
Montar um roteiro de 4, 5, 6 e 7 dias em Bariloche tem um segredo: intercalar passeios longos com dias mais leves, pra não chegar no fim da viagem exausto e ainda sobrar tempo pra chocolate, cerveja patagônica e aquela caminhada tranquila pelo centro.
A gente foi montando esse roteiro dia a dia justamente do jeito que faria de novo: começando pelo básico (centro e Circuito Chico), avançando pros cerros e fechando com os lagos e os bate-voltas mais charmosos da região. Serve tanto pra quem vai no inverno atrás de neve quanto pra quem vai no verão curtir trilha e lago.
Uma coisa que a gente aprendeu na prática: Bariloche é muito mais espalhada do que parece no mapa. Tronador, El Bolsón e a Rota dos 7 Lagos comem o dia inteiro, então não dá pra empilhar dois passeios grandes no mesmo dia. E não esquece: aqui no nosso Guia de Bariloche a gente reuniu tudo pra planejar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Quantos dias ficar em Bariloche
A viagem mais comum pra Bariloche é de 7 noites, o que rende 6 dias inteiros de passeio. Mas dá pra montar roteiros bem redondos com 4, 5, 6 ou 7 dias — é só ajustar o nível de bate-volta que você quer encaixar.
Em termos de gasto, a faixa mais citada por viajantes brasileiros fica em torno de R$ 400 a R$ 700 por pessoa, por dia, considerando hospedagem, alimentação e passeios básicos. Isso varia bastante conforme o câmbio, o tipo de hotel e quantas excursões pagas você fizer — esqui, por exemplo, sobe muito esse valor.
Inverno ou verão: qual a melhor época?
No inverno (de junho até início de setembro) o foco é neve, esqui e snowboard no Cerro Catedral, Piedras Blancas e Cerro Otto. Julho é alta temporada (férias escolares), então a cidade enche e os preços sobem.
Na meia estação (outubro-novembro e março-maio) tem menos movimento, preços melhores e paisagens lindas com cores de outono ou primavera. Nem sempre tem neve, mas os lagos e trilhas ficam ótimos.
No verão (dezembro a fevereiro), o lance são os lagos, trekking, refúgios, caiaque e o Circuito dos 7 Lagos. Pra um verão tranquilo, o ideal é reservar pelo menos 5 dias pra conhecer o básico, chegando a 7 se quiser incluir trilhas e refúgios.
Dia 1: Centro Cívico e Circuito Chico
No primeiro dia, comece passeando pelo charmoso Centro Cívico, que é o coração da cidade. É ali que ficam o Museu da Patagônia, a Catedral de Bariloche e o Monumento Histórico Nacional. A praça de pedra e madeira, com o lago azul ao fundo, é um dos cenários mais fotografados da viagem.
Também é ali que você encontra a Rua Mitre, a principal rua comercial, com cafés, bons restaurantes, muitas lojas — com destaque pras chocolaterias — e a Galeria del Sol. Praticamente todo tipo de lazer num lugar só.
Almoce na Mitre e, em seguida, faça o renomado Circuito Chico, que passa pelo Cerro Campanário, pelas margens do lago Nahuel Huapi, pela Capela de San Eduardo, pelo Puerto Pañuelo e pelo Hotel Llao Llao — todos pontos turísticos de Bariloche. O percurso tem um pouco mais de 60 km e pode ser feito com carro alugado ou com excursão.
À noite, uma boa pedida é jantar num restaurante de culinária patagônica, com fondue, truta e cordeiro. Tem também o Ice Bar, todo feito de gelo, com copos e esculturas congeladas — vale pela experiência.


Dia 2: Cerro Catedral
No segundo dia, vá conhecer o Cerro Catedral, a pista de esqui mais antiga e famosa da Argentina e o maior centro de esqui do país. Fica a cerca de 20 km da cidade, e dá pra chegar de transporte público ou de carro.
No inverno, você pode tirar fotos na neve, esquiar ou fazer snowboard (tem professores pra aulas pagas), andar de teleférico e caminhar com as raquetes de neve. É o passeio perfeito pra quem vai no frio. A estrutura da estação é muito boa, com vários restaurantes pra almoçar e lojas pra alugar equipamento na hora.
Se você for no calor, ainda assim vale subir o Cerro Catedral pra fazer trilhas, escalada, rapel ou só andar de teleférico. Lá em cima a vista do lago Nahuel Huapi, da Cordilheira dos Andes e de toda a região é de impressionar.
Uma dica boa pra esse passeio é garantir o ingresso com antecedência. Existe essa excursão ao Cerro Catedral que sai com um ótimo preço — é só reservar e aproveitar.
De volta à cidade, vale jantar num restaurante mais intimista especializado em fondue. Mas atenção: nos lugares mais concorridos, é preciso reservar a mesa com antecedência.
Compre os ingressos e passeios pagando em reais
Tem como economizar muito na compra dos ingressos e passeios — e ainda evitar dor de cabeça. Duas regras que a gente segue sempre:
Antecedência paga menos: comprar antes, pela internet, costuma sair mais barato. Na bilheteria, além de mais caro, o ingresso do dia que você quer pode já ter esgotado — e você ainda perde tempo na fila.
Cuidado com o IOF: se comprar no site oficial das atrações, a cobrança é na moeda do outro país, com IOF e sem parcelamento. O ideal é usar sites que já cobram em reais.
Um site que a gente usa muito em todas as viagens é esse aqui. É um dos maiores do mundo e tem praticamente todos os ingressos e passeios de Bariloche. Já costuma ser um dos mais baratos, mas a maior vantagem é poder pagar em reais (sem IOF) e parcelar. Outras vantagens:
- Free tours: oferece tours gratuitos na maioria das cidades turísticas. Você só dá uma gorjeta pro guia no fim.
- Cancelamento gratuito: dá pra cancelar a maioria dos passeios sem custo.
- Transfer: tem também o transfer do aeroporto até o hotel. Às vezes sai mais barato que táxi, você já paga adiantado (evita os golpes de taxista com turista) e o motorista te espera com uma placa com seu nome na saída do desembarque. Bem mais fácil e seguro.
- Atendimento em português: suporte 24h em português, caso precise.
Dia 3: Cerro Otto ou Piedras Blancas
No terceiro dia, escolha entre o Cerro Otto e o Piedras Blancas, de acordo com a sua preferência. Eles ficam praticamente um do lado do outro, então até dá pra conhecer os dois no mesmo dia se você tiver disposição. Mas, com mais dias, vale separar um pra cada.
O Piedras Blancas é uma espécie de parque de inverno, com teleféricos, pistas de esquibunda, tirolesa, aulas de esqui pra iniciantes e caminhadas pela montanha. É o queridinho de quem vai com crianças.
Já no Cerro Otto tem teleférico, trilhas, um museu com réplicas de estátuas de artistas europeus, pistas e a famosa Confeitaria Giratória, lá no topo da montanha, que dá uma volta de 360 graus a cada 20 minutos. A gente sempre recomenda parar nela: dá pra ver os Andes e o Nahuel Huapi em todas as direções sentado à mesa, e ela é única na América do Sul.
Se ainda sobrar tempo e energia, dá pra fazer o passeio nórdico, pilotando um quadriciclo de neve pelos bosques do Cerro Otto, com jantar no refúgio.


Dia 4: Navegação pelo lago Nahuel Huapi
No quarto dia, o passeio é de barco pelos lagos da região. Pegue a embarcação que atravessa o lago até o Bosque de Arrayanes (que, segundo contam, inspirou Walt Disney pra desenhar a floresta do Bambi) e a Ilha Victoria, a maior do Nahuel Huapi. As árvores alaranjadas do bosque rendem umas das fotos mais bonitas da viagem.
Outra opção é pegar um barco até a Villa La Angostura, cidadezinha no lado norte do lago, a uns 80 km de Bariloche. É lá que ficam o Cerro Belvedere e o Cerro Bayo, alguns dos melhores lugares pra esquiar na Argentina.
Pra se antecipar na compra dos ingressos desses passeios, é só clicar nos links e garantir com o melhor preço:
- Tour de neve pela Villa La Angostura e Cerro Bayo
- Excursão à Villa La Angostura e Villa Traful
- Excursão pelo lago Nahuel Huapi
- Passeio de veleiro pelo lago Nahuel Huapi
- Excursão à Ilha Victoria e ao Bosque de Arrayanes
Depois do passeio, volte à cidade e conheça o Cassino de Bariloche. Além de jogar, dá pra jantar ou assistir a apresentações musicais e de tango.


Dia 5: o cerro que ficou de fora e as chocolaterias
No quinto dia, a ideia é visitar o que ficou de fora no dia 3. Ou seja: se você já foi ao Cerro Otto, vá ao Piedras Blancas hoje (ou vice-versa). Esse vai e vem entre os cerros é uma boa forma de não cansar — alternar passeio grande com algo mais leve faz a viagem render muito mais.
Depois de um dia curtindo a montanha, se ainda sobrar energia, a nossa recomendação pra noite é cair numa das lojas de chocolates da cidade. Bariloche é considerada a capital argentina do chocolate, e marcas como Rapa Nui, Mamuschka e Havanna têm lojas espalhadas pela Calle Mitre.
O legal dessas lojas é que, além de comprar chocolate de todo tipo, dá pra comer, tomar um chocolate quente e, em algumas, até participar de uma degustação deliciosa. É um daqueles programas que a gente sempre indica — especialmente num dia frio.


Dia 6: praias dos lagos, Cerro Campanário ou vinícola
Se você estiver viajando no verão ou em dias quentes, vale conhecer algumas das “praias de Bariloche” pra descansar. São os lagos da região, que têm praias muito boas de águas rasas e tranquilas.
Existe até um passeio bacana, que é o mergulho no lago Moreno, onde você curte essa belíssima lagoa de origem glacial. Além de nadar e tomar sol, dá pra fazer caiaque e outros esportes aquáticos, com aluguel de equipamento no local. Entre as melhores praias da região estão a Playa Bonita, a Bahía Serena e a Centenário.
Já pra quem vai no inverno, esse dia pode ser dedicado ao tour pelo Cerro Campanário, montanha situada a cerca de 17 km de Bariloche, conhecida por uma das vistas mais espetaculares de toda a região. Tem um teleférico que leva ao topo, a 1.050 metros de altitude, e um café no cume pra relaxar enquanto aprecia a paisagem.
No fim do dia, por volta das 18h, uma ótima pedida é a visita à vinoteca Wine House. Com partida do seu hotel, você conhece um pouco dos segredos do vinho produzido na Patagônia argentina, aprende sobre o processo de fabricação e fecha com uma degustação acompanhada de carnes frias e queijos típicos. É o passeio ideal pra um dia mais tranquilo e sofisticado.


Dia 7: Museo del Chocolate e Parque Nacional Nahuel Huapi
Pra fechar com chave de ouro, comece o sétimo dia no Museo del Chocolate Havanna. Fica pertinho do centro e é operado pela tradicional fábrica de chocolates Fenoglio, uma das mais antigas de Bariloche.
Na visita, você aprende sobre o processo de produção do chocolate, desde o cultivo do cacau até a fabricação das barras e bombons. Tem exposições interativas, antiguidades relacionadas ao chocolate e demonstrações ao vivo dos confeiteiros. No fim, rola uma degustação de chocolates artesanais e uma loja pra levar produtos pra casa. Costuma abrir todos os dias, das 10h às 19h.
De tarde, uma ótima opção é o passeio pelo Parque Nacional Nahuel Huapi, indicadíssimo pra quem curte atividades ao ar livre e paisagens lindas. Dá pra fazer trilhas, praticar esportes aquáticos, andar de caiaque e fazer passeio de barco pelo lago. Você pode alugar um carro ou agendar o passeio com uma agência ou no próprio hotel.


Bate-voltas pra quem quer estender (El Bolsón e 7 Lagos)
Se você tem mais dias ou quer trocar algum passeio do roteiro, dois bate-voltas valem muito a pena. A Rota dos 7 Lagos é uma estrada cênica de cerca de 110 km entre Villa La Angostura e San Martín de los Andes, com vários lagos cristalinos e mirantes pra foto. Dá pra fazer como excursão de dia inteiro, saindo de manhã e voltando no fim da tarde.
Já El Bolsón fica a umas 2 horas de Bariloche e é famosa pela feira de artesanato, montanhas coloridas e clima alternativo. Pertinho dali está o Lago Puelo, de águas cristalinas, um cartão-postal. Reserve um dia inteiro pra esse passeio e intercale com um dia mais leve depois.
Erros comuns de quem vai a Bariloche (e como evitar)
A gente já viu muita gente sair de Bariloche exausta ou estourando o orçamento por causa de detalhes simples. Olha os principais escorregões:
- Subestimar o deslocamento: Tronador, El Bolsón e 7 Lagos comem o dia inteiro. Tentar encaixar dois passeios grandes no mesmo dia é receita pra estresse.
- Marcar neve cedo demais: em junho e começo de julho a temporada de neve às vezes começa devagar. Quem monta roteiro de esqui muito no início corre o risco de pegar o cerro parcialmente fechado.
- Não reservar na alta temporada: julho e Ano Novo lotam. Deixar hospedagem, aluguel de roupa de neve e aula de esqui pra última hora significa preço alto ou falta de vaga.
- Fazer todos os dias intensos: misturar Tronador, 7 Lagos, El Bolsón e cerros sem intercalar com dias de centro deixa a viagem cansativa.
- Levar roupa errada: casaco pesado sem camadas, tênis que molha fácil e jeans no frio úmido são combinações ruins. Muita gente acaba alugando roupa de neve no centro logo na chegada.
- Esquecer os custos extras do esqui: ski pass, aluguel de equipamento, aula, fotos e comida nos cerros somam bastante no orçamento do dia.
Pra um destino de neve, a gente sempre reforça: vale ter seguro viagem com cobertura pra esportes, porque quedas e torções são bem comuns.
Seguro viagem e chip pra Bariloche
Pra uma viagem à Argentina, seguro viagem e chip de celular são dois itens que a gente nunca dispensa. O atendimento médico no exterior pode sair caro — e numa viagem de neve, com risco de queda, ter cobertura faz toda a diferença. Dá pra contratar pelo esse comparador de seguros, que já vem com 18% de desconto exclusivo e te mostra as melhores opções num lugar só.
Pra ficar conectado o tempo todo, sem depender de wi-fi e sem susto na conta, a gente usa esse chip de viagem. Você já chega na Argentina com internet funcionando, o que é ótimo pra usar mapa, chamar transfer e procurar restaurante na hora.
Bariloche é bem espalhada, e filtrar a região e o hotel certo faz diferença pra economizar transporte e ganhar tempo de passeio. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Bariloche:
Onde ficamos em Bariloche (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro de Bariloche será sempre o melhor lugar para se hospedar na cidade, na nossa opinião. Ficando nele, você estará perto da maior parte do comércio, restaurantes, agências de turismo e atrações. Há várias opções de hotéis mais simples e antigos, e por isso dá para encontrar bons preços neles!
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre roteiro em Bariloche
Quantos dias são ideais em Bariloche?
O mais comum é ficar 7 noites, o que rende 6 dias inteiros de passeio. Mas dá pra fazer um roteiro bem completo com 4 a 5 dias, focando no centro, num cerro principal e numa navegação pelo lago. Com 6 ou 7 dias, dá pra incluir bate-voltas como Villa La Angostura, El Bolsón e a Rota dos 7 Lagos.
Qual a melhor época pra ir a Bariloche?
Depende do que você quer. Inverno (junho a início de setembro) é a época da neve, esqui e snowboard. Verão (dezembro a fevereiro) é ideal pra lagos, trilhas e o Circuito dos 7 Lagos. A meia estação (outubro-novembro e março-maio) tem menos gente, preços melhores e paisagens lindas.
Quanto custa uma viagem a Bariloche por dia?
A faixa mais citada por viajantes brasileiros fica em torno de R$ 400 a R$ 700 por pessoa, por dia, incluindo hospedagem, alimentação e passeios básicos. Isso varia bastante com o câmbio, o tipo de hotel e quantas excursões pagas você fizer. Esqui costuma elevar bem esse valor.
Precisa alugar carro em Bariloche?
Não é obrigatório. Muita coisa do centro dá pra fazer a pé, e os principais passeios podem ser feitos por excursão. Mas o carro dá liberdade pra fazer o Circuito Chico, a Rota dos 7 Lagos e bate-voltas no seu ritmo. Se for considerar, vale comparar com o custo das excursões.
Bariloche é boa pra quem nunca esquiou?
Sim. O Cerro Catedral e o Piedras Blancas têm aulas pra iniciantes e aluguel de equipamento na hora. O Piedras Blancas, com pistas de esquibunda, trenó e tirolesa, é especialmente bom pra famílias com crianças e pra quem só quer brincar na neve sem compromisso com esqui.
Vale a pena ir a El Bolsón e à Rota dos 7 Lagos?
Vale, se você tiver tempo. São passeios de dia inteiro, então o ideal é encaixar em roteiros de 6 ou 7 dias e intercalar com dias mais leves. El Bolsón tem feira de artesanato e o Lago Puelo; a Rota dos 7 Lagos é uma estrada cênica linda rumo a San Martín de los Andes.
Bariloche tem praia no verão?
Tem as chamadas “praias de Bariloche”, que são margens de lagos com águas rasas e tranquilas, como a Playa Bonita, a Bahía Serena e a Centenário. Dá pra nadar, tomar sol e fazer caiaque. No verão, é um ótimo programa pra descansar entre um passeio e outro.
Economize ao máximo na sua viagem à Argentina
- Economizando: quer planejar a viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Argentina, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Argentina da forma mais barata e segura.
- Carro: facilita muito a viagem pela Argentina, de norte a sul. Se está pensando em alugar, leia como alugar um carro em Bariloche pelo menor preço possível.
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- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Bariloche pra saber a melhor localização e economizar muito no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
- Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
Com esse roteiro na mão, é só ajustar a quantidade de dias ao seu ritmo e à época da viagem. A gente sempre sai de Bariloche querendo voltar — então não se cobre tanto pra fazer tudo de uma vez. Vai com calma, aproveita o chocolate e deixa espaço pra surpresa. Boa viagem!
