Se você está planejando uma viagem para a Itália, você precisa ler este post até o final. Vamos te mostrar os 10 erros mais comuns que os turistas cometem quando viajam para lá e as verdadeiras furadas em que você não pode se meter.

Evitando esses deslizes, você vai estar totalmente livre de dores de cabeça e economizará muito dinheiro, deixando de gastar à toa e perder recursos preciosos na viagem.

Muitos desses erros podem te custar até 200 € de multa ou mais de 200 € de gastos extras com acomodação e transporte. Além das dicas de furadas, muita coisa aqui é pura economia.

Se você não me conhece, eu sou o Gabriel Lorenzi, criador do Grupo Dicas. Indo direto ao assunto, vamos conferir quais são esses erros, principalmente para quem viaja para a Itália pela primeira vez.

1. Querer conhecer a Itália inteira em apenas alguns dias

Um erro clássico é colocar apenas alguns dias no roteiro e querer abraçar o país inteiro. Na teoria e na ideia, parece muito bacana: “Ah, eu fico um ou dois dias aqui em Roma, vou para Florença, depois subo algumas horinhas de trem para Milão, conheço Cinque Terre e a Costa Amalfitana”.

Gente, é muita coisa para conhecer em cada cidade! As cidades são grandes e têm muitos atrativos turísticos para você visitar. Fazendo um roteiro corrido assim, você perde um tempo precioso nos transportes.

O roteiro básico ideal

Calma. Respira e foca em alguns lugares. Temos um roteiro básico que exige pelo menos 7 dias para conhecer as principais cidades:

  • Roma: Precisa de, no mínimo, 3 dias inteiros (lembrando que um dia inteiro é só para o Vaticano).
  • Florença: Precisa de 2 dias inteiros só para ela (fora as cidadezinhas ao redor que dão para fazer ótimos bate-voltas).
  • Milão: Demanda 2 dias.
  • Veneza: Demanda 2 dias.

Não misture muitos roteiros e muitas regiões diferentes na mesma viagem, porque você vai se arrepender. Coloque menos cidades no papel e adicione mais dias nessas cidades. Assim, você terá uma viagem muito mais tranquila e conseguirá aproveitar de verdade as atrações de cada lugar.

Esse esquema de pular de cidade em cidade a cada um ou dois dias não dá certo. A Itália é grande. Deixe a Costa Amalfitana para uma próxima oportunidade e, em outra viagem, explore melhor a Toscana. Vá quebrando os roteiros por partes. Tentar fazer tudo de uma vez faz o viajante surtar na hora e não aproveitar nada.

2. Comer em restaurantes próximos aos pontos turísticos

Esta é uma dica importante que serve para todas as grandes cidades turísticas italianas, principalmente Roma, Florença, Veneza e Milão. Muita gente não sabe, mas os preços cobrados nos estabelecimentos colados nos monumentos são abusivos.

Nós já chegamos a fazer as contas e havia lugares cobrando quase o triplo do valor normal por uma refeição de almoço. Se você sair do Coliseu, por exemplo, e pegar um restaurante logo ali na frente, pagará o dobro ou mais.

Dica de economia: Se você caminhar apenas 5 minutinhos para dentro dos quarteirões, afastando-se um pouco do ponto turístico, você vai pagar metade do valor. Não jogue esse dinheiro fora!

Além do preço, os restaurantes que ficam escondidos nas ruazinhas internas entregam uma comida muito mais gostosa, em um ambiente mais acolhedor, familiar e com porções mais generosas. Se bater a fome, dê uma segurada, ande um pouco, consulte o Google Maps e entre nas áreas menos turísticas em torno do monumento. Os preços caem drasticamente.

Nota: Na Piazza Navona, por exemplo, é lindo e muito bacana comer ao ar livre. Às vezes vale a pena sentar lá à noite para ver a praça iluminada e pagar pela experiência, mas faça isso sabendo que a conta será muito mais cara. Se o objetivo for apenas comer bem e barato, explore o interior da cidade.

3. Comprar lembrancinhas e souvenirs em zonas de alto fluxo

O erro de comprar por impulso perto das atrações também vale para os souvenirs. Na entrada do Vaticano, existem várias lembrancinhas à venda. Eu mesmo quase comprei presentes para os meus avós ali, mas acabei deixando para depois e foi a melhor escolha.

Perto do meu hotel, que ficava em uma ruazinha sem nenhum apelo turístico, havia uma lojinha vendendo exatamente as mesmas lembrancinhas por quase metade do preço. O fabricante e o fornecedor são os mesmos.

Até a famosa garrafinha de água benta que os turistas compram em frente ao Vaticano é idêntica àquela vendida nos bairros mais afastados. Deixe para comprar os seus brindes e recordações fora dos eixos turísticos para economizar metade do dinheiro.

4. Cair nos golpes aplicados em turistas

Nas praças movimentadas e nos pontos turísticos de maior movimento, existem golpistas especializados em abordar viajantes. Fique atento aos truques mais comuns:

  • A pulseirinha da amizade: Uma pessoa se aproxima de você, amarra uma linha colorida no seu pulso e fica repetindo “Gift, gift, gift” (presente). Se você tentar recusar, eles são invasivos e insistentes. Muita gente fica sem graça e deixa o homem amarrar. É aí que o golpe começa: o golpista muda de postura e exige dinheiro. Eu já presenciei tentarem cobrar de 20 € a 30 € de um turista japonês por uma dessas pulseiras. Fale um “não” firme, vire as costas e não deixe encostarem em você.
  • Fotos com os gladiadores: Em volta do Coliseu, em Roma, ficam homens fantasiados de gladiadores. Você chega perto, empolgado com o monumento, e eles se posicionam ao seu lado, chamando para bater uma foto. Parece algo simpático, mas logo após o clique eles exigem cobranças que vão de 20 €, 30 € até 50 €.

Não pegue nada da mão de ninguém, fique na sua e, se alguém insistir, repita “Não, não, não”, mude de direção e continue caminhando. Na Itália, são poucos os pontos com essa insistência (em Paris achei pior), mas acontece e é bom estar preparado.

5. Subestimar a ação dos pickpockets (batedores de carteira)

Você já deve ter visto vídeos no Instagram com pessoas gritando “Pickpocket! Pickpocket!”. Eles são os famosos batedores de carteira, e infelizmente há uma grande incidência deles na Europa, sendo a Itália um dos lugares com mais relatos.

No Brasil, o crime costuma ser diferente, baseado em assaltos com ameaças, armas, facas ou quebra de vidros. Na Europa e na Itália, o furto é silencioso. Eles são profissionais de primeira linha e agem sem que você perceba nada.

Muitas vezes, os grupos de batedores são formados por senhorinhas ou jovens com boa aparência que você jamais suspeitaria. Elas utilizam esquemas com lenços grandes ou casacos sobre as mãos para cobrir os movimentos enquanto abrem mochilas e zíperes.

Regras de segurança com pertences:

  • Mantenha a bolsa sempre posicionada na frente do corpo e com o braço apoiado por cima.
  • Guarde a carteira e o celular estritamente nos bolsos da frente da calça, nunca nos bolsos de trás.
  • Deixe documentos importantes, como o passaporte original, guardados no cofre do hotel. Para andar na rua, tire uma foto nítida do passaporte e armazene no seu celular.
  • Tenha muita atenção ao manusear câmeras fotográficas e celulares em locais cheios.

Nós já viajamos muito pela Europa e nunca fomos furtados, mas isso acontece porque mantemos aquela atenção natural que nós, brasileiros, temos de estar sempre ligados e não dar bobeira. Não relaxe só porque está na Europa; o número de batedores de carteira por lá está crescendo bastante.

6. Deixar para comprar os ingressos das atrações na hora

Deixar para comprar as entradas das atrações na bilheteria local é um erro terrível que prejudica a viagem de duas formas: financeira e logística.

Comprando lá na hora, você pagará mais caro, terá de pagar em euros com o cartão de crédito e sofrerá a incidência de pelo menos 3,5% de IOF em cima, além de pegar o câmbio turismo do banco, que não é amigável. Para piorar, nas bilheterias locais você não consegue parcelar os valores.

O maior problema, porém, é o risco real de não conseguir visitar o lugar que você sonhou. O turismo na Itália está bombando e operando com lotação máxima. As agências de turismo compram os lotes de ingressos antecipadamente para revender aos clientes, esgotando os canais oficiais muito rápido.

Se você tentar comprar ingressos para a mesma semana, não vai encontrar nada. Para atrações disputadas como os Museus do Vaticano, o Coliseu e as galerias de Florença, é normal as vagas esgotarem com 20 dias de antecedência.

Atenção: O ingresso especial que dá acesso à Arena dos Gladiadores (um plus sensacional no Coliseu) precisa ser comprado com mais de 30 dias de antecedência, e mesmo assim costuma sumir do sistema. Muitos clientes nos procuram em cima da hora querendo esses ingressos e, infelizmente, não há o que fazer.

Onde comprar e como planejar com segurança:

Para economizar e garantir o seu lugar, compre tudo pela internet com a maior antecedência possível. Para facilitar a sua pesquisa, nós mantemos ferramentas úteis e uma estrutura de atendimento especializada:

  • Se você quer comprar todos os ingressos, tours e excursões mais baratos, pagar em reais e ainda ter a facilidade de parcelar suas compras, acesse a nossa página centralizada e atualizada com cupons de desconto inclusos, clique aqui.
  • Nessa mesma página, disponibilizamos o link para um comparador de seguro viagem, que localiza apólices pela metade do preço cobrado direto nas seguradoras (lembrando que o seguro viagem é obrigatório para entrar na Itália e em toda a Europa).
  • Você também encontra o link para o comparador de aluguel de carros que utilizamos há anos para pesquisar em todas as locadoras de uma vez e encontrar o menor preço, além de recomendações de hotéis testados e aprovados por nós nas cidades italianas.
  • Se você prefere um serviço completo e personalizado, conheça a nossa agência de viagens especializada em Estados Unidos e Europa, a Vou de Dicas. Nós vendemos ingressos, passeios e hotéis com tarifas excelentes e ótimas promoções, permitindo o parcelamento em até 12 vezes (o que a maioria dos sites internacionais não faz).

O grande diferencial da nossa agência é o atendimento humanizado via WhatsApp com uma consultora especialista no destino (como a Marcela ou a Beatriz), que acompanha você do planejamento até o fim da viagem para tirar dúvidas sobre roteiros, dias de visita ao Coliseu ou trocas de passeios, sem a necessidade de ligar para números 0800.

Para falar direto com a nossa equipe no WhatsApp e planejar sua viagem, utilize o cupom de desconto LORENZI e acesse o site oficial da agência.

Sorrento na Itália

7. Desconhecer a Zona ZTL (Zona de Tráfego Limitado) ao dirigir

Muitos turistas optam por alugar um carro para explorar a Itália, o que é ótimo, mas acabam caindo na armadilha da ZTL (Zona a Traffico Limitato).

As ZTLs são áreas restritas localizadas no centro histórico de quase todas as cidades italianas, como Florença, Roma, Pisa, Siena, Milão, Lucca e San Gimignano. A circulação nesses perímetros é proibida para carros de turistas; apenas moradores e veículos comerciais autorizados possuem permissão.

O monitoramento é feito por câmeras eletrônicas que fotografam a placa do veículo na entrada da zona. Não há nenhum policial te parando na hora. A multa varia de 100 € a 200 € por cada entrada. Se você rodar perdido pelo centro e passar por três câmeras diferentes no mesmo dia procurando uma vaga, receberá três multas acumuladas de 200 € cada uma.

A cobrança chegará meses depois na sua casa através da empresa locadora, vinculada ao contrato que você assinou.

Como identificar e agir nas cidades:

Preste atenção nas placas de trânsito nas entradas das vias centrais. Elas são placas redondas, brancas com uma borda vermelha, escritas claramente “ZTL”.

O procedimento correto é estacionar o veículo do lado de fora do perímetro da ZTL, onde ficam as vagas com linhas azuis reguladas por parquímetros pagos, e fazer o restante do trajeto a pé até o centro.

Exceção Importante: Se o seu hotel estiver localizado fisicamente dentro da área da ZTL, você deve enviar um e-mail para a recepção antes do início da viagem informando a placa do carro alugado. O hotel possui um sistema próprio para cadastrar a sua placa junto às autoridades locais, garantindo o seu acesso livre para descarregar as bagagens sem gerar penalidades.

Recentemente, viralizou o vídeo de um turista brasileiro que, por desconhecer a regra, invadiu várias ZTLs em diferentes cidades. Só em Florença ele entrou e saiu da área proibida por dois dias seguidos e acabou acumulando milhares de euros em multas pendentes. Fique muito atento.

8. Esquecer de validar o bilhete do trem regional

O trem é o meio de transporte que eu mais recomendo e utilizo para se deslocar entre os destinos italianos, mas há uma regra burocrática essencial que confunde os iniciantes: a validação do bilhete.

Se você comprar um bilhete em uma bilheteria física ou terminal de autoatendimento para um trem regional (os trens de curta distância e velocidade comum, excluindo os trens de alta velocidade com assento marcado), você precisa validá-lo antes de entrar no vagão.

Caso você entre no trem com o bilhete comprado, mas sem o carimbo de validação, o fiscal aplicará uma multa na hora que varia de 50 € a 100 €, ignorando o fato de você ter pago o valor correto na estação. O motivo é que os bilhetes regionais têm validade aberta e poderiam ser reutilizados em outros dias se não fossem marcados.

Como fazer a validação correta:

Nas plataformas de embarque das estações, existem pequenas máquinas fixadas nas paredes e pilares, geralmente nas cores amarela, verde ou cinza. Antes de pisar no trem, insira o seu bilhete de papel na fenda dessa máquina. Ela fará um barulho e carimbará eletronicamente a data, o horário exato e a estação de partida no seu bilhete.

Antes de viajar, pesquise no Google a rota exata (“Trem de [Cidade A] para [Cidade B]”) para conferir o modelo de trem e se há a necessidade de validação prévia. Evite gastar o seu orçamento com multas bobas; o euro está caro e o valor de uma penalidade dessas paga um excelente jantar em um restaurante italiano.

9. Errar na escolha da localização do hotel para economizar

A hospedagem é um fator decisivo na Itália. Quase todas as cidades históricas possuem uma área central bem definida que concentra as principais atrações, e esse é, sem dúvidas, o melhor lugar para se hospedar.

Muitos turistas olham o preço e pensam: “Vou economizar 20 € por dia e pegar um hotel mais afastado do centro”. Em Roma, por exemplo, muitas pessoas escolhem se hospedar nos arredores da Estação Termini por ser mais barato do que os hotéis do centro histórico.

Embora o preço seja menor, a distância faz uma diferença gigantesca no dia a dia. Ao olhar o mapa, a distância parece curta, mas na hora de caminhar de verdade debaixo de sol forte, calor ou chuva, o cansaço pesa muito.

Vantagens de uma boa localização:

Hospedando-se na região certa, você consegue fazer absolutamente tudo a pé. Conhecemos Roma e Florença inteiras caminhando, utilizando transporte ou Uber apenas em raras ocasiões à noite para retornar de restaurantes distantes.

Estar bem localizado permite que você volte ao hotel no meio da tarde para tomar um banho, descansar e fugir do sol forte, algo essencial em meses quentes.

Para ajudar na escolha, nós criamos mapas personalizados com as melhores regiões demarcadas e listamos os hotéis onde já ficamos hospedados em cada cidade da Itália. Você pode conferir todos os mapas explicativos e hotéis recomendados acessando a nossa página de ferramentas.

Não se esqueça de que o turismo na Itália está em alta e os hotéis operam com base na lei da oferta e da procura. Quanto mais pessoas reservam, mais o sistema eleva as diárias automaticamente. Portanto, faça a sua reserva com a maior antecedência possível para garantir preços baixos.

Utilizando o site que recomendamos ou fechando com a nossa agência Vou de Dicas, você garante tarifas excelentes e conta com o benefício do cancelamento gratuito. Se os seus planos mudarem, você cancela a reserva com um clique e sem nenhuma burocracia ou custo.

10. Não fazer reserva antecipada nos restaurantes desejados

Caminhar pelas ruas italianas e entrar no primeiro restaurante simpático que você encontrar funciona bem e faz parte da experiência de viagem. Inclusive, nós descobrimos lugares deliciosos e baratos apenas arriscando e sentando nas mesinhas de rua.

No entanto, se você deseja conhecer aqueles restaurantes famosos, autênticos, premiados ou amplamente recomendados em revistas, blogs e perfis do Instagram, você precisa fazer reserva antecipada, especialmente para os horários de almoço e jantares de sexta-feira e sábado.

Os estabelecimentos mais disputados costumam esgotar as mesas com até dois meses de antecedência. Monte uma estratégia mista: pesquise e deixe pelo menos dois jantares especiais já reservados no seu cronograma antes de sair de casa, deixando os demais dias livres para você explorar e escolher na hora.

Cuidado com a pegadinha da água nos restaurantes

Na nossa primeira viagem para a Itália, cometemos um erro bobo na hora de pedir a bebida. O garçom perguntava se queríamos água e nós respondíamos que sim (“Yes”), solicitando uma garrafa (“Bottle”). Vinha aquela garrafa de vidro bonita na mesa.

O problema é que, ao fechar a conta, descobrimos que cobravam até 8 € por garrafa de água. Gastávamos mais de R$ 50 ou R$ 100 em uma única refeição apenas com consumo de água de garrafa.

Se você quer economizar e evitar essa cobrança pesada na conversão da moeda, adote a mesma prática comum nos Estados Unidos: peça a Tap Water (água de torneira). A água de torneira na Itália é extremamente limpa, segura e potável.

O garçom trará um copão ou jarra de água bem gelada gratuitamente. A água de garrafa de marca (Bottle Water) pode até ter uma leve diferença de sabor por conta dos minerais, mas para quem está convertendo dinheiro e quer economizar, a Tap Water cumpre perfeitamente o papel e é super aceita nos restaurantes.

Fique longe das garrafas fechadas se não quiser pagar taxas extras.

11. Ignorar o calor extremo do Verão Europeu (junho a setembro)

Muitas pessoas planejam férias entre os meses de junho e setembro e montam um roteiro pesado de caminhadas de dia inteiro sem considerar as condições climáticas. O verão na Europa vem quebrando recordes históricos de temperatura ano após ano.

Muitos viajantes justificam: “Ah, mas eu moro em cidade quente no Brasil, estou acostumado com o calor”. Acredite: o calor lá é pior. Cidades como Roma, Florença, Veneza e Milão são centros urbanos de pedra, asfalto e monumentos totalmente abertos, sem a presença de praias ou daquela brisa costeira para aliviar. Andar cinco minutos sob o sol forte do verão italiano provoca um desgaste físico imenso.

Táticas de sobrevivência para o verão:

  • Divida o roteiro em dois turnos: Utilize o fuso horário a seu favor e acorde cedo, por volta de 6:30 da manhã. Saia para caminhar com as ruas vazias, os pontos turísticos limpos e a temperatura agradável. Faça suas visitas e tire fotos sem multidões.
  • Descanse no horário de pico: Perto de meio-dia ou 13h, quando o sol estiver no nível mais intenso, programe um almoço longo em um restaurante climatizado, visite um museu fechado ou retorne para o hotel para tirar um cochilo. É por isso que reforço a importância de escolher um hotel bem localizado. Fizemos exatamente isso em julho: acordávamos cedo, aproveitávamos a manhã, almoçávamos, dormíamos no hotel das 13h até as 16h e depois voltávamos para a rua para curtir o fim de tarde e a noite com energia renovada.
  • Abuse dos itens de proteção: Saia de casa equipado com boné, protetor solar e uma garrafa d’água vazia. A Itália possui milhares de pequenas fontes históricas de água pública espalhadas pelas calçadas e pontos turísticos. A água dessas fontes é potável, corrente e muito gelada; você pode encostar e reabastecer sua garrafa de graça o dia inteiro.

12. Ter expectativas irrealistas sobre a lotação dos lugares

Por fim, alinhe as suas expectativas antes de embarcar. A Itália está cheia de turistas durante o ano inteiro, com uma concentração ainda maior nos meses de verão europeu.

Não viaje com a ilusão baseada em fotos editadas de que você chegará à Fontana di Trevi e ela estará vazia esperando por você, ou que estará sozinho tirando fotos nas pontes e gôndolas de Veneza. A realidade atual do país é de monumentos disputados e ruas repletas de excursões.

Para tentar registrar os locais com mais tranquilidade e menos interferência de multidões, adote a estratégia de horários alternativos descrita acima, acordando bem cedo. Vá preparado psicologicamente para encontrar aglomerações e aproveite a beleza histórica do país com paciência.

Se você curtiu esse guia completo com todas as dicas de sobrevivência e economia na Itália, compartilhe com quem está organizando uma viagem e acompanhe nosso conteúdo para estruturar os seus próximos destinos com a melhor qualidade e o menor preço! Boa viagem!

Veneza na Itália

Economize ao máximo na sua viagem à Itália:

  • Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o seu orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Itália, com todas as dicas para economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar!
  • Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Itália da forma mais barata e segura.
  • Carro: esse é um item que facilita muito para transitar no continente e nas ilhas. Se você estiver pensando em alugar um, não deixe de ler como alugar um carro na Itália. São dicas de como alugar um veículo pelo menor preço possível.
  • Euros: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro para a Itália, com os prós e contras de cada opção. Existe uma nova forma que é muito mais barata!
  • Celular: quer usar o celular durante toda a viagem, sem preocupações? Já garanta um chip internacional, ainda no Brasil, clicando aqui. É mais fácil e barato!
  • Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Roma para saber qual é a melhor localização e como economizar muito no hotel.
  • Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro, e é super importante fazer um seguro viagem para estar coberto contra imprevistos. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
  • Transfer: precisa de um para ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar e pelo menor preço!