
Ter só 2 dias em Honolulu parece pouco, mas dá pra fazer bastante coisa se a gente organizar bem o roteiro. A ideia é combinar Waikiki como base, encaixar Pearl Harbor (a visita histórica mais importante da ilha) e ainda sobrar tempo pra Diamond Head, praia e um pouco do centro de Honolulu.
Nas nossas viagens pro Havaí, a gente aprendeu na marra que subestimar distâncias em Oahu é o erro mais comum. A ilha não é gigante, mas o trânsito na H1 vira um pesadelo depois das 8h da manhã. Sair cedo é a diferença entre um dia produtivo e um dia perdido no engarrafamento.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Honolulu a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Primeiro dia: Pearl Harbor, centro histórico e Waikiki
Manhã em Pearl Harbor
Comece o dia bem cedo por Pearl Harbor, uma das visitas mais emblemáticas dos Estados Unidos. Foi ali, em 7 de dezembro de 1941, que o ataque japonês deu início à entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial. Hoje, o memorial do USS Arizona, o couraçado Missouri e os museus contam essa história de um jeito muito bem feito.
Pearl Harbor fica a uns 30 minutos de carro de Waikiki e a gente recomenda ir logo cedo por dois motivos: fila menor e trânsito ainda tranquilo. O acesso básico ao memorial do USS Arizona costuma ser gratuito, mas a reserva antecipada (com uma taxa simbólica em torno de US$ 1 pelo site oficial) é praticamente obrigatória — quem chega sem reservar corre risco real de não conseguir entrar.
A forma mais fácil de resolver tudo é contratar esse tour por Pearl Harbor, que já inclui transporte saindo de Waikiki, ingressos e guia especializado — vale muito a pena, principalmente por causa da explicação histórica. Se quiser montar por conta, dá pra reservar ingressos separados:
- Ingresso Pearl Harbor + USS Arizona
- Museu e Parque Submarino USS Bowfin
- Museu de Aviação Pearl Harbor

Uma dica importante sobre Oahu: aluguel de carro compensa muito pra encaixar Pearl Harbor, a costa leste e outros pontos espalhados no mesmo dia. Waikiki até dá pra fazer só de ônibus e caminhada, mas o resto da ilha pede carro.
Como alugar um carro no Havaí economizando muito
A principal dica pra economizar é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Tarde no centro histórico de Honolulu
Depois de Pearl Harbor, aproveita pra passar no downtown de Honolulu. A parada obrigatória é o Iolani Palace, o único palácio real dos Estados Unidos — foi ali que a família real havaiana viveu antes do arquipélago ser anexado pelos EUA. É uma visita que ajuda muito a entender que o Havaí tem uma história própria, com identidade cultural forte, e não é só um destino de praia.
Bem ao lado dá pra ver a estátua do rei Kamehameha e caminhar até Chinatown, um bairro cheio de personalidade com mercados, arte de rua e bons restaurantes asiáticos pra um almoço rápido e barato.
Final de tarde e noite em Waikiki
Volta pra Waikiki no fim da tarde e reserva um tempo pra praia. A Waikiki Beach tem uma faixa de areia estreita, mas as águas são calmas e cristalinas — quase uma piscina natural. É o lugar ideal pro pôr do sol, pra tomar um banho de mar e pra ver a estátua do Duke Kahanamoku, o havaiano que popularizou o surfe no mundo e virou símbolo da cultura local.

À noite, uma opção legal é jantar no Aloha Tower Marketplace, no porto de Honolulu — tem restaurantes com vista da baía e, em dias selecionados, apresentações de dança hula. Outra alternativa clássica pra quem quer uma experiência cultural sem dirigir muito é fechar o dia com um luau ou um sunset cruise saindo de Waikiki.
Se você pretende encaixar vários passeios em pouco tempo, vale olhar esse passe da ilha, que dá acesso a mais de 40 atrações e shows por um preço único.
Onde ficamos em Honolulu (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Waikiki é a região favorita dos turistas em Honolulu! É o bairro mais badalado da cidade, que apresenta muitos centros comerciais, bares à beira-mar, atrações turísticas e a maior oferta de hotéis. O melhor de se hospedar por lá é que você acordará próximo à praia, que afinal, é o principal interesse da sua viagem.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Segundo dia: Diamond Head, costa e praias fotogênicas
Trilha de Diamond Head bem cedinho
O segundo dia começa cedo (pra variar) com a trilha do Diamond Head, um dos cartões-postais mais famosos do Havaí. É uma cratera vulcânica formada há mais de 100 mil anos e o nome vem de uma confusão dos marinheiros britânicos, que acharam ter encontrado diamantes nas encostas — eram só cristais de calcita, mas o nome pegou.
A trilha é curta e pavimentada, mas tem escadas, túneis e bunkers militares no caminho — bem interessante. Lá em cima, a vista panorâmica de Waikiki e da costa é sensacional. O acesso custa em torno de US$ 5 por pessoa ou US$ 10 por carro, e (isso é MUITO importante) exige reserva antecipada no site oficial, que costuma abrir com 30 dias de antecedência. Sem reserva, não entra — a gente já viu turista voltando de mãos abanando.

Leva tênis, água e vai bem cedo — depois das 9h o sol começa a castigar e a fila pra estacionar aumenta. A trilha inteira leva mais ou menos 1h30 (ida e volta com paradas pra foto).
Costa leste: mirantes, blowhole e praias
Depois de descer do Diamond Head, siga pela Kalanianaʻole Highway rumo à costa leste — esse é o trecho mais bonito de Oahu pra dirigir. Dá pra emendar:
- Hanauma Bay: reserva ambiental com o melhor snorkel público da ilha, com tartarugas e peixes coloridos. A entrada fica em torno de US$ 7,50 por pessoa e o acesso é controlado (fecha às terças). Chegue cedo pra pegar vaga.
- Halona Blowhole: um respiradouro natural onde as ondas jogam água pelo ar. Parada rápida, ótima pra foto.
- Makapuʻu Lookout: um mirante com trilha curta e acessível, com vista incrível da costa e das ilhas menores. Ótimo custo-benefício de esforço x vista.
- Lanikai e Kailua: duas das praias mais fotogênicas do Havaí, com areia branca fininha e mar azul-turquesa. Fecha o dia por ali — dá até pra alugar um caiaque pra ir até as ilhotas em frente.
Se você prefere não dirigir, uma opção prática é contratar um passeio de snorkel, que já inclui equipamento e instrução básica.

Volta pra Waikiki: compras e jantar
Antes de devolver o carro ou voltar pro hotel, passa no Ala Moana Center, que fica no caminho de volta. É um dos maiores shoppings ao ar livre do mundo, com marcas como Dior, Gucci, Apple, Coach, Balenciaga e a queridinha Havaianas (sim, aqui as sandálias saem bem mais baratas que no Brasil).
Pra fechar o dia com chave de ouro, um jantar em Waikiki e, se ainda sobrar energia, uma parada na Leonard’s Bakery pra provar as malasadas — um doce clássico havaiano tipo um sonho fofinho, que virou febre entre turistas.

Erros que a gente vê brasileiro cometendo em Oahu
- Não reservar Diamond Head e Pearl Harbor com antecedência. Os dois pontos mais importantes do roteiro e as duas atrações mais fáceis de perder por chegar sem reserva.
- Subestimar distâncias. Ir de Waikiki até Kailua ou Pearl Harbor parece rápido no mapa, mas o trânsito da H1 faz o tempo dobrar.
- Querer encaixar North Shore em 2 dias. Dá até pra fazer, mas você vai sacrificar Honolulu, a costa leste ou a praia. Melhor deixar North Shore pra uma próxima ou pra roteiro de 4+ dias.
- Sair tarde de manhã. Depois das 9h o calor e o trânsito prejudicam qualquer trilha ou mirante.
- Ir de sandália pra trilha. Diamond Head e Makapuʻu são fáceis, mas trechos ficam úmidos e escorregadios. Tênis é obrigatório.
Quanto custam as atrações do roteiro
Pra ter uma noção do orçamento (valores podem mudar, então confere no site oficial antes de ir):
- Pearl Harbor (memorial USS Arizona): entrada gratuita com reserva simbólica em torno de US$ 1. Museus e couraçado Missouri são pagos à parte.
- Diamond Head: em torno de US$ 5 por pessoa a pé ou US$ 10 por carro.
- Hanauma Bay: em torno de US$ 7,50 por pessoa.
- Iolani Palace: ingresso pago, com opção de audioguia.
- Tours guiados: variam bastante, desde opções econômicas até experiências premium com transporte incluso.
Chip de celular pro Havaí (não conta com o Wi-Fi do hotel)
Uma coisa que faz muita diferença no dia a dia da viagem é ter internet no celular o tempo todo — pra usar Google Maps, chamar Uber, olhar horário de atração, procurar restaurante. A gente usa e recomenda esse chip de viagem, que já chega ativado no Brasil, com internet ilimitada, ligações e SMS. Muito mais prático (e barato) do que pagar roaming da operadora daqui.
Seguro viagem pro Havaí
Atendimento médico nos Estados Unidos é caríssimo — uma simples consulta em pronto-socorro passa fácil de US$ 1.000. Por isso, seguro viagem é praticamente inegociável pra qualquer viagem pros EUA.
A gente sempre contrata pelo esse comparador de seguros. Ele compara todas as principais seguradoras do mercado, mostra preço, cobertura e avaliações lado a lado, e ainda dá 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas — é o cupom mais alto que a gente conseguiu no mercado.
Perguntas frequentes sobre 2 dias em Honolulu
Dá pra conhecer Oahu em 2 dias?
Dá pra conhecer o essencial — Pearl Harbor, Diamond Head, Waikiki e a costa leste. Mas é apertado. Se der pra esticar pra 3 ou 4 dias, você consegue encaixar North Shore, Kualoa Ranch e mais praia.
Preciso alugar carro pra 2 dias em Honolulu?
Sim, muito recomendado. Pra ficar só em Waikiki até dá pra usar ônibus, mas pra encaixar Pearl Harbor, Diamond Head e a costa leste no roteiro, o carro é praticamente obrigatório e economiza muito tempo.
Precisa reservar Diamond Head antes?
Precisa. A reserva é feita no site oficial (gostaha.hawaii.gov) e costuma abrir com 30 dias de antecedência. Sem reserva, você não consegue entrar — é uma das principais frustrações de quem chega sem planejar.
Pearl Harbor é gratuito?
O memorial do USS Arizona (a visita principal) tem entrada gratuita, mas exige reserva antecipada com uma taxa simbólica em torno de US$ 1. Os museus, o USS Bowfin e o couraçado Missouri são pagos à parte.
Qual é a melhor época pra visitar Honolulu?
O clima em Oahu é bom o ano inteiro, com pouca variação de temperatura. Pra trilhas e praia, prefira períodos de menos chuva. O que importa mais que a época é a estratégia diária: começar cedo pra fugir do calor do meio-dia e do trânsito.
Vale a pena fazer luau em Waikiki?
Vale, principalmente se você não vai pra outras ilhas. É uma boa oportunidade de ter contato com música, dança e comida havaiana num só lugar, e não precisa dirigir depois. Preços variam bastante conforme o resort e a produção.
Onde comer bem em Waikiki sem gastar muito?
Food trucks e os pratos de poke (peixe cru marinado) são as opções mais em conta e autênticas. O Ala Moana Center e a região da International Marketplace também têm praças de alimentação com preços razoáveis pro padrão dos EUA.
Economize ao máximo na sua viagem ao Havaí
- Economizando: planeja aproveitando melhor o seu orçamento com nossa matéria sobre como viajar barato ao Havaí.
- Ingressos: descobre onde comprar ingressos do Havaí do jeito mais barato e seguro.
- Carro: pega todas as dicas em como alugar um carro barato no Havaí.
- Dólares: conhece a melhor forma de levar dinheiro pro Havaí sem pagar caro.
- Celular: garante o melhor chip de viagem pro Havaí, ainda no Brasil.
- Hospedagem: descobre onde ficar em Honolulu e qual a melhor região.
- Seguro viagem: compare e economize com o seguro viagem mais barato pro Havaí.
- Transfer: reserva transfer em Honolulu pelo menor preço.
Dois dias em Honolulu passam voando, mas dá pra montar um roteiro que junta história, natureza, praia e cultura sem correria — desde que você saia cedo, reserve o que precisa reservar e não tente abraçar a ilha inteira. A gente sempre volta pra Oahu porque, mesmo depois de várias viagens, ainda tem canto novo pra descobrir. Boa viagem e aloha!