
Se a gente vai passar uns dias nas Dolomitas, uma dúvida clássica aparece: dá pra encaixar cidades italianas famosas no meio do roteiro de montanha? Dá sim, e melhor do que a maioria imagina. A região tá cravada no norte da Itália, cercada de cidades históricas a 1-3 horas de distância, o que abre muitas possibilidades de bate e volta.
A gente já fez esse mix várias vezes e é uma das combinações mais gostosas de viagem: um dia de trilha e lago nas montanhas, no dia seguinte um passeio por Verona ou Veneza. Choque cultural bom, porque nas Dolomitas a arquitetura e a comida têm cara meio austríaca, e depois você desce pra uma cidade italiana clássica.
Neste guia a gente reuniu 8 cidades vizinhas que valem o bate e volta saindo das Dolomitas, com distância real, o que fazer, faixa de preço e o erro que a maioria comete tentando encaixar demais no mesmo dia. E não esquece: aqui no nosso guia completo das Dolomitas a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Como planejar o bate e volta a partir das Dolomitas
Antes de sair listando cidade, vale entender a lógica. As Dolomitas não são uma cidade — é uma região de montanhas com várias vilas. As melhores bases pra fazer bate e volta são Cortina d’Ampezzo, Ortisei (Val Gardena), Bolzano e Trento. Ficar em vilarejo muito isolado sem carro complica muito qualquer deslocamento pra cidade grande.
A forma mais flexível de fazer esses passeios é de carro. As autoestradas A22 e A27 e rodovias como a SS51 ligam a região a cidades como Veneza, Verona e Bolonha em algumas horas. E como todo mundo que vai pras Dolomitas acaba alugando carro pra explorar os lagos, mirantes e trilhas mesmo, o mesmo carro serve pros bate e voltas.
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Ingressos: Maior inventário + melhor preço + sem IOF e taxas = 16%
Seguro Viagem: Comparador + 16 empresas + cupom 18% = 42%
Chip: Melhor sinal + sem IOF e taxas = 12%
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A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores bem mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras. Nas estradas de montanha das Dolomitas isso vale ouro.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
1. Verona
Verona é o bate e volta mais óbvio pra quem tá com base no sul das Dolomitas, tipo Bolzano ou Trento. Fica a cerca de 2 horas de carro, com trens frequentes ligando as cidades. É aquela clássica cidade italiana de centro histórico compacto, perfeita pra ver em um dia.
O que fazer: Casa di Giulietta (com o pátio e a varanda que remetem a Romeu e Julieta), Arena de Verona (anfiteatro romano ainda usado pra apresentações) e a Piazza delle Erbe com mercado e ruas ao redor. Dá pra fazer tudo caminhando.

Dica prática: estacionar no centro é pago, algo em torno de 1-3€ por hora. Se for de carro, vale usar um estacionamento nas bordas do centro e ir a pé. E se quiser entrar na Arena ou na Casa di Giulietta, compre ingresso com antecedência pra não perder tempo em fila.
2. Trento
Trento é a cidade grande mais perto das Dolomitas — fica a 1 hora de carro de várias bases da região. É perfeita pra um dia de “pausa” das trilhas, especialmente se pegar um dia chuvoso na montanha.
A cidade mistura cultura italiana com influência austríaca (o Trentino ficou sob o Império Austro-Húngaro até o começo do século XX), e isso aparece na arquitetura e na comida. O Castello del Buonconsiglio é o principal cartão-postal, junto com o Duomo di Trento e o centro histórico bem preservado, cheio de cafés e lojinhas.

Por ser menos turística que Veneza ou Verona, os restaurantes ficam um pouco mais em conta — algo tipo 15-25€ por uma refeição simples. Também é ótima cidade pra pegar ou devolver carro alugado antes de seguir de trem pra outros lugares da Itália.
3. Veneza
Veneza tá a cerca de 2h a 2h30 de carro das Dolomitas, dependendo da base. É viável fazer bate e volta, sim — a gente já fez —, mas é um dia bem cheio. Se puder, dá pra fazer com pernoite pra render mais.
O que ver em um dia: Praça de São Marcos, Basílica de São Marcos, Palácio Ducal, uma volta de vaporetto (o barco público) pelo Grande Canal e se perder pelas ruelas menos óbvias, longe das multidões. A gôndola é bonita mas caríssima — o vaporetto entrega vista incrível por muito menos.

Dica de quem já errou: Veneza é cara e o dia rende pouco se você tentar encaixar outra cidade junto. Dedica o dia todo a ela. E não tenta entrar dirigindo na ilha — estacione em Mestre (do lado de fora) e vá de trem pra Veneza, sai bem mais barato do que os estacionamentos da ilha, que são absurdos.
4. Bolonha
Bolonha fica a cerca de 2h30 de carro das Dolomitas e é conhecida como a “Cidade Vermelha” pelos tons dos prédios e telhados. É a capital da gastronomia italiana — se você gosta de comer, é passeio obrigatório.
As Torres de Bolonha, a Piazza Maggiore, a Basílica de San Petronio e as arcadas cobertas (a cidade tem quilômetros delas) são o roteiro básico. Mas o ponto forte mesmo é sentar numa trattoria tradicional e provar as massas frescas, tagliatelle al ragù (o “molho à bolonhesa” de verdade), tortellini in brodo e mortadela local.

Refeição em trattoria fica em torno de 20-35€ por pessoa. Combina bem com pernoite anterior em Trento ou Verona, encurtando o deslocamento.
Onde ficamos em Dolomitas (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Nas Dolomitas, as duas regiões mais populares para os turistas são Cortina d’Ampezzo e Val Gardena. Cortina d’Ampezzo é a mais famosa, ideal para quem busca uma experiência de luxo, com ótimos hotéis, restaurantes e acesso a várias atividades ao ar livre, como esqui e caminhadas. Já Val Gardena é uma excelente opção para quem busca preços mais acessíveis, mas sem perder a beleza natural da região.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
5. Pádua
Pádua está a cerca de 2 horas de viagem das Dolomitas e é fácil de combinar com Veneza — ficam bem pertinho uma da outra. É uma cidade universitária e religiosa, com um clima bem menos caótico que a vizinha famosa.
A principal atração é a Basílica de Santo Antônio de Pádua, um dos santuários mais importantes da Itália e ponto de peregrinação. Também vale conhecer o Jardim Botânico (o mais antigo do mundo, fundado em 1545 e Patrimônio da UNESCO) e a Prato della Valle, uma das maiores praças da Europa.

Boa opção pra quem quer o clima italiano clássico sem as multidões de Veneza.
6. Vicenza
Vicenza fica a cerca de 2 horas das Dolomitas e é destino certeiro pra quem curte arquitetura. A cidade é a terra do Andrea Palladio, um dos arquitetos mais influentes do Renascimento, e todo o centro histórico é Patrimônio da UNESCO por causa das obras dele.
O que ver: a Basílica Palladiana, o Teatro Olímpico (o teatro coberto mais antigo do mundo ainda em funcionamento) e as villas palladianas nos arredores. É uma cidade tranquila, sem multidão, e o centro é super caminhável.

7. Rovereto
Rovereto tá a cerca de 1 hora das Dolomitas — é o bate e volta mais curto da lista, ótimo pra um passeio de meio dia. É uma cidade histórica com forte ligação com a Primeira Guerra Mundial, terreno de batalhas no front italiano.
O principal atrativo é o Museu Histórico Italiano da Guerra, instalado num castelo medieval. Também vale o MART (Museu de Arte Moderna e Contemporânea), um dos museus de arte moderna mais importantes da Itália. Como a cidade é pequena, dá pra explorar o centro histórico com tranquilidade em uma manhã.

Como fica tão pertinho, dá pra combinar Rovereto de manhã com trilha nas Dolomitas à tarde, ou vice-versa. É um dos poucos casos em que combinar duas coisas no mesmo dia funciona bem.
8. Mantova (Mantua)
Mantova fica a cerca de 2h30 de viagem das Dolomitas e é destino um pouco menos óbvio — o que é ótimo, porque tem muito menos brasileiro por lá. A cidade é Patrimônio Mundial da UNESCO pela arquitetura renascentista e é cercada por três lagos artificiais, o que dá um cenário único.
O Palácio Ducal é imperdível — abriga uma coleção enorme de obras de arte, incluindo afrescos do Mantegna. A Piazza delle Erbe e as ruas do centro histórico têm aquele charme italiano de cidade menor, sem turista demais.

Como a viagem é longa, começa cedo e dedica o dia todo pra ela.
Erros comuns de brasileiros nesses bate e voltas
- Tentar encaixar duas cidades grandes num dia: a gente já tentou fazer Veneza + Pádua no mesmo bate e volta e virou correria. O ideal é uma cidade por dia (Rovereto é a única exceção porque é muito perto).
- Subestimar as estradas de montanha: descer das Dolomitas até a planície leva tempo. Somando trânsito e paradas panorâmicas (porque vai ter), calcule sempre 30% a mais do que o Google Maps diz.
- Ir no inverno sem checar estradas: em dezembro-fevereiro pode ter neve fechando trechos. Confira a previsão e leve corrente pra pneu se for de carro.
- Ficar em vilarejo isolado sem carro: se você não tem carro, escolha base bem conectada por trem, tipo Bolzano ou Trento. Do contrário, os bate e voltas viram um sufoco de baldeações.
Melhor época pra combinar Dolomitas com cidades vizinhas
Primavera (maio-junho) e outono (setembro-outubro) são as melhores janelas. Nas montanhas o clima ameniza, as trilhas ficam abertas, e nas cidades italianas o calor não tá insuportável (Veneza em agosto é sofrível).
Julho e agosto rendem trilhas incríveis nas Dolomitas, mas Veneza e Verona ficam superlotadas e caras. No inverno, as Dolomitas viram paraíso de esqui, mas dirigir pra cidades vizinhas exige atenção com neve nas estradas.
Se der pra escolher, a gente sempre recomenda ir em setembro: menos gente, tempo bom, preços melhores nas cidades e a virada de cor das folhas nas Dolomitas é um espetáculo à parte.
Onde comprar ingressos das atrações italianas
Pras cidades vizinhas (principalmente Veneza, Verona, Pádua, Vicenza e Bolonha), vale reservar ingresso das atrações principais e passeios com antecedência. Fila na alta temporada em coisas tipo Palácio Ducal, Arena de Verona ou Basílica de Santo Antônio come o dia inteiro do bate e volta.
Um site que a gente sempre usa em todas as viagens é esse aqui. É um dos maiores do mundo, tem os ingressos e passeios de todas essas cidades da lista e já vem com pagamento em reais, sem IOF, e pode parcelar. Outras vantagens:
- Free tours: passeios gratuitos em várias cidades, só paga gorjeta pro guia no final.
- Cancelamento gratuito: dá pra cancelar sem custo se mudar o plano.
- Transfer: se chegar por Veneza ou Verona, dá pra reservar transfer do aeroporto e chegar tranquilo, sem cair em golpe de táxi.
- Atendimento em português: suporte 24h em português.
Seguro viagem e chip pra Itália
Seguro viagem pra Itália (obrigatório)
Pra Itália, que faz parte do Espaço Schengen, o seguro viagem é obrigatório por lei, com cobertura mínima de 30 mil euros. Sem apresentar o seguro, você pode até ter problema na imigração.
A gente sempre contrata por esse comparador de seguros. Ele compara todas as principais seguradoras do mercado, mostra o preço e a cobertura lado a lado, e já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas. Pagamento em reais e parcelamento no cartão.
Fora que na montanha, com trilhas e possibilidade de escorregão, é o tipo de gasto que a gente não abre mão.
Chip de celular pra Itália
Pra internet no celular durante toda a viagem, sem depender de wi-fi de hotel ou café, a gente usa esse chip de viagem. Você compra no Brasil, recebe em casa e chega na Itália já com internet funcionando — não precisa correr atrás de chip local no aeroporto.
Pra bate e volta é ainda mais útil, porque você fica dependendo de Google Maps, tradutor e reserva de restaurante o tempo todo.
Perguntas frequentes sobre bate e volta saindo das Dolomitas
Dá pra fazer bate e volta pra Veneza saindo das Dolomitas?
Dá sim. A viagem leva de 2h a 2h30 dependendo da base (Cortina, Bolzano ou Trento), então é um dia cheio mas viável. Recomendamos sair cedo, dedicar o dia todo a Veneza e voltar à noite. Não tente encaixar outra cidade junto.
Qual é a melhor base nas Dolomitas pra fazer bate e volta?
Depende das cidades que você quer visitar. Bolzano e Trento são as bases mais conectadas (trem direto pra Verona, Milão e Veneza). Cortina d’Ampezzo é ótima pra Veneza e Bolonha. Ortisei (Val Gardena) fica mais no meio do caminho.
Precisa alugar carro pra fazer os bate e voltas?
Não é obrigatório — cidades como Verona, Trento, Veneza e Bolonha têm trem — mas o carro dá muito mais flexibilidade, especialmente pra combinar cidade com trilhas e lagos nas Dolomitas. A gente sempre recomenda alugar carro pra essa região.
Quantos dias são necessários pra Dolomitas + cidades vizinhas?
O ideal são 7 a 10 dias: 4-5 dias focados nas Dolomitas (trilhas, lagos, mirantes) e 3-5 dias pra encaixar 2-3 bate e voltas nas cidades vizinhas. Menos que isso vira correria e você não aproveita direito nenhum dos dois lados.
Qual é a cidade vizinha mais próxima das Dolomitas?
Rovereto e Trento, as duas a cerca de 1 hora de carro dependendo da base. São perfeitas pra bate e volta de meio dia ou pra combinar com trilha no mesmo dia.
Vale a pena visitar as Dolomitas no inverno?
Vale muito pra quem gosta de esqui e neve — Cortina, Val Gardena e várias outras vilas viram estações de esqui de primeira linha. Pra bate e volta em cidades vizinhas, tem que checar estradas (neve pode fechar trechos) e horários reduzidos das atrações de montanha.
Estradas das Dolomitas são difíceis pra dirigir?
Têm curvas e subidas, mas são bem sinalizadas e mantidas. O maior desafio é o inverno, quando pode ter neve. No verão, dirigir por lá é uma delícia — as estradas panorâmicas tipo a Grande Estrada das Dolomitas são um passeio por si só.
Economize ao máximo na sua viagem à Itália:
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Dá uma olhada na nossa matéria de como viajar barato para a Itália, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Itália da forma mais barata e segura.
- Carro: pra explorar Dolomitas e cidades vizinhas, o carro faz toda diferença. Não deixe de ler como alugar um carro na Itália pelo menor preço.
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- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Roma pra saber a melhor localização e economizar no hotel.
- Seguro viagem: atendimento médico no exterior sai caro, e pra Schengen o seguro é obrigatório. Veja aqui como conseguir o melhor e mais barato.
- Transfer: precisa ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
Combinar Dolomitas com essas cidades vizinhas é uma das viagens mais completas que dá pra fazer na Itália: paisagem de tirar o queixo de dia e cidade italiana clássica no outro. A gente já fez em várias combinações diferentes e nunca decepciona. Só não caia na tentação de tentar ver tudo — escolhe 2 ou 3 cidades pra encaixar, aproveita cada uma com calma e deixa o resto pra próxima viagem. Boa viagem!
