
Quem se hospeda em Florianópolis tem uma sorte enorme: em até 3 horas de carro, dá pra trocar a praia da ilha por mar caribenho em Bombinhas, frio de serra em Urubici, cervejaria alemã em Pomerode ou o maior parque temático da América Latina em Penha. Floripa é uma base estratégica espetacular pra esse tipo de bate e volta — a BR-101 conecta a cidade ao litoral norte e ao Vale Europeu, e SCs de serra abrem o caminho pra Serra Catarinense.
A gente já fez esses bate e volta um monte de vezes — alguns dão certo num dia, outros pedem dormir fora. Nessa matéria, a gente reuniu os melhores passeios bate e volta saindo de Florianópolis, com tempo real de deslocamento, o que fazer em cada destino, faixas de preço e os erros que custaram caro pra gente (pra você não repetir).
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Florianópolis a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida e ingressos.
Como organizar seus bate e volta saindo de Floripa
Antes de sair correndo pra montar roteiro, vale entender o jogo. A grande maioria dos passeios bate e volta tem distância entre 45 minutos e 3 horas só de ida. Em alta temporada (de meados de dezembro a fevereiro), o trânsito na BR-101 pode dobrar esse tempo num fim de semana de sol.
A dica de ouro: saia antes das 7h da manhã. Em alta temporada, depois das 8h o gargalo na saída da ilha já é certeza, principalmente sentido norte (Bombinhas, Penha, Balneário). A gente errou nessa uma vez, saiu 9h da manhã pra Bombinhas num sábado de janeiro e levou quase 3 horas pra fazer o que normalmente é 1h15.
Carro alugado x excursão: a excursão é prática (vão te buscar no hotel, te levam de volta à noite, sem dor de cabeça com trânsito ou estacionamento). Já o carro alugado dá liberdade total — você para onde quer, vai no seu ritmo e ainda combina destinos. Pra família ou grupo, o carro costuma compensar mais.
Como a maioria dos destinos aqui exige deslocamento por estrada — e estrada com saída cedinho — alugar carro em Floripa é a forma mais inteligente de fazer bate e volta. A gente sempre usa esse comparador de carros, que pesquisa em todas as principais locadoras do mercado de uma vez só. É uma ferramenta excelente e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente aluga sempre por lá e usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras. Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Localiza, Movida, Unidas e Hertz, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Balneário Camboriú — 1h10 a 2h30 de carro
Balneário Camboriú é, junto com Floripa, o principal destino turístico de Santa Catarina. Fica a uns 80 km — em dia tranquilo dá pra fazer em 1h10, mas em fim de semana de verão pode passar de 2h30 fácil. O legal é que tem muita coisa pra encaixar num dia só. A gente recomenda esse roteiro:
Comece pelo Oceanic Aquarium
Abre às 9h e é um dos maiores aquários da América Latina. São 3.500 metros quadrados, mais de 30 habitats e cerca de um milhão de litros de água. Tem trutas, lontras, axolotes raros, pinguins, polvos, medusas e uma área de imersão com aves. É um passeio bem divertido — especialmente se você estiver com criança, virou um dos preferidos da galera com filhos.
Endereço: Rua 4000, 133, Barra Sul — Centro, Balneário Camboriú
Horário: domingo a sexta das 9h às 18h; sábados e feriados das 9h às 19h (bilheteria fecha 1h antes).

Classic Car Show
Se você curte carro, esse passeio é uma graça e costuma ser vendido em combo com o aquário. É um museu com mais de 30 carros clássicos das décadas de 50 a 90, todos super conservados. Dá pra ver em 1h tranquilamente.
Endereço: Av. Normando Tedesco, 5720 — Centro, Balneário Camboriú.

Uma volta pela orla
Pertinho do aquário está a orla da Praia Central, que ficou famosa no Brasil inteiro depois das obras de alargamento de areia. Hoje é uma das praias urbanas mais bonitas do litoral catarinense. Vale dar uma voltinha — é o cartão-postal renovado da cidade.

Barco Pirata
Da Barra Sul sai praticamente de hora em hora um barco pirata que navega por toda a orla, passa pela Ilha das Cabras e desembarca na Praia de Laranjeiras. Os passageiros podem ficar lá curtindo a praia e voltar num barco seguinte. É atração temática, com tripulantes-piratas bem animados e bar a bordo.

Volta nas alturas pelo Parque Unipraias
Em Laranjeiras fica o Parque Unipraias, que interliga três estações por bondinhos aéreos. A vista do alto é linda — Mata Atlântica de um lado, mar do outro. Na estação do topo tem trilha, trenzinho e tirolesa. O ingresso costuma custar em torno de R$ 80 a R$ 140, variando por tipo e temporada. O parque abre por volta das 9h e fecha entre 18h e 20h (bilheteria fecha 1h antes).

Se você quiser fazer tudo isso sem se preocupar com nada, dá pra fechar esse passeio aqui nesse site que a gente usa em todas as nossas viagens. O itinerário passa pelos principais pontos e ainda tem parada numa cafeteria de estilo colonial com produtos artesanais. Eles te buscam e te levam de volta ao hotel em Florianópolis. Vale citar que ingressos como teleférico e atrações específicas geralmente não vêm inclusos no preço básico do passeio.
Erro comum: tentar combinar Balneário, Beto Carrero e Blumenau no mesmo dia. Não dá. A gente já viu gente tentar e o resultado é só estrada, sem aproveitar nada direito.
Beto Carrero World, em Penha — 1h20 a 2h10 de carro
Em Penha, a uns 120 km de Floripa, fica o maior parque temático da América Latina: o Beto Carrero World. É passeio pra dia inteiro mesmo — são 14 milhões de metros quadrados, mais de 100 atrações divididas em áreas temáticas como Velho Oeste, Ilha dos Piratas, Avenida das Nações e zona de montanhas-russas.
O parque tem parceria com o estúdio DreamWorks, então tem personagens circulando por lá — Shrek, Gato de Botas e os pinguins de Madagascar costumam dar as caras. O funcionamento varia muito por temporada, vale conferir no site oficial antes de ir. Em geral abre por volta das 9h e fecha no fim da tarde. O ingresso fica em torno de R$ 180 a R$ 300 por dia, podendo subir em feriados.

Dicas de quem já foi várias vezes: chega antes da abertura pra pegar fila menor nos brinquedos concorridos (montanhas-russas Big Tower e Firewhip lotam rápido). E almoça fora dos horários de pico (12h às 13h30), porque os restaurantes dentro do parque viram caos no horário cheio.
Se preferir não dirigir, tem essa excursão aqui que sai de Floripa cedinho — eles buscam no hotel logo cedo, o que faz toda a diferença pra aproveitar o parque inteiro.
Bombinhas — 1h15 de carro
A 75 km de Floripa fica uma das praias mais bonitas do Brasil: Bombinhas. Águas cristalinas, areia branca, vibe caribenha — é o tipo de lugar que faz a gente questionar se ainda está em Santa Catarina. Praias como Quatro Ilhas, Lagoinha, Sepultura e Praia do Embrulho entram em qualquer top de melhores praias do sul do Brasil.
Em alta temporada a cidade cobra uma taxa de preservação ambiental por dia de veículo. Não esquece de pagar, porque sem isso você não passa na entrada e perde tempo voltando.
Os passeios saindo de Floripa costumam custar em torno de R$ 180 a R$ 300 por pessoa, sem alimentação e sem taxa local incluída. Saem por volta das 7h/8h e voltam no fim do dia. Se preferir ir de carro, sai bem cedo: depois das 9h no verão, achar vaga vira loteria.
Guarda do Embaú — 45 minutos de carro
Pertinho de Floripa, a apenas 45 km, fica uma das vilas mais charmosas do litoral catarinense. Guarda do Embaú é Área de Proteção Ambiental, com natureza preservada, rios e ondas que são paraíso pra quem surfa. Pra chegar à praia principal, precisa atravessar o rio — barqueiros locais cobram um valor simbólico por trecho.
Por estar tão pertinho, vira o bate e volta mais fácil de Floripa. Em alta temporada, chega antes das 10h pra encontrar vaga sem dor de cabeça (cobram em torno de R$ 20 a R$ 40 nos estacionamentos da vila).
Garopaba e Praia do Rosa — 1h20 a 1h30 de carro
Indo pro litoral sul, a uns 90-95 km, ficam Garopaba e a famosa Praia do Rosa, em Imbituba. Surf, trilhas, lagoas, mirantes — e, de junho a outubro, o espetáculo da temporada de baleias-francas, que entram bem perto da costa pra parir. É uma experiência única.
No verão, a vibe é praia badalada e bar à beira-mar. No inverno, o foco vira gastronomia e observação de baleias — clima frio, mas pousadas charmosas. Pra bate e volta funciona bem; pra curtir de verdade, dormir uma noite vale a pena.
Blumenau e Pomerode — 2h30 de carro
Pra quem quer trocar o mar pela cultura germânica, Blumenau e Pomerode são parada obrigatória. A 150 km de Floripa, Blumenau é a capital da Oktoberfest brasileira — tem arquitetura em enxaimel, cervejarias artesanais, Museu da Cerveja e a Vila Germânica.
Pomerode, a 20 minutos de Blumenau, é considerada a cidade mais alemã do Brasil. Casas em enxaimel, gastronomia típica com marreco recheado, cervejarias e a rota do enxaimel — tudo mais autêntico que em Blumenau, que já é mais turística.
A maioria das excursões combina as duas cidades no mesmo dia, saindo por volta das 7h-8h e voltando à noite. Custam em torno de R$ 200 a R$ 350 por pessoa, sem alimentação. Se for de carro, dá pra montar no seu ritmo. Atenção: em outubro, durante a Oktoberfest, o passeio fica cansativo pelo trânsito, mas é a única época pra pegar a festa.
Erro comum: achar que Pomerode é vilarejo de parque temático, todo cabidinho. Não é — é cidade real, com bairros espaçados. Sem carro ou excursão, andar a pé limita bastante.
Joinville — 2h de carro
Joinville é a maior cidade de Santa Catarina e fica a uns 180 km de Floripa. Cultural, gastronômica e cheia de natureza. Vale conhecer:
Mirante Morro da Boa Vista
Depois de subir cerca de 100 degraus, você chega a um mirante com vista 360° de Joinville e arredores. A caminhada já é uma imersão na Mata Atlântica.

Parque Zoobotânico
No pé do morro que leva ao Boa Vista, fica o Parque Zoobotânico. Ao redor de um pequeno lago, tem muito verde e animais como araras, peixes, patos e macacos. Ótimo pra família.

Parque dos Hemerocallis
Jardins que parecem obra de arte. As flores mudam a cada estação — Sunpatiens, Dálias, Lantanas e Angelonias na primavera/verão, borboletas no outono, girassóis no inverno. São 10 jardins diferentes, todos com visual deslumbrante. É um dos lugares mais fotogênicos da região.

Rua das Palmeiras
Cartão-postal de Joinville no centro da cidade. Em 150 anos de existência, atravessou diferentes momentos da história e segue praticamente intacta. Das 56 palmeiras originais, 39 seguem vivas. Na ponta da rua está o Museu da Imigração, construído na década de 1870 como sede administrativa da Colônia Dona Francisca, filha de Dom Pedro I.

Catedral de Joinville
A poucos minutos da Rua das Palmeiras, a Catedral foi inaugurada em 1977 depois de quase 20 anos de obras. É uma verdadeira obra arquitetônica, com forte influência modernista no concreto armado aparente — duas cúpulas, 12 colunas que representam os apóstolos e vinte vitrais que contam a história da evolução do mundo segundo a Igreja Católica.

São Francisco do Sul — 2h30 a 3h de carro
É a terceira cidade mais antiga do Brasil e a mais antiga de Santa Catarina. Mistura natureza exuberante com história colonial preservada. Casas do período colonial conversam com praias e Mata Atlântica preservada. O Centro Histórico foi tombado como patrimônio nacional pelo IPHAN.
Centro Histórico
Reúne 150 prédios históricos nas margens da Baía de Babitonga — casarões coloridos, a Igreja Matriz e ruas de paralelepípedo. Vale considerar um passeio de barco pela baía pra ver tudo de outro ângulo. A vista é linda.

Museu do Mar
No Centro Histórico, abriga um acervo importantíssimo da história naval brasileira: 91 embarcações em tamanho natural, cerca de 150 miniaturas, mais de 1.500 livros, fotografias e cartas náuticas. O prédio fica nos antigos armazéns da extinta Empresa de Navegação Cia Hoepcke — ainda dá pra ver os trilhos que ligavam os vagões aos trapiches onde atracavam os navios.

Parque Ecológico Celso Amorim Salazar Pessoa
Tem 16 mil metros quadrados de área com trilhas, mirantes e decks de observação que dão pro Centro Histórico. No topo do morro estão as ruínas da Capela São José, construída no século XVII. Abre de terça a domingo, das 8h às 20h.

Praias de São Francisco do Sul
A Enseada é a mais famosa: águas calmas, areia clara, boa infraestrutura — ótima pra família. A Prainha é menor, charmosa, com ondas boas pra surfe. E a Praia Grande é praticamente deserta, super preservada, com muita vegetação — um sonho pra quem busca tranquilidade.

Urubici e a Serra Catarinense — cerca de 3h de carro
Pra quem quer trocar a praia pelo frio, Urubici fica a uns 170 km de Floripa, num trecho de serra que dependendo das condições leva 3 horas tranquilamente. É a região mais alta de Santa Catarina, com chance de geada e até neve em invernos mais severos. Os pontos clássicos são o Morro da Igreja (mirante para a Pedra Furada, com agendamento obrigatório porque é área militar), a Cascata do Avencal e vinícolas de altitude.
Os passeios organizados saem por volta das 8h e duram em torno de 12 horas. Custam em torno de R$ 190 a R$ 320 por pessoa, sem ingressos pagos das atrações.
Erro comum (e a gente pagou pra ver): não checar o clima. Floripa pode estar com sol e 28°C enquanto Urubici está com neblina fechada, frio negativo e estrada com gelo. E o entardecer no inverno chega cedo, encurtando o dia útil. Leva roupa MUITO mais quente do que você acha que precisa — o vento na serra faz a sensação cair vários graus.
Nova Trento — 1h30 de carro
A uns 110 km de Floripa, Nova Trento é destino de turismo religioso forte por causa do Santuário Santa Paulina, primeira santa brasileira. Tem teleférico, trilhas leves, áreas de oração e gastronomia italiana de tradição. É procurado por grupos de igreja, mas também atende muito bem quem curte história, natureza ou só quer fugir do agito da praia.
Rancho Queimado — 1h15 de carro
É a serra mais pertinho de Floripa, a apenas 70 km. Tem clima ameno, cafés coloniais, gastronomia de campo e paisagens bucólicas. Excelente alternativa rápida pra quem quer sentir um friozinho sem encarar 3 horas de estrada até Urubici. Inverno e dias frios são a melhor pedida.
Águas termais em Santo Amaro da Imperatriz — 1h de carro
A apenas 35-40 km de Floripa, Santo Amaro da Imperatriz tem estâncias hidrominerais e hotéis-fazenda com piscinas termais. É a salvação dos dias nublados ou frios em Floripa — bate e volta gostoso de banho termal mais almoço colonial, sem complicação nenhuma.
Erros comuns que turistas cometem nos bate e volta de Floripa
Subestimar o trânsito em alta temporada. A BR-101 vira um caos nos fins de semana de verão. Sai antes das 7h ou esquece. Aos sábados de sol em janeiro, melhor evitar mesmo.
Achar que dá pra fazer tudo num dia. Balneário + Beto Carrero + Blumenau é uma combinação clássica de quem quer ver tudo — e que termina sem ver nada direito. Escolhe um, no máximo dois destinos próximos.
Não checar o clima da serra antes. Floripa pode estar 30°C e Urubici com neblina e chuva. Já vimos várias famílias chegando lá em camiseta e tendo que voltar pra casa porque não dava nem pra sair do carro.
Esquecer documentos pra áreas restritas. O Morro da Igreja em Urubici exige agendamento prévio e documento — sem isso, não entra. Checa sempre com antecedência.
Ignorar taxas locais. Bombinhas e outras cidades cobram taxa de preservação. Sem pagar, você não passa na entrada ou pode tomar multa.
Não reservar com antecedência em feriado. Passeios pra Beto Carrero, Urubici e cidades do Vale Europeu lotam rápido em feriadões e férias escolares. Reserva com semanas de antecedência.
Seguro viagem nacional? Vale a pena também
Mesmo viajando dentro do Brasil, vale considerar um seguro viagem. Atendimento médico fora do seu plano de saúde habitual costuma sair caro, e em destinos com aventura (trilhas em Urubici, surf em Guarda do Embaú, montanhas-russas no Beto Carrero) o risco de algum imprevisto sobe. A gente sempre fecha o seguro usando esse comparador de seguros, que mostra os melhores planos de todas as seguradoras de uma vez só — e o link já vem com 18% de desconto exclusivo pra galera do Grupo Dicas. Custa pouco e protege muito.
Conectividade: chip pra usar na estrada
Pra quem vai dirigir entre cidades, manter dados móveis ligados é essencial — Waze, Google Maps, pagamento de pedágio, pesquisar restaurante de última hora. Se você não quer estourar a franquia do seu plano ou viajou de outro estado e está pegando roaming nacional, vale ter um chip de viagem pré-pago. A gente usa esse chip aqui em todas as nossas viagens — recebe em casa antes de viajar e ativa quando precisar.
Onde ficamos em Florianópolis (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Podemos dividir Florianópolis em: norte, leste, sul e centro/continente. Cada uma dessas regiões tem suas particularidades e vai proporcionar uma experiência diferente de hospedagem.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre bate e volta saindo de Florianópolis
Qual o melhor bate e volta saindo de Florianópolis?
Depende do perfil. Pra praias paradisíacas, Bombinhas é imbatível. Pra família com crianças, Beto Carrero em Penha. Pra cultura, Blumenau e Pomerode. Pra frio e serra, Urubici. E pra um passeio rápido e tranquilo, Guarda do Embaú ou Santo Amaro da Imperatriz.
Dá pra fazer Beto Carrero saindo de Florianópolis em um dia?
Dá sim, mas tem que sair MUITO cedo (antes das 6h30) e estar disposto a chegar tarde em Floripa. São 2h de estrada cada trecho e o parque pede pelo menos 8 horas pra aproveitar bem. Quem vai com criança pequena talvez prefira dormir em Penha pra não cansar tanto.
Quanto custa um passeio bate e volta saindo de Floripa em agência?
Os preços costumam variar entre R$ 180 e R$ 380 por pessoa, dependendo do destino e da época. Destinos mais próximos como Bombinhas e Balneário ficam em torno de R$ 180-300. Beto Carrero e Urubici, pelo deslocamento maior, ficam entre R$ 220 e R$ 380, geralmente sem ingressos das atrações inclusos.
Vale mais a pena ir de carro alugado ou de excursão?
Pra casal ou grupo de 3+ pessoas, o carro alugado costuma sair mais em conta e dá mais liberdade — você sai e volta no seu horário, encaixa atrações no seu ritmo, e ainda dá pra combinar destinos próximos. Pra quem viaja sozinho ou prefere zero preocupação, a excursão é mais prática.
Qual a melhor época pra fazer bate e volta de praia em Santa Catarina?
Final da primavera (novembro) e começo do outono (março/abril) são épocas excelentes: o mar ainda está bom, o clima é firme e os preços e o trânsito caem bastante em relação ao pico do verão. Janeiro e fevereiro têm o mar mais quente, mas com lotação alta e estradas engarrafadas.
Qual destino bate e volta é melhor pra ir com crianças?
Beto Carrero World em Penha é o destino com melhor custo-benefício pra família com crianças. O Oceanic Aquarium em Balneário Camboriú também é ótimo pra crianças menores, e dá pra combinar com o Classic Car Show e um passeio de barco pirata num mesmo dia.
Tem como ver baleias num bate e volta saindo de Floripa?
Tem sim, indo até Imbituba ou Garopaba (cerca de 1h30 de carro) entre junho e outubro. É a temporada das baleias-francas, que se aproximam bem da costa pra parir. Dá pra ver da praia mesmo ou em passeios de barco autorizados.
Dá pra ir até Urubici e voltar no mesmo dia?
Dá, mas é puxado. São cerca de 3 horas de ida e mais 3 de volta, sobrando umas 5-6 horas em Urubici. Quem quer aproveitar com calma — visitar Morro da Igreja, Cascata do Avencal e vinícolas — vale mais a pena dormir uma noite na região.
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Floripa é uma das melhores bases de viagem do Brasil justamente por isso: em poucas horas você troca a praia da ilha por mar de Bombinhas, frio da serra ou cultura germânica do Vale Europeu. Em todas as vezes que a gente foi pra lá, sobrou roteiro pra próxima viagem — sempre tem alguma cidade nova pra descobrir. Planeja com calma, sai cedo, escolhe um ou dois destinos por dia e curte o que Santa Catarina tem de melhor.