Mendoza em Janeiro: Clima e o Que Fazer no Verão

Se você está pensando em ir pra Mendoza em janeiro, prepara o ânimo (e o protetor solar): é pleno verão no hemisfério sul, com dias longos, vinhedos verdinhos cheios de uvas e um clima sequinho que dá gosto. A gente foi numa época parecida e o que mais surpreendeu foi o calor de deserto: forte de dia, mas sem aquela mormacenta abafada que a gente conhece no Brasil.

Janeiro é uma das melhores épocas pra enoturismo e passeios de aventura, mas justamente por ser alta temporada (férias escolares e verão), pede planejamento: hotel, vinícola e tour disputado lota rápido, principalmente quando coincide com feriado brasileiro. Bora destrinchar tudo pra você montar um roteiro redondo.

E não deixe de conferir o nosso guia completo de Mendoza. É um guia com tudo o que você precisa saber e um passo a passo pra montar toda a sua viagem economizando ao máximo em TUDO.

Como é o clima de Mendoza em janeiro?

Em janeiro, Mendoza tem o clima típico de verão: quente e seco. As máximas costumam ficar em torno de 31°C a 32°C, e em ondas de calor relatam-se dias chegando perto dos 40°C. Já as mínimas giram em torno de 18°C a 19°C, deixando as noites bem mais agradáveis.

É um dos meses mais chuvosos do ano por lá, mas calma: pra padrão brasileiro ainda é seco. A média fica em torno de 30 a 70 mm no mês, em forma de pancadas rápidas de verão, geralmente no fim de tarde. Não chove todo dia, então dá pra contar com muito sol.

Outro ponto que ajuda muito: são cerca de 14 horas de claridade, com o sol nascendo perto das 6h40 e se pondo só lá pelas 20h45. Isso dá fôlego pra encaixar vinícola de manhã, almoço com calma e ainda pegar um pôr do sol com a Cordilheira ao fundo no mesmo dia.

A dica de ouro aqui é: não subestime o sol. A radiação é forte e a gente já viu muita gente achar que “31°C é tranquilo” e voltar queimada do vinhedo. Boné, óculos com boa proteção, protetor fator alto reaplicado várias vezes e garrafa de água sempre à mão. Leve também um casaco leve ou suéter fino pra noite e pro ar-condicionado dos restaurantes.

Inclusive, você pode ver as melhores vinícolas de Mendoza na nossa matéria.

Temperaturas durante todo o ano em Mendoza

Vale a pena ir em janeiro? Prós e contras

Vale muito, mas é bom saber o que esperar. Do lado bom: os vinhedos ficam no auge da beleza, com os parreirais cheios de uvas e aquela paisagem verde e viva, perfeita pra foto. Os passeios ativos (rafting, trekking, cavalgada, termas, alta montanha) funcionam normalmente, e os dias longos rendem demais no roteiro.

Do lado a se considerar: o calor forte incomoda em passeios muito expostos ao sol, e por ser alta temporada, os preços sobem e a lotação aumenta em hotéis e vinícolas. As pancadas de verão também podem atrapalhar um passeio externo num dia ou outro. Nada que estrague a viagem, mas planejamento resolve quase tudo.

Melhor horário do dia pra passear em janeiro

Pra fugir do calor mais intenso e aproveitar melhor, a gente organiza assim:

  • Manhã (8h-12h): mais fresco, ideal pra vinícolas, bike tours entre bodegas e caminhadas em parques.
  • Tarde (12h-17h): período mais quente, ótimo pra almoçar com calma numa bodega, curtir piscina do hotel ou relaxar nas termas.
  • Fim de tarde (17h-20h30): temperatura agradável, perfeito pra city tour, praças e bares de vinho.
  • Noite: restaurantes e bares animados, sem frio nessa época.

Afinal, o que fazer em Mendoza em janeiro?

As possibilidades são muitas. A gente separou os melhores passeios pra você encaixar no roteiro:

1. Conhecer as vinícolas

As bodegas funcionam o ano inteiro, mas no verão o visual é mais impactante, com os vinhedos em pleno crescimento e algumas já se preparando pra vindima. Durante os tours você aprende sobre a produção de vinho, participa de degustações e curte a paisagem dos parreirais.

As principais zonas vitivinícolas são: Luján de Cuyo (pertinho da cidade, clássico do Malbec), Maipú (vinícolas tradicionais, ótimas de bike tour ou carro) e o Valle de Uco (mais distante, em altitude maior, com paisagens de cartão postal e a Cordilheira ao fundo).

Um conselho que a gente sempre dá: planeje no máximo 2 ou 3 vinícolas por dia e reserve com antecedência, principalmente em janeiro. Querer encaixar 4 bodegas num dia quente deixa tudo cansativo e pouco aproveitado. Vá às degustações da manhã pra fugir do calor.

Confira esse tour pelas adegas, feito por agência e com valores bem atrativos. Super vale a pena.

Catena Zapata

Uma dica importante que vale pra qualquer passeio: compre os ingressos SEMPRE com antecedência. Na hora costuma ser mais caro e muitos esgotam. A gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens pra comprar tudo, inclusive o transfer pro hotel. Ele costuma ter o menor preço e é o único com pagamento já em reais, evitando o IOF dos pagamentos internacionais. Tem ainda os tours gratuitos, que são ótimos.

2. Tour pela cidade de Mendoza

Mesmo com calor, o centro é bem agradável graças às praças arborizadas e ao sistema de canais que irriga as ruas, um detalhe visual que chama muito a atenção de quem é do Brasil. Passeie pela Plaza Independencia, o coração da cidade e ponto de partida de muitos city tours.

Vale também o Parque General San Martín, ótimo pra caminhar no início da manhã ou fim de tarde, com lago, mirantes e áreas de piquenique. E o Museu del Área Fundacional, que conta a história da cidade antiga e do terremoto que a destruiu no século XIX.

Aproveite os cafés e restaurantes ao ar livre pra experimentar a culinária local, como as empanadas mendocinas e o asado argentino. Veja comentários de quem já fez o tour pela cidade e fotos de todos os locais.

Tour por Mendoza

3. Passeio de Alta Montanha

O clássico tour pela Ruta 7, em direção ao Chile, é uma das experiências mais bonitas da região. Ele costuma incluir pontos como Potrerillos (represa e lago), Uspallata, Puente del Inca e o mirador do Aconcágua, o pico mais alto das Américas.

Em janeiro a estrada costuma estar livre de neve, mas o sol é forte e o ar é bem seco em altitude. A temperatura lá em cima é mais baixa que na cidade, só que o sol esquenta bastante, então é comum sentir calor com aquele vento seco durante o dia.

Uma recomendação importante: muitos guias sugerem fazer a Alta Montanha com agência, e não de carro alugado, por segurança nos trechos de serra. Assim você curte a paisagem sem se preocupar com a estrada.

4. Atividades ao ar livre e termas

O verão em Mendoza é perfeito pra quem gosta de aventura e natureza. Dá pra fazer rafting no rio Mendoza (com correnteza mais forte nessa época e níveis pra iniciantes ou pra quem quer adrenalina), trekking e cavalgada perto da Cordilheira, e passeios de bicicleta entre as vinícolas.

Pra um dia mais relax, o Parque Termal de Cacheuta, nas encostas dos Andes, tem piscinas termais de águas naturais ricas em minerais, conhecidas pelas propriedades terapêuticas. Tem também serviços de spa, como massagens, pra uma experiência completa de bem-estar cercado de montanhas.

Parque Termal de Cacheuta

5. Parque Provincial Cordón del Plata

Pra quem ama montanhismo e trekking, uma visita ao Parque Provincial Cordón del Plata é imersão pura na natureza. Fica a cerca de 100 km da cidade e tem paisagens das altas montanhas da Cordilheira dos Andes, com picos que passam dos 6.000 metros.

Durante o passeio dá pra explorar trilhas variadas que levam a mirantes panorâmicos, lagunas glaciares e vales profundos. É também um ótimo ponto pra observar a fauna e flora andinas, com guanacos, condores e plantas alpinas. Quem quiser pode acampar em áreas designadas e curtir a tranquilidade do lugar.

Parque Provincial Cordón del Plata

6. Cânion do Atuel e San Rafael

Visitar o Cânion do Atuel e a cidade de San Rafael é uma jornada pela geologia e beleza natural da região. O cânion, esculpido ao longo de milhões de anos pelo Rio Atuel, tem formações rochosas e desfiladeiros que rendem vistas incríveis e ótimas fotos.

Por lá dá pra encarar atividades de aventura como rafting, caiaque e tirolesa, além de trilhas que levam a mirantes panorâmicos. Já em San Rafael você conhece vinícolas locais, degusta vinhos regionais e aproveita a culinária tradicional. A combinação do cenário natural com a oferta de San Rafael deixa o passeio bem diversificado.

Ficou interessado? Veja aqui mais informações e os valores.

Cânion do Atuel

Restaurantes e cena gastronômica

Mendoza é forte em parrillas, cozinha autoral e menus harmonizados nas bodegas. Muitos almoços em vinícolas funcionam em sistema de menu degustação de 3 a 6 passos, com harmonização de vinhos, e vale demais a experiência.

Não deixe de provar o tradicional asado argentino, as empanadas mendocinas e os pratos com cordeiro. No centro e na região da Aristides Villanueva (rua conhecida pelos bares e restaurantes) tem boas opções de cozinha contemporânea. A relação custo-benefício pra comer e beber bem costuma ser ótima comparada às capitais brasileiras.

Um detalhe pra não passar vergonha: os mendocinos jantam mais tarde. Se você chegar num restaurante às 19h, é capaz de encontrar o salão ainda vazio. A gorjeta de uns 10% não é obrigatória, mas é esperada.

O que levar na mala em janeiro

Pra encarar o verão mendocino numa boa, o ideal é levar:

  • Roupas leves: camisetas, vestidos, bermudas e tecidos respiráveis.
  • Casaco leve ou suéter fino: pra noites com vento e ar-condicionado forte.
  • Calçados confortáveis: tênis pras caminhadas e um calçado mais arrumado pros jantares.
  • Acessórios essenciais: chapéu ou boné, óculos de sol com boa proteção, protetor solar fator alto e garrafa de água reutilizável.
  • Pra aventura: roupa que pode molhar (rafting, termas), maiô ou biquíni e toalha de secagem rápida.

Como se locomover em Mendoza

Os voos pra Mendoza geralmente vêm via Buenos Aires ou Santiago, com mais frequência na alta temporada de verão. De ônibus dá pra chegar de Buenos Aires ou Santiago saindo mais barato, mas a viagem é longa (de 10 a 14 horas).

Na cidade, você se vira bem com táxis e apps pra trajetos curtos, e com transfers e tours de agência pras vinícolas e a Alta Montanha (a vantagem é não se preocupar com álcool nem com a estrada). Como Mendoza e os passeios são bem espalhados, muito brasileiro também aluga carro pra ter liberdade entre as regiões vitivinícolas.

Se for esse o seu caso, vale uma dica de ouro: nunca misture carro alugado com degustações intensas. Beber e dirigir é infração na Argentina, então o ideal é alternar dias de carro com dias de tour. E reserve o carro com antecedência, porque alugar na hora no aeroporto costuma sair bem mais caro.

Aluguel de carro (economize até 34%)

A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá. Usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino, então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Seguro viagem pra Argentina

O atendimento médico no exterior pode sair caro, e fazer um seguro viagem é super importante pra estar coberto contra imprevistos, ainda mais com tanto passeio de aventura no roteiro. A gente sempre usa esse comparador de seguros, que compara as melhores seguradoras e já vem com desconto exclusivo pra galera do Grupo Dicas. Vale demais a tranquilidade.

Chip de viagem pra ficar conectado

Pra usar o celular durante toda a viagem sem preocupação (mapas, traduzir cardápio, pesquisar horário de vinícola na hora), o ideal é garantir um chip de viagem que a gente usa ainda no Brasil. Chega já funcionando, é mais fácil e mais barato do que ligar o roaming.

Erros comuns que você não pode cometer em janeiro

Pra não cair nas pegadinhas mais clássicas, fica de olho nestes pontos:

  • Subestimar o sol e o calor seco: a radiação é forte. Capriche no protetor, boné e hidratação constante.
  • Deixar vinícola pra reservar na última hora: janeiro com feriado brasileiro lota, e você acaba com horários ruins ou só com as opções mais caras.
  • Misturar carro alugado com degustação intensa: beber e dirigir é infração; alterne dias de carro com dias de tour.
  • Superlotar o roteiro em dias quentes: 2 vinícolas mais um almoço tranquilo é um bom limite.
  • Esperar ver neve: janeiro é verão. Neve só nos pontos bem altos, e a temporada de esqui mesmo é em julho e agosto.
  • Ignorar a siesta e os horários locais: alguns comércios fecham parte da tarde e os restaurantes servem em horários mais tardios. Confirme com o hotel.

Janeiro no calendário das estações de Mendoza

Pra você se situar: no verão (dez-fev) os vinhedos ficam verdes, o clima é perfeito pra atividades ao ar livre e os dias são longos, em troca de calor forte e alta temporada. O outono (mar-mai) traz temperaturas amenas, a época da colheita e folhas coloridas, e é o queridinho de muita gente.

Já o inverno (jun-ago) é foco em neve e esqui na Cordilheira, com frio intenso, e a primavera (set-nov) tem clima agradável, menos movimento e preços intermediários. Resumindo: se a sua ideia é ver vinhedos cheios e curtir o clima de verão, janeiro é uma ótima escolha. Só não esqueça de reservar com antecedência e se proteger bem do sol.

Pra aproveitar bem os passeios e as vinícolas espalhadas pela região, ficar numa boa localização faz TODA a diferença em Mendoza, economizando tempo de deslocamento. Olha aqui a melhor região pra se hospedar e os hotéis bons e bem baratos que a gente já ficou:

Onde ficamos em Mendoza (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro de Mendoza é o mais indicado para se hospedar. Esta região é perfeita para quem vai passar pouco tempo na cidade, já que a maior parte dos pontos turísticos fica por lá. Sem contar que o trajeto para cafés, bancos, lojas, restaurantes e outros lugares para curtir a noite será bem mais simples.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Mapa personalizado dos melhores hotéis em Mendoza

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre Mendoza em janeiro

Faz muito calor em Mendoza em janeiro?

Faz calor sim, com máximas em torno de 31°C a 32°C e picos chegando perto dos 40°C em ondas de calor. Mas é um calor seco, sem aquela sensação abafada do Brasil. O sol é intenso, então protetor solar e hidratação são essenciais.

Chove muito em Mendoza em janeiro?

Janeiro é um dos meses mais chuvosos do ano, mas pra padrão brasileiro ainda é seco, com média de 30 a 70 mm no mês. As chuvas são pancadas rápidas de verão, geralmente no fim de tarde, e não acontecem todos os dias.

Dá pra ver neve em Mendoza em janeiro?

Não. Janeiro é pleno verão e a neve só aparece em pontos muito altos da Cordilheira. A temporada de esqui acontece no inverno, em julho e agosto. Se quer vinhedos verdes, janeiro é a época; se quer neve, vá no inverno.

Vale a pena alugar carro em Mendoza?

Vale, principalmente pra visitar as vinícolas espalhadas em diferentes regiões com mais liberdade. Só lembre de nunca dirigir após as degustações e de reservar com antecedência. Pra a Alta Montanha, o recomendado é ir com agência por segurança na serra.

Preciso reservar as vinícolas com antecedência em janeiro?

Sim, com bastante antecedência. Janeiro coincide com a alta temporada e os feriados brasileiros, então as experiências mais concorridas esgotam rápido. Deixar pra última hora pode significar horários ruins ou só opções mais caras.

Quantas vinícolas dá pra visitar por dia?

O ideal são 2 ou 3 no máximo. Tentar encaixar mais que isso, ainda mais num dia quente, deixa tudo corrido e cansativo. Com 2 vinícolas e um almoço tranquilo numa bodega você aproveita muito mais.

Qual a melhor época do dia pra visitar as vinícolas?

De manhã, entre 8h e 12h, quando está mais fresco. A tarde é o período mais quente, melhor reservado pra almoçar com calma numa bodega ou relaxar nas termas e piscinas.

Economize ao máximo na sua viagem à Argentina:

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  • Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro, e é super importante fazer um seguro viagem. Veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato).
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Janeiro é uma das nossas épocas favoritas pra Mendoza: vinhedo verdinho, dia longo, vinho bom e aquele calor seco que dá gosto. Com o roteiro planejado, hotel bem localizado e os passeios reservados com antecedência, é difícil errar. Boa viagem e saúde aí com uma taça de Malbec!