
Conheça Veneza de um jeito diferente com 8 bacari para provar pelo caminho!
O que são os Bacari em Veneza?
Antes de sair entrando em qualquer bar em Veneza, vale entender que o bacaro não funciona como bar tradicional. Ou seja, você não entra, senta e pede um prato completo com calma.
Assim, você chega, olha o balcão, escolhe alguns cicchetti (petiscos de Veneza) e pede uma bebida para acompanhar. Esses petiscos ficam expostos e vão desde opções simples, como pão com embutido, até combinações mais elaboradas com frutos do mar. Tudo rápido, direto e sem muita formalidade.

Ao longo do fim da tarde, esse tipo de lugar começa a encher. Isso acontece porque faz parte de um hábito local. As pessoas param para comer algo leve antes do jantar, muitas vezes passando por mais de um lugar na mesma noite. Esse movimento acontece entre 17h e 20h, que é quando os bacari ficam mais interessantes.
Outro detalhe que faz diferença para você é o preço. Em geral, cada cicchetto custa poucos euros, então dá para provar várias coisas sem gastar tanto. Isso acaba sendo uma alternativa bem prática para quem quer comer melhor sem entrar no restaurante toda hora.

1. Caffè Rosso
Começamos essa lista pela região de Campo Santa Margherita, em Dorsoduro, que é uma área onde o movimento acontece de forma mais espalhada. É nela que fica o Caffè Rosso, que foge um pouco do formato clássico de balcão apertado.
O espaço é mais aberto, com mesas na praça, então muita gente usa o lugar como ponto de encontro no fim do dia. Conforme o horário vai avançando, principalmente depois das 17h, o ambiente muda bastante e começa a ficar mais cheio.
Em vez de chegar e decidir tudo rápido, aqui você pode ir com calma. Dá para sentar, pedir um spritz, observar o movimento e só depois pensar em comer algo. Isso ajuda bastante se for o seu primeiro contato com esse tipo de experiência.
Outro detalhe que faz diferença é o horário, porque ele começa cedo, ainda pela manhã, mas o momento mais interessante é mesmo no fim da tarde, quando a praça fica mais agitada.

2. Bacaro Risorto Castello
Ao caminhar em direção à área de Castello, perto do Campo San Provolo, o cenário começa a mudar.
As ruas estreitas dão espaço para o Bacaro Risorto, em que o balcão chama atenção logo na entrada, com várias opções de cicchetti expostas.
Além do mais, o movimento aumenta ao longo da tarde e segue pela noite, já que o bar funciona até mais tarde. Isso permite encaixar a visita em diferentes momentos do dia, mas o horário mais interessante continua sendo aquele período antes do jantar.

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3. Il Paradiso Perduto
Quando você chega em Cannaregio, a sensação já é outra. As ruas são mais abertas e o espaço muda, e isso aparece bem no Il Paradiso Perduto.
Diferente dos outros, ele não te força a decidir rápido. Isso se dá porque há espaço, mesas e até música ao vivo em algumas noites. Em vez de uma parada rápida, você pode acabar ficando mais tempo do que planejava.
O funcionamento é bem nesse estilo, pois ele abre no começo da tarde e segue até a noite, então encaixa tanto como parada no meio do passeio quanto como uma opção mais longa.
Mesmo com essa estrutura maior, ainda dá para usar o lugar no formato mais simples. Pedir alguns petiscos, uma bebida e seguir. A diferença é que você tem a escolha de transformar isso em algo mais demorado, se quiser.

4. Arcicchetti Bakaro
Ao retornarmos para um formato mais direto, o Arcicchetti Bakaro aparece como um daqueles lugares que rapidamente chamam atenção pela movimentação.
Ele fica perto da área de Santa Croce, em um ponto que facilita encaixar no caminho, principalmente para quem está chegando ou saindo da estação. Isso explica por que o fluxo é alto em boa parte do dia.
Lá, o destaque não está só na variedade, mas no tamanho dos cicchetti. Em comparação com outros bacari, as porções são mais generosas, o que muda a forma de pedir. Em vez de vários pequenos, às vezes dois pedidos já resolvem.
O horário também influencia bastante, tendo em vista que a tarde ele já tem movimento, mas é no fim do dia que fica mais cheio. Nesse momento, encontrar espaço pode exigir um pouco de paciência.

5. El Chioschetto
Uma vez Dorsoduro, perto do canal, aparece um tipo de lugar que muita gente passa sem perceber, mas que funciona muito bem quando você entende a proposta. O El Chioschetto é pequeno, direto e sem muita escolha complicada.
Lá o foco não está na variedade de comida, mas a ideia é pedir algo para beber, normalmente um spritz ou uma taça de vinho, e aproveitar o entorno. Como fica próximo à água, muita gente pega a bebida e fica ali por perto, sem se preocupar com mesa ou permanência longa.
Durante o dia ele passa mais despercebido, mas conforme o fim da tarde chega, começa a ganhar movimento, assim como os demais. Mas não é aquele lugar que lota de uma vez, mas você percebe aos poucos as pessoas se reunindo.

6. Terrazza Aperol
Ao se aproximar da Praça de São Marcos, o cenário muda bastante, e isso aparece claramente na Terrazza Aperol.
Lá não existe aquela dinâmica de balcão rápido, pois o espaço é organizado, com mesas e atendimento mais estruturado. A proposta é outra e você sobe, escolhe um lugar e fica por lá um tempo maior.
E claro, isso impacta diretamente na experiência. Em vez de entrar, pedir e sair, você passa a observar mais o entorno, principalmente pela vista privilegiada da praça.
O horário mais disputado é o fim da tarde, quando a luz começa a mudar e o movimento aumenta. Assim, nossa dica é chegar um pouco antes para evitar a espera.
Vale mencionar ainda que o preço acompanha a localização. Esse não é o lugar para repetir várias rodadas como em outros bacari que já falamos. Essa opção funciona melhor como uma parada pontual, mais pela vista, por exemplo.

7. Harry’s Bar
Em direção ao Grande Canal, o Harry’s Bar aparece como uma opção bem diferente dos bacari. A fama do lugar vem da história, já que ele ficou conhecido por receber nomes como o escritor Ernest Hemingway e também por ter criado o drink Bellini.
Quando você entra, a mudança é clara. O ambiente é pequeno, elegante e com serviço completo, ou seja, você se senta, é atendido na mesa e fica ali por mais tempo. Não tem aquela dinâmica de entrar, comer rápido e sair.
Os horários seguem essa proposta mais tradicional, funcionando tanto no almoço quanto no jantar. Isso já mostra que ele não faz parte do circuito típico de fim de tarde dos bacari.
Outro ponto importante é o preço, que é bem mais alto do que a média da cidade. Por isso, vale incluir no roteiro mais pela experiência e pela história do lugar, e não como uma parada habitual para comer rápido.

8. Vino Vero
Quando você volta para Cannaregio, longe do fluxo maior, o ambiente muda de novo. É lá que fica o Vino Vero, que traz uma proposta mais atual dentro da ideia dos bacari.
O destaque por lá está nos vinhos naturais, algo que nem todos os lugares trabalham. Isso já muda a escolha, pois você pode explorar sabores diferentes em vez de ficar no básico.
Além do mais, o balcão continua presente, com cicchetti disponíveis, mas o espaço é um pouco mais calmo. As pessoas chegam, pedem, conversam e permanecem um pouco mais do que em bares muito movimentados.

Vale a pena ter o Veneza City Pass?
Depois de entender como funcionam os bacari e montar esse tipo de roteiro mais solto pela cidade, surge uma dúvida comum. Faz sentido investir em algum tipo de passe turístico em Veneza?
A resposta depende muito do seu estilo e tempo disponível de viagem. O chamado Venice City Pass funciona como um pacote que já inclui várias atrações e, em alguns casos, transporte. A ideia é facilitar o planejamento e evitar comprar tudo separado ao longo dos dias.
Assim, ele pode incluir entradas para pontos importantes, como museus e igrejas, além de algumas experiências guiadas. Isso ajuda quem quer seguir um roteiro mais organizado e já deixar tudo resolvido antes da viagem.

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