
Se você tá planejando uma viagem pras Dolomitas, prepara o coração: a gente considera essa uma das regiões mais espetaculares dos Alpes italianos e, sinceramente, uma das paisagens mais impressionantes que a gente já viu na vida. Picos rochosos afiados, lagos de cor irreal, vales verdes, vilarejos de casinha de madeira e uma cultura que mistura Itália com Áustria — tudo junto, num pedaço só de mundo.
Nessa matéria a gente reuniu 15 passeios e pontos turísticos que valem MUITO a pena, com dicas práticas de quem já foi: melhor época pra visitar cada lugar, quanto tempo dedicar, faixas de preço, erros que brasileiro comete por lá e como se organizar pra não perder passeio ou pagar caro à toa.
E não esquece: aqui no nosso guia completo das Dolomitas a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, carro, seguro, comida, chip e ingressos. Vale a leitura antes de fechar qualquer coisa.
1. Lago di Braies (Pragser Wildsee)
Esse é O cartão-postal das Dolomitas, aquele lago verde-turquesa cercado de montanhas com uma casinha de madeira e barquinhos que você já viu mil vezes no Instagram. E olha, na vida real é ainda mais bonito do que nas fotos — mas exige estratégia pra aproveitar.
A trilha em volta do lago é levinha (dá pra fazer em 1h30 a 2h) e o passeio de barco a remo é imperdível: sai a partir de € 15 o compartilhado e chega a uns € 55 o privativo. A gente pegou o barquinho e vale MUITO a pena — foto de outro nível.
A dica de ouro: chega antes das 9h. Na alta temporada (julho a setembro) o acesso de carro é controlado, e é obrigatório reservar estacionamento com antecedência. Quem aparece de meio-dia sem reserva volta pra casa sem ver o lago — a gente já viu acontecer.

2. Montanha Seceda
Se tem uma vista que resume as Dolomitas, é a Seceda: aquelas cristas de rocha inclinadas apontando pro céu, com campos verdes na base. Um dos mirantes mais icônicos dos Alpes, sem exagero.
O acesso é de teleférico partindo de Ortisei (ida e volta em torno de € 30 por adulto). Lá em cima tem trilhas de vários níveis, refúgios pra almoçar (prato a partir de € 15) e pontos de fotografia clássicos. Reserve pelo menos meio dia pra Seceda — a gente ficou horas lá e ainda queria mais.

3. Tre Cime di Lavaredo
As três torres gigantes de rocha são o outro grande símbolo das Dolomitas. A trilha clássica dá a volta completa nas Tre Cime — cerca de 10 km, nível moderado, 3 a 4 horas de caminhada. Passa por quatro refúgios no meio do caminho, então dá pra parar pra comer e descansar.
Pra subir de carro até o Rifugio Auronzo (início da trilha) você paga um pedágio de estrada privada em torno de € 40 por carro — e precisa reservar com antecedência na alta temporada. Vá bem cedo (o estacionamento lota) e leva calçado de trilha decente, tênis liso de cidade não rola.
É pesado o suficiente pra ocupar um dia inteiro, mas dá pra combinar com Lago Misurina e Cadini di Misurina no mesmo dia se você tiver pique.

Ingressos e passeios nas Dolomitas: como economizar
Antes de continuar a lista, um alerta importante: quase tudo nas Dolomitas (teleféricos, pedágios de estradas cênicas, aluguel de barco no Braies, tours guiados) tem que ser reservado com antecedência. Comprando na hora, além de sair mais caro, muita coisa esgota — principalmente entre julho e setembro.
A gente sempre usa esse site aqui pra comprar tours, ingressos e transfers na região. Ele é um dos maiores do mundo, tem catálogo enorme das Dolomitas e a maior vantagem é o pagamento em reais — sem IOF de compra internacional e com opção de parcelar. Tem cancelamento gratuito também, então se der problema com clima (o que acontece bastante em montanha), você não perde o dinheiro.
Outra vantagem: atendimento em português 24h. Se rolar algum imprevisto no meio da viagem, você resolve no WhatsApp em vez de brigar com atendente estrangeiro.
4. Val di Funes e a Igreja de Santa Maddalena
Aquele vale com pastagens verdes e uma igrejinha branca com as Dolomitas ao fundo? É Val di Funes, com a famosa Igreja de Santa Maddalena. O melhor mirante fica numa estradinha chamada Magdalenaweg — o esquema é estacionar no centro do vilarejo e caminhar uns 20 a 30 minutos até o ponto de observação.
Nossa dica: vá pro fim de tarde. A luz dourada bate nos picos e o pôr do sol ali é uma das cenas mais bonitas da viagem. Combina bem com um jantar no vilarejo depois.

5. Lago di Carezza (Karersee)
Também chamado de Lago Arco-Íris pelas cores que a água reflete, o Carezza é pequenininho mas tem uma cor esmeralda absurda. Fica pertinho da estrada entre Bolzano e as Dolomitas, então é uma parada perfeita pra quem tá indo ou voltando.
Não precisa muito tempo aqui — 1 a 2 horas dá conta, incluindo caminhada nas passarelas e mirantes. Estacionamento sai algo entre € 5 e € 10, dependendo da época. Ótimo pra encaixar num deslocamento entre bases.

6. Alpe di Siusi (Seiser Alm)
Esse aqui é um pouco menos famoso entre brasileiros, mas é o maior planalto alpino da Europa. Imagina um campo verde imenso com chalés de madeira e picos das Dolomitas ao redor — parece cenário de filme da Disney.
O acesso principal é pelo Seiser Alm Bahn (teleférico saindo de Siusi, ida e volta a partir de € 28,50) ou pelo teleférico de Ortisei (Mont Sëuc). Na alta temporada, o acesso de carro no planalto é controlado — teleférico é o caminho. Lá em cima dá pra fazer caminhadas leves, piqueniques ou até alugar bicicleta. Perfeito pra dia mais tranquilo, sem trilha pesada.
7. Cortina d’Ampezzo
Considerada a “capital” das Dolomitas na parte do Vêneto, Cortina é aquela cidade charmosa e chique, com lojas de grife, restaurantes bons e infraestrutura completa. É excelente base pra visitar Lago di Braies, Tre Cime, Misurina, Passo di Giau, Lago di Sorapis — tudo relativamente perto.
Um aviso: hospedagem em Cortina é cara. A gente sempre indica ficar em cidades menores ao redor pra economizar bem no hotel sem perder acesso aos passeios. Vamos falar mais disso já já.
No inverno, Cortina vira mecca do esqui e snowboard — pistas ótimas, aluguel de equipamento fácil e escolas com instrutor. No verão, é ciclismo, escalada e trilha.

8. Passo Gardena
Um dos passos de montanha mais bonitos das Dolomitas, o Passo Gardena liga Val Gardena a Alta Badia por uma estrada cênica cheia de curvas e mirantes. Muita gente encaixa ele no deslocamento entre Ortisei e Cortina — e a gente recomenda mesmo.
É uma parada rápida de fotos e contemplação. Se você curte pedalar, é um dos passos favoritos dos ciclistas europeus (mas exige perna, é subida séria).

Onde ficamos em Dolomitas (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Nas Dolomitas, as duas regiões mais populares para os turistas são Cortina d’Ampezzo e Val Gardena. Cortina d’Ampezzo é a mais famosa, ideal para quem busca uma experiência de luxo, com ótimos hotéis, restaurantes e acesso a várias atividades ao ar livre, como esqui e caminhadas. Já Val Gardena é uma excelente opção para quem busca preços mais acessíveis, mas sem perder a beleza natural da região.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
9. Monte Lagazuoi
Esse aqui é pra quem gosta de misturar natureza com história. O Monte Lagazuoi tem túneis escavados na rocha usados na Primeira Guerra Mundial — dá pra visitar as passagens históricas com painéis explicando a estratégia militar da época. Impressionante.
Sobe de teleférico e, no topo, tem trilhas com vistas panorâmicas absurdas. Combina bem com Passo Falzarego, que fica ali do lado. Perfeito pra um dia inteiro se você curte esse mix de paisagem e cultura.

10. Passo di Giau
Se tem um passo pra ver o pôr do sol, é o Giau. Fica pertinho de Cortina e é considerado por muita gente (a gente inclusive) o mirante mais dramático da região — picos rasgando o céu por todos os lados.
Sugestão: chegue umas 2 horas antes do pôr do sol num dia de céu limpo e leva casaco. Mesmo no verão, faz frio ali no alto, e o vento não perdoa. Vista de tirar o… a gente ia falar clichê, então vamos direto: você vai lembrar dessa vista pro resto da vida.

Aluguel de carro nas Dolomitas (economize até 34%)
Um recado importante antes de continuar a lista: nas Dolomitas, alugar carro é praticamente obrigatório. A região é imensa, os lagos e passos ficam espalhados por vales diferentes e o transporte público, apesar de existir, é limitado e engessado em horários. Sem carro, você fica refém de tours guiados caros ou perde vários pontos da lista.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras. Nas estradas de montanha das Dolomitas, essa proteção salva.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
11. Lago Misurina
Um lago amplo no caminho entre Cortina e Tre Cime, perfeito pra relaxar entre um passeio e outro. Tem hotéis antigos em volta, cafés e áreas planas pra caminhar — bom pra família com criança ou pra quem quer um dia mais leve.
Sem carro, dá pra chegar pelo Bus 445 saindo de Dobbiaco, descendo em “Bivio Misurina”. Combina muito bem com Tre Cime e Cadini di Misurina no mesmo dia.
12. Trilha Cadini di Misurina
Essa aqui é pros aventureiros. Um conjunto de agulhas rochosas próximo às Tre Cime, com um mirante que rende umas das fotos mais famosas das Dolomitas — aquele penhasco com vista pros picos afiados.
É uma trilha mais estreita, com trechos expostos (nada de vertigem, mas atenção redobrada). Ideal pra quem já fez pelo menos trilhas moderadas antes. Normalmente as pessoas encaixam no mesmo dia das Tre Cime, saindo da região do Lago Misurina.
13. Lago di Sorapis
Um lago turquesa escondido no meio das montanhas, acessível só por trilha (nível moderado a puxado), saindo da região de Cortina. A caminhada leva algumas horas de ida, mas o cenário no final compensa cada passo.
Leve água, lanche e calçado de trilha decente — o percurso tem trechos íngremes e alguns expostos. Não é passeio de tênis de cidade, e não tem estrutura de comida no caminho. Erro clássico: brasileiro chega achando que é caminhadinha de lago e se dá mal.

14. Marmolada e o Ghiacciaio
A Marmolada é a montanha mais alta das Dolomitas, e você chega no topo de teleférico — sem precisar sofrer trilha pesada. Lá em cima, a vista alcança boa parte da região, com vales e picos até onde a vista alcança.
O glaciar (ghiacciaio) é um capítulo à parte: dá pra aprender sobre a geologia local e ver de perto uma geleira alpina. Nos últimos anos, com o aquecimento, o glaciar tem encolhido bastante — vale a pena conhecer enquanto ainda está lá.

15. Trilha Viel del Pan
Fechando a lista, uma das trilhas mais equilibradas das Dolomitas: nível moderado, sem grandes desafios técnicos, mas com vista pra Marmolada o tempo inteiro. Perfeita pra quem quer caminhar sem pressa e curtir a paisagem.
No caminho tem refúgios pra almoçar com prato típico da região (aquele mix italiano-tirolês, com pães escuros, queijos e embutidos). Acessível pra maioria dos visitantes com um mínimo de preparo físico.

Melhor época pra visitar as Dolomitas
Essa é uma das perguntas mais importantes — e onde brasileiro erra mais. O calendário das Dolomitas tem duas altas temporadas bem definidas (verão e inverno), com períodos de transição em que quase tudo fecha.
Verão (final de junho a setembro): é a melhor época pra trilhas, lagos e paisagens verdes. Teleféricos e refúgios abertos, clima estável, dias longos. Também é a época com mais turista, então reserva tudo antes.
Inverno (dezembro a março): temporada de esqui e snowboard. Muitos lagos ficam inacessíveis (congelados ou com estrada fechada), e o foco é esporte de neve mesmo.
Primavera (abril a início de junho) e outono (final de setembro a novembro): parece boa ideia pela promessa de menos gente, mas muita coisa fecha entre as temporadas. Teleféricos, refúgios e alguns hotéis ficam parados. Só vá nessas épocas se checar antes o funcionamento de cada atração que você quer visitar.
Nossa recomendação pra primeira viagem: final de junho a setembro (verão pleno) ou final de setembro a início de outubro pra pegar as folhas douradas e menos gente, atento aos serviços que já começam a fechar.
Quantos dias ficar
3 a 5 dias dá pra um “gostinho” das principais atrações (Braies, Tre Cime, Seceda, um lago extra, um passo). Se quiser conhecer vários vales e ter dias de trilha, o ideal é 7 dias ou mais. A gente sempre indica no mínimo 5 noites — menos que isso vira maratona e você não aproveita nada com calma.
Onde ficar nas Dolomitas
A escolha da base faz TODA a diferença por lá. Cortina e Ortisei são as mais famosas — e as mais caras. Cidades menores no entorno (como Dobbiaco/Toblach, Selva di Val Gardena, ou vilarejos menores) oferecem hotéis muito mais em conta com acesso ótimo aos passeios.
Pra facilitar sua vida, a gente montou um mapa personalizado com a melhor região das Dolomitas pra se hospedar e os hotéis que já testamos por lá — economizando bastante em relação ao que a maioria dos turistas paga:
Seguro viagem pras Dolomitas
Como as Dolomitas ficam no espaço Schengen, o seguro viagem com cobertura mínima de 30 mil euros é obrigatório por lei pra entrar na Itália. Sem seguro, você pode ter problema já na chegada — e, mais importante: numa região de trilhas e montanha como essa, atendimento médico sem seguro custa uma fortuna.
A gente sempre usa esse comparador de seguros, que compara as principais seguradoras num só lugar e já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas. Cobre despesa médica, extravio de bagagem, cancelamento de voo e — importante pra Dolomitas — atividades como trilha e esqui, se você contratar a cobertura certa.
Chip de celular pra Itália
Nas montanhas, ter internet no celular é útil pra navegação (Google Maps não te abandona nas estradinhas), reservar restaurante, mostrar o QR code do estacionamento no Braies, chamar Uber em cidade grande, etc.
A gente usa esse chip de viagem, que chega em casa antes da viagem, é bem simples de ativar e evita aquela dor de cabeça de comprar chip local no aeroporto. Sinal funciona bem na maior parte das Dolomitas, mas em vales mais fundos pode oscilar — normal em montanha.
Perguntas frequentes sobre as Dolomitas
Precisa alugar carro pra visitar as Dolomitas?
Na prática, sim. As atrações estão espalhadas por vários vales, o transporte público existe mas é limitado, e sem carro você fica dependente de tours caros. Alugue nos aeroportos de Veneza, Verona ou Milão e devolva no mesmo lugar.
Quantos dias ficar nas Dolomitas?
Mínimo 5 dias pra ver os principais pontos com calma. 7 dias ou mais é o ideal pra conhecer vários vales e trilhas sem correria. Menos que 3 dias vira um bate-volta cansativo.
Precisa reservar entrada pro Lago di Braies?
Sim, na alta temporada (julho a setembro) o acesso de carro é controlado e o estacionamento precisa ser reservado com antecedência. Chegando de manhã cedo (antes das 9h) você consegue evitar as multidões e as filas de foto.
Qual a melhor cidade pra ficar hospedado nas Dolomitas?
Depende da região que você quer explorar mais. Ortisei é ótima base pra Seceda, Alpe di Siusi e Val di Funes. Cortina é central pra Tre Cime, Braies e Sorapis (mas cara). Dobbiaco/Toblach é uma alternativa mais econômica com acesso a vários pontos.
Dá pra visitar as Dolomitas no inverno?
Dá, mas muda completamente o perfil da viagem. Inverno é temporada de esqui e snowboard. Vários lagos ficam inacessíveis, trilhas fechadas e o foco é esporte de neve. Se você quer ver os lagos famosos e fazer trilhas, o verão é a única opção.
Quanto custa viajar pras Dolomitas?
Depende muito do estilo. Hospedagem em cidades menores começa em torno de € 100/noite; teleféricos custam € 25-35 por adulto; pedágios de estradas cênicas € 30-45 por carro; refeições em refúgio a partir de € 15 o prato. Aluguel de carro, gasolina e ingressos somam bastante — reserve tudo com antecedência pra pagar menos.
Os teleféricos das Dolomitas funcionam o ano todo?
Não. A maioria funciona só nas altas temporadas (verão e inverno) e fecha nos períodos de transição (abril-maio e outubro-novembro). Se for viajar nas estações intermediárias, cheque o funcionamento de cada teleférico antes de fechar a viagem.
Precisa saber falar italiano nas Dolomitas?
Não. Na parte de Trentino-Alto Ádige/Südtirol, a maioria fala alemão ou italiano (placas bilíngues), e nas cidades turísticas quase todo mundo fala inglês. Com inglês básico você se vira tranquilo.
Economize ao máximo na sua viagem à Itália
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Itália, com todas as dicas pra economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Itália da forma mais barata e segura.
- Carro: ele é praticamente essencial pra transitar pelas Dolomitas. Veja como alugar um carro na Itália pelo menor preço possível.
- Euros: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro para a Itália, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: quer usar o celular a viagem inteira sem preocupação? Já garanta um chip internacional ainda no Brasil clicando aqui.
- Onde ficar em Dolomitas: veja nossa matéria de onde ficar nas Dolomitas pra saber a melhor localização e como economizar muito no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro, e é obrigatório na Europa. Veja aqui as dicas pra conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
- Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
As Dolomitas entraram fácil pro nosso top 3 de paisagens da Europa. Se você tá planejando ir, reserva tudo com antecedência (principalmente carro, hotel, estacionamento no Braies e pedágio das Tre Cime) e vai com o mindset certo: não dá pra ver tudo em 3 dias. Escolha 2 ou 3 bases, distribua bem os passeios e curta cada vale com calma. Boa viagem!
