
Se você vai pra Mendoza e gosta de espumante, a Bodega Chandon precisa entrar no seu roteiro. Ela fica em Agrelo, em Luján de Cuyo, e é uma das vinícolas mais visitadas da região — famosa pelos espumantes, pelos jardins lindos e por uma experiência de enoturismo que agrada tanto quem entende de vinho quanto quem tá começando agora.
A gente foi conhecer e o que mais surpreendeu foram os jardins: dá vontade de passar a tarde inteira por ali, com uma taça na mão e a Cordilheira ao fundo. É um daqueles lugares que parecem feitos pra desacelerar.
Neste guia a gente reuniu tudo: os tipos de tour, faixa de preço, melhor época, como chegar e os erros que os brasileiros mais cometem por lá. E não esquece: aqui no nosso guia completo de Mendoza a gente juntou tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Sobre a Bodega Chandon em Mendoza
Essa é a bodega do famoso espumante Chandon, conhecido no mundo todo. O que pouca gente sabe é que a Chandon Argentina foi fundada em 1959, sendo a primeira filial da Maison francesa fora da França — e ajudou a consolidar a fama de Mendoza como produtora de espumantes de qualidade.
Numa visita pelo local, você descobre a história da bodega, conhece as caves e degusta os espumantes da casa. Tem rótulo que nem chega ao Brasil, então é uma boa chance de provar coisa que você não acha por aqui. E ainda dá pra contemplar os jardins, que rendem fotos lindas de recordação.

Uma curiosidade legal: a Chandon faz parte do grupo LVMH, o mesmo de casas como Moët & Chandon e Dom Pérignon. É aquele apelo de luxo francês acessível, que combina com qualquer bolso dependendo da experiência que você escolher.
Localização, horários e como funciona
A bodega fica em Agrelo, em Luján de Cuyo, a cerca de 30 a 32 km do centro de Mendoza — algo em torno de 40 a 50 minutos de carro por estrada asfaltada. O horário de visitação costuma ser das 9h às 18h, todos os dias da semana, incluindo fins de semana.
Os tours acontecem diariamente, mas só mediante agendamento prévio, que pode ser feito pelo site oficial ou por WhatsApp. Em feriados, alta temporada e vindima os horários podem variar e lotam rápido, então confirme antes de bater na porta.
Tipos de tour e faixa de preços
Em geral a visita combina um tour guiado pela vinícola e pelas caves — explicando o método tradicional e o método Charmat de elaboração dos espumantes — mais uma degustação orientada de diferentes rótulos. A Chandon oferece desde a visita mais clássica até experiências premium harmonizadas e o menu degustação completo.
Sobre os valores, eles variam muito com o câmbio e com o tipo de experiência. Pra você ter uma ordem de grandeza (e não um preço fechado):
- Visita + degustação básica: costuma ficar em torno de 15 a 25 dólares por pessoa.
- Degustações premium ou harmonizadas: algo entre 30 e 50 dólares por pessoa.
- Menu degustação no Bistró Chandon: em torno de 40 a 70 dólares por pessoa, sem contar vinhos especiais.
Como a inflação e o peso argentino oscilam bastante, use esses números só como referência e confirme o valor real na hora da reserva.
Tour: Adegas de Luján de Cuyo + degustação de espumantes
Pra quem prefere já deixar tudo organizado e não se preocupar com transporte nem reserva, vale dar uma olhada nesse tour de adegas de Luján de Cuyo com degustação de espumantes. Esse passeio leva você a três adegas — Chandon, Cruzat e Rosell Boher — com direito a provar vários espumantes deliciosos pelo caminho. A gente sempre reserva passeios por esse site, que é um dos maiores do mundo.
O roteiro funciona assim:
- Saída de Mendoza rumo à adega Chandon, com degustação de 3 espumantes Chandon.
- Parada na adega Cruzat, onde você vê como é feita a colheita das uvas, visita a cava subterrânea e prova 3 espumantes.
- Parada na adega Rosell Boher, com vista pra Cordilheira dos Andes e um almoço incrível, num restaurante que já foi considerado um dos melhores do mundo dentro de uma adega.
- Retorno a Mendoza.
O passeio inclui retirada no hotel e transfer de volta, guia que fala português, transporte de micro-ônibus ou ônibus, as degustações nas adegas Chandon e Cruzat e o almoço na Rosell Boher. O valor costuma ficar em torno de 4.590 reais por pessoa (adulto).
A grande vantagem de fechar por esse site é que você paga em reais (sem aquele IOF da compra em moeda estrangeira), pode parcelar, tem cancelamento gratuito e ainda conta com suporte 24h em português caso precise. Reservando com antecedência costuma sair mais barato e você garante a vaga no dia que quiser.

Bistró Chandon: gastronomia no jardim
A própria Chandon opera um restaurante no local, o Bistró Chandon. O ambiente é descontraído e integrado ao jardim, com mesas ao ar livre em dias de sol. Em dias frios o espaço é fechado, mas você não perde a vista dos vinhedos.
Entre as opções típicas estão o menu degustação de 4 passos harmonizado com diferentes espumantes, tábuas de frios (boas pra quem quer algo mais leve entre uma visita e outra) e a cesta de piquenique no jardim, bem elogiada em dias ensolarados de primavera e verão.
Olha, se a viagem cair na época certa, o piquenique no jardim com espumante gelado entre as videiras é daquelas experiências que a gente faria de novo sem pensar duas vezes.
Melhor época para visitar a Chandon
A boa notícia é que a Chandon funciona o ano inteiro, e espumante combina tanto com calor quanto com frio. Mas cada estação tem seu charme:
- Primavera (setembro a novembro): clima ameno, jardins floridos, época perfeita pra sentar ao ar livre no Bistró e fazer o tal piquenique.
- Verão (dezembro a fevereiro): época de vindima em muitas vinícolas, clima quente e céu bem azul, com os vinhedos no auge.
- Outono (março a maio): a paisagem clássica da região, com vinhedos em tons amarelos e avermelhados, ótima pra fotos.
- Inverno (junho a agosto): faz frio, mas o tour e as degustações são em ambientes internos. Dá pra combinar com passeio de neve na alta montanha ou esquiar em Las Leñas ou Vallecitos.
Como a Chandon fica em Agrelo, pertinho de várias outras vinícolas famosas de Luján de Cuyo, é comum montar um dia de bodegas: manhã na Chandon, almoço harmonizado em outra adega e uma terceira visita à tarde. Só não exagera na conta — mais sobre isso já já.
Como chegar na Bodega Chandon
Saindo do centro de Mendoza, você tem algumas opções:
- Carro alugado: são cerca de 30 a 32 km, uns 40 a 50 minutos de estrada asfaltada. A vantagem é a flexibilidade pra combinar várias bodegas no mesmo dia. Mas atenção: se for degustar muito, não dirija.
- Transfer ou tour com agência: muito usado por brasileiros — van ou carro com motorista que já leva você pelo roteiro de bodegas, com as reservas feitas e, às vezes, degustação básica inclusa.
- Táxi, remis ou apps locais: bom pra quem quer ir só à Chandon e voltar. Combine o valor aproximado de ida e volta em pesos antes de fechar, porque a inflação mexe bastante nos preços.
Como Mendoza é uma região espalhada e a graça é justamente rodar entre as vinícolas, alugar carro costuma valer muito a pena — desde que você não vá ser o motorista do dia de degustação.
Aluguel de carro em Mendoza (economize até 34%)
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Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Erros que os brasileiros mais cometem na Chandon
Pra você não cair nas mesmas armadilhas, anota essas:
- Não reservar com antecedência: muita gente chega sem reserva e encontra tudo lotado, principalmente na alta temporada. Agende pelo WhatsApp ou site antes de viajar, ou logo que chegar em Mendoza.
- Marcar muitas vinícolas no mesmo dia: correr pra carimbar 4 ou 5 bodegas deixa tudo superficial. O ideal são 2 ou 3 por dia, no máximo, pra realmente curtir cada uma.
- Subestimar o deslocamento: 30 km parece pouco, mas tem trânsito, paradas pra foto e possíveis atrasos. Saia de Mendoza com folga, principalmente pro primeiro agendamento.
- Esquecer do câmbio: com a oscilação do peso, o valor em moeda local muda muito. Leve uma boa quantidade de pesos ou pague no cartão já ciente da conversão.
- Errar na roupa: em Mendoza os dias podem ser quentes ao sol e frios à sombra. Leve um casaco leve mesmo em dia ensolarado, além de protetor solar e óculos escuros pro piquenique.
- Não planejar o transporte de volta: depois de degustar espumante, não é hora de improvisar. Feche transfer de ida e volta ou vá num tour organizado quando o foco do dia for beber.
Seguro viagem para a Argentina
O atendimento médico fora do Brasil pode sair bem caro, e ninguém quer transformar uma viagem de vinhos numa dor de cabeça financeira por causa de um imprevisto. Por isso vale a pena fazer um seguro viagem antes de embarcar.
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Pra aproveitar bem o circuito de bodegas e os bons restaurantes de Mendoza, ficar bem localizado economiza táxi e tempo de deslocamento. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Mendoza:
Onde ficamos em Mendoza (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro de Mendoza é o mais indicado para se hospedar. Esta região é perfeita para quem vai passar pouco tempo na cidade, já que a maior parte dos pontos turísticos fica por lá. Sem contar que o trajeto para cafés, bancos, lojas, restaurantes e outros lugares para curtir a noite será bem mais simples.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre a Bodega Chandon em Mendoza
Onde fica a Bodega Chandon?
Ela fica em Agrelo, em Luján de Cuyo, a cerca de 30 a 32 km do centro de Mendoza. O trajeto de carro leva em torno de 40 a 50 minutos por estrada asfaltada.
Precisa reservar pra visitar a Chandon?
Sim. Os tours acontecem todos os dias, mas só mediante agendamento prévio, que dá pra fazer pelo site oficial ou por WhatsApp. Na alta temporada, em feriados e na vindima, reserve com bastante antecedência.
Qual o horário de funcionamento?
A visitação costuma ser das 9h às 18h, todos os dias da semana, incluindo fins de semana. Em feriados e alta temporada os horários podem mudar, então confirme antes de ir.
Quanto custa visitar a Bodega Chandon?
Depende muito do câmbio e do tipo de experiência. Como referência, a visita com degustação básica gira em torno de 15 a 25 dólares por pessoa, as degustações premium entre 30 e 50 dólares, e o menu degustação no Bistró pode ir de 40 a 70 dólares. Confirme sempre o valor atualizado na reserva.
Vale a pena fazer um tour com várias bodegas?
Vale, principalmente se você quer degustar sem se preocupar com transporte. Os tours organizados já incluem reservas, motorista e guia, o que é ótimo pra um dia de espumantes. Só evite encaixar bodegas demais no mesmo dia pra não deixar tudo corrido.
Os espumantes da Chandon argentina são diferentes dos vendidos no Brasil?
Sim. Alguns rótulos produzidos em Mendoza não são exportados pro Brasil. Além disso, os vinhedos ficam ao pé da Cordilheira, em altitudes que vão de 1.000 a 1.700 metros, o que dá mais acidez e frescor aos espumantes. Por isso a visita é uma boa chance de provar rótulos que você não encontra em casa.
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A Bodega Chandon é daquelas paradas que valem por si só, mas brilham ainda mais quando você combina com o clima, os jardins e um bom planejamento. A gente saiu de lá com vontade de voltar — e tenho certeza de que, indo com tudo reservado e sem pressa, você vai sentir o mesmo. Saúde e boa viagem!
