
Se você tá planejando uma viagem pra Côte d’Azur e quer entender como distribuir os dias sem correria, esse roteiro de 6 dias na Costa Azul foi montado justamente pra isso: sair de Nice como base, fazer bate-voltas inteligentes e ainda encaixar um dia diferente no interior. É o formato que a gente sempre recomenda pra quem quer conhecer o clássico da região sem gastar horas trocando de hotel.
A gente já foi algumas vezes e o erro mais comum que a gente vê é gente tentando dormir em cidade diferente todo dia. Isso destrói a viagem: você perde metade da manhã fazendo check-out, arrastando mala e procurando estacionamento. Fica muito melhor plantar base em Nice e ir e voltar de trem, ônibus ou carro.
E não esquece: aqui no nosso guia completo da Costa Azul a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos. Vale abrir junto com esse roteiro.
Como funciona esse roteiro de 6 dias na Costa Azul
A ideia é simples: Nice é a base pros 6 dias. Ela fica geograficamente no meio, tem estação de trem central, aeroporto internacional e é a cidade mais barata da região (Cannes, Mônaco e Saint-Tropez são bem mais caras pra dormir).
De Nice, a gente faz bate-voltas curtos de trem (Mônaco, Èze, Antibes e Cannes ficam a menos de 40 minutos) e usa carro ou tour organizado pros pontos mais afastados, tipo Saint-Tropez e Gorges du Verdon.
Sobre a época: primavera (abril a junho) e começo de outono (setembro) são os melhores momentos — clima em torno de 18 a 25 °C, mar já dá pra entrar em junho, preços mais camaradas e praias sem multidão. Julho e agosto são bonitos, mas caros e cheios.
Aluguel de carro na Costa Azul (economize até 34%)
Aqui vai uma dica que faz muita diferença: pra fazer Saint-Tropez, Gorges du Verdon, Saint-Paul-de-Vence e outras vilas do interior, carro é praticamente obrigatório. Trem só resolve o eixo Nice–Cannes–Mônaco.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Dia 1: Nice, a capital da Costa Azul
Nice é a quinta maior cidade da França e mistura influência francesa e italiana (a fronteira fica pertinho). O primeiro dia é pra sentir a cidade sem sair dela.

Comece pela Promenade des Anglais, o calçadão à beira-mar que virou símbolo da cidade. Dá pra caminhar, alugar bike ou só sentar num banco olhando o mar. Depois cai no Vieux Nice (centro histórico), que é obrigatório fazer a pé — as ruelas são estreitas, tem mercado de flores na Cours Saleya, sorveteria Fenocchio (aquela com 90 sabores) e restaurantes tradicionais.
Reserve um tempo pra Place Masséna (com os prédios vermelhos e o Jardin Albert 1er coladinho) e, no fim da tarde, suba a Colline du Château pra ver o pôr do sol com vista pra Baie des Anges e o Port de Nice cheio de iates.
Sobre as praias de Nice: são de pedras, não de areia. Vale saber antes pra não estranhar. Tem trecho público gratuito e trechos privados com espreguiçadeira, guarda-sol e serviço de bar (costuma custar em torno de 20 a 40 euros por dia). Almoço no Vieux Nice costuma sair entre 20 e 35 euros por pessoa.
Dia 2: Mônaco e Èze no mesmo dia
Esse combo é clássico e funciona demais. De Nice, o trem até Mônaco leva uns 25 minutos e costuma custar entre 5 e 10 euros por trecho. Èze fica no meio do caminho e dá pra encaixar antes ou depois.

Èze é um vilarejo medieval empoleirado num penhasco, com uma das vistas mais impressionantes do Mediterrâneo. Ruas de pedra, lojas de artesanato, o jardim exótico no topo e uma fábrica-museu de perfumes que vale a visita mesmo pra quem não tá afim de comprar. Dá pra fazer em 2 a 3 horas com calma.
Já Mônaco é o cartão-postal do luxo europeu — cassinos, iates, Fórmula 1 e tudo brilhando. Os pontos que a gente sempre recomenda: o Cassino de Monte-Carlo (só a fachada e a praça já valem), o Palácio do Príncipe na parte alta (Mônaco-Ville), a Catedral de Mônaco, o Museu Oceanográfico e o Jardim Exótico pra quem gosta de plantas. O bairro La Condamine, perto do porto, é ótimo pra caminhar e comer algo mais em conta.
Aviso: restaurantes em Mônaco são bem mais caros que em Nice. Almoço em lugar turístico sai fácil por 35 a 70 euros por pessoa. Se quiser economizar, come em Èze ou volta pra Nice pra jantar.
Uma alternativa boa pra quem não quer se preocupar com transporte é fazer um tour guiado saindo de Nice combinando Èze, Mônaco e Monte-Carlo num dia só. Dá pra reservar nesse site que a gente usa em todas as viagens — o pagamento é em reais, sem IOF, com cancelamento gratuito até 24h antes.
Dia 3: Antibes e Cannes
Dia dedicado ao lado oeste da Riviera. Antibes fica a uns 25 minutos de trem de Nice (5 a 8 euros o trecho) e Cannes a mais uns 15 minutos depois.

Antibes tem o maior porto de iates de luxo da Europa, apelidado de “porto dos bilionários”. Passeie pelas muralhas antigas na Promenade Amiral de Grasse, que liga a Praia de la Gravette à Praia du Ponteil com vista pra Mar e pro Fort Carré. O Museu Picasso, no Château Grimaldi, é enxuto e vale a visita (o pintor morou ali brevemente).
Se quiser praia, as melhores são a Plage de la Salis, Plage de la Garoupe e Plage des Ondes, todas com mar calmo e boa estrutura.

Depois do almoço, siga pra Cannes. A cidade é famosa mundialmente pelo Festival de Cinema, mas tem muito mais que isso. Caminhe pela Boulevard de la Croisette (o calçadão com hotéis de luxo tipo Carlton e Martinez), tire foto na escadaria do Palais des Festivals (o famoso tapete vermelho) e explore Le Suquet, o bairro antigo no alto do monte Chevalier, com ruelas empedradas e vista boa da Place du Castre.

Sobre praias em Cannes: a Croisette é dominada por beach clubs pagos (almoço + espreguiçadeira geralmente somam entre 40 e 80 euros por pessoa). Se quiser gratuito, vai pra Plage du Midi, Plage Zamenhof ou Plage de la Bocca.
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Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
Dia 4: Saint-Paul-de-Vence e o interior
Aqui a gente sai do litoral e vai pra o interior — e é justamente esse dia que muita gente pula e depois se arrepende. As vilas medievais são o outro lado da Costa Azul, mais autêntico e artístico.

Saint-Paul-de-Vence é uma vila medieval encravada numa colina, cercada por muralhas do século XVI. É famosa pelas galerias de arte — vários pintores importantes moraram ali, tipo Chagall (que está enterrado no cemitério local). As ruelas de paralelepípedo são um passeio em si.
Não deixe de ir na Fondation Maeght, nos arredores da vila, uma das mais importantes fundações de arte moderna da França. Dentro da vila, passe pela Igreja de São Miguel (século XVI) e pela Place du Jeu de Boules, onde os moradores jogam petanca — é uma cena bem típica pra fotografar e sentir o cotidiano local.
Se sobrar tempo, dá pra encaixar Haut de Cagnes (o bairro histórico de Cagnes-sur-Mer) ou Grasse, a cidade dos perfumes, no mesmo dia. Com carro fica fácil; de ônibus dá também, mas os horários são mais espaçados.
Dia 5: Saint-Tropez
Saint-Tropez é a “cereja do bolo” desse roteiro — e vale avisar de uma coisa: de Nice, a viagem é de umas 2h de carro. De transporte público é bem chatinho (ônibus longo, sem trem direto), então esse é o dia em que carro alugado ou excursão organizada compensa muito.

A cidade foi uma vila de pescadores até virar o point global do glamour europeu nos anos 60 (com Brigitte Bardot). Comece pelo Vieux Port: iates absurdos ancorados, restaurantes à beira-mar e as fachadas coloridas que aparecem em todas as fotos.
Suba até a Citadelle de Saint-Tropez pra ter a melhor vista panorâmica da cidade e do golfo. Depois vá pra Plage de Pampelonne, a praia mais famosa — 5 km de areia clara, água transparente e uma sequência de beach clubs badalados (Club 55, Nikki Beach, La Réserve à la Plage). Espreguiçadeira em Pampelonne fica em torno de 30 a 60 euros por dia; almoço, entre 40 e 80 euros por pessoa.
Se você tá viajando fora da alta temporada, Saint-Tropez fica bem mais tranquila e é possível conhecer o vilarejo com calma sem o caos de julho e agosto.
Dia 6: Gorges du Verdon ou ilha Sainte-Marguerite
Pra fechar o roteiro com um dia diferente do resto, tem duas boas opções.

A primeira, e mais impressionante, é Gorges du Verdon — o “Grand Canyon da Europa”. São gargantas gigantes esculpidas pelo rio Verdon, com águas turquesa que parecem impossíveis de tão azuis. Dá pra fazer canoagem, caiaque, trilhas nos mirantes ou só dirigir pela Route des Crêtes parando nos pontos de observação.

O Lac de Sainte-Croix, na entrada das gargantas, é o lago artificial cor turquesa onde saem os passeios de caiaque e pedalinho. O Museu de Gorges du Verdon, em La Palud-sur-Verdon, ajuda a entender a formação geológica e a fauna local. Se você vier entre final de junho e meados de julho, dá pra combinar com os campos de lavanda da Provença, que ficam relativamente perto.
De Nice, o passeio dá umas 2h de carro pra chegar. Tem tours organizados de dia inteiro que combinam Verdon + lavandas — vale conferir nesse site aqui, que tem passeios em português e cancelamento grátis.
A segunda opção, mais leve, é pegar o ferry de Cannes até a Ilha Sainte-Marguerite — trilhas, mar, natureza e o forte onde o Homem da Máscara de Ferro ficou preso. O ferry ida e volta costuma custar entre 20 e 40 euros por pessoa e é passeio de meio dia ou dia inteiro.
Como se deslocar pela Costa Azul
O trem regional (TER) é o campeão pro eixo litorâneo. Sai várias vezes por hora ligando Nice a Cannes, Antibes, Mônaco, Villefranche-sur-Mer, Menton e Èze-sur-Mer (estação de Èze, mas a vila em si fica no alto — precisa pegar ônibus ou táxi da estação).
Faixas de preço por trecho: Nice–Antibes em torno de 5 a 8 euros, Nice–Cannes entre 7 e 12 euros, Nice–Mônaco entre 5 e 10 euros. Sem reserva, é só chegar e comprar na hora.
Ônibus interurbano costuma ser mais barato (entre 3 e 8 euros por trecho) e cobre boa parte das mesmas rotas — a rede da região Sud vem ampliando os trajetos.
Carro alugado é a melhor opção pra Saint-Tropez, Verdon, Saint-Paul-de-Vence e as vilas do interior. Diária de compacto costuma sair entre 40 e 70 euros (sem combustível), e estacionar em cidades turísticas custa em torno de 2 a 4 euros por hora nas áreas centrais.
Erros que a gente vê muito nessa viagem
Depois de conhecer a região algumas vezes, dá pra listar os erros que mais atrapalham o viajante brasileiro:
- Trocar de hotel todo dia: destrói o roteiro. Base fixa em Nice e bate-voltas é a fórmula que funciona.
- Entrar de carro no Vieux Nice: as ruas são estreitas e o centro histórico é 100% caminhada. Estacione fora e explore a pé.
- Ignorar o interior: muita gente foca só em praia e Mônaco e perde Saint-Paul-de-Vence e Verdon, que são o outro lado do encanto da região.
- Viajar em julho/agosto sem reservar cedo: preços disparam e beach clubs em Cannes e Pampelonne lotam. Reserve tudo com meses de antecedência ou vá em maio–junho ou setembro.
- Achar que trem resolve Saint-Tropez: não resolve. Ou você aluga carro ou entra num tour.
- Esperar praia de areia em Nice: são de pedra. Se você quer areia, foque em Antibes, Cannes ou Saint-Tropez.
Comidas e vinhos da região
A Costa Azul faz parte da Provence, então a culinária puxa muito pro mediterrâneo: peixes frescos, frutos do mar, azeite, ervas, tomate e o famoso rosé provençal, o vinho símbolo da região. Pratos típicos pra experimentar: socca (uma panqueca de grão-de-bico, tradicional de Nice, vendida em barracas do Vieux Nice), salade niçoise, bouillabaisse (sopa de peixes) e ratatouille.
A gente sempre recomenda comer no Vieux Nice pelo menos duas noites — os preços são bem melhores que em Cannes ou Mônaco e a comida costuma ser mais autêntica.
Com um roteiro tão puxado de bate-voltas, hospedagem no lugar certo em Nice faz toda a diferença — quanto mais perto do centro e da estação de trem, menos tempo você perde no trajeto e mais aproveita cada dia. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Nice:
Seguro viagem pra Costa Azul
A França faz parte do espaço Schengen, então o seguro viagem é obrigatório pra entrar — com cobertura mínima de 30 mil euros pra despesas médicas. Não é opcional, é lei mesmo.
Além disso, atendimento médico particular na França é caríssimo pra estrangeiro: uma consulta simples pode passar de 100 euros, e qualquer coisa mais séria vira uma conta pesada. O seguro cobre isso e também bagagem extraviada, cancelamento de voo e outras dores de cabeça de viagem.
A gente usa esse comparador de seguros pra fechar as apólices. Ele compara todas as principais seguradoras num só lugar e o link já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas. Pagamento em reais, parcelamento e apólice pronta em minutos.
Chip de celular pra usar na Costa Azul
Pra usar o GPS, chamar Uber, ver horários de trem em tempo real e mandar as fotos pro Brasil, chip de dados é fundamental. Roaming da operadora brasileira sai bem mais caro que qualquer alternativa.
A gente já usou várias opções e a que tem melhor custo-benefício é esse chip de viagem. Você recebe em casa antes de viajar, coloca no celular já no avião e chega conectado. Funciona em toda a Europa.
Perguntas frequentes sobre roteiro na Costa Azul
Quantos dias são ideais pra conhecer a Costa Azul?
Pra ver o básico da região dá pra fazer em 4 dias em ritmo puxado, mas o ideal é uma semana. Com 6 dias, como esse roteiro sugere, dá pra conhecer as principais cidades (Nice, Mônaco, Cannes, Antibes, Saint-Tropez) e ainda encaixar um dia no interior em Saint-Paul-de-Vence ou Gorges du Verdon sem correria.
Qual é a melhor cidade pra ficar hospedado na Costa Azul?
Nice é a melhor base pra quem vai fazer roteiro rodado pela região. Tem o maior aeroporto, estação de trem central, é a mais barata das cidades grandes e fica no meio geográfico, o que facilita todos os bate-voltas. Cannes e Antibes também funcionam como base alternativa.
Precisa de carro pra fazer a Costa Azul?
Não é obrigatório, mas ajuda muito. O eixo Nice–Cannes–Antibes–Mônaco funciona 100% de trem, sem problema. Mas se você quer conhecer Saint-Tropez, Gorges du Verdon, Saint-Paul-de-Vence e outras vilas do interior, carro alugado é praticamente essencial (ou tour organizado).
Qual a melhor época pra visitar a Costa Azul?
Maio, junho e setembro são os meses com melhor custo-benefício: clima entre 20 e 25 °C, mar já dá pra entrar, dias longos e sem a lotação absurda de julho e agosto. Se o objetivo é praia e beach club, alta temporada é imbatível, mas prepare o bolso.
Dá pra fazer bate-volta pra Mônaco a partir de Nice?
Dá tranquilamente. O trem de Nice a Mônaco leva uns 25 minutos e custa entre 5 e 10 euros por trecho. Muita gente combina Èze e Mônaco no mesmo dia, já que Èze fica no meio do caminho.
Quanto custa em média uma diária de hotel na Costa Azul?
Em Nice, Cannes ou Antibes, hotéis simples ficam em torno de 80 a 120 euros a noite, três estrelas bons em torno de 140 a 220 euros, e opções de luxo a partir de 300 euros. Cannes, Mônaco e Saint-Tropez são consistentemente mais caros que Nice.
Vale a pena incluir Saint-Tropez no roteiro de 6 dias?
Vale, mas só se você tiver carro ou puder fechar uma excursão. A viagem de Nice até Saint-Tropez leva umas 2h de carro e o transporte público é complicado. Fora de julho e agosto, a vila fica tranquila e é super charmosa; na alta temporada, esteja preparado pra trânsito e preços altos.
É seguro viajar pela Costa Azul?
Sim, a região é considerada segura pra turistas, com bons índices em todas as cidades principais. Os cuidados são os mesmos de qualquer destino turístico europeu: atenção com carteiristas em pontos lotados (Promenade des Anglais, estações de trem, mercados), evitar deixar coisas visíveis no carro alugado e usar bom senso à noite.
Economize ao máximo na sua viagem à Costa Azul
- Ingressos e passeios: pra reservar tours a Mônaco, Èze, Verdon e ferries em Cannes com cancelamento grátis, use esse site que a gente sempre usa.
- Aluguel de carro: essencial pra Saint-Tropez e interior — veja como alugar carro na França pagando menos.
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- Seguro viagem: obrigatório pra França (Schengen) — veja aqui como conseguir o melhor e mais barato.
- Transfer: pra sair do aeroporto de Nice direto pro hotel, saiba aqui como reservar pelo menor preço.
Esse roteiro de 6 dias na Costa Azul é o formato que a gente considera mais equilibrado — cobre o clássico da Riviera, encaixa o interior artístico e ainda deixa espaço pra um dia diferentão em Verdon ou Sainte-Marguerite. O segredo mesmo é fixar base em Nice, reservar tudo com antecedência e escolher bem a época. Boa viagem!