
A Costa Azul é aquela viagem que a gente sonha em fazer pelo menos uma vez na vida: praias mediterrâneas, vilas glamourosas, cidades históricas, arte moderna, comida boa e uma paisagem que parece cenário de filme. Se você tá planejando conhecer essa região do sul da França, esse roteiro de 6 dias vai te ajudar a montar uma viagem completa, sem correria e aproveitando o melhor de cada cidade.
A gente foi pela primeira vez achando que ia dar pra ver tudo em 3 dias — grande engano. A Côte d’Azur é maior do que parece no mapa, e cada cidade merece pelo menos meio dia com calma. Por isso, montamos esse roteiro num ritmo mais tranquilo, que dá pra ajustar de acordo com o seu tempo e interesse.
E não esquece: aqui no nosso guia completo da Costa Azul a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos. Vale muito dar uma olhada antes de fechar qualquer coisa.
Costa Azul da França: visão geral do roteiro
A Costa Azul (Côte d’Azur) fica no sudeste da França e vai de Marselha até Menton, na fronteira com a Itália, passando pelas cidades mais famosas da Riviera Francesa e ainda incluindo o Principado de Mônaco. É considerada uma das faixas litorâneas mais bonitas da Europa, com enseadas, calanques, vilas medievais e praias de água azul-turquesa.
Nesse roteiro a gente propõe 6 dias explorando a região de leste a oeste, começando em Nice (a melhor base logística) e terminando em Marselha. Você pode fazer o caminho inverso também, ou ajustar o ritmo pra 5 ou 7 dias, dependendo do voo.

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Seguro Viagem: Comparador + 16 empresas + cupom 18% = 42%
Chip: Melhor sinal + sem IOF e taxas = 12%
Carro: Comparador + 20 empresas + cupom 5% = 28%
Quando ir e como se locomover pela Costa Azul
A melhor época pra visitar a Costa Azul é entre maio e junho ou em setembro: o clima já tá agradável, o mar dá pra banho, tem menos gente e os preços são bem mais camaradas do que em julho e agosto. A alta temporada (jul-ago) é linda, mas as praias ficam lotadas, hospedagem dispara e reservar restaurante bom vira uma missão.
Pra circular, a linha de trem regional que liga Marselha, Toulon, Saint-Raphaël, Cannes, Antibes, Nice e Menton é excelente — trajetos curtos entre cidades saem por poucos euros e os trens são frequentes. Trechos como Nice-Antibes ou Nice-Cannes levam menos de 30 minutos.
Agora, pra Cassis, Sainte-Maxime, Hyères e algumas praias mais afastadas, o trem não chega direto — e é aí que alugar carro faz toda diferença. Se você quer explorar as vilas menores, mirantes, vinícolas e praias de acesso complicado, o carro dá liberdade que trem nenhum dá.
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A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
1º dia do roteiro pela Costa Azul: Nice
Comece a jornada por Nice, considerada a capital da Costa Azul e a melhor base logística pra explorar a região. Reserve o dia inteiro pra caminhar pela cidade sem pressa. Comece pela Promenade des Anglais, o icônico calçadão de quase 7 km com as famosas cadeiras azuis e vista pra Baie des Anges.
Depois entre na Vieille Ville (cidade velha), com ruas estreitas, prédios coloridos e o Cours Saleya, mercado de flores e alimentos que rola de manhã (menos às segundas). Aproveita pra provar a socca, panqueca de grão-de-bico típica de Nice, e um pissaladière.
À tarde, suba a Colline du Château: o mirante lá em cima tem uma das vistas mais bonitas da baía e é a foto obrigatória de Nice. Terminando, se ainda sobrar disposição, vale passar no bairro de Cimiez pra ver o Museu Matisse e a impressionante Catedral Ortodoxa Russa Saint-Nicolas.

Uma dica que a gente aprendeu na prática: as praias de Nice são de seixos, não de areia. Leva uma canga grossa ou aluga uma esteira, senão fica bem desconfortável deitar direto.
2º dia: Antibes
No segundo dia, siga pra Antibes — dá pra ir de trem em uns 20 minutos saindo de Nice. É uma cidadezinha com clima bem mais tranquilo, porto cheio de iate e um centro histórico charmoso. Comece pelo Marché Provençal, mercado coberto com produtos locais, queijos, azeites e ervas da Provence.
Depois visite o Museu Picasso, dentro do Château Grimaldi, à beira-mar. É pequeno mas muito bem curado, com obras que o artista fez enquanto morava lá em 1946. A vista da varanda pro Mediterrâneo já vale a entrada.
Pra fechar o dia, escolhe uma das praias urbanas: a Plage de la Gravette e a Plage de la Salis são as mais bem avaliadas e ficam a poucos minutos do centro histórico.

Como economizar até 42% nos hotéis de Costa Azul!
Pra te ajudar a encontrar os melhores hotéis de Costa Azul, com preços já filtrados e em português, dá uma olhadinha aqui:
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Lá você consegue filtrar por região, datas, faixa de preço e nota de avaliação. A gente sempre usa o filtro ‘nota 8+’ e cancelamento gratuito — assim garante que vai pegar um lugar bom e fica tranquilo se precisar mudar os planos.
Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
3º dia: Cannes
Cannes é a cidade do glamour, do Festival de Cinema e do luxo escancarado. Passeie pelo Boulevard de la Croisette, o calçadão à beira-mar com hotéis históricos, boutiques de grife e as famosas praias privadas dos hotéis (que cobram caro pra usar as espreguiçadeiras).
Passa no Palais des Festivals et des Congrès pra tirar a foto no tapete vermelho e ver as impressões das mãos das estrelas de cinema no chão. Depois suba até Le Suquet, a parte antiga da cidade, com ladeiras, igreja no alto e uma vista linda pro porto e pra baía.
Se sobrar tempo, um passeio de barco até as Îles de Lérins é ótima pedida — a Île Sainte-Marguerite fica a 15 minutos e tem o famoso Forte Real, prisão do lendário Homem da Máscara de Ferro.

Como comprar ingressos e passeios pela Costa Azul (pagando mais barato)
Uma dica que faz muita diferença no orçamento: comprar os ingressos e passeios com antecedência pela internet costuma sair bem mais barato do que na bilheteria, e você ainda evita fila e o risco de esgotar no dia. Nas bilheterias oficiais, além do preço mais salgado, a compra é em euro — ou seja, entra IOF de 3,5% e não dá pra parcelar.
O site que a gente usa em todas as viagens é esse aqui. É um dos maiores comparadores de passeios do mundo, tem catálogo enorme na Costa Azul (ingressos, tours guiados, passeios de barco pras Calanques, bate-voltas pra Mônaco e Èze) e o preço já vem em reais. Isso muda tudo: evita o IOF, dá pra parcelar e tudo em português. Outras vantagens:
- Free tours: tours a pé gratuitos nas cidades turísticas, você paga só uma gorjeta pro guia no final.
- Cancelamento gratuito: dá pra cancelar sem custo até bem perto da data.
- Transfer aeroporto-hotel: sai frequentemente mais barato que táxi, o motorista te espera com plaquinha na saída do desembarque e você já pagou tudo antes, sem golpe de taxista.
- Atendimento 24h em português, se precisar de qualquer suporte.
Passeios que valem muito a pena reservar antes: passeio de barco pelas Calanques de Cassis, bate-volta guiado saindo de Nice pra Mônaco e Èze, tours pelos vinhedos da Provence e ingresso pro Museu Oceanográfico de Mônaco.
4º dia: Saint-Tropez
Saint-Tropez é sinônimo de glamour, iates, beach clubs e vida noturna. Mas fica uma dica importante: não tem estação de trem na cidade. Você precisa pegar o trem até Saint-Raphaël e de lá seguir de ônibus, táxi ou barco (o barco no verão é a melhor opção, cerca de 1h de travessia com paisagem linda).
Chegando, passeie pelo Vieux Port, cheio de iate luxuoso, e pelo centro histórico com ruas de paralelepípedo e lojas modernas. As praias de Pampelonne, a uns 10 minutos de carro, são o cartão-postal — mar azul-turquesa e beach clubs famosos (Nikki Beach, Club 55). Se for na alta temporada, reserva a espreguiçadeira com antecedência.
À noite, jantar num dos restaurantes do porto ou nas ruelas do centro é experiência obrigatória. Só se prepara: Saint-Tropez é uma das cidades mais caras da França, então ajusta o orçamento.

5º dia: Cassis e as Calanques
Cassis é uma vila de pescadores encantadora, com porto pitoresco, casinhas coloridas e vinícolas ao redor. Mas o motivo real de vir aqui são as Calanques — enseadas rochosas com paredões de calcário branco e água azul-turquesa que estão entre as paisagens mais lindas do Mediterrâneo.
O passeio clássico é de barco saindo do porto de Cassis, que percorre entre 3 e 9 calanques dependendo da opção que você escolher. Vale muito pegar o passeio mais longo (uns 90 minutos) pra chegar até a Calanque d’En-Vau, que é a mais espetacular.
Depois, caminhe pelo centro de Cassis, prove os vinhos brancos da região (a AOC Cassis é super reputada) e almoce num dos cafés à beira-mar. Uma dica insider: se você curte trilha, dá pra fazer as calanques a pé saindo de Cassis. É pesado no verão pelo calor, mas a vista de cima compensa.

6º dia: Marselha
Pra fechar o roteiro, Marselha — a cidade portuária mais antiga da França, fundada pelos gregos há mais de 2.600 anos. Comece pelo Vieux-Port, o porto velho cheio de barcos, com restaurantes onde dá pra provar a bouillabaisse (sopa de peixe típica) fresquinha.
Suba até a Basílica de Notre-Dame de la Garde, no ponto mais alto da cidade — a vista panorâmica pega o porto, o mar e as ilhas ao redor, incluindo o Château d’If (a prisão do Conde de Monte Cristo). Vale a subida, mesmo que de ônibus.
Se ainda tiver tempo, passeie pelo bairro Le Panier, a parte mais antiga da cidade, com muralhas, casas coloridas e arte de rua. É uma Marselha bem diferente do estereótipo — vale muito a visita.

Dicas insider pra aproveitar melhor a Costa Azul
- Não subestime distâncias: parece tudo pertinho no mapa, mas o trânsito no verão é pesado. Dedique meio-dia inteiro por cidade principal.
- Reserve barco pra Calanques com antecedência: no verão esgota rapidinho.
- Se puder, evite jul-ago: junho e setembro são muito mais agradáveis, com preços melhores e sem multidão.
- Nice como base fixa: se você tem só 4-5 dias, ficar em Nice o tempo todo e fazer bate-voltas de trem sai mais barato e é mais prático do que trocar de hotel toda hora.
- Estacionamento é caro em Nice, Cannes e Mônaco. Se for de carro, pesquise hotéis com garagem inclusa ou use estacionamento público P+R nas periferias.
Seguro viagem para a Costa Azul (obrigatório)
Como a Costa Azul fica na França, dentro do espaço Schengen, o seguro viagem é obrigatório por lei, com cobertura mínima de 30 mil euros pra despesas médicas e hospitalares. Sem ele, você pode ter problema já no check-in ou na imigração.
Além da obrigatoriedade, ter um bom seguro é fundamental pela tranquilidade: atendimento médico na França pra turista é carríssimo e um simples pronto-socorro pode custar centenas de euros. Melhor prevenir.
A gente usa e recomenda esse comparador de seguros, que junta as principais seguradoras do mercado num só lugar, mostra as coberturas lado a lado e ainda tem 18% de desconto exclusivo pros leitores daqui. Dá pra pagar em reais, parcelar e escolher a apólice que caiba no bolso.
Chip de celular pra usar na França
Ficar sem internet na Costa Azul é sofrer — GPS pra achar hotel, tradutor no restaurante, mapa dos trens, foto na nuvem. A gente sempre usa esse chip de viagem, que já chega em casa antes de embarcar, funciona em toda a Europa e tem plano com internet ilimitada.
É muito mais barato que pagar roaming da operadora brasileira e você não precisa correr atrás de eSIM no aeroporto. Chega, coloca no celular e sai usando.
Perguntas frequentes sobre roteiro pela Costa Azul
Quantos dias são ideais pra visitar a Costa Azul?
O ideal são de 5 a 7 dias pra visitar as principais cidades (Nice, Mônaco, Èze, Antibes, Cannes, Saint-Tropez) sem correria. Se quiser incluir Cassis, Marselha e algumas vilas da Provence, o roteiro pode se estender até 10 dias.
Nice ou Cannes: qual é a melhor base pra ficar?
Nice, sem dúvida. É maior, mais barata que Cannes, tem aeroporto internacional e ótima logística de trem pra fazer bate-volta pra todas as outras cidades da região. Cannes é ótima pra visitar, mas fica menos central e sai mais cara.
Precisa alugar carro pra visitar a Costa Azul?
Depende do roteiro. Se você vai só nas cidades da linha de trem (Nice, Antibes, Cannes, Menton, Mônaco), dá tranquilamente pra fazer sem carro. Agora, se quer explorar Cassis, Sainte-Maxime, Hyères ou vilas do interior da Provence, o carro vira quase obrigatório.
Como chegar em Saint-Tropez?
Saint-Tropez não tem estação de trem. As opções são: trem até Saint-Raphaël e de lá ônibus ou táxi (cerca de 1h30 no total); barco saindo de Saint-Raphaël no verão (cerca de 1h de travessia); ou de carro alugado a partir de qualquer cidade da região.
Qual é a melhor época pra visitar a Costa Azul?
Maio, junho e setembro são os melhores meses: clima bom, mar já dá pra banho, menos gente e preços mais camaradas. Julho e agosto são alta temporada — lindo, mas cheio e caro. Fora do verão, entre novembro e março, muita coisa fecha e o mar fica frio.
Vale a pena visitar Mônaco num bate-volta?
Vale muito. Mônaco fica a menos de 25 minutos de trem de Nice e dá pra visitar os principais pontos (Palácio, Cassino de Monte Carlo, Museu Oceanográfico, Jardim Exótico, Porto de Hércules) num dia tranquilo. Combinar com Èze no mesmo dia é super comum.
Quanto custa uma diária de hotel na Costa Azul?
Em Nice, Antibes ou Cannes, hotéis 3-4 estrelas em boa localização costumam custar entre 120 e 200 euros a diária em temporada média. Na alta temporada (jul-ago), esses preços podem facilmente dobrar, especialmente em Cannes e Saint-Tropez.
É seguro viajar pela Costa Azul?
Sim, é uma região bem segura. Os cuidados básicos de qualquer cidade turística europeia se aplicam: atenção a batedores de carteira em locais lotados (estação de trem, mercados, calçadão), não deixar objetos à vista dentro do carro e nada de sacola pendurada no encosto da cadeira em restaurante.
Economize ao máximo na sua viagem à Costa Azul:
- Guia completo: veja o nosso guia da Costa Azul, com passo a passo pra montar toda a viagem economizando ao máximo.
- Onde ficar: veja nossa matéria de onde ficar hospedado na Costa Azul pra saber a melhor região e os hotéis que a gente já testou.
- Praias: descubra as melhores praias da França pra incluir no seu roteiro.
- Guia da França: acesse o guia completo da França, com dicas de todas as regiões e cidades.
A Costa Azul é uma daquelas viagens que a gente termina querendo voltar no ano seguinte. Cada cidade tem sua vibe, e a mistura de mar, arte, gastronomia e história é difícil de encontrar em qualquer outro lugar do mundo. Planeja com calma, reserva tudo com antecedência e curte cada canto sem pressa — porque a Riviera Francesa merece.