
Se você tem 9 dias pra explorar o Panamá, prepara o coração: dá tempo de ver o Canal, andar pelo centro histórico colonial, mergulhar em ilhas caribenhas de tirar o queixo e ainda entrar numa floresta tropical cheia de bicho solto. É um dos roteiros mais variados da América Central e, quando a gente foi, o que mais surpreendeu foi como o país junta arranha-céus estilo Dubai, praias parecidas com o Caribe mexicano e cultura indígena viva num pedaço de terra tão pequeno.
A gente montou esse roteiro de 9 dias pelo Panamá com base em quem já foi (e errou) por lá. Você vai ver o dia a dia com sugestões de atrações, faixas de preço, transporte entre bases e as armadilhas que a maioria dos brasileiros cai. E não esquece: aqui no nosso guia completo do Panamá a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, chip, comida e ingressos.
A estrutura ideal é dividir em três bases: 3 noites na Cidade do Panamá, 2 noites em San Blas ou Gamboa (natureza) e 3 noites em Bocas del Toro (ou o inverso, dependendo dos voos). Vamos ao dia a dia.
Dia 1 — Cidade do Panamá: Casco Viejo e Canal
Comece pelo Casco Viejo, o centro histórico colonial. É onde estão as igrejas antigas, praças, museus e os melhores bares e rooftops da cidade. A gente recomenda dedicar a manhã inteira caminhando por lá — vá no Palácio de Las Garzas (sede da presidência), Museu do Canal do Panamá, Museu de História, Teatro Nacional e Plaza Mayor. Um walking tour guiado logo no primeiro dia dá o contexto histórico e te situa na cidade.

Almoce por ali mesmo — Casco Viejo tem uma cena gastronômica ótima, com fondas simples (refeição em torno de US$ 6-12) e restaurantes casuais mais caprichados (US$ 12-20 por prato). Se curte café, vale provar o famoso Geisha panamenho em uma cafeteria como a Café Unido — é um dos cafés mais premiados do mundo.
À tarde, siga pro Centro de Visitantes de Miraflores, o principal ponto pra ver o Canal do Panamá funcionando. Abre por volta das 8h às 18h e o ingresso adulto custa em torno de US$ 15-25. A dica insider: os melhores horários pra ver navio passando são manhã cedo ou fim de tarde. Vale checar no site oficial o horário de trânsito de navios antes de ir, porque tem janelas em que não passa ninguém e o passeio perde a graça. O restaurante do centro tem mesa com vista pras eclusas — dá pra almoçar ou tomar algo enquanto um cargueiro gigante literalmente sobe de nível ali na sua frente.

Pra economizar em ingressos, atrações e tours pela Cidade do Panamá, a gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens. É o maior do mundo em passeios em português, com cancelamento gratuito na maioria dos tours, pagamento em reais (sem IOF) e opção de parcelar. Tem até free tour pela Cidade do Panamá por lá.
Dia 2 — Playa Bonita e Calçada de Amador
Pro segundo dia, respire fundo com um dia mais tranquilo na Playa Bonita. Fica a uns 20 minutos da Cidade do Panamá e faz jus ao nome. O acesso é meio peculiar: a praia é praticamente fechada por um resort da região, então a melhor forma de aproveitar é contratando um Day Use no hotel, que te dá acesso a bar, restaurante, banheiros, guarda-sol e o resto da estrutura.

À tarde, vá caminhar pela Calçada de Amador, uma passarela à beira-mar que liga a cidade a um pequeno arquipélago (Naos, Perico, Culebra e Flamenco). Em meia hora de caminhada você já chega nas ilhas, com vista pra skyline moderna do outro lado. No caminho, não deixe de visitar o Biomuseu, um museu de arquitetura super colorida (assinado pelo Frank Gehry) dedicado à biodiversidade do istmo.

Pra jantar, o Bucanero’s, na Ilha Flamenco, é um clássico há mais de 20 anos. Se você curte frutos do mar, é parada obrigatória.

Dia 3 — Cidade do Panamá moderna, Cinta Costera e compras
O terceiro dia é do Panamá que lembra Dubai. Comece cedo pedalando ou caminhando pela Cinta Costera, o calçadão à beira-mar com vista pros arranha-céus. Bem iluminada, movimentada com famílias e considerada segura mesmo no fim da tarde.
Depois, siga pro Multiplaza Pacific Mall, um dos shoppings mais sofisticados do país, com mais de 500 lojas — de Gucci e Dolce Gabbana a marcas mais acessíveis. Se procura preço mais em conta, o Albrook Mall é imenso e tem Tommy Hilfiger, Lacoste, Guess, Victoria’s Secret e Mac. Guarde o Albrook pro fim da viagem, quando você já sabe o que quer comprar.

À noite, curta um rooftop bar em Casco Viejo — a cidade virou referência em bares de cobertura nos últimos anos e o pôr do sol visto de lá é um espetáculo. Se quer algo diferente, dá pra conhecer algum cassino em hotel de luxo ou uma casa noturna como a Casa Jaguar.

Precisando ir do aeroporto ao hotel ou entre pontos da cidade? Dá uma olhada no nosso guia de como sair do aeroporto da Cidade do Panamá.
Dia 4 — San Blas: o paraíso Guna Yala
San Blas (ou Guna Yala) é um arquipélago com mais de 300 ilhas caribenhas administrado pela comunidade indígena Guna. Cada ilha parece cenário de filme: areia branca, água azul-turquesa e coqueiro. Dá pra andar em algumas em menos de dois minutos, de ponta a ponta.

O caminho é a parte complicada. A gente saiu por volta das 5h da manhã da Cidade do Panamá em um 4×4 (o único tipo de veículo aceito nas estradas curvas até o porto de Cartí), depois pegou lancha até a ilha. Não arrisque ir com carro comum — as estradas são ingrimes e cheias de curva. O ideal é contratar transfer com veículo certo.
Existe esse serviço aqui que faz o transfer com carro apropriado e te busca no hotel. Fecha online, tudo em português, com cancelamento gratuito. E se quiser aproveitar melhor o arquipélago, tem também esse tour de dois dias com pernoite em cabana simples, transporte, refeições e equipamento de mergulho incluídos. O day trip custa em torno de US$ 120-180 por pessoa e o pernoite exige negociação por agência.
Uma dica cultural importante: em Guna Yala existem regras rígidas de respeito. Não fotografe pessoas sem permissão, evite roupas muito curtas fora da praia e siga o que o guia orientar. A comunidade cobra taxa de entrada e administra tudo com autonomia.
Dia 5 — San Blas, dia 2: Isla Pelicano e Isla Perro
Um dia em San Blas não é o suficiente. Se puder, pernoite pelo menos uma noite pra curtir com calma. As ilhas mais famosas são a Isla Pelicano (que apareceu em cenas de La Casa de Papel) e a Isla Perro, considerada por muitos a mais bonita do arquipélago, com piscinas naturais e restaurantes simples.

Um dos mergulhos mais legais é num navio naufragado próximo da Isla Perro, onde os corais tomaram conta do casco. Snorkel básico já dá pra ver bastante coisa.

As piscinas naturais formadas por bancos de areia no meio do mar são um espetáculo à parte: água azul cristalina batendo na canela, sem onda nenhuma, no meio do nada. Vale a viagem só por isso.

Dia 6 — Reserva Gamboa Rainforest
Voltando pra área da Cidade do Panamá, o sexto dia é natureza pura na Reserva Gamboa Rainforest, na província de Colón. Fica a uns 45-60 minutos de carro do aeroporto de Tocumen e a melhor forma de chegar é dirigindo. Basta seguir pela Avenida Centenario, entrar na Omar Torrijos Herrera e cruzar a Ponte Nuevo de Gamboa.
Como Panamá é um destino que exige muito deslocamento entre atrações (Gamboa, El Valle de Antón, praias do Pacífico, Miraflores), a gente sempre alugou carro por lá. Facilita demais e sai mais barato do que Uber ida-e-volta em vários dias.
Como economizar até 42% nos hotéis de Panamá!
Pra te ajudar a encontrar os melhores hotéis de Panamá, com preços já filtrados e em português, dá uma olhadinha aqui:
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Lá você consegue filtrar por região, datas, faixa de preço e nota de avaliação. A gente sempre usa o filtro ‘nota 8+’ e cancelamento gratuito — assim garante que vai pegar um lugar bom e fica tranquilo se precisar mudar os planos.
Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
Aluguel de carro no Panamá (economize até 34%)
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Chegando na reserva, aproveite a trilha Pipeline, de baixa dificuldade e acessível pra todo mundo. Visite o santuário de preguiças (dá pra ver os bichos de perto) e a Butterfly House, com sapos e insetos coloridos.
Cruzeiros no Lake Gatún saem de manhã cedo e vão até a Monkey Island, com micos, jacarés, preguiças e capivaras — vale muito. Passeios de caiaque nas mesmas águas do Canal também são incríveis. Tem tirolesa e teleférico (Aerial Tram Gamboa Resort) pra ver a floresta de cima. Combos de canal + selva costumam custar em torno de US$ 80-150 dependendo do operador.

Pra jantar, o restaurante Fonda Lo que Hay entrou na lista dos 100 melhores restaurantes da América Latina — reserva com antecedência.
Dia 7 — Zona Livre de Colón (compras) + voo pra Bocas del Toro
O sétimo dia é dia de compras a sério: a Zona Livre de Colón é a maior zona de livre comércio das Américas. Eletrônicos, roupas, joias, perfumes, cosméticos, tudo com preços bem mais baixos porque a região é livre de impostos.
A gente recomenda participar de um tour de compras organizado — eles te buscam no hotel, te levam até Colón e trazem de volta, o que economiza tempo e evita dor de cabeça com trânsito e segurança na região.

À noite, faça as malas: você vai pegar um voo doméstico pra Bocas del Toro. O voo dura em torno de 1h30 e sai do aeroporto doméstico Marcos A. Gelabert (Albrook). Fazer esse trecho de carro leva quase 10 horas — não compensa perder um dia inteiro no deslocamento. Reserve o voo com antecedência, principalmente em alta temporada.
Uma alternativa mais econômica (e cansativa) é o shuttle Hello Panama, que faz Boquete-Bocas em cerca de 3h30, pra quem quer emendar uma passagem por Boquete depois de Gamboa.
Dia 8 — Bocas del Toro: chegando na Ilha Colón
Bocas del Toro é um arquipélago no Caribe panamenho, com vibe totalmente diferente do Pacífico. Água mais turquesa, cultura afro-caribenha forte, ritmo mais devagar, muito mochileiro. As principais ilhas são Colón (onde fica Bocas Town, a base da maioria), Carenero, Solarte e Bastimentos.

Depois de se acomodar em Ilha Colón, vá até a Istmito Beach pra tirar foto no letreiro da cidade e sentir a brisa. Táxi do centro pras praias mais afastadas custa uns US$ 2. Pra chegar em outras ilhas, os táxis aquáticos são a solução (Carenero, por exemplo, sai cerca de US$ 1 do centro).
Uma forma bem gostosa de conhecer Ilha Colón é de bicicleta — alugar sai por uns US$ 10 o dia inteiro e dá pra fazer quase toda a ilha pedalando à beira-mar.

Pedale até a Playa Bluff, com ondas fortes (surfista adora). Ao redor, o Oasis B&B and The View serve frutos do mar com vista pro mar. Como o mar é bravo, quem não é surfista aproveita mais a paisagem e o restaurante.
Termine a noite em Bocas Town, no Buena Vista, um restaurante em deck sobre a água caribenha. Happy hour das 16h às 19h e cardápio de hambúrgueres, massas e drinks.

À noite, um passeio de barco pra ver bioluminescência (o mar acende quando você mexe na água) é uma experiência mágica e única — saídas geralmente entre 19h e 21h.
Se curte gastronomia panamenha, veja nosso guia sobre comidas típicas do Panamá.
Dia 9 — Playa Estrella, Isla Pájaros e Ilha Carenero
Comece o último dia numa das praias mais fofas do arquipélago: a Playa Estrella. O nome vem das estrelas-do-mar que vivem por lá — mas atenção, uma regra importante: não tire as estrelas da água. Elas morrem em minutos fora do mar. Observe, fotografe embaixo d’água, mas não pegue no colo pra selfie.
Uma excursão bem completa te leva pra Playa Estrella + Isla Pájaros, uma ilha exuberante cheia de aves, com equipamento de snorkel incluído e guia especializado. Tours em Bocas costumam custar em torno de US$ 30-60 por pessoa por dia.

À tarde, atravesse pra Ilha Carenero, colada em Bocas Town (1 dólar de táxi aquático). Tem uma trilha curta pela mata com vista pra orla e vários restaurantes na beira. Termine no Bibi’s on the Beach, sucesso na ilha, com ceviches, frutos do mar e sanduíches gostosos.

À noite, volta de barco pra Bocas Town e voo de volta pra Cidade do Panamá no dia seguinte, com uma última passada em Casco Viejo ou no Albrook Mall antes do voo internacional.
Erros comuns de brasileiros no Panamá
- Ficar tempo demais na capital. Muita gente gasta 5-6 dias na Cidade do Panamá e só faz um bate-volta em San Blas, perdendo Bocas del Toro e Gamboa. O Panamá é mais que a capital.
- Subestimar deslocamentos. Shuttle + lancha pra San Blas leva 4-5 horas fácil. Voar pra Bocas ganha o dia inteiro em relação a fazer de carro.
- Levar pouca roupa pra chuva. No Caribe (Bocas, San Blas), mesmo na melhor época chove. Leve capa leve e saco estanque pra celular.
- Não respeitar regras culturais. Em San Blas e nas aldeias Emberá, tem norma de vestimenta e fotografia. Pergunte antes de clicar.
- Viajar sem dólar em espécie. A moeda é o balboa, atrelado ao dólar, mas na prática tudo é cobrado em US$. Câmbio de real no Panamá é ruim — leve dólar do Brasil.
- Não fazer seguro viagem. Trilha, barco, ilha remota, snorkel: pequenos acidentes acontecem e atendimento médico privado em zona turística custa uma nota.
Melhor época pra ir ao Panamá
Pra maior parte do país (Cidade do Panamá, Pacífico, Boquete), a temporada mais seca vai de meados de dezembro até abril. É a melhor janela pra viajar. No Caribe (Bocas, San Blas), a chuva é mais distribuída ao longo do ano — não existe uma estação totalmente seca, mas costuma ter boas janelas de sol o ano inteiro. A temporada de furacões (junho a novembro) afeta pouco o Panamá diretamente, mas pode impactar voos.

Panamá como stopover pra economizar
Uma sacada boa: o Panamá é um dos principais hubs de conexão de voos da Copa Airlines, especialmente pra quem vai pros EUA. Muitas vezes o voo com stopover no Panamá sai mais barato que o direto — e você aproveita pra conhecer o país sem custo extra de passagem. Vale muito programar 3-4 dias entre uma perna e outra da viagem.
Seguro viagem pro Panamá
Atendimento médico no Panamá pra estrangeiro é caro, e num roteiro com trilha, barco, snorkel e ilhas remotas como San Blas, um seguro é praticamente obrigatório na prática. A gente sempre usa esse comparador de seguros, que já traz 18% de desconto exclusivo e mostra as melhores seguradoras lado a lado. Pagamento em reais, parcelado, sem IOF. Um pequeno acidente numa lancha em Bocas ou um problema estomacal em San Blas pode virar uma conta de milhares de dólares sem seguro — não vale o risco.
Chip de celular pra usar no Panamá
Uber na capital, mapa em San Blas, WhatsApp com o guia em Bocas: você vai precisar de internet o tempo todo. A gente sempre garante um chip de viagem ainda no Brasil — chega em casa antes da viagem, ativa em minutos e você desembarca já com internet funcionando. Muito mais fácil e barato que roaming da operadora brasileira ou ficar procurando chip local no aeroporto.
Perguntas frequentes sobre o roteiro de 9 dias pelo Panamá
Quantos dias são ideais no Panamá?
9 dias é o número perfeito pra ver as três facetas do país: Cidade do Panamá com Canal, natureza (Gamboa, San Blas) e Caribe (Bocas del Toro). Com menos que isso, fica apertado. Com mais, dá pra encaixar Boquete ou El Valle de Antón.
Preciso de visto pra ir ao Panamá?
Brasileiros não precisam de visto pra turismo no Panamá por até 180 dias. Basta passaporte válido, comprovante de hospedagem, passagem de volta e comprovação financeira que pode ser pedida na imigração.
Qual moeda usar no Panamá?
A moeda oficial é o balboa (PAB), atrelado 1:1 ao dólar americano. Na prática, todo mundo cobra em US$. Leve dólar em espécie do Brasil — câmbio de real por lá é muito ruim.
É seguro viajar pro Panamá?
A Cidade do Panamá é razoavelmente segura em áreas turísticas (Casco Viejo, Cinta Costera, Costa del Este). Evite Colón fora da zona livre e sempre use Uber ou táxi à noite. Bocas del Toro e San Blas são bem tranquilos. Vale o cuidado normal de qualquer viagem grande.
É melhor Bocas del Toro ou San Blas?
São experiências diferentes. San Blas é mais rústico, remoto, com cultura indígena Guna, ilhas desertas paradisíacas e pouca estrutura. Bocas del Toro tem mais infraestrutura, vida noturna, restaurantes e é mais fácil pra família ou casal que quer conforto. Se der pra fazer os dois em 9 dias, faça.
Como ir de San Blas pra Bocas del Toro?
Não tem trajeto direto. O normal é voltar pra Cidade do Panamá (por transfer 4×4 + lancha) e de lá pegar voo doméstico pra Bocas Town, que dura cerca de 1h30. Não vale a pena fazer por terra — leva quase 10 horas.
Preciso alugar carro no Panamá?
Depende do roteiro. Na Cidade do Panamá, Uber resolve. Mas se o plano inclui Gamboa, El Valle de Antón, Boquete ou praias do Pacífico, alugar carro compensa muito. Em San Blas e Bocas del Toro, você não usa carro (tudo é barco ou bicicleta).
Quanto custa uma viagem de 9 dias pro Panamá?
Varia muito pelo padrão. Numa média com voos + hospedagem intermediária + passeios principais + alimentação, dá pra planejar em torno de US$ 1.500 a US$ 2.500 por pessoa, sem contar compras. Confira nosso guia completo de quanto custa viajar pro Panamá pra planejar o orçamento.
Economize ao máximo na sua viagem ao Panamá
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Leia nossa matéria sobre como viajar barato pro Panamá com todas as dicas.
- Ingressos: veja onde comprar os ingressos do Panamá da forma mais barata e segura.
- Carro: não deixe de ler como alugar um carro no Panamá pelo menor preço possível.
- Dólares: conheça a melhor forma de levar dinheiro pro Panamá, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: quer usar o celular durante toda a viagem, sem preocupações? Já garanta um chip de viagem, ainda no Brasil, clicando aqui.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar no Panamá pra saber qual é a melhor localização.
- Seguro viagem: atendimento médico no exterior é caríssimo. Veja aqui como conseguir o melhor e mais barato seguro.
- Transfer: precisa de um, do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
O Panamá surpreende porque parece três países em um: a metrópole moderna do Pacífico, a floresta tropical de Gamboa e o Caribe puro de Bocas e San Blas. Em 9 dias dá pra ver tudo isso sem correria, se você organizar as bases direito. Boa viagem — e volta e conta pra gente qual foi o seu momento favorito.