas muralhas medievais impressionantes, consideradas as segundas maiores do mundo, atrás só da Muralha da China. Só isso já vale a parada.
Além das muralhas, Ston tem uma tradição forte na produção de sal (que remonta aos tempos romanos) e é famosa pelas ostras frescas e pelos vinhos da região do Pelješac. Se você curte gastronomia, a cidade é obrigatória: dá pra provar ostras direto do mar em restaurantes bem simples e experimentar vinhos brancos locais excelentes.
Uma dica insider: sobe as muralhas cedo ou no fim da tarde. No meio do dia no verão a caminhada vira sofrimento, porque não tem sombra nenhuma e o sol pega forte. O ingresso das muralhas fica em torno de €10 a €20. Existe também uma excursão bem legal que combina Ston com degustação de vinhos em Veliki Ston, que rende o dia inteiro sem preocupação com carro.
Parque Nacional de Mljet
Não é uma cidade, mas merece entrar nessa lista. A ilha de Mljet é apontada como a mais paradisíaca da região: menos turística, muito verde, com um parque nacional que abriga dois lagos de água salgada e um mosteiro beneditino do século XII num ilhote no meio do lago maior. Cena de cinema.
Se você quer fugir das rotas mais óbvias e curtir natureza de verdade, Mljet é a pedida. O parque abre diariamente e a infraestrutura de visitação vem melhorando ano após ano. Dá pra fazer bate-volta de Dubrovnik em passeios de barco de dia inteiro.
Cidades croatas mais distantes (melhor pernoitar)
Aqui entram os destinos que valem mais a pena com pelo menos uma noite fora. Tentar fazer bate-volta de Dubrovnik pra Split ou Zagreb é receita pra passar o dia inteiro na estrada e chegar cansado.
Korčula
Korčula fica a cerca de 150 km de Dubrovnik e é apelidada de “mini-Dubrovnik” por causa da cidade medieval murada, com torres, ruelas e um centro histórico compacto. É uma das principais regiões vinícolas da Croácia, então casa bem história com gastronomia.
O acesso mais comum é ir de carro até Orebić, na península de Pelješac, e pegar um barco de Orebić pra Korčula (uns 20 minutos de travessia). Também tem ferries diretos de Dubrovnik em algumas épocas. Falando em ferry, esse comparador de ferry ajuda demais a achar rotas e horários entre as ilhas croatas.
Na ilha, além da cidade histórica, vale visitar vinícolas locais e curtir enseadas escondidas pra banho de mar. Hospedagem em guesthouse fica em torno de €60 a €120 a diária em alta temporada, e restaurantes seguem a faixa de €15 a €25 pra pratos principais.
Split



Split fica a cerca de 230 km de Dubrovnik (umas 3 horas de carro) e é outra cidade costeira do Adriático, só que muito maior. Tem mais de 1.500 anos de história e mistura arquitetura romana com uma vida urbana moderníssima. O centro histórico é um labirinto charmoso de ruas estreitas cheias de lojas, restaurantes e cafés.
A grande atração é o Palácio de Diocleciano, patrimônio da UNESCO e coração da cidade antiga. Foi construído por volta do ano 300 d.C. como residência do imperador romano de mesmo nome, e hoje é um dos conjuntos arquitetônicos romanos mais bem preservados do mundo. Pra explorar sem se perder, o free tour por Split é uma boa introdução.
Split também funciona como base pra explorar as ilhas de Hvar, Brač e Vis. Se você tem tempo, vale usar como segundo hub da viagem depois de Dubrovnik. Ônibus intermunicipais entre as duas cidades ficam em torno de €20 a €40 por trecho.
Hvar

Hvar fica a cerca de 212 km de Dubrovnik e é aquela ilha que virou febre por combinar praias de água clara, vida noturna forte e arquitetura histórica preservada. É bastante procurada por jovens e casais, e no verão bomba de gente.
Na Hvar Town, cidade principal, tá concentrado o agito: bares, restaurantes, baladas e a fortaleza no alto com vista panorâmica. Vale também um passeio pelas Pakleni Islands, ilhotas próximas com enseadas paradisíacas, e uma parada em Stari Grad, um dos municípios mais antigos da Europa e também patrimônio da UNESCO.
O deslocamento a partir de Dubrovnik costuma envolver estrada + ferry, com tempo total em torno de 3h30. Ferries ficam em torno de €20 a €50 por trecho, dependendo da rota. Um alerta: hospedagem em alta temporada em Hvar sobe muito, com quartos duplos entre €100 e €200 em hotéis médios, então reserva com bastante antecedência.
Zagreb


Zagreb é a capital da Croácia e fica bem longe: cerca de 605 km de Dubrovnik, umas 6 horas de carro. É uma cidade mais urbana e continental, com forte influência austro-húngara na arquitetura e uma cena cultural agitada.
É perfeita pra quem quer ver o outro lado da Croácia, longe da beira-mar. Vale reservar um tempo pra explorar as ruas de paralelepípedos do centro histórico, visitar a Catedral de Zagreb e passar num mercado ao ar livre como o Dolac Market, cheio de produtos locais. A vida cultural pulsa em museus, teatros e galerias espalhados pela cidade.
A dica é: Zagreb faz mais sentido como parte de um roteiro maior, saindo de Dubrovnik e subindo pelo país passando por Split, Zadar e os Lagos de Plitvice. Fazer só ida e volta a partir de Dubrovnik não compensa.
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Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
Escapadas internacionais: Montenegro e Bósnia
Uma das grandes vantagens de ter Dubrovnik como base é a proximidade com dois países vizinhos que valem muito a pena. Só um lembrete importante: como cruza fronteira, garante que seu passaporte tá em ordem e, se for de carro alugado, confirma com a locadora se o veículo pode sair da Croácia (isso costuma exigir um documento extra).
Kotor (Montenegro)


Kotor fica a cerca de 92 km de Dubrovnik (umas 2 horas de carro, contando fronteira) e é uma das paisagens mais bonitas dos Bálcãs. A cidade está encravada numa baía cercada por montanhas íngremes, com águas cristalinas e vilarejos pitorescos ao longo do trajeto (como Perast e Risan, que valem uma parada).
O centro histórico é patrimônio da UNESCO, com um labirinto de ruas estreitas, praças e edifícios medievais super bem preservados. A atração clássica é subir os 1.350 degraus até a Fortaleza de San Giovanni pra ver a baía de cima. Outro erro clássico do turista: encarar essa subida no meio do dia. Faz muito calor e não tem sombra. Vai bem cedo (a partir das 7h da manhã) ou no fim da tarde.
Também dá pra visitar a Catedral de São Trifão, a Igreja de São Lucas e o Museu Marítimo de Montenegro. Refeições ficam em torno de €10 a €20 pra prato principal, um pouco mais barato que em Dubrovnik. Tours de dia inteiro saindo de Dubrovnik pra Kotor (às vezes combinando com Budva) ficam em torno de €50 a €100.
Budva (Montenegro)
Budva fica a cerca de 1 hora de Kotor (então dá pra combinar as duas no mesmo passeio) e é uma das principais cidades do litoral montenegrino. Tem um centro antigo murado charmoso e praias com boa estrutura, o que faz dela uma boa combinação de história com pé na areia.
É uma opção bacana pra quem quer ver outro país sem se aventurar muito longe. O litoral de Montenegro como um todo tem belezas naturais impressionantes, com vilarejos históricos espalhados pela costa.
Mostar (Bósnia e Herzegovina)
Mostar é uma das cidades mais visitadas dos arredores de Dubrovnik pela Bósnia e é conhecidíssima pela sua ponte histórica — símbolo da cidade, reconstruída depois da guerra dos anos 1990. Ela cruza o rio Neretva e é o coração do centro histórico.
Caminhar pelo casco antigo é entrar num mundo onde influências otomanas e europeias se misturam. Tem bazares com artesanato local, restaurantes servindo culinária bósnia (prova o ćevapi e o burek) e uma atmosfera diferente de tudo que você vê na Croácia. A ponte fica muito cheia no meio do dia no verão, então vai cedinho pra tirar aquela foto sem multidão.
Sarajevo (Bósnia e Herzegovina)


Sarajevo, capital da Bósnia, fica a cerca de 235 km de Dubrovnik (umas 4 horas de carro). É apelidada de “Jerusalém da Europa” pela coexistência de diferentes religiões e culturas: mesquitas, igrejas ortodoxas e católicas dividindo o mesmo bairro.
A cidade foi palco de eventos históricos marcantes, como o assassinato do arquiduque Franz Ferdinand em 1914 (um dos estopins da Primeira Guerra Mundial) e o cerco devastador durante a Guerra da Bósnia nos anos 1990. Hoje é um símbolo de resiliência e reconstrução, super interessante pra quem curte história.
Dá pra explorar as ruas estreitas cheias de monumentos, lojas tradicionais, cafés e restaurantes servindo pratos típicos como ćevapi e burek. Sarajevo combina muito bem com Mostar num mesmo roteiro pela Bósnia, com pernoite em uma das duas.
Međugorje (Bósnia e Herzegovina)
Međugorje é um destino de peregrinação religiosa importante pra católicos, por causa das aparições da Virgem Maria para seis videntes desde 1981. Costuma aparecer em excursões de um dia combinadas com Mostar saindo de Dubrovnik, e vale muito pra quem tem esse interesse específico por turismo religioso.
Trebinje (Bósnia e Herzegovina)
Um segredinho pra quem quer fugir do óbvio: Trebinje fica a só 30 km de Dubrovnik e, em termos de turismo, é um mundo diferente da superpopular vizinha croata. Pouquíssimos brasileiros conhecem, e é uma boa dica pra quem quer ver uma cidade autêntica dos Bálcãs sem multidão.
Aluguel de carro (economize até 34%)
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Vale muito alugar carro pra explorar essa região. As estradas costeiras têm paisagens espetaculares, e você consegue ir parando em vilarejos, mirantes e praias no meio do caminho — coisa que ônibus ou tour organizado não deixa fazer.
Com o carro em mãos, entender qual região usar como base facilita bastante o roteiro.
Seguro viagem para a Croácia (obrigatório)
Como Croácia, Montenegro (que não é Schengen, mas cobra seguro) e a Bósnia envolvem cruzar fronteiras europeias, ter seguro viagem é essencial. Pra entrar na Croácia (que faz parte do espaço Schengen), o seguro com cobertura mínima de 30 mil euros é obrigatório por lei.
A gente usa e recomenda esse comparador de seguros, que já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas. Ele compara preços de todas as principais seguradoras, mostra as coberturas lado a lado e o pagamento é em reais parcelado, sem IOF.
Chip de celular para a viagem
Ficar sem internet pra usar mapa, tradutor e reservar coisa de última hora atrapalha a viagem inteira. A gente sempre garante esse chip de viagem que a gente usa ainda no Brasil.
Chega já ativado, é só encaixar no celular ao pousar e sair usando. Como boa parte do roteiro envolve cruzar fronteira pra Montenegro e Bósnia, escolhe um plano com cobertura pra vários países da Europa pra não ficar sem sinal nas escapadas internacionais.
Perguntas frequentes sobre cidades perto de Dubrovnik
Qual a melhor cidade pra bate-volta de Dubrovnik em 1 dia?
Kotor (em Montenegro) é a queridinha, porque a paisagem da baía impressiona e cabe num dia. Se preferir ficar na Croácia, Ston (pelas muralhas e ostras) e Cavtat (pra um dia mais tranquilo à beira-mar) são ótimas opções. As ilhas Elafiti também rendem um bate-volta lindíssimo no verão.
Vale a pena ir de Dubrovnik até Split de bate-volta?
Não. São 230 km, cerca de 3 horas de carro só de ida, e Split tem muita coisa pra ver. O mínimo é pernoitar uma ou duas noites lá pra aproveitar de verdade. Se o plano é conhecer as duas cidades, o ideal é montar um roteiro que comece numa e termine na outra.
Como ir de Dubrovnik para Kotor?
De carro leva cerca de 2 horas, contando a passagem pela fronteira com Montenegro. Também dá pra ir de ônibus (opera diariamente) ou fazer um tour organizado de dia inteiro. Se for de carro alugado, confirma com a locadora se o veículo pode cruzar fronteira e leva a papelada extra que eles pedem.
Precisa de visto para Montenegro e Bósnia saindo da Croácia?
Pra brasileiros, não. Tanto Montenegro quanto Bósnia e Herzegovina permitem entrada com passaporte válido por até 90 dias, sem visto. Mas o passaporte precisa ter pelo menos 6 meses de validade a partir da data de entrada e algumas páginas em branco.
Qual é a melhor época pra visitar as cidades perto de Dubrovnik?
Maio, junho, setembro e início de outubro são os melhores meses: clima bom, mar já dá pra entrar, ferries operando normalmente e sem a multidão do verão. Julho e agosto são o auge, com tudo funcionando mas com lotação (e preços) alta. Inverno tem menos opções de ferry e passeios de barco.
Dá pra visitar Mostar em bate-volta de Dubrovnik?
Dá, sim. A distância é de cerca de 3 horas de carro e existem excursões de um dia que fazem esse trajeto, muitas vezes combinando com Međugorje. Mas o dia fica longo. Se puder pernoitar uma noite em Mostar ou seguir pra Sarajevo, aproveita muito mais.
É seguro dirigir pelas estradas da região?
Sim. As estradas costeiras da Croácia são bem conservadas e sinalizadas, e cruzar pra Montenegro e Bósnia também é tranquilo. O maior desafio são trechos de serra com muitas curvas na Dalmácia e na Baía de Kotor — vai devagar, principalmente se for a primeira vez dirigindo em mão inglesa ou em estradas estreitas.
Vale mais a pena passeio organizado ou por conta própria?
Depende do perfil. Passeio organizado facilita muito quando envolve fronteira (Kotor, Mostar, Sarajevo), porque você não se preocupa com documentos do carro nem com estacionamento. Já pras cidades croatas mais próximas (Ston, Cavtat) e ilhas, ir por conta própria com carro ou ferry costuma sair mais barato e dá mais liberdade.
Economize ao máximo na sua viagem para a Croácia
- Economizando: antes de mais nada, leia como viajar barato para a Croácia, com todas as dicas pra aproveitar sem estourar o orçamento.
- Ingressos: saiba onde comprar ingressos para as atrações da Croácia da forma mais barata e segura.
- Carro: pra visitar essas cidades e cruzar fronteira, o carro facilita muito. Confere como alugar carro na Croácia pagando barato.
- Euros: conheça a melhor forma de levar dinheiro para a Croácia, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: garanta seu chip internacional ainda no Brasil pra chegar já conectado.
- Hospedagem: se for parar em Zagreb, veja onde ficar em Zagreb, com melhores bairros e hotéis.
- Seguro viagem: obrigatório pra Croácia. Veja o melhor seguro viagem para a Croácia.
- Transfer: se precisar ir do aeroporto ao hotel sem preocupação, veja o serviço de transfer em Zagreb.
Dubrovnik é um dos destinos mais lindos que a gente já conheceu, mas usar ela como base pra explorar os arredores foi o que transformou a viagem em algo inesquecível. Cada cidade dessa lista tem uma personalidade diferente, e sair um pouco da Cidade Velha vai te mostrar um lado dos Bálcãs que a maioria dos turistas nem sabe que existe. Boa viagem!