
Se você tá planejando a viagem, uma das dúvidas mais comuns é onde comprar ingressos para as atrações de Chicago sem gastar uma fortuna nem perder tempo em fila. E olha, faz toda a diferença resolver isso antes de embarcar — ingresso comprado com antecedência costuma sair mais barato, você garante horário e ainda ganha tempo pra aproveitar mais a cidade.
A gente montou esse guia com todas as formas de comprar ingresso em Chicago, faixa de preço das principais atrações, quando vale a pena um passe combo e os erros mais comuns que brasileiro comete por aqui. Dá pra economizar até uns 50% se você se planejar direitinho.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Chicago a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Como comprar ingressos para as atrações de Chicago
Basicamente, você tem quatro caminhos: sites oficiais das atrações, passes combinados (tipo CityPASS e Go City), plataformas intermediárias em português e bilheteria na hora. Pra quem vem do Brasil, quase sempre compensa comprar online antes da viagem — os preços são iguais ou menores que na bilheteria, e você foge daquelas filas absurdas de fim de semana.
Nos sites oficiais (Art Institute, Skydeck, 360 CHICAGO, Shedd Aquarium, Field Museum e por aí vai), você compra tudo separado, escolhe data e horário. É bom pra quem vai visitar poucos lugares. O problema: se você pretende ir em 3, 4, 5 atrações, sai bem mais caro do que um passe combinado.
Vale a pena comprar CityPASS ou Go City em Chicago?
Pra maioria dos brasileiros, sim — bastante. Esses passes juntam várias atrações num ingresso único e a economia costuma chegar perto de metade do valor se você usar tudo. Os dois principais são:
- Chicago CityPASS: dá acesso a 5 atrações (2 fixas — Shedd Aquarium e Skydeck — e 3 que você escolhe entre Field Museum, 360 CHICAGO, Art Institute, Adler Planetarium, Museum of Science and Industry e passeio de barco arquitetônico). Vale por 9 dias corridos depois do primeiro uso. Preço fica na faixa de US$ 140 adulto e US$ 110 criança, e dá pra comprar até um ano antes da viagem.
- Go City Chicago Pass (Explorer): aqui você escolhe de 2 a 7 atrações e tem 30 dias de validade depois do primeiro uso, o que dá muito mais flexibilidade. Faixa de preço vai de uns US$ 80 (2 atrações) a US$ 190 (7 atrações). Ideal pra quem tem roteiro definido e não quer pagar por coisa que não vai usar.
Uma dica importante: antes de comprar qualquer passe, faz uma lista das atrações que você realmente quer visitar e soma o preço de cada ingresso avulso. Só aí compara com o valor do passe. Se a conta bater — e pra 3 a 5 atrações principais quase sempre bate — vale muito a pena.

Onde comprar CityPASS, ingressos e passeios em reais
Pra brasileiro, tem uma vantagem enorme em comprar ingresso avulso e passe combinado por esse site que a gente usa em todas as viagens. Ele vende os principais ingressos de Chicago — observatórios (Skydeck e 360 CHICAGO), passeio de barco pelo rio, Big Bus, Shedd Aquarium, Art Institute e vários tours — tudo em português e em reais.
As vantagens de comprar por lá: você paga em real (dá até pra usar PIX), não paga IOF do cartão internacional, pode parcelar no cartão brasileiro e boa parte dos ingressos tem cancelamento gratuito até perto da data. Se seu roteiro mudar (e muda mesmo), você não fica no prejuízo. A gente já usou várias vezes na Europa e nos EUA e nunca deu problema.
Tem também a opção de comprar direto no site oficial do CityPASS em dólar, mas vale sempre comparar os dois — em algumas épocas o preço em reais sai igual ou até melhor por causa do câmbio embutido, e você ainda parcela.

Quanto custam as principais atrações de Chicago
Os preços variam bastante conforme a temporada, o tipo de ingresso (padrão, fast pass, combo) e o horário — pôr do sol em observatório, por exemplo, costuma custar mais e esgotar rápido. Mas dá pra trabalhar com essas faixas médias como referência:
- Art Institute of Chicago: com Fast Pass, em torno de US$ 40 adulto. Crianças até 13 anos entram de graça — uma baita economia pra família.
- Museum of Science and Industry (Griffin): entrada + uma experiência especial (filme em domo, mina de carvão ou simulador) sai por US$ 35 a 40 adulto e US$ 20 a 25 criança. Menores de 2 anos não pagam.
- Shedd Aquarium: em torno de US$ 45 a 55 adulto e US$ 35 a 40 criança, variando conforme data e tipo de acesso.
- Skydeck Chicago (Willis Tower): ingresso com acesso ao mirante fica entre US$ 40 e 60, dependendo se tem fast pass e do horário.
- 360 CHICAGO Observation Deck: mirante básico em torno de US$ 30 a 40. A experiência TILT (aquela em que a estrutura inclina pra fora do prédio) é cobrada à parte.
- Shoreline Architecture River Tour: o passeio de barco arquitetônico pelo rio fica em torno de R$ 150 a 250 por adulto nas plataformas em reais, com variação por horário.
Uma dica que a gente sempre dá: se você tem só 2 ou 3 dias em Chicago, considera pegar fast pass em pelo menos 1 ou 2 atrações estratégicas (observatório e Art Institute são as melhores apostas). Uns dólares a mais no ingresso podem te economizar 1 ou 2 horas de fila num sábado cheio — e tempo em viagem curta vale ouro.
Ingressos para jogos e shows em Chicago
Chicago é uma das capitais esportivas dos EUA. É sede dos Bulls (basquete), Bears (futebol americano), Cubs (beisebol), Blackhawks (hóquei) e Fire (futebol). A gente recomenda muito assistir a um jogo mesmo pra quem não é fã de esporte — a energia dos estádios americanos é um espetáculo à parte, dá pra sentir a cultura local de perto e vale por vários passeios.
Além dos jogos, a cidade recebe shows de artistas renomados o ano todo em casas como o Chicago Theatre e a United Center. Pra comprar ingresso de jogo ou show, use esse site de ingressos. É uma das maiores operadoras do Brasil, atendimento em português e preços melhores que os sites americanos em várias datas.


Onde ficamos em Chicago (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A melhor região para os turistas é Chicago Loop, no centro da cidade. Lá, estão diversas atrações, restaurantes, bares, shoppings, parques, museus, teatros e muitos outros lugares imperdíveis.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Quando comprar e como fugir das filas
A regra de ouro: quanto antes, melhor, principalmente no verão (junho a agosto) e feriados. Observatórios ao pôr do sol e passeios de barco esgotam bem rápido nas datas cheias, então se você quer esse horário específico, reserva com pelo menos 2 semanas de antecedência.
Aquário e museus lotam muito nos sábados, domingos e feriados — se der pra ir num dia de semana, vai. E se sua viagem cair num feriado americano (Memorial Day, 4 de Julho, Labor Day, Thanksgiving), triplica a atenção com reservas.
Um ponto que muita gente esquece: o CityPASS não te dispensa de fazer reserva de horário em algumas atrações mais concorridas. Depois de comprar, você entra no site oficial, coloca o código do passe e agenda os horários. Se pular essa etapa, corre o risco de chegar e não conseguir entrar naquele slot que queria.
Sobre as melhores épocas pra visitar: primavera (abril e maio) e outono (setembro e outubro) têm clima agradável, menos gente e é quando dá pra andar mais tranquilo pelas atrações. Verão é lindo mas cheio; inverno tem frio absurdo (Chicago é conhecida como Windy City com razão), mas em compensação muitas atrações ficam mais tranquilas de conseguir.

Passeios diferentes pra fugir do óbvio
Além das atrações clássicas, tem uns passeios em Chicago que dão um sabor especial pra viagem. O passeio de barco pela arquitetura no rio Chicago é quase uma aula: os guias contam a história dos prédios icônicos, os estilos arquitetônicos, quem projetou o quê. Se você curte arquitetura ou fotografia, é praticamente obrigatório.
Tem também passeio noturno de helicóptero sobre a cidade — a vista dos arranha-céus iluminados é uma das coisas mais bonitas dos EUA, na nossa opinião. Custa mais caro, claro, mas é daquelas experiências que ficam na memória. Todos esses passeios especiais dá pra reservar por esse site em português que a gente indicou lá em cima.

Erros comuns de brasileiro na hora de comprar ingresso
Depois de várias viagens pros EUA, a gente vê uns errinhos que se repetem. Se você evitar esses aqui, já sai na frente:
- Comprar passe sem calcular: muita gente compra CityPASS ou Go City no impulso e acaba visitando só 2 das 5 atrações incluídas. Aí a economia vira prejuízo. Monta o roteiro primeiro, soma os ingressos avulsos e só depois decide.
- Deixar tudo pra hora: chegar em Chicago achando que resolve tudo no balcão da bilheteria é receita pra pegar fila enorme e ver “esgotado” no horário que queria. Compra online, mesmo que seja no dia anterior.
- Ignorar a reserva de horário no passe: passe não é livre pra sempre. Confere a política de cada atração e agenda os horários antes de sair do hotel.
- Economizar dólares errados: pouparr US$ 10 no ingresso básico e perder 2 horas de fila é péssimo negócio se você tem só 3 dias na cidade.
- Não comparar preço em reais x dólar: muita gente compra em site americano por costume sem checar que em real, com parcelamento e sem IOF, sai igual ou até mais barato.
Aluguel de carro em Chicago (economize até 34%)
Chicago em si é bem walkável e tem metrô e ônibus que resolvem, mas se você planeja pegar bate-voltas (parques estaduais, cervejarias, cidades vizinhas em Illinois ou até uma road trip pela Route 66), o carro faz diferença. A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Pra se hospedar bem localizado — perto das atrações, com fácil acesso ao Loop e ao Magnificent Mile — a região certa faz toda a diferença. Menos deslocamento, mais tempo em passeio.
Seguro viagem pra Chicago
Chicago é nos Estados Unidos, e nos EUA o atendimento médico custa uma fortuna — um pronto-socorro simples pode passar dos milhares de dólares fácil. Por isso, seguro viagem aqui não é firula, é proteção financeira mesmo. Mesmo uma virose, uma torção de tornozelo ou uma dor de dente no meio da viagem podem gerar uma conta absurda sem cobertura.
A gente sempre usa esse comparador de seguros, que mostra várias seguradoras lado a lado e já traz 18% de desconto exclusivo pra quem entra pelo nosso link. Dá pra achar plano bom pagando bem menos do que direto no site da seguradora.
Chip de celular pra usar em Chicago
Ter internet no celular em Chicago faz uma diferença absurda: pra usar Google Maps, chamar Uber, achar restaurante, mostrar QR Code do ingresso, se comunicar com quem ficou no Brasil. A gente usa e recomenda esse chip de viagem que a gente usa em todas as viagens pros EUA. É prático, chega em casa antes da viagem e o preço é bem menor do que fazer roaming da operadora brasileira.
Perguntas frequentes sobre ingressos em Chicago
Vale a pena comprar o Chicago CityPASS?
Vale muito se você pretende visitar pelo menos 3 ou 4 das 5 atrações incluídas. A economia costuma chegar perto de 50% em comparação com os ingressos avulsos. Se você só quer ver 1 ou 2 lugares, compensa mais comprar avulso.
Qual a diferença entre CityPASS e Go City?
CityPASS tem lista fixa de 5 atrações (2 obrigatórias + 3 à escolha) e vale 9 dias. Go City deixa você escolher quantas atrações quer (de 2 a 7) e tem validade de 30 dias. CityPASS é melhor pra quem quer o “best of” tradicional; Go City é melhor pra quem tem roteiro personalizado.
É melhor comprar ingressos em dólar ou em reais?
Depende. Sites em reais têm a vantagem de parcelamento, sem IOF e atendimento em português. Sites em dólar às vezes têm promoções pontuais. A recomendação universal é comparar os dois antes de fechar — a diferença pode ser bem pequena, e as facilidades em real geralmente valem mais.
Preciso reservar horário mesmo tendo comprado o CityPASS?
Em algumas atrações, sim. Depois de comprar o passe, você entra no site oficial do CityPASS, insere o código e agenda os horários das atrações que exigem reserva (observatórios e passeios de barco são os mais concorridos). Se pular essa parte, pode não conseguir entrar no horário que queria.
Crianças pagam ingresso em Chicago?
Depende da atração. No Art Institute, crianças até 13 anos entram de graça. Em vários museus, menores de 2 anos não pagam. Em outros, crianças pagam meia. Sempre confere na hora de comprar — pra família, isso muda bastante a conta final entre passe e ingresso avulso.
Dá pra comprar ingresso na hora, na bilheteria?
Dá, mas na maioria das atrações grandes o preço é igual ou até maior que online, e você corre risco de pegar fila enorme e ver o horário que queria esgotado (principalmente pôr do sol em observatório e sábado no Shedd Aquarium). Compra online sempre que possível.
Qual o melhor mês pra visitar Chicago com preços mais tranquilos?
Primavera (abril e maio) e outono (setembro e outubro) têm o melhor equilíbrio: clima agradável, atrações menos cheias e preços de ingresso mais estáveis. Verão é ótimo mas cheio; inverno tem frio pesado, mas ingressos mais fáceis.
Como funciona o pagamento em reais em sites brasileiros?
Você paga em real no cartão de crédito brasileiro (ou até PIX em algumas plataformas), pode parcelar em várias vezes e não paga IOF. O ingresso chega por e-mail com QR Code, e você apresenta direto no celular na entrada da atração.
Economize ao máximo na sua viagem a Chicago
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para Chicago, com todas as dicas pra economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar!
- Carro: se você tá pensando em alugar um, não deixe de ler como alugar um carro em Chicago. São dicas de como alugar um veículo pelo menor preço possível.
- Dólares: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro para Chicago, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: quer usar o celular durante toda a viagem sem preocupações? Já garanta um chip internacional, ainda no Brasil, clicando aqui.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Chicago pra saber qual a melhor localização e como economizar muito no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro, e é super importante fazer um seguro. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
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Comprar ingresso pras atrações de Chicago com antecedência foi uma das melhores decisões que a gente tomou na viagem. Economizamos bem, evitamos fila no Skydeck no fim de semana e ainda conseguimos aquele horário mágico de pôr do sol no 360 CHICAGO. Vale a pena dedicar 1 hora do seu planejamento pra pesquisar preços, montar o combo certo e chegar em Chicago com tudo resolvido. Boa viagem!
