Se você está planejando a sua viagem dos sonhos para Orlando, este post é fundamental. Muitas vezes, o planejamento é feito na caneta, com os valores contadinhos, mas existem gastos que estão “escondidos” e que o brasileiro não conhece. Esses custos podem te surpreender e acabar dando uma estragada na vibe da viagem.

A nossa ideia aqui é ajudar você a fugir dos gastos que dá para evitar e, para os que não dá, ensinar como se preparar e incluí-los no seu orçamento. Fica ligado, pois essas dicas vão fazer você economizar de verdade!

1. Impostos Governamentais (Sales Tax)

Os impostos sobre o consumo existem em quase todos os Estados Unidos e o valor varia de lugar para lugar. Aqui em Orlando, a taxa é de 6.5%. Em Miami é 7%, e na Califórnia gira entre 6% a 9%.

O ponto crítico aqui é que todas as compras que você fizer, seja comida no restaurante, roupas no outlet ou itens no Walmart, terão esse imposto somado no caixa. Você verá escrito na nota como “Tax”. Parece besteira, mas faça as contas: em uma compra de $1.000 no outlet, você pagará $65 apenas de imposto. São $65 que você não estava planejando gastar.

Dica extra: Agosto é um mês em que Orlando costuma fazer uma isenção desse imposto para alguns itens específicos (como notebooks e materiais escolares). Vale a pena conferir se as datas coincidem com a sua viagem!

2. A gorjeta (Tip) nos Estados Unidos

Aqui nos Estados Unidos, a gorjeta não é obrigatória por lei, mas é praticamente obrigatória na cultura. O salário do garçom é composto em cerca de 70% pelas gorjetas, por isso eles trabalham por elas. Para um americano, não dar gorjeta é entendido como uma ofensa grave.

Como funciona o pagamento:

  1. Você pede a conta (check).
  2. O garçom leva seu cartão e volta com a notinha já passada.
  3. Depois disso, você seleciona quanto quer dar de Tip.
  4. Cuidado: Guarde o cartão antes de assinar a tip! Muita gente esquece o cartão na mesa por causa da pressa em assinar.

Os valores sugeridos geralmente são:

  • 18%: Se o serviço foi OK.
  • 20%: Se foi bom ou muito bom.
  • 22%: Se foi excepcional.

Se você der apenas 10%, eles entenderão que você odiou o serviço. Lembre-se: estamos em outro país e é importante respeitar a cultura local. No final, um prato que custa $10 vira quase $13 ou $14 quando você soma o imposto e os 20% do garçom. Em uma família grande, isso faz muita diferença.

Gorjeta em Orlando

3. Taxas de hotel: Resort Fee e estacionamento

Muitos hotéis em Orlando cobram taxas extras que podem dobrar o valor da sua estadia se você não tomar cuidado.

  • Resort Fee: Cobrada para o uso de amenidades (academia, piscina, Wi-Fi). É obrigatória, mesmo que você não use nada. Varia de $15 a $45 por dia, por quarto.
  • Estacionamento do hotel: Pode custar de $10 a $35 por dia.

Exemplo prático: Se você reserva um hotel econômico por $80 a diária, mas ele cobra $30 de Resort Fee e $20 de estacionamento, você está pagando $130 por dia, mas o susto só vem no checkout.

Dica de especialista: Nós sempre recomendamos hotéis que não cobram essas taxas. A rede Rosen Inn, por exemplo, é muito famosa por ser barata e bem localizada. Porém, atenção: algumas unidades agora cobram $10 de estacionamento por dia (limitado a um teto de $50 por estadia). Sempre pesquise no Google: “Hotel [Nome] has resort fee?”.

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4. Hotéis de complexo (Disney e Universal)

Os hotéis dentro dos complexos também têm suas particularidades. Os da Universal cobram estacionamento (cerca de $20 por dia), mas os da Disney não cobram. Ambos não cobram Resort Fee.

A grande vantagem aqui é o transporte gratuito para os parques. Muitas vezes, o valor que você gastaria alugando um carro, pagando gasolina e o estacionamento dos parques (que custa em média $30 por dia) acaba pagando a diferença de uma diária em um hotel de complexo. Coloque tudo na balança! Você ganha tempo, entra mais cedo nos parques e vive uma experiência temática incrível.

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5. IOF e câmbio: O leão das compras internacionais

O quinto gasto oculto que todo mundo sabe, mas acaba esquecendo de calcular, é o IOF. Atualmente, tanto no cartão de crédito quanto nas contas globais, a taxa é de 3.5%.

Como se planejar:

Não tem como fugir desse custo governamental. Minha recomendação é sempre arredondar a conversão para cima. Se o dólar está R$ 5,35, faça a conta por R$ 6,00. Por quê? Porque nesses R$ 0,65 extras você já embutiu mentalmente o imposto (6.5%) e o IOF (3.5%). Fica muito mais fácil controlar o gasto: viu algo de 100? Custou 600. É melhor sobrar dinheiro no fim da viagem do que faltar.

Contas globais digitais

Elas continuam sendo a melhor opção por dois motivos:

  1. Dólar comercial: Elas utilizam o câmbio comercial, que é bem mais barato que o dólar turismo usado em cartões de crédito e casas de câmbio.
  2. Spread Menor: A taxa de serviço delas é muito mais justa.

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Espero que esse guia tenha ajudado a clarear sua viagem para dezembro! Para acompanhar o dia a dia de Orlando, promoções em tempo real e dicas exclusivas, siga a gente no Instagram. Se tiver qualquer dúvida, mande um direct por lá que respondemos bem rápido!

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