
Se você tem 5 dias pra explorar Lima no Peru, vai sair com uma noção bem completa do país: dá pra unir centro histórico, ruínas pré-incas em plena cidade, a gastronomia que coloca Lima entre as melhores do mundo e ainda encaixar um bate-volta. Quando a gente foi pela primeira vez, achou que ia ser só uma cidade de passagem rumo a Cusco — e a Lima surpreendeu tanto que voltamos pra ficar mais tempo só nela.
Aqui a gente reuniu o roteiro dia a dia, com horários, faixas de preço, dicas insider e o que evitar pra não cair em armadilha de turista. E não esquece: aqui no nosso guia completo de Lima a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Vamos ao roteiro!
Primeiro dia em Lima: Centro Histórico
Comece o roteiro pelo Centro Histórico de Lima, que é Patrimônio Mundial da UNESCO e o melhor jeito de entender como a capital peruana se formou. As ruas guardam um conjunto de arquitetura colonial bem preservada, com varandas de madeira esculpida que são marca registrada da cidade.
Comece pela Plaza Mayor (Plaza de Armas), o coração do centro, cercada pelo Palácio do Governo, pela Catedral de Lima e por edifícios coloniais. Tenta encaixar a troca de guarda no Palácio do Governo (os horários variam, vale conferir antes na portaria) e entre na Catedral de Lima, que tem um interior ricamente decorado.

Depois, a parada obrigatória é o Convento de San Francisco: o que todo mundo quer ver ali são as catacumbas, com milhares de ossos organizados em padrões geométricos embaixo da igreja. O museu costuma abrir das 9h às 20h15, todos os dias, e o ingresso fica em torno de R$ 20–30, sempre com guia. Vale também o Museu da Inquisição e do Congresso, que tem entrada gratuita e reconstrói calabouços e salas de tortura coloniais.
Pra fechar a manhã, dê uma volta pelo Parque de la Muralla, pelo Convento de Santo Domingo e pela Plaza San Martín. Pro almoço, qualquer restaurante local com menu do dia (entrada + prato + bebida) sai por R$ 40 a 60 por pessoa — comida farta e gostosa.
A gente errou nessa: tentou voltar ao Centro de noite e a região esvazia rápido e fica menos segura. Foque o Centro Histórico de dia e deixa a noite pros bairros de Miraflores e Barranco.
Tarde no bairro Barranco
Na sequência, vá conhecer Barranco, o bairro mais boêmio e artístico de Lima. Antigamente era balneário da elite limenha, passou por décadas de abandono e hoje é o point de street art, cafés bonitos, galerias e bares. A Ponte dos Suspiros é o cartão-postal — diz a lenda que cruzando ela em silêncio prendendo a respiração pela primeira vez, o pedido se realiza.

Reserve um tempinho pra caminhar sem pressa pelas ruelas, fotografar os grafites e tomar um café numa das padarias locais. À noite, Barranco vira o melhor bairro de Lima pra jantar bem e tomar um drink — guarde isso pra um dos próximos dias.
Termine o dia no Larcomar (Miraflores)
Pra fechar o dia, suba até Miraflores e vá no Larcomar, um shopping a céu aberto encravado na falésia, com vista direta pro Pacífico. É um ótimo lugar pra ver o pôr do sol e jantar com vista pro mar.
- Confira nossa matéria com os melhores restaurantes para comer bem em Lima!

Tem opções pra todos os bolsos: redes mais conhecidas como Starbucks, TGI Fridays e Burger King e também restaurantes locais com vista privilegiada. Como o Larcomar é gratuito pra entrar, ele aparece entre as melhores coisas pra fazer de graça em Lima no Peru.

Onde comprar os ingressos e passeios em Lima
Antes de continuar pro segundo dia, uma dica que faz MUITA diferença no orçamento. Vamos te mostrar como economizar bastante na compra dos ingressos e passeios em Lima.
Dica da antecedência: comprar antes pela internet é sempre mais barato. Nas bilheterias, além de mais caro, o ingresso pode já ter esgotado pro dia desejado — e você ainda perde um tempo precioso na fila.
Um site que a gente tem usado muito em todas as viagens é esse aqui. Ele é um dos maiores do mundo, tem todos os ingressos e passeios por lá e costuma sair mais barato que comprar direto nas bilheterias. A maior vantagem é que dá pra pagar em reais (evitando o IOF) e parcelar. Outras vantagens:
- Free tours: oferece tours gratuitos em Lima. Você só paga uma gorjeta pro guia no final. Excelente forma de conhecer o Centro Histórico com explicação de quem é da cidade.
- Cancelamento gratuito: dá pra cancelar o ingresso sem custo até pouco antes do passeio.
- Transfer aeroporto–hotel: sai mais barato que táxi, você paga adiantado (evita os golpes de taxistas com turistas), o motorista já sabe seu destino e te espera com plaquinha na saída do desembarque.
- Atendimento em português 24h.
Segundo dia em Lima: Museu MATE e ruínas pré-incas
O segundo dia começa de volta em Barranco, agora com o foco no MATE — Museu Mario Testino. Inaugurado em 2012 pelo fotógrafo peruano Mario Testino, um dos maiores nomes da fotografia de moda no mundo, o museu fica num casarão restaurado e tem um acervo lindo de retratos e moda. É um programa de manhã que rende umas 1h30 a 2h.

Tarde nas ruínas pré-incas em plena cidade
Uma das coisas mais surpreendentes de Lima é encontrar ruínas pré-incas cercadas por prédios modernos. A gente recomenda dedicar a tarde pra Huaca Pucllana e Huaca Huallamarca, que ficam dentro da cidade.
A Huaca Pucllana, em Miraflores, tem vestígios dos anos 400 a 700 d.C. e é uma das visitas mais marcantes do roteiro — ainda mais no fim da tarde, com a iluminação. Ingresso fica na faixa de R$ 20 a 40 e a visita é guiada. Já a Huaca Huallamarca, em San Isidro, foi construída entre 200 a.C. e 200 d.C., e o contraste com os edifícios espelhados do bairro é doido de ver.


Jantar no restaurante El Mercado
Pra fechar o dia, indique uma reserva no El Mercado, em Miraflores. É um dos preferidos dos turistas e bem aclamado pelos locais — sob o comando do chef Rafael Osterling, com cardápio que vai de tacu tacu de frutos do mar a polvo grelhado com cogumelos. Faixa de preço de R$ 80 a 150 por pessoa.
Fica na avenida Hipólito Unanue, 203, em Miraflores, e funciona de terça a domingo, das 12h30 às 17h. Atenção: só abre no almoço, então quem quer jantar tem que escolher outra cevicheria da região. Vale reservar pelo site com alguns dias de antecedência.

Terceiro dia em Lima: Malecón, Museu Larco e Circuito das Águas
O terceiro dia começa de uma maneira mais leve, andando pelo Malecón de Miraflores, que é um conjunto de parques e mirantes em cima da falésia, com vista pro Pacífico. Pega uma bicicleta e percorre os 6 quilômetros do malecón — é um dos melhores programas grátis da cidade.
No meio do trajeto está o Parque del Amor, com mosaicos coloridos no estilo Gaudí e a famosa escultura “El Beso”, de 12 metros, no centro. Os bancos têm frases de poetas peruanos escritas em mosaico. Programa romântico, mas vale por qualquer um — a vista pro mar é uma das mais bonitas da cidade.

Tarde no Museu Larco
À tarde, vá pro bairro de Pueblo Libre conhecer o Museu Larco, um dos mais completos do Peru sobre arte pré-colombiana. Tem mais de 45 mil peças catalogadas, jardins lindíssimos e um restaurante interno excelente — vale almoçar ou tomar um café da tarde por lá.
Ali do lado também fica o Museu Nacional de Arqueologia, Antropologia e História do Peru, que costuma abrir das 8h45 às 17h e cobra cerca de R$ 15 a 25. Se sobrar tempo, ainda dá pra emendar uma parada na Taberna Queirolo, um clássico de Pueblo Libre pra experimentar pisco e pratos típicos num ambiente histórico.

Noite no Circuito Mágico das Águas
De noite, programa imperdível e baratinho: o Circuito Mágico das Águas, no Parque de La Reserva, no centro da cidade. São fontes iluminadas em sincronia com música, com uma fonte central enorme e shows projetados em cortinas de água. Entra no Guinness como o maior complexo de fontes ornamentais do mundo.
O parque tem cerca de 8 hectares, foi inaugurado em 1929 e homenageia os soldados que defenderam Lima na Guerra do Pacífico. Ingresso costuma sair em torno de R$ 15 a 25 — programa imbatível em custo-benefício, ótimo pra ir em família.

Quarto dia em Lima: bate-volta a Pachacámac e gastronomia
No quarto dia, recomendamos um bate-volta a Pachacámac, um complexo arqueológico a cerca de 40 a 50 minutos do centro de Lima. Foi um importante centro cerimonial antes e durante o Império Inca, com pirâmides, praças e templos que remontam a 200 a.C.
O ingresso fica em torno de R$ 20 a 30 e o tour guiado em grupo saindo de Lima custa entre R$ 150 e 250. A gente prefere ir com guia porque sem alguém explicando, as ruínas perdem boa parte do impacto — é uma cidade enorme e cheia de camadas históricas.

Alternativa pra quem prefere mar: o passeio de barco às Ilhas Palomino, saindo de Callao, pra ver leões-marinhos de pertinho. Alguns tours até deixam entrar na água com roupa de neoprene. Custa em torno de R$ 200 a 350 por pessoa e leva o dia inteiro.
Noite gastronômica em Miraflores ou Barranco
Reserve essa noite pra uma das melhores experiências gastronômicas da viagem. Lima é considerada uma das capitais gastronômicas da América Latina e tem vários restaurantes nas listas dos melhores do mundo — Central e Maido são os principais, com menu degustação a partir de R$ 400 a 700 por pessoa, sem bebidas.
Uma coisa que ninguém conta: pra esses badalados, tem que reservar com semanas, às vezes meses de antecedência. Deixar pra última hora é frustração na certa. Se não der, vai numa cevicheria boa em Miraflores ou num restaurante de cozinha contemporânea em Barranco, que sai por R$ 60 a 150 por pessoa e a comida é fantástica do mesmo jeito.

Os pratos que você precisa provar: ceviche (peixe cru marinado em limão, cebola-roxa, milho e batata-doce), lomo saltado, ají de gallina, anticuchos (espetinho de coração de boi) e o clássico pisco sour de sobremesa — mas vai com calma, ele é mais forte do que parece.
Quinto dia em Lima: food tour, Chinatown e compras
Pra fechar os 5 dias com chave de ouro, dedique o último dia pra explorar a cidade de uma forma mais relaxada. Uma das melhores experiências é um food tour guiado, que passa por mercados locais (como o Mercado de Surquillo), cevicherias escondidas e cafés de especialidade. Dá pra reservar pelo site dos passeios que a gente recomendou ali em cima.

Outra dica é passar pela Chinatown de Lima (Barrio Chino), no Centro, que tem um dos chifa (cozinha sino-peruana) mais autênticos da cidade. E pra fechar com compras, vá nos mercados de artesanato de Miraflores (Av. Petit Thouars), onde você encontra tecidos de alpaca, prata peruana e cerâmicas com preços bem melhores do que nos shoppings.

Pro fim do dia, volta ao Malecón de Miraflores pra ver o pôr do sol no Pacífico — um dos melhores da cidade. É um jeito leve e bonito de fechar a viagem.
Como se locomover em Lima
Em Lima, o melhor amigo do turista é o Uber (e similares). Corridas dentro do triângulo Miraflores–Barranco–Centro saem entre R$ 15 e 30, são rápidas e seguras. A gente sempre usa Uber em vez de táxi de rua — esse último é mais imprevisível e às vezes tem golpe de tarifa.
Pra chegada no aeroporto Jorge Chávez, o ideal é já deixar um transfer reservado: o motorista te espera com placa, sem stress de procurar carro e sem golpe de táxi. Sai a um preço fixo, em reais, e cabe bem no roteiro depois de um voo cansativo.
Quanto custa uma viagem de 5 dias em Lima
Pra ter uma noção geral (sem contar passagem aérea e hospedagem), o gasto médio por pessoa por dia em Lima costuma ficar mais ou menos assim:
- Refeição simples em restaurante local: R$ 40 a 60
- Refeição em cevicheria boa de Miraflores ou Barranco: R$ 60 a 120
- Restaurante premiado (Central, Maido): a partir de R$ 400 a 700
- Atrações urbanas (igrejas, museus, ruínas): R$ 15 a 40
- Passeios de dia inteiro (Pachacámac, Palomino): R$ 200 a 450
- Corridas de Uber: R$ 15 a 30 por trecho
Melhor época pra ir a Lima
Lima tem clima desértico úmido: quase não chove, mas vive nublada boa parte do ano. A chuva, quando aparece, é uma garoa fina chamada de garúa.
No verão (dezembro a março), faz mais sol e a temperatura fica entre 20 e 28 °C — é o melhor período pra curtir o Malecón, andar pela beira-mar e aproveitar Barranco. No inverno (junho a setembro), o céu cinza domina e a temperatura fica entre 14 e 19 °C — mais fresco, com hotéis um pouco mais baratos, mas o visual é menos vibrante.
Mesmo no verão, leva um casaco leve pros mirantes à noite. O vento do Pacífico esfria rápido.
Erros comuns que turistas brasileiros cometem em Lima
- Reservar só 1 dia em Lima. Muita gente foca em Machu Picchu e deixa Lima como passagem. Erro feio — a cidade rende fácil 4-5 dias.
- Hospedar fora de Miraflores/Barranco. Esses dois bairros concentram a infraestrutura turística e são os mais seguros. Não economize errado aqui.
- Esperar praia de quiosque tropical. A água do Pacífico é fria o ano todo e o visual é de falésia, não de areia branca. Beleza diferente, mas alinha a expectativa.
- Ir ao Centro Histórico de noite sem planejar. O Centro esvazia rápido e fica menos seguro. Foque o passeio durante o dia.
- Não reservar os restaurantes premiados com antecedência. Central e Maido chegam a ter reserva esgotada com meses de antecipação.
- Beber pisco sour em excesso no primeiro dia. Ele é mais forte do que parece e a ressaca atrapalha o roteiro.
Seguro viagem pro Peru: super recomendado
Atendimento médico no Peru pra turista pode sair muito caro e, em altitude (Cusco, Vale Sagrado, Machu Picchu), problemas com mal-altitude são comuns. Por isso, fazer um seguro viagem é uma proteção que vale muito a pena.
A gente sempre cota o seguro usando esse comparador de seguros, que mostra as melhores seguradoras lado a lado e já vem com 18% de desconto exclusivo aplicado direto no checkout. Dá pra parcelar em reais, sem IOF, e acionar o atendimento em português 24h.
Chip de celular pro Peru
Pra usar Uber, mapas e Google Translate o tempo todo em Lima, você precisa de internet no celular. Em vez de pagar caro pelo roaming da operadora brasileira, a gente sempre compra um chip internacional antes de embarcar, já no Brasil.
A gente usa esse chip de viagem: chega na sua casa antes da viagem, já com o número ativo, internet ilimitada no Peru e suporte em português. Fica muito mais barato e prático que comprar chip local depois de pousar.
Onde ficamos em Lima (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Existem duas regiões que são as melhores para os turistas em Lima. Uma delas é Miraflores, perfeita para quem quer ficar perto da praia, dos principais pontos turísticos e do agito noturno. Miraflores é famosa por seus restaurantes, bares, hotéis de diversas categorias e belas vistas do oceano. A outra região é o Centro Histórico, onde você encontra uma grande concentração de museus, praças e construções coloniais.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre os 5 dias no Peru
Quantos dias são suficientes pra conhecer Lima?
De 4 a 5 dias é o ideal pra aproveitar bem Lima, incluindo Centro Histórico, Miraflores, Barranco, museus, ruínas urbanas (Huaca Pucllana) e ainda um bate-volta pra Pachacámac ou Ilhas Palomino. Com menos de 3 dias, dá pra ver o essencial, mas fica corrido.
5 dias em Lima incluem Machu Picchu?
Não recomendamos. Machu Picchu fica a 1h de voo de Lima até Cusco, e depois mais 3-4 horas de transporte. Pra fazer com tranquilidade, é melhor reservar pelo menos 3 dias só pra Cusco + Machu Picchu. Pra incluir os dois destinos numa viagem, o ideal é programar pelo menos 8 a 10 dias no total.
Qual o melhor bairro pra se hospedar em Lima?
Miraflores é o mais recomendado: tem boa infraestrutura, é seguro, fica perto do mar e concentra muitos restaurantes e atrações. Barranco é a segunda melhor opção, mais boêmio e charmoso, com excelente cena gastronômica.
Lima é uma cidade segura pra turistas?
As áreas turísticas (Miraflores, Barranco, partes do Centro de dia) são relativamente seguras. Os principais cuidados são com furtos: evite andar com celular à mostra em avenidas movimentadas, use mochila na frente em lugares cheios e use Uber em vez de pegar táxi de rua.
Preciso de visto pra viajar ao Peru?
Não. Brasileiros entram no Peru com o RG (em bom estado, com no máximo 10 anos de emissão) ou passaporte válido, sem necessidade de visto. A estadia permitida pode chegar a 90 dias, conforme decisão do oficial na imigração.
Qual a moeda do Peru e como levar dinheiro?
A moeda é o sol peruano (PEN). Brasileiros costumam levar dólar ou usar conta global pra fazer câmbio em casas confiáveis em Miraflores (Av. Larco). Cartão de crédito é amplamente aceito em hotéis, restaurantes e atrações.
Lima tem boa gastronomia?
Lima é considerada uma das melhores capitais gastronômicas do mundo, com restaurantes como Central e Maido entre os Top 10 do planeta. O ceviche peruano é considerado um dos melhores pratos de peixe cru do mundo e há opções pra todos os bolsos, desde mercados populares a menus degustação.
Vale a pena conhecer Pachacámac em vez de só Machu Picchu?
Vale como complemento, não como substituto. Pachacámac é menor e menos espetacular que Machu Picchu, mas é uma ótima opção pra quem tem só Lima no roteiro e quer entender as civilizações pré-incas. Como é um bate-volta de meio dia, encaixa fácil em qualquer roteiro de 5 dias na capital.
Economize ao máximo na sua viagem ao Peru
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para o Peru, com todas as dicas pra economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações do Peru da forma mais barata e segura.
- Carro: se quiser explorar o Peru de carro, dá uma olhada em como alugar um carro no Peru pra conseguir o menor preço.
- Sol peruano: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro pro Peru, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: quer usar o celular na viagem inteira sem preocupação? Garante o chip internacional ainda no Brasil clicando aqui.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Lima no Peru pra saber qual é a melhor localização e como economizar no hotel.
- Seguro viagem: atendimento médico no exterior pode sair caro. Veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
- Transfer: precisa de um pro trajeto aeroporto–hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
Pronto! Com esse roteiro de 5 dias em Lima dá pra montar uma viagem completa e bem aproveitada, sem correria. Lima foi uma das cidades que mais nos surpreendeu na América do Sul e a gente garante: vale muito mais do que uma escala apressada. Boa viagem!