O que fazer na Big Island Havaí: guia completo

A Big Island, também chamada de ilha Havaí (é ela que dá nome ao arquipélago), é a maior e mais variada de todas as ilhas havaianas. Num único lugar dá pra ver vulcão ativo, praia de areia branca, preta e até verde, cachoeiras gigantes, vales tipo cenário de Jurassic Park e um dos melhores céus estrelados do planeta.

Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi o tamanho da ilha e como o clima muda de um lado pro outro: enquanto Hilo (lado leste) tava chovendo, do lado de Kona (oeste) o sol tava rachando. Isso muda TUDO na hora de montar o roteiro, e é o tipo de coisa que quase ninguém conta antes.

Nessa matéria a gente reuniu as 9 melhores atrações da Big Island com dicas práticas, faixas de preço, melhor época e os erros mais comuns que a galera comete por lá. E não esquece: aqui no nosso guia completo do Havaí a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

1. Parque Nacional dos Vulcões do Havaí

Essa é a atração número 1 da Big Island e não tem discussão. O parque abriga dois dos vulcões mais ativos do mundo: o Kīlauea e o Mauna Loa — sendo o Mauna Loa o maior vulcão-escudo do planeta.

Lá dentro dá pra dirigir pela Crater Rim Drive e pela Chain of Craters Road, fazer trilhas incríveis (a Kilauea Iki é a mais famosa), passar por dentro de tubos de lava como o Thurston Lava Tube e, se tiver sorte com atividade vulcânica visível, ver o brilho da lava à noite.

Parque Nacional dos Vulcões

O parque funciona 24h, mas os centros de visitantes têm horário só durante o dia. O ingresso costuma sair em torno de US$ 30 por carro (vale de 1 a 7 dias), então compensa muito ir de carro alugado. Excursões de dia inteiro com guia costumam ficar entre US$ 200 e US$ 250 por pessoa.

Dica insider: reserve um dia inteiro (a gente errou nessa da primeira vez achando que ia num meia-boca de 3 horas — não deu pra ver metade). Chegue cedo pras trilhas, saia e volte no fim da tarde/começo da noite pra ver o brilho da cratera Halemaʻumaʻu quando o vulcão tá ativo. Leve casaco (nas partes altas venta e faz frio de verdade), água, lanche e o tanque cheio, porque as distâncias são grandes.

Se você já vai passar pela Big Island, dá pra reservar o tour guiado ao parque saindo direto daqui — esse site que a gente usa em todas as viagens tem o passeio com o pagamento em reais, sem IOF, e cancelamento gratuito na maioria dos tours. Se estiver hospedado em Oahu, tem também a versão com voo incluído (ingresso + passagem aérea + transporte, tudo no mesmo pacote).

2. Cachoeiras Akaka Falls e Rainbow Falls

Duas das cachoeiras mais famosas do Havaí ficam bem pertinho de Hilo e dá pra fazer as duas na mesma manhã, sem estresse.

A Rainbow Falls tá praticamente dentro da cidade de Hilo. É um mirante com uma caminhada bem curta, entrada gratuita e uma taxa de estacionamento em torno de US$ 5. O nome vem dos arco-íris que se formam na água quando o sol bate certinho — por isso a recomendação universal é ir de manhã cedo, quando a luz é melhor.

Já a Akaka Falls fica um pouco mais ao norte, a sudoeste de Honomu, e é uma queda gigante de mais de 120 metros no meio da floresta tropical. A trilha é pavimentada, faz um circuito fácil de cerca de 1,5 km e passa por vegetação exuberante. Costuma cobrar em torno de US$ 5 por pessoa mais US$ 10 de estacionamento.

Rainbow Falls no Havaí

Erro comum: ir no fim da tarde e pegar as cachoeiras com luz ruim e cheias de turista. Vá cedinho, use tênis (a trilha da Akaka fica escorregadia) e leve uma capa de chuva leve — a região de Hilo é a mais úmida da ilha.

3. Praias de areia branca: Hapuna Beach e Kua Bay

Do lado oeste da ilha, na costa de Kohala, a Hapuna Beach é uma das maiores praias de areia branca da Big Island. Mar azul turquesa, ondas boas pra bodyboard, snorkel bem básico perto das pedras e uma estrutura completa: banheiros, estacionamento, salva-vidas e área de piquenique. É a praia ideal pra família.

A taxa costuma ser US$ 5 por pessoa mais US$ 10 de estacionamento (parque estadual). Menores de 3 anos não pagam.

Hapuna Beach

Ao lado, a Kua Bay (parte do parque Kekaha Kai) é uma opção mais rústica, com o mesmo mar turquesa e areia branquinha, mas quase sem estrutura. Fica lindo pra fotos, mas leve tudo o que precisar.

Dica prática:antes das 10h. A gente errou nessa também: chegamos por volta do meio-dia num sábado e rodou uma hora atrás de vaga de estacionamento. Leve protetor solar forte, chapéu e óculos escuros — o reflexo do sol na areia branca é agressivo.

4. Alugar carro é praticamente obrigatório na Big Island

Aqui vai uma dica que muda TUDO a experiência: a Big Island é enorme e o transporte público praticamente não atende as atrações turísticas. Ir de Hilo até Kona ou até o Parque dos Vulcões leva horas, e passeios como o Mauna Kea ou as praias de areia preta são impossíveis sem carro. Contar com Uber lá é caríssimo e a oferta é limitada.

Aluguel de carro (economize até 34%)

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E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.

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5. Observação de estrelas em Mauna Kea

A Mauna Kea é a montanha mais alta do mundo quando medida da base submarina até o topo (mais alta que o Everest em medida total, curiosidade que vale citar). E, por ficar no meio do Oceano Pacífico, longe de qualquer poluição luminosa, é um dos melhores lugares do planeta pra observar as estrelas.

Existem tours de pôr do sol + observação astronômica com telescópios, geralmente em áreas de altitude intermediária (não é sempre que dá pra ir até o topo por causa da altitude e das restrições culturais). Os passeios guiados de stargazing costumam ficar em torno de US$ 200 a US$ 300 por pessoa e reservar com antecedência é essencial — vaga esgota fácil.

Passeio de observação de estrelas no vulcão Mauna Kea

Atenção: a altitude no topo passa dos 4.200 metros, e muitos tours não recomendam a subida pra quem tem problemas cardíacos ou respiratórios. Leve casaco pesado, calça comprida, gorro e luva — à noite a temperatura pode cair pra perto de zero, mesmo no verão. E respeite as regras: pra havaianos, a montanha é sagrada, e tentar subir por conta própria em algumas áreas simplesmente não é permitido.

Pra reservar o tour de observação de estrelas, dá uma olhada aqui nesse site, com preço em reais e sem IOF.

6. Snorkel e mergulho com mantas à noite

A Big Island é excelente pra snorkel e mergulho. A baía de Kealakekua (onde o capitão Cook desembarcou), a região de Pawai e toda a costa de Kona têm água super transparente, recifes preservados, peixes coloridos, grutas marinhas e até tartarugas.

Mas a experiência mais marcante da ilha, sem dúvida, é o Manta Ray Night Swim: um passeio noturno em que você entra na água iluminada por refletores e nada com as arraias-manta, que se aproximam pra se alimentar do plâncton atraído pela luz. É surreal ver esses bichos de 3-4 metros passando a centímetros de você.

Snorkel na BigIsland Havaí

Faixas de preço: passeios de snorkel diurnos ficam em torno de US$ 125 a US$ 160 por pessoa. Já o snorkel noturno com mantas fica entre US$ 125 e US$ 200 por pessoa. Reserve com bastante antecedência — em alta temporada esgota fácil.

Se for iniciante, prefira reservar um tour com guia que ensine as técnicas — esse passeio aqui já inclui o equipamento e sai com o pagamento em reais.

Dica importante: não toque nos animais nem pise em corais — as regras de preservação são levadas a sério e tem multa alta. E se você enjoa em barco, tome remédio antes: a maioria dos tours sai de embarcação.

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Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.

7. Praias de areia preta e verde

Uma das coisas mais loucas da Big Island é ver, num mesmo dia, praias de areia preta e verde — coisa que quase não existe em nenhum outro lugar do mundo.

A Punaluʻu Black Sand Beach tem areia negra vulcânica, mar calmo e é um dos lugares onde as tartarugas-marinhas descansam na areia. Costuma entrar em excursões de dia inteiro pela ilha e é passeio incrível pra família.

Praias de areia negra da BigIsland

Já a Papakōlea Green Sand Beach, no sul da ilha (a partir da South Point), é uma das únicas praias de areia verde do planeta — a cor vem dos cristais de olivina. O acesso é por uma trilha moderada de vários quilômetros ao sol, ou por caronas com moradores locais em jipes.

Erro comum: tentar chegar perto ou tocar nas tartarugas em Punaluʻu. Mesmo que pareça que elas são “moradoras locais”, chegar perto e principalmente tocar é ilegal, e tem gente que já foi multada pesado por causa de selfie. Mantenha uns 3 metros de distância e curte da onde tá.

Pra Papakōlea, leve muita água, protetor solar e tênis — a trilha é longa, sem sombra e o sol é forte.

8. Vales dramáticos: Waipiʻo e Pololū

São dois dos cenários mais impressionantes do Havaí: vales profundos, cercados de paredões verdes que descem até o mar em praias de areia preta selvagens. Parece cenário de filme.

O Waipiʻo Valley tem um mirante com vista brutal pro vale e pra praia lá embaixo. A trilha até o fundo é bem íngreme e, dependendo da época, tem trechos com acesso restrito por questões de segurança e propriedade privada. Vale sempre checar a situação atualizada antes de ir.

Já o Pololū Valley tem mirante e uma trilha curta (mas inclinada) até uma praia de areia preta na base. A caminhada é rápida, mas escorregadia depois da chuva.

Dica prática: vá cedo. O estacionamento é pequeno e lota rápido. Use tênis ou bota leve, nunca chinelo, e leve água. E se for descer, lembre que a subida de volta é sempre pior do que parece — a gente já viu criança pequena chorando no meio do caminho porque ninguém achava que ia ser tão puxado.

9. Kailua-Kona e a cidade de Hilo

As duas principais cidades da ilha ficam em lados opostos e valem uma boa passada. Uma dica de ouro é dividir a hospedagem entre elas pra otimizar os deslocamentos.

Kailua-Kona, na costa oeste (mais seca e ensolarada), é famosa mundialmente pelo café Kona, tem fazendas que oferecem tours e degustação. Passeie pelo Kailua Pier, visite o Huliheʻe Palace (antiga casa de verão da realeza havaiana) e a Mokuaikaua Church. A feira Kona Farmers Market é ótima pra experimentar frutas tropicais e conversar com locais.

Kailua-Kona

Hilo, do lado leste (mais chuvoso e verde), é a base perfeita pra visitar o Parque dos Vulcões e as cachoeiras. Além da Rainbow Falls, tem as Cavernas de Lava de Kaumana, formadas por antigas erupções — a visita é gratuita e o local tem banheiro e mesas de piquenique. Leve lanterna, dentro fica escuro de verdade.

Cavernas de Lava de Kaumana

Entradas em palácios e sítios históricos costumam ficar entre US$ 10 e US$ 20 por adulto (ou doação sugerida em alguns lugares).

Baleias-jubarte: espetáculo do inverno havaiano

Entre dezembro e abril, milhares de baleias-jubarte migram pra Big Island pra ter os filhotes, e dá pra fazer passeios de barco pra vê-las de pertinho, principalmente saindo de Kailua-Kona. É comum ver também golfinhos, tartarugas e raias durante o passeio.

Onde ver baleias-jubarte no Havaí

Se você tá indo nessa época, é passeio praticamente obrigatório. Menores de 6 anos costumam não pagar. Pra reservar com preço em reais e sem IOF, dá uma olhada nesse passeio aqui.

Melhor época pra visitar a Big Island

O Havaí tem clima gostoso o ano todo, mas a Big Island é enorme e tem microclimas: o lado de Hilo é bem mais chuvoso, o de Kona é seco e ensolarado. Vale considerar isso na hora de montar o roteiro.

  • Alta temporada: verão local (junho a agosto) e fim de ano (Natal e Ano Novo) — hotel e passeio ficam bem mais caros.
  • Baleias-jubarte: de dezembro a abril, com pico no meio do inverno havaiano.
  • Melhor custo-benefício: abril–maio ou setembro–novembro, com preços melhores e o clima ainda ótimo.
  • Mar mais calmo: costuma ser no verão local (junho a agosto) e começo de outono.

Faixas de preço pra planejar o orçamento

Pra dar uma ideia geral (valores variam bastante com a época e o tipo de serviço):

  • Aluguel de carro: em torno de US$ 60 a US$ 90/dia pra carros compactos.
  • Ingresso Parque dos Vulcões: ~US$ 30 por carro (vale por até 7 dias).
  • Snorkel com mantas à noite: US$ 125 a US$ 200 por pessoa.
  • Snorkel diurno: US$ 125 a US$ 160.
  • Stargazing no Mauna Kea: US$ 200 a US$ 300.
  • Helicóptero sobre vulcões e vales: US$ 250 a US$ 500.
  • Luau tradicional: US$ 170 a US$ 260 por pessoa.
  • Comida: food truck / café ~US$ 15-25 por pessoa; restaurante de nível médio ~US$ 30-50 sem bebida.

Erros que você não vai cometer na Big Island

Depois de muitas viagens à ilha, esses são os deslizes mais comuns que a gente vê os brasileiros cometendo — e que dá pra evitar tranquilo:

  • Subestimar as distâncias: a ilha é gigante. Ir de Hilo a Kona ou até o Parque dos Vulcões leva mais tempo do que parece no Google Maps.
  • Ficar só em um lado: se der, divida a estadia entre Hilo (leste) e Kona/Waikoloa (oeste). Economiza horas de estrada.
  • Tocar em tartaruga ou pisar em coral: além de super proibido, tem multa. Mantenha distância.
  • Não reservar tour com antecedência: passeios de manta ray, Mauna Kea, helicóptero e ziplines esgotam rápido, principalmente em alta temporada.
  • Ir mal equipado: pro parque dos vulcões e Mauna Kea, leve casaco, água e tênis. Chinelo e regatinha não rolam.
  • Contar com transporte público: ônibus praticamente não atendem atrações turísticas. Carro alugado é quase obrigatório.

Curiosidades sobre a Big Island

  • Oficialmente, o nome da ilha é Island of Hawaiʻi — o apelido “Big Island” veio pra não confundir com o estado.
  • Numa mesma viagem você vê vulcão ativo, praia de areia branca, preta e verde, cachoeira, vale tipo Jurassic Park e deserto de lava.
  • Medindo da base submarina ao topo, o Mauna Kea é mais alto que o Everest.
  • A região de Kona é uma das mais famosas do mundo pra produção de café — os tours em fazenda são ótimos.
  • A cultura local valoriza muito o hula, a música havaiana e o respeito à natureza. Ir num luau ou apresentação cultural completa a viagem.

Seguro viagem pro Havaí

Uma coisa que a gente NUNCA abre mão numa viagem pros EUA é o seguro viagem. O atendimento médico por lá é absurdamente caro — uma simples ida ao pronto-socorro pode passar de US$ 3.000 fácil, e uma internação chega a valores impagáveis. Já vimos caso de brasileiro que voltou pra casa com dívida em dólar por causa de uma quedinha boba na praia.

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Perguntas frequentes sobre a Big Island (ilha Havaí)

Quantos dias são ideais pra visitar a Big Island?

O mínimo pra aproveitar as atrações principais é de 4 a 5 dias. Se der pra ficar 6 ou 7, melhor ainda, principalmente se quiser dividir a hospedagem entre Hilo e Kona e incluir passeios como Mauna Kea e snorkel com mantas.

É melhor se hospedar em Hilo ou em Kona?

Depende do foco. Kona (lado oeste) tem clima mais seco, mais praia e é a base ideal pra quem quer relaxar. Hilo (lado leste) é mais chuvoso, verde e perto do Parque dos Vulcões e das cachoeiras. O ideal, se puder, é dividir a estadia — 2 ou 3 noites de cada lado.

Precisa alugar carro na Big Island?

Sim, praticamente obrigatório. A ilha é enorme, o transporte público quase não atende as atrações turísticas e Uber é caro e limitado. Alugar carro é o que vai deixar você livre pra ir do Parque dos Vulcões até Mauna Kea, praias e cachoeiras.

Qual é a melhor época pra ver baleias-jubarte no Havaí?

De dezembro a abril, com pico entre janeiro e março. Os passeios saem principalmente de Kailua-Kona e é um dos programas mais marcantes da ilha.

Dá pra ver lava correndo no Parque dos Vulcões?

Depende da atividade do vulcão Kīlauea, que varia bastante. Em períodos de erupção, dá pra ver o brilho da lava principalmente à noite, na cratera Halemaʻumaʻu. Sempre confira o status do parque antes de ir pra planejar o melhor horário.

É perigoso subir o Mauna Kea?

O topo passa dos 4.200 metros, então tem risco real de mal-estar por altitude. Grande parte dos tours nem sobe até o cume — param em altitude intermediária. Não é recomendado pra quem tem problema cardíaco ou respiratório, gestantes e crianças pequenas.

Posso tocar nas tartarugas nas praias de areia preta?

Não. É proibido por lei e tem multa alta. Mantenha pelo menos 3 metros de distância e nunca tente selfie próxima. As tartarugas são protegidas e respeitadas pela cultura local.

Preciso de seguro viagem pra ir pro Havaí?

Não é obrigatório por lei, mas é essencial. O atendimento médico nos EUA é um dos mais caros do mundo, e qualquer imprevisto sem seguro pode virar uma dívida enorme em dólar. Nunca vá pros EUA sem seguro.

Economize ao máximo na sua viagem ao Havaí

A Big Island é uma das ilhas mais surpreendentes que a gente já visitou — e é o tipo de destino que a gente sempre quer voltar. Se planejar bem, com carro alugado, hospedagem estratégica e os passeios principais reservados com antecedência, a viagem rende demais e ainda cabe no bolso. Aloha e boa viagem!