Empire State Building em Nova York

Chegar em Midtown Manhattan e ver o Empire State Building recortando o céu é uma daquelas cenas que a gente reconhece na hora, mesmo sem nunca ter pisado em Nova York. O prédio aparece em tanto filme e foto que parece familiar antes mesmo da visita. E sim: subir lá em cima continua sendo um dos passeios mais clássicos da cidade.

Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu não foi nem a altura, foi perceber que hoje a visita virou uma experiência completa: tem museu imersivo nos andares de baixo, dois observatórios diferentes e elevador de vidro. Não é mais "só subir e ver a vista".

Neste guia a gente reuniu tudo o que você precisa saber pra aproveitar de verdade: ingressos, melhores horários, diferença entre o 86º e o 102º andar, como chegar e os erros que a maioria dos turistas comete. E não esquece: aqui no nosso guia completo de Nova York a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

Um pouco da história do Empire State Building

O Empire State Building foi inaugurado em 1931, com 102 andares e estilo Art Déco, projeto do escritório Shreve, Lamb & Harmon. O que impressiona é a velocidade da obra: a construção começou em março de 1930 e ficou pronta em pouco mais de um ano — recorde absoluto pra época.

Ele foi o prédio mais alto do mundo até 1970, quando o World Trade Center foi concluído. Mesmo perdendo esse posto, segue sendo um dos arranha-céus mais altos e reconhecidos do planeta. Tem cerca de 381 metros até o telhado e chega a uns 443 metros incluindo a antena.

Tem uma curiosidade que poucos sabem: como foi erguido em plena Grande Depressão e ficou com muitos andares vazios nos primeiros anos, o prédio ganhou o apelido irônico de "Empty State Building". E ele virou símbolo de otimismo justamente naquele período difícil — além de ter virado cenário de clássicos do cinema, como King Kong e Sintonia de Amor.

Como é a visita hoje: observatórios e museu

O passeio gira em torno de três coisas: os observatórios, o museu imersivo e algumas experiências especiais. O prédio passou por uma grande reformulação ao longo da década de 2010 e início dos anos 2020, com nova entrada dedicada pra turistas, elevadores modernizados e galerias novas.

Observatório do 86º andar (Main Deck)

É o deck principal e o preferido da maioria. Fica a céu aberto, com área externa em 360°, vistas abertas e grades. Dá pra ver o Central Park, Midtown, Downtown, Brooklyn, Queens, o Hudson e o East River. É o ponto da foto clássica do Empire e aquele que aparece nos filmes.

Vista do Empire State Building em Nova York

Observatório do 102º andar (Top Deck)

Fica ainda mais alto, também com vista 360°, mas fechado por vidro. A subida até lá é feita num elevador de vidro moderno, que por si só já é parte da experiência. Os ingressos que incluem o 102º andar são mais caros, mas dão aquela sensação de estar no topo do mundo.

Museu imersivo

Antes de chegar ao observatório, você passa pelas galerias do museu, instaladas nos andares inferiores. Tem exposições sobre a construção do prédio, a engenharia por trás da obra, o papel dele na cultura pop e no cinema, além de fotos icônicas. Vale reservar um tempo pra curtir, porque é bem feito.

Onde comprar ingressos bem mais baratos

A maioria dos passeios de Nova York é paga, mas dá pra economizar bastante comprando do jeito certo. Pra ingressos, museus, Broadway e os combos da cidade, a gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens. É o maior do mundo em venda de ingressos e a gente economiza muito em todos os passeios.

Por lá você acha desde ingressos avulsos até combos como o New York CityPASS e o New York Explorer Pass. Com esses passes dá pra visitar várias atrações da cidade pagando bem menos do que comprando tudo separado — em alguns casos a economia chega a 42%.

Uma vantagem grande pra quem é do Brasil: comprar online e com antecedência ajuda a garantir o horário que você quer (o pôr do sol esgota rápido) e ainda evita pegar fila no dia. Entra no site, compara as opções e escolhe a que faz mais sentido pro seu roteiro.

Horários de funcionamento

O Empire State costuma abrir pela manhã e fechar por volta da meia-noite, com a última entrada cerca de 1 hora antes do fechamento. Mas os horários mudam conforme a época do ano — no verão americano ele costuma abrir mais cedo e ficar aberto até a meia-noite; no outono e inverno, em alguns períodos abre mais tarde e fecha por volta das 22h ou 23h.

  • Endereço: 20 W 34th St., New York, NY 10001 (entre a 33rd e a 34th Street, em Midtown).
  • Funcionamento: todos os dias, em geral das 9h à meia-noite (confirme as faixas de data no site oficial pouco antes da viagem).
Empire State Building em Nova York

Quanto custam os ingressos

Os valores variam por idade e tipo de ingresso, mas, em linhas gerais, dá pra ter uma ideia:

  • Ingresso padrão (86º andar): costuma ficar em torno de US$ 45 a 55 pra adultos, menos pra crianças.
  • 86º + 102º andar: costuma sair na faixa de US$ 75 a 90 por adulto, dependendo do horário e da disponibilidade.
  • Ingressos express (fila menor): podem passar bem dos US$ 100.
  • Pacotes especiais (nascer do sol, datas sazonais): tendem a ter tarifa premium.

Vale lembrar que na compra você precisa reservar um horário específico — isso ajuda a controlar o fluxo e evitar superlotação. Comprar com antecedência pela internet, em reais via agências online, ajuda a parcelar no cartão e diluir o peso do câmbio.

Melhores horários e épocas para visitar

A escolha do horário muda totalmente a experiência. A gente errou uma vez tentando subir no meio da tarde de um dia de alta temporada e a fila estava enorme — desde então a gente foge dos horários de pico.

  • Cedo da manhã (na abertura): menos fila, menos gente e uma luz mais suave pra fotografar Manhattan.
  • Fim de tarde + pôr do sol: o mais disputado e visualmente o mais impactante — você vê a cidade de dia, o pôr do sol e depois iluminada. O ingresso desse horário esgota primeiro.
  • Noite (depois das 21h): menos turistas, fila menor e a vista da cidade toda iluminada.

Sobre a época do ano: primavera (abril a junho) e outono (setembro a outubro) costumam ter clima agradável e céu mais limpo. O verão tem dias longos e céu azul, mas mais calor e lotação. No inverno o deck externo fica gelado e pode ter neblina atrapalhando a vista — em compensação, é quando a cidade está decorada pro Natal.

Como chegar

O Empire State é super central e bem servido de transporte público — não precisa de carro pra chegar lá:

  • Metrô: estação 34 St – Herald Square (linhas N, Q, R, W, B, D, F, M) a poucos minutos a pé; a 33 St (linha 6) também fica perto; e a Penn Station (A, C, E e trens regionais) a uns 10 minutos de caminhada.
  • Ônibus (MTA): várias linhas sobem e descem a Fifth Avenue e a 34th Street.
  • A pé: dá pra encaixar a visita num dia de Midtown, combinando com Times Square, Bryant Park, Biblioteca Pública, a Macy's e o Madison Square Garden.

Pra quem está hospedado em Midtown, muitas vezes dá pra ir caminhando — bem mais agradável do que encarar táxi ou Uber em rua cheia.

Empire State Building Observatory

Onde comer perto do Empire State

O próprio prédio tem lojas, cafés e serviços nos andares inferiores, com opções rápidas pra um lanche antes ou depois da visita. Na região, em torno da 34th Street e Herald Square, você acha a Macy's, redes de fast-food e vários restaurantes de cozinha americana, asiática e italiana.

Não é a área mais badalada de alta gastronomia, mas é perfeita pra uma refeição rápida entre passeios. Uma combinação que funciona bem: brunch em Midtown e depois subir cedo, ou jantar na região e subir à noite pra ver a cidade iluminada.

Seguro viagem e chip pra Nova York

Dois itens que a gente nunca dispensa numa viagem aos EUA são o seguro viagem e o chip de celular. O atendimento médico por lá é caríssimo, então o seguro é mais proteção financeira do que luxo — um imprevisto sem cobertura pode custar uma fortuna em dólar. A gente compara as opções e contrata por esse comparador de seguros, que já vem com desconto exclusivo.

Pra internet, a gente garante o chip de viagem que a gente usa ainda no Brasil — chega lá já conectado, sem precisar caçar wi-fi. Mais fácil e mais barato do que ativar roaming.

Erros comuns que dá pra evitar

  • Deixar pra comprar ingresso em cima da hora: o horário do pôr do sol esgota e você pode acabar pagando mais caro ou ficando sem.
  • Não checar o clima: subir em dia de neblina ou chuva forte faz você praticamente não ver nada — e desperdiçar um ingresso caro.
  • Confundir o Empire com o Top of the Rock, o Edge ou o One World: de dentro do Empire você não vê o próprio prédio. Pra aquela foto clássica dele no skyline, o ideal é subir em outro observatório.
  • Ir só de dia ou só de noite: quem curte foto costuma se arrepender de não ter pego a transição da luz (do fim da tarde pro começo da noite).
  • Esquecer do vento e do frio: mesmo no verão, lá em cima a sensação térmica cai — leve um casaco.
  • Subestimar o tempo: entre museu, filas e elevadores, é comum gastar de 1h30 a 2h no processo todo.

Pra aproveitar bem os passeios e não perder tempo no transporte, ficar bem localizado faz TODA a diferença em Nova York — você economiza horas e ainda fica perto das principais atrações. Olha aqui a melhor região pra se hospedar:

Onde ficamos em Nova York (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A melhor região para os turistas é Manhattan, no coração de Nova York. Lá, estão os principais centros turísticos, culturais, comerciais e financeiros, tanto da cidade quanto do mundo.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre o Empire State Building

Qual a diferença entre o 86º e o 102º andar?

O 86º andar (Main Deck) é o observatório principal, com área externa a céu aberto e vista 360°. O 102º andar (Top Deck) fica mais alto, é fechado por vidro e tem acesso por um elevador de vidro. O ingresso que inclui o 102º é mais caro.

Quanto custa o ingresso do Empire State Building?

O ingresso padrão pro 86º andar costuma ficar em torno de US$ 45 a 55 por adulto. A combinação 86º + 102º andar costuma sair na faixa de US$ 75 a 90. Os valores mudam conforme idade, horário e tipo de experiência.

Precisa comprar ingresso com antecedência?

Sim, é bem recomendado. Na compra você reserva um horário específico, e os horários mais disputados (como o do pôr do sol) esgotam rápido. Comprar online com antecedência garante o horário e evita fila no dia.

Qual o melhor horário para visitar o Empire State?

Pra fugir das multidões, vá logo na abertura ou depois das 22h. Pra vista mais impactante, o fim de tarde com o pôr do sol é imbatível — mas é o horário mais concorrido, então chegue com antecedência.

Quanto tempo leva a visita?

Entre o museu nos andares de baixo, as filas e os elevadores, é comum gastar de 1h30 a 2h no processo todo. Vale reservar esse tempo no roteiro pra não ficar correndo.

Vale a pena alugar carro pra visitar o Empire State?

Não. O Empire fica em Midtown Manhattan, super bem servido de metrô e ônibus, e o estacionamento na região é caríssimo. O melhor é ir de transporte público ou a pé se você estiver hospedado por perto.

Economize ao máximo na sua viagem a Nova York

O Empire State Building continua valendo cada minuto da visita — e com um bom planejamento de ingresso e horário, a experiência rende muito mais. A gente sempre recomenda escolher o horário com calma e subir num dia de céu limpo: a Nova York lá de cima é exatamente o que você imaginava nos filmes, só que de verdade.