
Combinar Buenos Aires com Bariloche numa viagem só é uma das melhores ideias que a gente pode ter na Argentina: você junta a cidade grande, cheia de cultura, tango e gastronomia, com a natureza incrível da Patagônia, com lagos, montanhas e neve. É um contraste delicioso.
Aqui a gente montou um roteiro de viagem para Buenos Aires e Bariloche de 10 dias, dividido dia a dia. Mas relaxa: dá pra adaptar tudo pro seu período, seja uma escapada mais curta ou uma viagem mais longa. A ideia é te dar o esqueleto e você ajusta do seu jeito.
Quando a gente foi, o que mais surpreendeu foi como as duas cidades têm energias completamente diferentes — em Buenos Aires você vive a noite portenha e os cafés tradicionais, e em Bariloche acorda cedo pra encarar trilha e neve. Bora ao planejamento. E não esquece: aqui no nosso guia completo de Buenos Aires a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Antes de tudo, deixa três coisas resolvidas pra não ter dor de cabeça: o seguro viagem internacional pra ir protegido de problemas de saúde e até furto de bagagem; o chip de viagem que a gente usa pra ter internet o tempo todo; e levar dinheiro de forma inteligente — sobre isso a gente fala mais pra frente.
Pra entrar na Argentina, brasileiro não precisa de visto: basta RG em bom estado (emitido há menos de 10 anos) ou passaporte válido. O fuso é o mesmo de Brasília (GMT-3), então nem precisa mexer no relógio. A voltagem é 220V e vale levar um adaptador, porque nem toda tomada aceita o plugue brasileiro.
Dia 1 em Buenos Aires
Pro seu primeiro dia de roteiro, a gente dividiu manhã, tarde e noite assim:
Manhã: acorde cedinho, tome um café da manhã reforçado e vá pra Plaza de Mayo. É um dos principais pontos turísticos da cidade, indispensável na programação. Ali você conhece a Casa Rosada (aquela casa rosa que todo mundo fotografa), a Catedral Metropolitana (arquitetura belíssima), o Museu Bicentenário e o Cabildo. Aproveite pra almoçar em algum restaurante da área.

Tarde: reserve umas 3 ou 4 horas pro bairro Recoleta, que reúne atrações lindas. É lá que fica o Cemitério da Recoleta (com lápides deslumbrantes e o túmulo de Eva Perón), o Museu Nacional de Belas Artes e a Floralis Genérica (uma flor gigante de aço e alumínio que abre de manhã e fecha ao entardecer). Faça um lanche num dos cafés elegantes do bairro.

Noite: pra fechar, siga a tradição portenha e assista a um show de tango. Algumas casas famosas são Café Esquina Homero Manzi, Café Tortoni, El Viejo Almacén, Señor Tango e Madero Tango. Tem desde casas turísticas com jantar e espetáculo até milongas tradicionais, onde os portenhos dançam de verdade e você pode só assistir ou participar.

Onde comprar os ingressos de Buenos Aires e da Argentina
A gente vai te dar umas dicas de como economizar muito na compra de ingressos e passeios. Vai sair realmente mais barato.
Dica da antecedência: comprar antes, pela internet, é sempre mais barato. Na bilheteria, além de ser mais caro, o ingresso pode já estar esgotado pro dia que você quer — e você perde um tempão na fila.
Dica do IOF: se comprar no site oficial das atrações, a compra sai na moeda do outro país, com IOF e sem parcelamento. Procure sempre sites que já tenham pagamento em reais.
Um site que a gente usa em todas as viagens é esse aqui que a gente sempre usa. É um dos maiores do mundo e tem praticamente todos os ingressos e passeios da cidade. Já é um dos lugares mais baratos, mas a maior vantagem é que dá pra pagar em reais (sem IOF) e parcelar. Outras vantagens:
- Free tours: oferece tours gratuitos na maioria das cidades turísticas. Você só dá uma gorjeta pro guia no final.
- Cancelamento gratuito: dá pra cancelar o ingresso sem custo nenhum.
- Transfer: lá você também encontra o transfer do aeroporto até o hotel. Às vezes sai mais barato que táxi, você já paga adiantado (o que evita golpe de taxista), o motorista já sabe seu destino e te espera com uma plaquinha com seu nome no desembarque. Bem fácil e seguro.
- Atendimento em português: dão suporte 24h, em português, se você precisar.
Vale reservar logo na chegada o transfer do aeroporto Ezeiza, que fica a uns 47 km do centro — o trajeto pode levar de 45 a 90 minutos dependendo do trânsito, então não subestime esse tempo.
E não esquece: aqui no Guia de Buenos Aires tem um guia completo, com tudo pra planejar a viagem pagando mais barato em tudo — hotel, transporte, seguro, comida, chip e a viagem inteira.
Dia 2 em Buenos Aires
Chegamos ao segundo dia. As dicas são:
Manhã: vá até o famoso Obelisco, na Avenida 9 de Julio, uma das avenidas mais largas do mundo. Prepare a câmera pra muitas fotos. Depois, almoce no Oviedo, que fica pertinho e tem ótimos pratos de frutos do mar.

Tarde: siga pro bairro Palermo, um dos mais descolados da cidade. Por ali estão o Hipódromo de Palermo, o Museu de Arte Latino-americano (MALBA) e o belíssimo Jardim Japonês (a entrada é paga e costuma sair barata após a conversão; ótimo pra relaxar). Não deixe de passar pelos parques de Palermo, como o Rosedal — um jardim de rosas lindo, especialmente na primavera.

Noite: Palermo Soho e Palermo Hollywood são o epicentro da vida noturna portenha, com bistrôs, hamburguerias artesanais, bares de vinho e rooftops. Veja a disposição e escolha entre um restaurante mais tranquilo, um bar pra petiscar ou uma das baladas animadas. Só lembra: aqui o jantar começa tarde — muita gente só vai ao restaurante depois das 21h.
Dia 3 em Buenos Aires
O terceiro dia vai ser especial. Prepare-se:
Manhã: que tal conhecer a casa do Boca Juniors? Estamos falando do estádio La Bombonera, que tem um tour guiado muito procurado pelos brasileiros. Vale a visita pra sentir de perto a paixão pelo futebol argentino.

O estádio fica em La Boca, então aproveite pra conhecer o Caminito, aquela rua coloridíssima que é símbolo de Buenos Aires, com casas multicoloridas, artistas de rua e lojinhas. A gente errou nessa na primeira viagem: ficou andando fora da rota turística. O ideal é ficar na região do Caminito durante o dia e voltar de táxi ou app — é um bairro mais vulnerável a furtos.
Tarde: vá pro bairro San Telmo, que abriga a famosa Feira de San Telmo (aos domingos), ótima pra comprar lembrancinhas, artesanato e antiguidades, com apresentações de tango na rua. O bairro tem clima antigo, casas coloniais e muita arte. Se você puder encaixar o domingo aqui, melhor ainda.

Noite: como San Telmo é bem boêmio, dá pra ficar desde a tarde por lá e curtir a vida noturna nos bares e restaurantes. Tem um clima único.
Dia 4 em Buenos Aires
Quarto dia, hora de viver momentos únicos com a família ou os amigos:
Manhã: faça o passeio de barco no Tigre, no delta do rio, com seus canais charmosos. É super agradável e rende fotos lindas. Existem agências especializadas em brasileiros que oferecem o passeio com traslado, o que facilita bastante.
Tarde: conheça o Galerías Pacífico, um prédio histórico que hoje é um shopping enorme. Fica na Calle Florida, rua de pedestres com lojas e movimento o dia inteiro. Ótimo pra fazer compras e admirar os afrescos do teto.

Noite: feche o dia com uma visita ao extraordinário Teatro Colón, um dos teatros mais importantes do mundo. As visitas guiadas acontecem com frequência ao longo do dia, e ele é lindo em estrutura, história e detalhes.

Dia 5 em Buenos Aires
Manhã: dê uma relaxada no Bioparque Temaikèn, com mais de 5 mil animais, jardim botânico, aquário, cinema 360° e museus. É um passeio gostoso que agrada vários perfis de turista.
Tarde: reserve a tarde pros outlets do bairro Villa Crespo. Na Calle Aguirre tem lojas das principais marcas com bons preços, e na Rua Murillo tem várias opções de roupas de couro.

Noite: feche a estadia em Buenos Aires com um passeio noturno por Puerto Madero, o antigo porto revitalizado, hoje cheio de prédios de vidro, restaurantes e a famosa Puente de la Mujer. Caminhe pela orla e escolha um dos restaurantes pra um jantar de alto nível (os daqui costumam ser mais caros, então vá preparado). Se sobrar disposição, o bairro tem casas noturnas renomadas.

Como levar dinheiro pra Argentina
Um detalhe que faz toda diferença: a moeda local é o peso argentino, e o câmbio pode oscilar bastante. Vale levar reais ou dólares e trocar em casas de câmbio na cidade, que costumam ter cotação melhor do que no Brasil. Tenha sempre algum dinheiro em espécie pra feiras, táxis tradicionais e pequenos cafés, que nem sempre aceitam cartão.
Pra organizar o dinheiro de forma prática, a gente usa essa conta global que a gente usa, em dólar, que facilita muito na hora de pagar e sacar lá fora. Usa o cupom GRUPODICAS20 pra ganhar vantagem. É bem mais econômico do que ir só de cartão de crédito comum.
Dia 6: de Buenos Aires para Bariloche
O sexto dia é dedicado à viagem da capital pra Bariloche. Existem duas formas. A primeira é de automóvel, num percurso longo, que costuma durar em torno de 18 horas — só vale a pena se o plano é fazer uma road trip pela rota argentina e ter carro pra rodar por Bariloche depois.

A segunda forma, mais prática, é de avião — em torno de 2 horas e 20 minutos de voo. Se for por essa, compre a passagem com antecedência pra pegar os melhores preços.
Como Bariloche é uma região espalhada, com lagos, montanhas e atrações afastadas umas das outras, vale a pena alugar um carro pra rodar com liberdade por lá. E aí entra uma dica que economiza muito.
Aluguel de carro em Bariloche (economize até 34%)
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Dia 7 em Bariloche
Manhã e tarde: no seu primeiro dia oficial em Bariloche, comece pelo Centro Cívico, o coração da cidade. Na área estão o Museu de la Patagônia, a Catedral de Bariloche, o Monumento Histórico Nacional e a famosa rua Mitre.

Noite: a própria rua Mitre é nossa indicação pra noite. Tem lojinhas charmosas que vendem desde os famosos chocolates da região até roupas e calçados. Ali fica a Galería del Sol, um prédio de 2 andares com lojas de chocolate, eletrônicos, artesanato e souvenirs. Não saia de Bariloche sem provar o chocolate local.
Dia 8 em Bariloche
Manhã e tarde: o oitavo dia vai ser divertido. Vá ao magnífico Cerro Catedral, a pista de esqui mais antiga e famosa da Argentina. No inverno (de junho a agosto, auge da neve) é o lugar pra esquiar; no resto do ano dá pra subir pelas vistas incríveis da montanha. Vai ser um dia de muita adrenalina.

Noite: pra fechar o dia, conheça o Casino de Bariloche, na Rua España. Além dos jogos, em muitas noites tem jantares, espetáculos e shows de tango ao vivo.
Dia 9 em Bariloche
Manhã e tarde: reserve a penúltima manhã e tarde pro Circuito Chico, um percurso de cerca de 4 horas que passa pelos principais pontos turísticos de Bariloche.

O Circuito Chico começa na Avenida Ezequiel Bustillo, perto do Centro Cívico. Depois ele percorre o famoso lago Nahuel Huapi, o Cerro Campanario, o Puerto Pañuelo, a Capela de San Eduardo, o icônico Hotel Llao Llao e a Colonia Suiza. Em pouco tempo você vive uma experiência completa por essa cidade incrível. Ter o carro alugado aqui faz toda a diferença, porque dá pra parar nos mirantes no seu ritmo.
Dica extra: se quiser fazer o Circuito Chico logo no primeiro dia em Bariloche, também é recomendável. Assim você já tem uma visão geral da cidade e depois pode voltar nos pontos que mais gostou.

Noite: pros baladeiros de plantão, curta a noite numa das casas noturnas de Bariloche. Duas que a gente acha excelentes são a Ice Bariloche (com ambiente de paredes congeladas, bons drinks e música ao vivo) e a Grisú (vários ambientes, do pop ao rock, com vista pro lago Nahuel Huapi).
Dia 10 em Bariloche
Manhã e tarde: pra fechar o roteiro, escolha entre o Cerro Otto ou o Piedras Blancas. O primeiro tem teleférico, trilhas, pistas de esquibunda e até uma confeitaria giratória. O segundo conta com aulas de esqui pra iniciantes, tirolesa, teleféricos e passeios pela montanha. Eles ficam um do lado do outro, então dá pra combinar.

Noite: como você já terá tido uma noite de jantar e outra de balada, feche o roteiro num barzinho aconchegante. Dois ótimos são a Wesley Brewery (cerveja gelada artesanal) e o Antares Bariloche (famoso pelo happy hour).
Dicas práticas pra essa viagem
Algumas coisas que a gente aprendeu na prática e podem salvar seu roteiro:
- Leve dinheiro em espécie: feiras, táxis tradicionais e cafés pequenos nem sempre aceitam cartão.
- Compre o cartão SUBE logo na chegada: sem ele, não dá pra usar metrô (Subte) nem ônibus em Buenos Aires com facilidade. As tarifas são bem baratas.
- Use apps de transporte: Uber, Cabify e Didi funcionam em Buenos Aires e costumam ser mais baratos e seguros que táxi de rua, principalmente à noite.
- Cuidado com furtos de oportunidade: em áreas cheias como Centro, San Telmo, Caminito e transporte público, mantenha a mochila na frente.
- Não subestime o frio do inverno: Buenos Aires pode ter dias bem frios e úmidos, e Bariloche é gelada de verdade. Leve casaco, cachecol e roupa em camadas.
- Gorjeta: em restaurantes é comum deixar em torno de 10%, geralmente em dinheiro.
Pra aproveitar bem cada dia em Buenos Aires sem perder tempo no transporte, ficar bem localizado faz TODA a diferença por lá. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Buenos Aires:
Onde ficamos em Buenos Aires (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O bairro Recoleta é o ponto perfeito para se hospedar! Elegante e urbano, ele se assemelha a outros bairros de cidades europeias, como Paris. As ruas são largas e bem arborizadas, além de terem os principais hotéis de Buenos Aires.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre o roteiro Buenos Aires e Bariloche
Quantos dias são ideais para esse roteiro?
Um roteiro completo de 10 dias, como esse, equilibra bem as duas cidades. Mas dá pra adaptar: quem quer focar na natureza pode fazer 2 a 3 dias em Buenos Aires e 4 a 5 em Bariloche. Quem vai pela primeira vez à capital costuma curtir 4 a 5 dias por lá.
Qual a melhor época para combinar Buenos Aires e Bariloche?
Depende do que você quer. De junho a agosto é o auge da neve em Bariloche, perfeito pra esquiar, embora seja a época mais fria. Outono e primavera têm clima ameno em Buenos Aires e são ótimos pra caminhar pela cidade. O verão é quente e abafado na capital.
Como ir de Buenos Aires para Bariloche?
De avião é o mais prático: cerca de 2 horas e 20 minutos de voo. De carro, o percurso dura em torno de 18 horas e só compensa pra quem quer fazer road trip e ter carro disponível em Bariloche.
Preciso de visto ou passaporte para a Argentina?
Brasileiro não precisa de visto pra turismo. Dá pra entrar com RG em bom estado (emitido há menos de 10 anos) ou passaporte válido.
Vale a pena alugar carro nessa viagem?
Em Buenos Aires, não compensa — a cidade tem ótimo transporte público (metrô e ônibus com o cartão SUBE) e apps. Já em Bariloche, alugar carro faz toda a diferença, porque as atrações são espalhadas, com lagos e montanhas afastados do centro.
Qual a moeda e como levar dinheiro?
A moeda é o peso argentino. O recomendado é levar reais ou dólares e trocar em casas de câmbio na cidade, além de usar uma conta global em dólar pra pagar e sacar de forma mais econômica. Tenha sempre algum dinheiro em espécie pra feiras e táxis.
É seguro andar em Buenos Aires?
Em geral sim, mas vale atenção a furtos de oportunidade em áreas movimentadas como Centro, San Telmo, Caminito e no transporte público. Evite circular por La Boca fora da rota turística e à noite.
Economize ao máximo na sua viagem à Argentina
- Economizando: quer aproveitar melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Argentina, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba qual é o melhor lugar para comprar ingressos de passeios da Argentina da forma mais barata e segura.
- Pesos: conheça a melhor forma de levar seu dinheiro para a Argentina, com os prós e contras de cada opção.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro, então vale fazer um seguro pra estar coberto. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor e mais barato.
- Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
Esse roteiro de Buenos Aires e Bariloche junta o melhor de dois mundos: a vida urbana intensa da capital e a natureza de tirar o sono da Patagônia. Quando a gente fez essa combinação, voltou com a sensação de ter feito duas viagens em uma. Planeje com calma, deixe seguro, chip e hospedagem resolvidos antes de embarcar, e aproveite cada dia. Boa viagem!