Transfer na Alemanha

Se tem uma coisa que tira o sono de quem vai pra Bariloche pela primeira vez é como sair do aeroporto sem dor de cabeça e sem gastar uma fortuna. A boa notícia é que o transfer em Bariloche resolve isso de um jeito simples: você reserva antes, alguém te espera com plaquinha e te leva direto pro hotel.

Aqui a gente reuniu todas as dicas pra você entender os tipos de transfer, as faixas de preço, como reservar online e como economizar nos deslocamentos do dia a dia (centro, cerros, esqui e passeios de barco).

A primeira vez que a gente chegou em Bariloche no inverno, no meio da temporada de neve, a fila de táxi no aeroporto tava enorme e o pessoal que tinha reservado transfer passou na frente sem estresse. Desde então a gente sempre deixa o traslado do aeroporto pago antes de embarcar.

Sobre o serviço de transfer em Bariloche

Se você não vai alugar um carro em Bariloche, a melhor alternativa pra ir do aeroporto até o hotel (e vice-versa) ou se deslocar por outros pontos da cidade é o transfer.

Pra quem não conhece, os transfers são veículos privativos ou compartilhados (depende da quantidade de pessoas) que fazem percursos determinados de forma prática, rápida e segura. Pra quem tá na primeira viagem pela Argentina, é o jeito mais tranquilo de fazer esse trajeto.

O aeroporto de Bariloche é o Teniente Luis Candelaria (BRC), que fica a cerca de 14 km do centro. Na alta temporada (inverno e férias de fim de ano) tem voo direto do Brasil, principalmente de São Paulo, com cerca de 4h45 de duração. E olha que boa: brasileiro não precisa de visto nem passaporte, basta RG em bom estado e com menos de 10 anos de emissão.

Algumas vantagens de usar o transfer do aeroporto até o hotel:

  • Você marca a hora exata em que o motorista vai te buscar, então tem alguém te esperando assim que desembarca.
  • Por ser um transporte reservado, você tem mais segurança durante todo o trajeto.
  • Os veículos costumam ser confortáveis e comportam bem as malas dos turistas.
  • Você deixa tudo pago, sem precisar se preocupar com dinheiro na hora.

Tem um site muito bom, que a gente sempre usa nas viagens, que é esse pesquisador de transfers. Além de ser o maior site do mundo nesse tipo de serviço, ele oferece várias opções de origem e destino, com reserva antecipada online, valor fechado em reais e alguém te esperando com placa.

As principais combinações de origem e destino que aparecem por lá são: Aeroporto de Bariloche, Centro de Bariloche, Bariloche (entre o km 2,5 e 8 da Av. Pioneros ou Bustillo), Llao Llao, Terminal de Ônibus de Bariloche, Cerro Catedral, San Martín de los Andes e Villa La Angostura. Dá pra montar praticamente qualquer trecho que você precisar.

Tipos de transfer em Bariloche e faixas de preço

Os valores mudam bastante por causa do câmbio, da temporada e da inflação argentina, então pense sempre em faixas “a partir de” e confira o preço atualizado na semana da viagem. Veja as principais opções:

Transfer compartilhado

É a opção que pesa menos no bolso. Uma van leva vários passageiros e faz paradas em diferentes hotéis. As vantagens são preço mais baixo, reserva online antecipada e alguém te esperando. A desvantagem é que pode demorar um pouco mais até chegar no seu hotel, já que faz outras paradas. Costuma sair mais barato que o táxi pego na hora e mais caro que o ônibus urbano.

Transfer privado

É um carro ou van exclusivo pro seu grupo, reservado com antecedência. Dependendo do número de pessoas, pode ser sedã, SUV ou van. É ideal pra famílias, grupos e pra quem chega muito tarde ou com crianças pequenas. Em geral vale mais a pena a partir de 3 pessoas, porque o valor é por veículo e não por pessoa.

Táxi e remis

Os remises são carros com motorista que funcionam de forma parecida com o táxi, mas muitas vezes com preço combinado antes. Existem várias agências e é comum reservar com antecedência na época de neve. Se você não reservou nada, é a opção mais cômoda ao sair do desembarque, porém costuma ser mais cara que um transfer compartilhado comprado antes. Dica: pergunte a faixa de valor antes de entrar no carro.

Ônibus urbano

É a alternativa mais econômica de todas, mas exige entender o sistema de ônibus da cidade e nem sempre é confortável com mala grande e família. Vale como opção “econômica raiz”, mas a gente não recomenda como primeira escolha pra quem chega de voo cansado e carregado.

Carro alugado

Não é transfer em si, mas muita gente considera, e faz total sentido por aqui. Bariloche é uma região espalhada, com vários passeios independentes (Circuito Chico, Villa La Angostura, Cerro Tronador), e o carro dá liberdade total de horário sem depender de agência. Brasileiro pode dirigir na Argentina com a CNH brasileira. Só fique atento: no inverno, em dias de neve mais intensa, é comum precisar de correntes pros pneus.

A principal dica pra economizar muito no aluguel é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Motivos pra adquirir o transfer

Muita gente chega no aeroporto e fica perdida, sem saber como se locomover até o destino. Com o transfer, tudo fica mais fácil, porque você se planeja com antecedência. Esse serviço faz com que o turista:

  • Escolha exatamente o lugar de partida e o de chegada.
  • Escolha o veículo que melhor atende às necessidades, considerando o número de malas e pessoas.
  • Deixe tudo pago, sem precisar se preocupar na hora.
  • Tenha um motorista ou funcionário da empresa esperando no aeroporto na chegada.
  • Não precise se preocupar em ser fluente no idioma, já que o motorista já tem todas as informações do destino conforme a sua reserva.
Transfer em Bariloche

E não deixe de conferir o nosso guia completo de Bariloche. É um guia com tudo o que você precisa saber e um passo a passo completo pra montar toda a sua viagem, economizando ao máximo em TUDO.

Passo a passo pra reservar o transfer

  1. Ao abrir esse pesquisador de transfer, você escolhe origem e destino, a data, a hora e o número de pessoas.
  2. Depois, a pesquisa mostra os carros disponíveis, podendo ser privado ou compartilhado.
  3. Os valores variam de acordo com o carro escolhido e a quantidade de pessoas. Compare a capacidade de bagagem, o tempo estimado e a política de cancelamento.
  4. Confirme, pague online e receba o voucher.

Uma dica de quem já passou perrengue: leve o comprovante impresso ou salvo offline, porque a internet pode falhar bem na hora da chegada e você não quer ficar caçando o voucher no aeroporto.

Transfers dentro de Bariloche: esqui, cerros e passeios

Muita gente também chama de “transfer” os traslados do dia a dia, como hotel até o Cerro Catedral (principal centro de esqui), Cerro Otto, Cerro Campanario, Piedras Blancas, e os pontos de saída dos passeios de barco, como o Porto Pañuelo.

As formas de fazer esses trajetos são:

  • Transfers de agências: quase todos os passeios vendidos já incluem o traslado de ida e volta, muitas vezes em vans compartilhadas. Sempre confira se o passeio inclui o transfer.
  • Ônibus urbanos: ligam o centro a atrações como Cerro Catedral e Circuito Chico, com tarifas baratas, mas ficam mais cheios na alta temporada.
  • Táxis e remises: boa opção pra grupos, principalmente muito cedo, muito tarde ou na volta de restaurantes mais afastados.
  • Carro alugado: dá autonomia total, mas exige atenção redobrada com neve e gelo.

A dica de ouro é aproveitar os transfers compartilhados já incluídos nos ingressos dos atrativos, que ajudam a economizar e simplificam a logística. E olha: muita gente subestima a distância até o Cerro Catedral achando que é “ali do lado”, mas o deslocamento toma tempo, ainda mais com neve. Programe bem os horários de ida e volta.

Melhor época pra viajar e como isso muda o transporte

No inverno (junho a setembro), as temperaturas ficam entre -5 ºC e 8 ºC, e é a alta temporada por causa da neve, esqui e snowboard. Julho e agosto são os meses com as estações de esqui mais cheias. Isso significa maior demanda por transfers do aeroporto e pro Cerro Catedral, então reserve tudo com antecedência. Como pode haver atraso de voo por causa do clima, prefira serviços com flexibilidade de horário ou atendimento 24h.

No verão (dezembro a março), as temperaturas ficam em torno de 15 ºC a 25 ºC, e o foco vira trilhas, caiaque, passeios de barco e ciclismo. O movimento é mais distribuído ao longo do dia, então os transfers costumam ser mais tranquilos e ganham protagonismo os traslados pra lagos e trilhas.

Dicas de câmbio e pagamento dos transfers

A moeda local é o peso argentino (ARS), representado pelo símbolo $ em placas e cardápios (não confunda com real). Pagando transfer online, normalmente o valor é cobrado em dólar ou peso e convertido pra real no cartão, com o IOF dos cartões internacionais. Já no táxi ou remis pego na hora, muitos preferem pagamento em pesos, e o câmbio costuma ser pior se você quiser pagar em real ou dólar.

A nossa estratégia preferida é mesclar: reserva o transfer principal (do aeroporto) online pra chegar tranquilo, e deixa os traslados internos pra pagar em pesos que você já trocou na cidade, num câmbio melhor.

Erros comuns de brasileiros (e como evitar)

Pra você não cair nas mesmas armadilhas que muita gente cai, anota essas:

  • Não reservar transfer na alta temporada e ficar refém de táxi caro ou de fila grande no aeroporto.
  • Confiar só em aplicativo de transporte sem checar se está funcionando bem na época da viagem. Bariloche tem períodos de restrição.
  • Calcular o preço de táxi em real sem considerar câmbio e inflação argentina, achando que “não faz diferença”.
  • Não avisar o atraso de voo ao transfer privado. Mande mensagem se houver mudança, porque algumas empresas cobram por “no show”.
  • Não conferir se o passeio inclui o traslado e descobrir isso só na hora, tendo que correr atrás de táxi ou ônibus.

Onde se hospedar pensando no transfer

A escolha do bairro muda bastante a sua logística de transporte. Quem fica no Centro está pertinho de restaurantes, lojas e das chocolaterias da Rua Mitre, e ainda pega os transfers de agência que passam pelos principais hotéis centrais. Já quem prefere a beira-lago (zona do Lago Nahuel Huapi) curte hotel com vista e mais natureza, mas os transfers podem sair um pouco mais caros.

Em resumo: se a sua prioridade é facilidade de deslocamento, fique no Centro; se é descansar e curtir o hotel, considere a beira-lago e reserve os transfers com antecedência. Pra te ajudar a escolher a melhor região e economizar no hotel, olha aqui o nosso mapa personalizado de hospedagem em Bariloche:

Onde ficamos em Bariloche (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro de Bariloche será sempre o melhor lugar para se hospedar na cidade, na nossa opinião. Ficando nele, você estará perto da maior parte do comércio, restaurantes, agências de turismo e atrações. Há várias opções de hotéis mais simples e antigos, e por isso dá para encontrar bons preços neles!

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Mapa personalizado dos melhores hotéis em Bariloche

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre transfer em Bariloche

Quanto custa o transfer do aeroporto de Bariloche até o centro?

O valor varia bastante por causa do câmbio e da temporada. Em geral, o transfer compartilhado fica numa faixa intermediária: mais barato que o táxi pego na hora e mais caro que o ônibus urbano. O ideal é comparar os preços atualizados na semana da viagem.

Vale mais a pena transfer privado ou compartilhado?

Depende do tamanho do grupo. O compartilhado é mais econômico pra casais e pessoas sozinhas. Já o privado costuma valer mais a pena a partir de 3 pessoas, porque o valor é por veículo e não por pessoa, além de ser mais confortável com crianças ou muita bagagem.

Preciso reservar o transfer com antecedência?

Na alta temporada (inverno e fim de ano), sim, com certeza. A demanda é alta e quem não reserva acaba refém de táxi caro ou de fila grande no aeroporto. No verão dá pra ser mais flexível, mas reservar antes sempre garante mais tranquilidade.

Tem transfer do hotel até o Cerro Catedral e outros passeios?

Tem sim. Muitos passeios e ingressos já incluem o traslado de ida e volta do hotel, normalmente em vans compartilhadas. Sempre confira se o passeio inclui o transfer antes de comprar, pra não ter surpresa na hora.

Posso pagar o transfer em reais?

Reservando online, o pagamento costuma ser em dólar ou peso, convertido em real no cartão. Já no táxi ou remis pego na hora, o pagamento é melhor em pesos. A dica é deixar o transfer principal pago online e pagar os traslados internos em pesos trocados na cidade.

Como funciona reservar o transfer pela internet?

É simples: você escolhe origem e destino, informa data, hora e número de pessoas, e o site mostra as opções de veículos privados ou compartilhados com os valores. Aí é só comparar, pagar online e receber o voucher, que vale a pena levar impresso ou salvo offline.

Economize ao máximo na sua viagem a Bariloche

  • Economizando: quer planejar a viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler a nossa matéria de como viajar barato para a Argentina, com todas as dicas pra economizar ao máximo sem deixar de aproveitar.
  • Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Argentina da forma mais barata e segura.
  • Carro: esse item facilita muito a viagem por Bariloche e região. Se você tá pensando em alugar, não deixe de ler como alugar um carro em Bariloche, com dicas pra pegar pelo menor preço.
  • Pesos: conheça a melhor forma de levar o seu dinheiro pra viagem, com os prós e contras de cada opção.
  • Celular: quer usar o celular durante toda a viagem sem preocupação? Já garanta um chip internacional ainda no Brasil clicando aqui. É mais fácil e barato.
  • Hospedagem: veja a nossa matéria de onde ficar em Bariloche pra saber qual é a melhor localização e como economizar muito no hotel.
  • Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro, então é importante ter um seguro viagem pra estar coberto contra imprevistos. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.

No fim das contas, deixar o transfer do aeroporto resolvido antes de viajar é uma das coisas que mais facilita a chegada em Bariloche, ainda mais no inverno. A gente sempre faz assim e nunca mais teve aquele aperto de chegar cansado e ter que negociar corrida no balcão. Planeje com antecedência, mescle online e dinheiro local, e aproveite a viagem com tranquilidade.