Tour Privado por Florianópolis: o passeio completo

Que tal conhecer Florianópolis indo além do óbvio? Um tour privado é uma das formas mais inteligentes de aproveitar a Ilha da Magia: você decide o ritmo, escolhe as paradas e ainda ganha a explicação de quem mora ali e conhece cada cantinho. Sem grupo grande, sem horário apertado, sem aquela correria de city tour comum.

Quando a gente foi pra Floripa e testou esse formato, a diferença foi absurda. Em vez de ficar trocando de van em ponto turístico, a gente saiu cedo, parou onde quis e ainda conseguiu encaixar praia, centro histórico e Ribeirão da Ilha no mesmo dia. Pra quem vai poucos dias, é o tipo de passeio que rende muito.

E não esquece: aqui no nosso guia completo de Florianópolis a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida e os melhores passeios da ilha.

Como funciona o tour privado por Florianópolis

O tour privado é exatamente o que o nome diz: o carro, o motorista e o guia ficam só pro seu grupo. Você é buscado direto no hotel, e o roteiro é pensado conforme o seu perfil — família com criança, casal, quem prefere praia, quem prefere cultura, quem quer fotografar bastante.

A duração varia: tem opções de 4 a 6 horas, meia jornada, e também a versão de dia inteiro, que costuma fazer praticamente uma circunavegação da ilha em torno de 6 horas de percurso. Algumas operadoras saem bem cedo, por volta das 7h30, justamente pra fugir do trânsito e da lotação dos pontos mais famosos.

O valor depende muito do formato. Tem passeio compartilhado começando em torno de R$ 160 por pessoa, e versões privativas que vão de cerca de R$ 280 por grupo até R$ 590, dependendo se inclui guia exclusivo, carro privativo, fotografia profissional e tempo total do passeio.

O roteiro clássico do tour privado pela ilha

Os roteiros mais completos costumam combinar centro histórico, vilas coloniais e as praias mais bonitas. Olha o que normalmente entra:

Ponte Hercílio Luz — a primeira parada quase sempre é o cartão-postal de Floripa. É a maior ponte pênsil do Brasil e marca a história da cidade, porque foi a partir dela que a ligação entre a ilha e o continente deixou de ser feita só por barco. Hoje é patrimônio histórico, artístico e arquitetônico do município.

Ponte Hercílio Luz

Casa da Alfândega — prédio de 1875 que hoje funciona como polo do artesanato catarinense. Dá pra ver esculturas, quadros, tapetes, bordados e itens de decoração de todo o estado. Antigamente, era ali que as transações alfandegárias do porto aconteciam.

Centro histórico — em seguida o tour passa pela Catedral Metropolitana (um dos prédios mais antigos da cidade, com acervo de arte sacra), pela Praça XV de Novembro (com sua figueira centenária imensa, palmeiras imperiais e o Monumento aos Heróis da Guerra do Paraguai) e pelo Palácio Cruz e Souza, um sobrado colonial que abriga o Museu Histórico de Santa Catarina.

Museu Histórico de Santa Catarina

Ribeirão da Ilha — uma das partes que a gente mais gostou. É onde os primeiros imigrantes açorianos se estabeleceram, e a arquitetura colonial é praticamente um museu a céu aberto. Ali do lado ficam a Lagoa do Peri e a praia do Morro das Pedras, com aquela paisagem rochosa marcante.

Bairro Ribeirão da Ilha

Lado leste e praias mais famosas — depois entra a sequência queridinha dos turistas: Joaquina, Praia Mole, Barra da Lagoa e a Lagoa da Conceição, um dos lugares mais descolados da cidade e referência pra quem curte esportes na água. Vários roteiros também incluem uma parada no Projeto Tamar, que é um centro importante de conservação de tartarugas marinhas.

Praia da Joaquina

O fim do passeio costuma ser por volta das 17h30, com retorno até o hotel.

Como reservar o tour privado

A gente reservou esse passeio por esse site que a gente usa em todas as viagens. Escolhemos porque tem várias vantagens pro estilo de roteiro que a gente curte: pagamento em reais (sem IOF), parcelamento, cancelamento gratuito na maioria dos passeios e suporte em português.

Dá pra ver as avaliações de quem já fez antes e reservar com antecedência — o que ajuda muito a evitar que os horários esgotem, principalmente no verão e em feriados. E é um dos comparadores mais confiáveis do mundo pra esse tipo de experiência.

Vale dar uma olhada também em outros passeios privados e em grupo pequeno que aparecem por lá pra Florianópolis. Os que mais valem a pena, na nossa opinião, são:

  • Passeio de barco à Ilha do Campeche
  • Tour pelas praias do norte e por Santo Antônio de Lisboa
  • Tour pelas praias do leste + Projeto Tamar
  • Tour pelas praias do sul + Ribeirão da Ilha
Tour pela Ponte Hercílio Luz

Aluguel de carro (economize até 34%)

Se você não quiser ficar dependendo só do tour privado e quiser explorar a ilha no seu ritmo nos outros dias, alugar carro em Floripa faz toda a diferença. A ilha é grande, as praias ficam espalhadas e o transporte público entre elas é limitado.

A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Aluguel de carro em Florianópolis

Dicas pra aproveitar melhor o tour privado

Algumas coisas que a gente aprendeu testando esse tipo de passeio em Floripa (e que valem ouro):

  • Saia cedo. Os tours com partida por volta das 7h30 fogem do trânsito e pegam as praias mais vazias e com melhor luz pra foto.
  • Confirme o que está incluso. Veículo, guia exclusivo, combustível, pedágios, água, ingressos e refeições variam de uma oferta pra outra. Lê com calma antes de fechar.
  • Não tente fazer praia demais no mesmo dia. Floripa é grande, e tentar encaixar 6 praias em 6 horas significa não aproveitar nenhuma direito. Prefira combinar 2 ou 3 praias + 1 ou 2 paradas culturais.
  • Pergunte se é personalizável. A graça do passeio privado é justamente a flexibilidade. Se você quer mais foto no Ribeirão e menos tempo no centro, fala com o guia.
  • Olhe vento e maré. Praias como Joaquina, Mole e Barra da Lagoa têm comportamento bem diferente conforme o vento. Em dias muito ventosos, troque o banho por mirante.
  • Peça parada gastronômica. A ilha tem ótimas opções de frutos do mar, especialmente no Ribeirão da Ilha, na Lagoa da Conceição e na Barra. Vale combinar com o guia onde fazer o almoço pra encaixar bem no roteiro.
  • Leve dinheiro e cartão. Algumas praias e comunidades menores têm consumo mínimo ou pouca infraestrutura.

Erros comuns que turistas brasileiros cometem em Floripa

A gente errou nessa logo na primeira viagem: subestimou o tamanho da ilha e tentou “ver tudo” em um dia só. Resultado? Passamos mais tempo no carro do que nas praias. Olha o que evitar:

  • Achar que dá pra fazer norte + leste + sul num roteiro só.
  • Sair tarde — depois das 9h, o trânsito até a Lagoa e a Joaquina já trava.
  • Escolher o passeio só pelo preço e descobrir depois que não tinha guia exclusivo nem traslado do hotel.
  • Ignorar a diferença entre tour privado guiado, city tour compartilhado e passeio autoguiado por app — são três produtos bem diferentes.

Seguro viagem pra Florianópolis

Mesmo sendo viagem dentro do Brasil, vale considerar um seguro viagem. Atendimento médico fora da sua cidade pode custar caro, e ainda tem cobertura pra extravio de bagagem, atraso de voo e cancelamento de hospedagem — coisas que acontecem com qualquer um.

A gente usa esse comparador de seguros, que mostra todas as seguradoras lado a lado e já entrega 18% de desconto exclusivo pra leitor do Grupo Dicas. Em poucos minutos dá pra ver qual cobertura faz mais sentido pra sua viagem.

Onde ficamos em Florianópolis (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Podemos dividir Florianópolis em: norte, leste, sul e centro/continente. Cada uma dessas regiões tem suas particularidades e vai proporcionar uma experiência diferente de hospedagem.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre o tour privado por Florianópolis

Quanto custa um tour privado por Florianópolis?

Os preços variam bastante conforme o formato. Há tours compartilhados a partir de cerca de R$ 160 por pessoa e versões privativas que vão de aproximadamente R$ 280 a R$ 590 por grupo, dependendo da duração, do carro, da inclusão de guia exclusivo e de extras como fotografia profissional.

Qual a duração média do passeio?

O mais comum são tours de 4 a 6 horas (meia jornada) ou de dia inteiro, com circunavegação da ilha em cerca de 6 horas. O dia completo costuma terminar por volta das 17h30, com retorno ao hotel.

O tour passa em quais lugares?

Os roteiros mais clássicos incluem Ponte Hercílio Luz, Casa da Alfândega, Catedral Metropolitana, Praça XV, Palácio Cruz e Souza, Ribeirão da Ilha, Lagoa do Peri, Morro das Pedras, Lagoa da Conceição, Joaquina, Mole, Barra da Lagoa e o Projeto Tamar. Como é privado, você pode adaptar o roteiro com o guia.

Vale mais a pena tour privado ou city tour compartilhado?

Depende do seu perfil. O privado é melhor pra quem viaja em família, quer flexibilidade total no roteiro, prefere não dividir o passeio com estranhos e curte ter explicações mais detalhadas. O compartilhado é mais econômico e funciona bem pra quem está sozinho ou em casal e topa um roteiro pré-definido.

Preciso reservar com antecedência?

Sim, principalmente em alta temporada, verão e feriados. As plataformas vendem vagas por grupo e por data, e os melhores horários (especialmente os com saída cedo) costumam esgotar primeiro. Reservar online também costuma sair mais barato.

O tour inclui almoço?

Quase sempre não inclui — a alimentação costuma ser paga à parte. A vantagem do passeio privado é que dá pra combinar com o guia uma parada gastronômica boa ao longo do percurso, geralmente no Ribeirão da Ilha (frutos do mar) ou na Lagoa da Conceição.

Qual a melhor época pra fazer o tour?

O passeio costuma ser mais confortável em períodos de clima mais estável e menor lotação, fora do pico do verão e dos feriados prolongados. Primavera e outono entregam ótima temperatura, praias mais vazias e fotos com luz incrível.

Economize ao máximo na sua viagem a Florianópolis

Floripa é daqueles destinos que melhoram muito quando a gente otimiza o tempo, e o tour privado é exatamente isso: você troca correria por aproveitamento real. Saindo cedo, com um bom guia e um roteiro alinhado com o seu perfil, dá pra conhecer o melhor da Ilha da Magia em um dia só — e ainda sair com vontade de voltar.