
Montreal é daqueles destinos que pegam a gente de surpresa: cara de Europa no centro histórico, vibe norte-americana no downtown, gastronomia incrível e um francês simpático no ar. Cinco dias é o tempo perfeito pra curtir a cidade sem correria e ainda encaixar um bate-volta de bônus pra Quebec ou Ottawa.
Esse roteiro é o que a gente recomenda pra quem nunca foi e quer ver o melhor de Montreal sem cair em furadas de turista. E se você quer planejar a viagem inteira pagando mais barato (hotel, transporte, seguro, ingressos), dá uma olhadinha no nosso guia completo de Montreal — a gente reuniu tudo lá pra te ajudar a economizar.
Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi o quanto a cidade muda de cara dependendo do bairro. Em uma tarde você sai de uma ruela de paralelepípedo do século 17 e cai num arranha-céu com arte contemporânea. É um destino que merece ser explorado com calma.
Dia 1: Vieux-Montréal e Vieux-Port (centro histórico)
O primeiro dia é dedicado ao coração antigo da cidade. Comece pela Basílica de Notre-Dame de Montréal, uma construção neogótica com interior em tons de azul profundo e iluminação teatral que impressiona até quem já viu muita igreja por aí. A visita simples costuma sair em torno de CAD 15 por adulto, e o horário padrão vai das 10h às 17h (no inverno, conferir antes).

Se conseguir, reserve um horário pra ver o espetáculo AURA: um show de luzes e música projetado dentro da basílica, que rola algumas noites por semana, geralmente entre 18h e 21h. Ingresso em torno de CAD 30-35. Vale muito o investimento — a gente saiu de lá meio sem reação, daquelas experiências que a foto não dá conta.
Depois, caminhe pela Place d’Armes, pela Rue Saint-Paul (a rua mais antiga da cidade) e pela Place Jacques-Cartier, sempre cheia de artistas de rua no verão. A região tem aquela cara de Europa que a gente comentou: paralelepípedo, galerias, cafés e bistrôs em casarões de pedra.
Pra garantir os ingressos da Basílica, do AURA e dos principais passeios da cidade já comprados em português e sem fila, vale usar esse site que a gente usa em todas as viagens. É o maior do mundo em passeios em português, dá pra pagar em reais (sem IOF), parcelar e o cancelamento normalmente é gratuito até alguns dias antes. A gente sempre reserva os principais passeios por lá com antecedência — economiza tempo e quase sempre paga mais barato do que comprando na hora.
Tarde no Vieux-Port
Da basílica, é uma caminhada curta até o Vieux-Port (Porto Velho), a antiga zona portuária reaproveitada como área de lazer. Tem orla pra caminhar, roda-gigante, tirolesa sazonal e o Centro de Ciências de Montreal (ótimo se você viaja com criança).

A grande estrela é La Grande Roue de Montréal, a maior roda-gigante do Canadá, com 60 metros de altura. A vista do alto vale a parada, especialmente no fim de tarde. Ingresso a partir de CAD 30 por adulto.
Jantar no Vieux-Montréal
Pra fechar o dia, jante num bistrô local e experimente a poutine — o prato canadense por excelência: batata frita coberta com queijo em cubos e molho gravy. Uma porção sai em torno de CAD 10-15. Não é refinado, mas é uma tradição que vale provar pelo menos uma vez. Dica: a churrascaria Vieux-Port Steakhouse e a microcervejaria 3 Brasseurs Saint-Paul são opções clássicas da região.
Dia 2: Plateau-Mont-Royal, Parque Mont Royal e Oratório Saint Joseph
O segundo dia mistura bairro boêmio, o pulmão verde da cidade e um dos cartões-postais mais imponentes de Montreal.
Manhã no Plateau-Mont-Royal
Comece com um brunch no Plateau-Mont-Royal, um bairro residencial cheio de personalidade, com casinhas coloridas, escadas externas em espiral, murais de arte urbana e cafés independentes. Lugares como o L’Avenue costumam ter fila aos fins de semana, então chegue cedo ou tente reservar. Um brunch completo sai em torno de CAD 20-35.
É uma das áreas mais charmosas da cidade pra caminhar sem pressa, entrar em brechó, sentar num café e observar o ritmo local.
Tarde no Parque Mont-Royal
Do Plateau, é fácil subir pro Parc du Mont-Royal, projetado pelo mesmo paisagista do Central Park de Nova York, Frederick Law Olmsted. O parque cobre uma colina inteira no meio da cidade, com trilhas, áreas de piquenique e a estrela: o mirante Belvédère Kondiaronk, com a vista clássica de Montreal que aparece em todo cartão-postal.

Entrada é gratuita e abre das 6h às 00h. No verão é caminhada e piquenique; no inverno, raquetes de neve, trilhas brancas e patinação no lago Beaver. Reserve umas 2-3 horas pra subir, curtir a vista e descer com calma.
Fim de tarde no Oratório Saint Joseph
Logo ali do outro lado da montanha está o Oratório de Saint Joseph, com uma das maiores cúpulas do mundo (perde só pra Basílica de São Pedro, no Vaticano). A entrada na basílica é gratuita; algumas exposições e áreas especiais podem custar entre CAD 10 e CAD 20. Abre das 6h às 00h.

Pra jantar, volte ao Plateau ou caminhe pela Rue Saint-Denis, cheia de bistrôs, bares e cafés. O Café Parvis, perto do Place des Arts, é uma boa pedida pra refeição leve, pizzas e um bom vinho.
Dia 3: Parque Olímpico, Biodôme, Jardim Botânico e Insectário
Esse dia é praticamente todo gasto na região do Espace pour la vie, o complexo de atrações naturais e científicas da cidade — uma das áreas mais bem cuidadas e didáticas que a gente já visitou em qualquer destino.
Manhã no Parque Olímpico
Comece pelo Parc Olympique, construído pra Sediar as Olimpíadas de 1976 e que, ao longo dos últimos anos, passou por uma boa modernização. A Torre de Montreal (a famosa torre inclinada) tem um observatório com vista 360º da cidade — ingresso em torno de CAD 20-30.
Tarde no Biodôme, Jardim Botânico e Insectário
A poucos passos da torre está o Biodôme de Montréal, que recria 4 ecossistemas das Américas (floresta tropical, Laurentides, Golfo do São Lourenço e regiões polares) dentro de um único prédio. É como um zoológico imersivo: você atravessa a floresta tropical com araras voando livres e em seguida está vendo pinguins no clima ártico.

Logo ao lado está o Jardin Botanique, com 75 hectares, mais de 22 mil espécies, 20 jardins temáticos e 10 estufas. O Chinese Garden e o jardim japonês são lindíssimos, principalmente no outono. E o Insectário foi totalmente reformado e reaberto com uma museografia imersiva incrível, que vale a visita mesmo pra quem não morre de amores por inseto.

Vale procurar o combo de ingressos pras 3 atrações (Biodôme + Jardim Botânico + Insectário), que costuma sair em torno de CAD 40-50 por adulto e economiza bastante. Próximo ainda fica o Planetário Rio Tinto Alcan, com dois teatros e apresentações em cúpula 360º sobre o Universo — boa opção se sobrar tempo.
Pra jantar, volte ao centro ou ao Quartier des Spectacles, o coração cultural da cidade, com teatros, casas de show e o famoso Place des Arts. Vale conferir a agenda cultural antes da viagem: dependendo da época, rola Festival Internacional de Jazz, Just for Laughs e vários shows gratuitos a céu aberto no verão.
Dia 4: Downtown, RESO (cidade subterrânea) e Chinatown
O quarto dia é dedicado à parte moderna de Montreal — onde dá pra fazer compras, conhecer a famosa cidade subterrânea e ainda passar por dois bairros bem distintos.
Manhã no Quartier Chinois
Comece pela Chinatown (Quartier Chinois), que existe na cidade desde 1860. É pequena, mas charmosa, com portões tradicionais, restaurantes de comida asiática autêntica e barata, lojinhas de produtos importados e o pequeno Sun Yat-sen Park. Boa parada pra um almoço barato e gostoso.

Tarde no RESO e na Rue Sainte-Catherine
Depois, parta pra Rue Sainte-Catherine, a principal rua comercial do centro, e entre na RESO — a cidade subterrânea de Montreal. São mais de 30 km de túneis interligando metrôs, shoppings, prédios comerciais, hotéis e universidades. No total, mais de 1.500 lojas e 200 restaurantes ali embaixo.

Se você cair num dia muito frio ou chuvoso, a RESO é uma mão na roda: dá pra atravessar boa parte do centro sem por o nariz na rua. Shoppings populares conectados ao sistema incluem o Centre Eaton, o Complexe Desjardins e o Alexis Nihon, com marcas como Levi’s, Banana Republic, Zara e Old Navy.
No fim da tarde, vale pegar um observatório no centro pra ver Montreal de cima — ingressos em torno de CAD 20-30. Pro jantar, o Bouillon Bilk é uma boa pedida pra um clima mais sofisticado, e o Dunn’s Famous é o clássico bar descontraído que fica aberto até as 5h.
Pensando em alugar carro pra explorar fora de Montreal?
Dentro de Montreal, a real é que você não precisa de carro — metrô, ônibus e caminhada resolvem. Mas se você quer esticar pra Mont-Tremblant, fazer o bate-volta pra Quebec ou Ottawa por conta própria, ou explorar as estradas do outono pelas folhagens, aí o carro vira essencial.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Dia 5: bate-volta pra Quebec ou Ottawa (ou Parc Jean-Drapeau)
O quinto dia é o curinga: dá pra usar pra um bate-volta marcante ou pra fechar Montreal com chave de ouro num parque enorme à beira do rio. Escolha o que combina mais com o seu perfil.
Opção 1: Quebec City
Distância: cerca de 3 horas de ônibus ou carro saindo de Montreal. Quebec City é a cidade muralhada do Canadá francófono, com arquitetura europeia, ruelas charmosas e o icônico Château Frontenac. Saia cedo (em torno de 7h-8h) e volte no início da noite. É um dos passeios mais memoráveis que dá pra fazer a partir de Montreal.
Opção 2: Ottawa
Distância: em torno de 2 horas de trem. Ottawa é a capital do Canadá, com o Parlamento, museus nacionais e o Canal Rideau. Tem visitas guiadas gratuitas no Parliament Hill em determinados períodos. Bom programa pra quem curte história e museus de qualidade.
Opção 3: ficar em Montreal e curtir o Parc Jean-Drapeau
Se preferir não pegar estrada, fique em Montreal mesmo e curta o Parc Jean-Drapeau, que ocupa duas ilhas (Saint-Hélène e Notre-Dame) no Rio Saint-Laurent. Tem áreas verdes, ciclovias, praias urbanas no verão e o Biosphère, o museu ambiental dentro de uma cúpula geodésica icônica, criada para a Expo 67.

No parque ainda tem o Casino de Montréal, com restaurantes, bares e shows ao vivo, e o parque de diversões La Ronde (Six Flags), que funciona sazonalmente na primavera e no verão — perfeito pra um dia ensolarado em família.

Pra fechar a noite, volte pro Plateau-Mont-Royal e jante no L’Express (cozinha francesa clássica) ou no Plateau Cuisine Indienne, se quiser variar. É a parte mais animada pra terminar a viagem com uma boa vida noturna.
Tour privado em português por Montreal
Pra quem prefere conhecer a cidade com calma e diretamente em português, vale considerar um tour privado guiado. O passeio cobre os principais pontos do Vieux-Montréal — Basílica de Notre-Dame, Place d’Armes, Castelo Ramezay, Bonsecours Market, Seminário Saint-Sulpice — com um guia explicando a história de cada lugar.
Como é privado, o guia fica focado só no seu grupo, o que deixa a visita bem mais íntima e o ritmo na sua mão. Boa pedida pro primeiro dia, principalmente pra quem não fala francês nem inglês fluente. Clicando aqui você confere detalhes e disponibilidade.
Quanto custa 5 dias em Montreal?
Pra ter uma noção de orçamento, anote as faixas médias por pessoa:
- Refeição simples (lanche/prato do dia): CAD 15-25
- Jantar em restaurante bacana: CAD 35-60
- Poutine (porção): CAD 10-15
- Brunch completo: CAD 20-35
- Transporte público (bilhete avulso): CAD 3,50-4
- Passe diário de metrô/ônibus: CAD 11-12
- Hotel intermediário (3 estrelas, diária): CAD 120-200
- Ingressos das principais atrações: CAD 15-50 cada
E não esquece da gorjeta de 15-20% em restaurantes — é praticamente obrigatória no Canadá quando o serviço é à mesa. Muitos brasileiros se esquecem disso e acabam pagando menos do que o costume local.
Transporte em Montreal: como se locomover
Metrô e ônibus são eficientes, integrados e cobrem todos os pontos turísticos. Vale comprar um cartão recarregável OPUS (custa em torno de CAD 6) numa estação de metrô e carregar com passes — tem opções de 1, 3 dias e semanais, que costumam ser mais vantajosas que comprar bilhete avulso.
No verão, dá pra usar a rede de bicicletas BIXI, com estações espalhadas pela cidade — ótimo pra circular pelo Vieux-Port e pelo Plateau. Táxis e apps de transporte funcionam bem, mas saem mais caros (corridas curtas no centro em torno de CAD 15-30).
Erros comuns que a gente vê o brasileiro cometendo em Montreal
A gente errou nessa primeira viagem e quer poupar você dos mesmos tropeços:
- Subestimar o frio do inverno: não basta um “casaco bom”. A sensação térmica pode passar de -20°C. Invista em camadas térmicas, touca, luvas, cachecol e calçado impermeável. Sem isso, o passeio vira sofrimento.
- Ignorar a RESO em dias frios: muita gente não sabe que dá pra atravessar boa parte do centro por túneis aquecidos. Estude o mapa antes.
- Querer fazer tudo a pé: o mapa parece compacto, mas a distância entre o Vieux-Montréal e o Complexo Olímpico, por exemplo, é grande. Use o metrô.
- Esquecer a gorjeta: 15-20% é o esperado em qualquer restaurante com atendimento à mesa.
- Não reservar com antecedência na alta temporada: AURA, brunches famosos e tours específicos esgotam em dias de movimento (e em épocas de festival, a cidade enche).
Seguro viagem pro Canadá
Atendimento médico fora do Brasil sai caro, e no Canadá não é diferente — uma simples consulta de emergência pode passar de CAD 500. Por isso, contratar um seguro viagem é praticamente obrigatório, mesmo que a lei não exija.
A gente usa esse comparador de seguros, que mostra opções de várias seguradoras lado a lado e já vem com 18% de desconto exclusivo aplicado. Dá pra escolher a cobertura que faz sentido pra você (e se for esquiar em Mont-Tremblant, garanta cobertura pra esportes de inverno).
Chip pra usar o celular em Montreal
Pra não ficar dependente de Wi-Fi de hotel e poder usar Google Maps, Uber e tradutor o tempo todo, vale chegar com o chip já configurado. Esse chip de viagem que a gente usa é ativado antes de embarcar, com internet ilimitada, ligações e dá até pra usar o seu número brasileiro recebendo SMS de banco normalmente — perfeito pra quem viaja pro Canadá.
Onde ficamos em Montreal (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A melhor área para se hospedar em Montreal é o centro da cidade. Você estará perto das atrações turísticas, podendo passear a pé sem gastar nada. Além disso, caso você queira conhecer zonas mais distantes ou até mesmo cidades como Ottawa e Quebec, é de lá que sai os transportes da cidade.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre o roteiro de 5 dias em Montreal
5 dias em Montreal é suficiente?
Sim, 5 dias é o tempo ideal pra conhecer Montreal sem correria, encaixando os principais bairros (Vieux-Montréal, Plateau, Mont Royal, downtown), as atrações do Espace pour la vie e ainda um bate-volta pra Quebec ou Ottawa. Quem tem menos tempo consegue fazer o essencial em 3 dias, mas perde os passeios mais relaxantes.
Qual a melhor época pra visitar Montreal?
Pra brasileiros que não curtem frio extremo, do final de maio ao início de outubro é o período mais confortável, com temperaturas entre 15 e 28°C e muitos festivais ao ar livre. O outono (setembro-outubro) tem as folhagens coloridas. O inverno (dezembro-março) é lindo com neve, mas exige roupa térmica e disposição pro frio rigoroso.
Precisa falar francês em Montreal?
Não. Montreal é oficialmente francófona, mas é uma cidade bilíngue: nas áreas turísticas, hotéis, restaurantes e lojas, quase todo mundo fala inglês. Aprender alguns cumprimentos em francês (“bonjour”, “merci”) cai bem, mas você se vira tranquilamente sem dominar o idioma.
Vale a pena alugar carro em Montreal?
Dentro da cidade, não. O metrô, os ônibus e a caminhada cobrem tudo, e estacionamento no centro é caro. Carro só compensa se você quer explorar fora da cidade: Mont-Tremblant, bate-volta pra Quebec por conta própria, ou estrada das folhagens no outono.
É melhor fazer bate-volta pra Quebec ou Ottawa?
Depende do perfil. Quebec é mais charmosa, com cara de Europa antiga, muralhada, ideal pra quem gosta de história e arquitetura. Ottawa é mais moderna e institucional, com bons museus e o Parlamento. Quem nunca foi ao Canadá costuma curtir mais Quebec; quem gosta de museus pode preferir Ottawa.
Quanto custa uma viagem de 5 dias a Montreal?
Varia muito conforme o perfil, mas como referência: hotel intermediário fica em torno de CAD 120-200 a diária, alimentação CAD 60-100 por dia por pessoa e atrações somam CAD 150-250 nos 5 dias. Some passagens, seguro e algumas compras. Reservando hotel e ingressos com antecedência dá pra economizar bastante.
Precisa de visto pra Montreal?
Sim. Brasileiros precisam de visto pra entrar no Canadá, que pode ser de turismo, comumente concedido com validade de até 10 anos e múltiplas entradas. Solicite com pelo menos 2-3 meses de antecedência da viagem.
Vale a pena visitar Montreal no inverno?
Vale, se você gosta de neve e topa enfrentar frio rigoroso. A cidade fica linda, com festivais de luz, RESO bombando e patinação no gelo. Mas exige roupa térmica de verdade — sem isso, vira sofrimento. Quem quer atrações ao ar livre e festivais ao sol prefere o verão.
Economize ao máximo na sua viagem a Montreal
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o seu orçamento? Não deixe de ler nossa matéria sobre como viajar barato ao Canadá, com todas as dicas pra economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar!
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos de Montreal da forma mais barata e segura — pros passeios, museus e combos. Dá pra economizar muito!
- Carro: se você estiver pensando em alugar um, não deixe de ler como alugar um carro em Montreal. Dicas de como alugar pelo menor preço possível.
- Dólares: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro pra Montreal, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: quer usar o celular durante toda a viagem, sem preocupações? Já garanta um chip canadense ainda no Brasil, clicando aqui. É mais fácil e barato!
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Montreal, pra saber qual é a melhor localização e como economizar muito no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior é caríssimo e é super importante fazer um seguro viagem pra qualquer viagem ao exterior. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor e mais barato seguro viagem.
- Transfer: precisa de um, do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço!
Montreal é uma cidade que entrega muito mais do que o turista médio espera: tem a sofisticação europeia do Vieux-Montréal, a vibe descolada do Plateau, a natureza do Mont Royal, a ciência do Biodôme e uma gastronomia que vai de poutine de boteco a jantar refinado. Com esses 5 dias bem planejados, dá pra sair de lá com a sensação de ter aproveitado de verdade — e ainda com vontade de voltar. Boa viagem!