Roteiro de 5 dias em Frankfurt: o guia completo

Frankfurt costuma ser tratada só como escala de voo, mas a gente garante: é uma cidade que merece tempo de verdade. Com 5 dias dá pra conhecer o centro histórico em estilo enxaimel, subir nos arranha-céus da chamada Mainhattan, mergulhar em uma das maiores faixas de museus da Europa, provar Apfelwein em taverna típica e ainda fazer um bate e volta de cair o queixo até Heidelberg.

A gente montou esse roteiro com base nas viagens que já fez por lá: o que vale o ingresso, o que dá pra ver de graça, onde comer comida alemã de verdade e como não cair nas pegadinhas de turista que cansa as pernas à toa. O centro de Frankfurt é compacto e dá pra fazer quase tudo a pé, com transporte público ótimo pra completar.

E não esquece: aqui no nosso guia completo de Frankfurt a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

Primeiro dia: centro histórico e o coração de Frankfurt

Comece pela Römerberg, a praça medieval mais bonita da cidade. As casinhas em estilo enxaimel ali são reconstruções fiéis dos prédios destruídos na Segunda Guerra, e o conjunto fica lindo de manhã, com a luz batendo nas fachadas coloridas. No centro da praça você vê o Römer, a prefeitura histórica onde imperadores do Sacro Império eram recebidos — e que até hoje funciona como sala de casamentos da cidade.

Logo ao lado fica a Catedral de São Bartolomeu (a Kaiserdom), onde os imperadores eram coroados. A entrada na igreja é gratuita, e vale subir na torre por uns 3 a 5 euros — a vista de cima pega o skyline de prédios de vidro contrastando com os telhados antigos. Quando a gente foi, o melhor horário pra subir foi no fim da tarde, com a luz dourada deixando tudo bonito demais pra foto.

Römerberg em Frankfurt

Saindo da catedral, dê uma passada na Paulskirche (Igreja de São Paulo), que é onde funcionou o primeiro parlamento eleito democraticamente na Alemanha, em 1848. Hoje é mais um espaço cívico do que igreja, mas vale a parada rápida pelo peso histórico. A entrada é gratuita.

Pra almoçar, vá direto pra Kleinmarkthalle, o mercado coberto a poucos minutos dali. É o tipo de lugar que os próprios moradores frequentam pra comprar queijo, embutidos, pão e vinho. Tem barraquinhas de comida pronta com salsichas, schnitzel e sanduíches a partir de 8 a 15 euros por pessoa. Dica: pega uma salsicha frankfurter (sim, ela nasceu aqui) com mostarda e brinde com uma cerveja local.

Garanta os ingressos das atrações com antecedência

Uma dica que vale ouro pra Alemanha: compre os ingressos das atrações e passeios pela internet, antes de viajar. Quando a gente chega na bilheteria, costuma ter fila e, no verão, o ingresso pra Main Tower e museus mais procurados às vezes esgota pro dia. Sem contar que comprar no site oficial é em euro, com IOF e sem parcelar.

A gente usa em todas as viagens esse site aqui, que é um dos maiores do mundo em passeios e tem catálogo completo pra Frankfurt. A grande vantagem é que o pagamento é em reais — então você não paga IOF e ainda pode parcelar. Ele também oferece cancelamento gratuito, atendimento 24h em português, vários free tours (você só paga uma gorjeta no final pro guia) e ainda dá pra reservar o transfer do aeroporto direto pelo site, com motorista te esperando com plaquinha no desembarque. É bem mais tranquilo do que cair no táxi de aeroporto.

Continuando o primeiro dia: arte, rio e skyline

De tarde, atravesse a Eiserner Steg, a famosa ponte de ferro cheia de cadeados de amor, e vá até o Museumsufer, a margem do rio Meno onde fica concentrada a maior parte dos museus da cidade. O destaque é o Städel Museum, com obras de Rembrandt, Monet, Picasso e Botticelli. O ingresso fica em torno de 14 a 18 euros e tem dias da semana que o museu abre até mais tarde — vale checar a programação.

Museu Städel em Frankfurt

Se preferir algo mais leve, dê uma volta pelo Mainkai e observe os barcos. Tem também cruzeiros curtos pelo Meno que saem dali e são uma forma gostosa de ver o skyline da água. Pra quem está com crianças, o Experiminta ScienceCenter é uma ótima escolha — museu de ciência interativo, com experimentos pra mexer e brincar.

Antes do pôr do sol, suba na Main Tower, o arranha-céu com mirante público a quase 200 metros de altura. O ingresso fica em torno de 7 a 10 euros e é a melhor maneira de entender por que Frankfurt é chamada de Mainhattan: lá em cima você vê o distrito financeiro de um lado e o centro antigo do outro. A gente errou nessa na primeira vez e subiu num sábado de tarde cheia — vai num dia de semana ou logo na abertura pra evitar fila.

Main Tower de Frankfurt

Pro jantar, experimente o Apfelwein Wagner, taverna tradicional em Sachsenhausen, conhecida pelo Apfelwein servido nos jarros de cerâmica chamados Bembel. Prato principal sai por uns 15 a 25 euros. Depois do jantar, volte caminhando pela Eiserner Steg iluminada — é um dos cartões-postais mais bonitos da cidade à noite.

Kleinmarkthalle em Frankfurt

Segundo dia: ciência, parques e o lado moderno

Comece o dia no Museu Senckenberg, um dos museus de história natural mais legais da Alemanha. Tem esqueletos gigantes de dinossauros, fósseis impressionantes e exposições sobre evolução. O ingresso sai por uns 12 a 15 euros e dá pra passar tranquilamente 2 a 3 horas ali, principalmente quem viaja com criança.

De lá, caminhe até o Palmengarten, o jardim botânico da cidade. Com estufas, lagos e jardins temáticos, é o tipo de lugar que se a previsão do tempo ajudar, vira passeio de manhã inteira. Tem cafeteria dentro do parque pra parar e descansar. Se for verão, leva água — o sol da Alemanha engana, esquenta mais do que parece.

Palmengarten em Frankfurt

Seguro e chip: não saia do Brasil sem

Antes de seguir o roteiro, duas coisas que a gente nunca abre mão: seguro viagem e chip de celular. O seguro viagem é obrigatório pra Europa pelo tratado de Schengen, com cobertura mínima de 30 mil euros — e se você não tiver, podem barrar na imigração. Fora isso, atendimento médico na Alemanha é caro demais pra arriscar.

A gente sempre cota em esse comparador de seguros, que mostra os preços de várias seguradoras lado a lado e ainda dá 18% de desconto exclusivo. Dá pra fechar com cobertura Schengen tranquilamente, pagar em reais e parcelar.

Pro chip, a gente usa esse chip de viagem, que chega antes da viagem na sua casa. Já desembarca em Frankfurt com internet funcionando — útil pra pegar S-Bahn, abrir Google Maps e mandar mensagem no WhatsApp pra família. Faz toda a diferença.

Continuando o segundo dia: ópera, compras e Bornheim

De tarde, passe pela Alte Oper, a antiga ópera, prédio belíssimo restaurado depois da guerra. Se rolar uma apresentação durante a sua viagem, vale conferir, mas mesmo só pela fachada e a praça em volta com cafés já compensa a parada.

Alte Oper, a antiga ópera de Frankfurt

Da Alte Oper, siga pela Fressgass (Große Bockenheimer Straße), uma rua de pedestres cheia de restaurantes, lojas e mesinhas ao ar livre. Conecta direto com a Zeil, a principal rua de compras de Frankfurt, com Primark, Galeria Kaufhof, Apple Store e o shopping MyZeil, famoso pela arquitetura futurista com um “buraco” de vidro espiralado no meio.

Pra quem quer fugir do óbvio, pegue o U-Bahn até o bairro Bornheim, considerado o bairro mais boêmio da cidade. Ruas charmosas, cafés alternativos, lojinhas independentes e restaurantes com cara local. É ótimo pra um café da tarde longe da multidão turística.

Pro jantar, a região do Bahnhofsviertel bombou nos últimos anos e virou um polo gastronômico bem variado: tem comida tailandesa, turca, japonesa e bares modernos. A vibe é descontraída e os preços são honestos.

Bahnhofsviertel em Frankfurt

Terceiro dia: bate e volta para Heidelberg

Com 5 dias em Frankfurt, dá pra incluir um dos bate e voltas mais bonitos da Alemanha: Heidelberg. Ela fica a cerca de 1 hora de trem da Hauptbahnhof e a passagem sai por uns 20 a 30 euros por trecho, dependendo do tipo de trem e da antecedência. Vale dar uma olhada nos passes regionais (tipo Hessen Ticket ou Quer-durchs-Land), que costumam compensar muito pra grupos.

Heidelberg é uma cidade universitária encantadora, com ruas de paralelepípedo, casinhas coloridas e um centro histórico que parece cenário de filme. Comece pela Hauptstraße, a rua principal, passe pela Igreja do Espírito Santo e atravesse a Ponte Velha (Alte Brücke) pra pegar a vista clássica do rio Neckar com o castelo lá em cima.

Depois é hora de subir até o Castelo de Heidelberg, uma ruína medieval imensa, parcialmente preservada, com um museu, jardins e o famoso Großes Fass, o maior barril de vinho do mundo (cabe mais de 220 mil litros). A vista da terraço do castelo, com a cidade lá embaixo e o rio cortando o vale, é uma das mais bonitas da Alemanha.

Heidelberg, na Alemanha

Almoce em algum restaurante do centro velho (tem bastante opção entre 15 e 25 euros) e, se ainda tiver tempo, dê uma volta pelo Philosophenweg, a “trilha dos filósofos”, do outro lado do rio — vista linda pra fotografar a cidade. Volte pra Frankfurt no fim da tarde.

De volta, jante em Sachsenhausen, o bairro das tavernas tradicionais. O Adolf Wagner é uma das casas mais clássicas pra provar comida alemã de verdade — costela de porco, schnitzel, salsicha verde de Frankfurt e, claro, Apfelwein direto do Bembel. As mesas são comunitárias, então não estranhe se sentar gente desconhecida do seu lado: faz parte da experiência. Prato principal sai por uns 15 a 25 euros por pessoa.

Restaurante Adolf Wagner em Sachsenhausen

Quarto dia: Mainhattan, distrito financeiro e Lohrpark

O quarto dia é dedicado ao lado moderno da cidade. Comece pelo Bankenviertel, o distrito financeiro, e tire a foto clássica em frente à Eurotower, sede antiga do Banco Central Europeu, com a famosa escultura azul do símbolo do euro (€). Mesmo que o BCE tenha se mudado pra outro prédio mais ao leste, a escultura continua ali e é parada obrigatória.

Caminhe pela região observando os arranha-céus — o conjunto é único na Alemanha e cada prédio novo entra na competição pelo skyline mais imponente. Pra uma vista panorâmica diferente da Main Tower, dá pra subir no Skyline Plaza, um shopping com terraço panorâmico e restaurantes que é frequentado mais pelos moradores do que pelos turistas.

De tarde, pegue o U-Bahn até o Lohrpark, uma colina arborizada ao norte da cidade com vista bem aberta do skyline. É um lugar mais tranquilo, ótimo pra um piquenique no fim de tarde. No caminho, vale dar uma volta pela Berger Straße, uma rua longa cheia de cafés, restaurantes e lojinhas independentes — o tipo de programa que te faz sentir que você está vendo Frankfurt de verdade, não a versão turística.

Lohrpark em Frankfurt

Pro jantar, uma experiência diferente: o restaurante no topo da Main Tower, com vista de 360° do skyline iluminado. Reserva tem que ser feita com antecedência. Se preferir algo mais cultural, confira a programação do Schauspiel Frankfurt, um dos teatros mais importantes da cidade.

Schauspiel Frankfurt

Quinto dia: Goethe, Nordend e despedida no rio Meno

Pra última manhã, visite a Goethe-Haus, a casa onde nasceu Johann Wolfgang von Goethe, o maior escritor da língua alemã. O museu preserva móveis, objetos pessoais e a biblioteca da família. O ingresso fica em torno de 7 a 10 euros e a visita leva cerca de 1 hora. Mesmo quem não é fã de literatura sai impressionado com a riqueza da casa burguesa do século XVIII.

Depois, atravesse a pé até o bairro Nordend, residencial, arborizado, cheio de praças, cafés de bairro e padarias artesanais. É o lado de Frankfurt que ninguém vê em foto, mas que mostra como a cidade é gostosa de morar. Pare pra almoçar em algum café local — você vai pagar a metade do que pagaria no centro turístico.

Nordend em Frankfurt

De tarde, encerre a parte cultural no Museu Histórico de Frankfurt, ao lado da Römerberg. Ele conta a evolução da cidade desde a Idade Média até a reconstrução pós-guerra, com maquetes, fotos e objetos da época. Custa entre 8 e 12 euros e combina muito bem com uma volta pela New Old Town, a área entre a catedral e o Römer que foi inteiramente reconstruída em estilo tradicional — projeto recente que virou ponto turístico por mostrar a cidade antiga “como era”.

Museu Histórico de Frankfurt

Termine no Mainufer, a margem do rio, no fim da tarde. Aluga uma cadeira, pega um Apfelwein gelado numa barraquinha e fica observando o pôr do sol entre os arranha-céus. É a despedida perfeita.

Pra fechar com chave de ouro, jante no Main Tower Restaurant & Lounge (reserva com antecedência) ou volte pro Bahnhofsviertel pra um último drinque nos bares modernos da região.

Main Tower Restaurant & Lounge

Dicas práticas pra esse roteiro funcionar

Transporte do aeroporto: o Flughafen Frankfurt tem S-Bahn direto pra Hauptbahnhof, Hauptwache e Konstablerwache. Leva uns 15 a 20 minutos e o bilhete sai por uns 5 a 7 euros. Muito mais rápido e barato que táxi.

Dentro da cidade: a rede de U-Bahn, S-Bahn, tram e ônibus é excelente. Bilhete unitário fica em torno de 3 a 4 euros, e o passe diário sai por 7 a 10 euros — vale a pena se você for usar transporte mais de duas vezes no dia. Mas boa parte do roteiro (Römerberg, Catedral, Eiserner Steg, Zeil, Alte Oper, Main Tower) dá pra fazer caminhando.

Custos médios: refeição simples sai por 10 a 15 euros, refeição em restaurante com bebida 20 a 35 euros, cerveja em bar 4 a 6 euros. Hospedagem 3 estrelas bem localizada fica em média entre 80 e 150 euros por noite.

Clima: mesmo na primavera e no outono o vento perto do rio bate frio. Leva um casaco leve sempre na mochila. No inverno, a Römerberg vira o palco dos mercados de Natal mais famosos da Alemanha — se for nessa época, reserva hotel com bastante antecedência.

Hauptbahnhof: a estação central é gigante. Chegue com tempo, olhe bem o painel e siga as placas com “S” pra S-Bahn e “U” pra U-Bahn. O número da plataforma (Gleis) é fundamental.

Onde ficamos em Frankfurt (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Existem duas regiões que são as melhores para os turistas. Uma é o centro histórico de Frankfurt e a outra, o bairro de Sachsenhausen. Os dois locais têm ótimas opções de hotéis e estão localizados perto das principais atrações de Frankfurt.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre o roteiro de 5 dias em Frankfurt

5 dias em Frankfurt é tempo suficiente?

Sim, e até sobra. Em 5 dias você consegue conhecer o centro histórico inteiro, subir nos mirantes, visitar os principais museus, fazer pelo menos um bate e volta (Heidelberg ou Vale do Reno) e ainda explorar bairros locais como Bornheim, Nordend e Sachsenhausen. Muita gente faz Frankfurt em 2 ou 3 dias, mas com 5 dá tempo de viver a cidade com calma, sem correria.

Vale a pena alugar carro em Frankfurt pra esse roteiro?

Não. O centro de Frankfurt é compacto, o transporte público é excelente e estacionamento no centro é caríssimo. Pros bate e voltas (Heidelberg, Vale do Reno), o trem é mais rápido e prático que carro. Carro só compensa se você for emendar uma road trip por outras regiões da Alemanha depois.

Qual é a melhor época pra fazer esse roteiro em Frankfurt?

Primavera (abril a junho) e outono (setembro e outubro) são as melhores épocas: clima ameno, dias longos, cidade menos cheia e bom pra caminhar. O verão (julho e agosto) é mais quente e os preços sobem. Dezembro é mágico por causa dos mercados de Natal, mas faz muito frio. Janeiro e fevereiro são os mais frios e com dias curtos.

Preciso de seguro viagem pra Frankfurt?

Sim, é obrigatório. A Alemanha faz parte do tratado de Schengen, que exige seguro viagem com cobertura mínima de 30 mil euros pra entrar no país. Sem ele, podem barrar você na imigração. Fora isso, atendimento médico na Europa é caro e qualquer imprevisto sem seguro pode custar uma fortuna.

Dá pra visitar Frankfurt sabendo só português?

Dá tranquilamente. O alemão é o idioma oficial, mas o inglês é amplamente falado em hotéis, restaurantes turísticos, atrações e transporte público. Em museus e mirantes os textos costumam ter versão em inglês. Aprender umas palavras básicas (“danke”, “bitte”) já é mais do que suficiente.

Heidelberg ou Vale do Reno: qual é o melhor bate e volta?

Heidelberg é mais fácil e rápido (1 hora de trem) e tem o pacote completo: cidade medieval, castelo em ruínas, ponte sobre o rio e vista incrível. Vale do Reno é mais longo e envolve cruzeiro fluvial entre vinhedos e castelos, ideal pra quem curte natureza e vinho. Se for o primeiro bate e volta, vai de Heidelberg.

Quanto custa em média uma viagem de 5 dias em Frankfurt?

Estimando hospedagem 3 estrelas, refeições mistas (mercado + restaurante) e transporte público, dá pra fazer a viagem com cerca de 130 a 200 euros por pessoa por dia (sem contar passagem aérea), incluindo um bate e volta. Quem economiza usando supermercado e Kleinmarkthalle pra algumas refeições reduz bem esse valor.

Vale a pena comprar passes de museu em Frankfurt?

Vale, principalmente se você curte museu. Tem o Museumsufer Card e outros passes combinados que liberam entrada em dezenas de museus e costumam sair por 20 a 30 euros — muito mais barato que pagar ingresso a ingresso. Se você for visitar pelo menos 3 ou 4 museus, já compensa.

Economize ao máximo na sua viagem a Frankfurt

  • Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o seu orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para Frankfurt, com todas as dicas pra economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar!
  • Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos de Frankfurt da forma mais barata e segura — pros passeios, museus e os combos de ingresso. Dá pra economizar até 55%!
  • Euros: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro para Frankfurt, com os prós e contras de cada opção. Tem uma forma que é muito mais barata!
  • Celular: quer usar o celular durante toda a viagem, sem preocupações? Já garanta um chip de viagem ainda no Brasil clicando aqui. É mais fácil e barato!
  • Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Frankfurt pra saber qual é a melhor localização e como economizar muito no hotel.
  • Seguro viagem: o atendimento médico na Alemanha é caríssimo e o seguro é obrigatório pra Europa. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor e mais barato seguro viagem.
  • Transfer: precisa de um, do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar e pelo menor preço!

Frankfurt é uma daquelas cidades que cresce muito na gente. A primeira impressão é de cidade financeira fria, mas depois de 5 dias caminhando entre arranha-céus de vidro e becos medievais, brindando com Apfelwein e ouvindo o sino da Kaiserdom, dá vontade de voltar. A gente foi achando que ia ficar 2 dias e ficamos uma semana — e ainda saiu querendo mais. Bom roteiro pra vocês!