
Entender a voltagem e o tipo de tomada em Chicago antes de embarcar evita uma dor de cabeça enorme na viagem: aparelho queimado, chapinha que não liga, celular sem carregar num dia de passeio inteiro. É daqueles detalhes que ninguém dá muita bola até chegar lá e perceber que o carregador simplesmente não encaixa na parede.
Nesse guia a gente explica tudo direitinho: qual é a voltagem usada, como são as tomadas americanas, o que levar do Brasil, quais aparelhos podem queimar e onde comprar adaptador caso você esqueça de trazer o seu. E aproveita pra dar dicas práticas que a gente aprendeu na prática, viajando várias vezes pra cidade.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Chicago a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Qual é a voltagem em Chicago?
Chicago segue o padrão dos Estados Unidos: 120V com frequência de 60 Hz. Muita gente ainda fala em 110V (era o padrão antigo e virou apelido até hoje), mas o sistema residencial atual trabalha em torno de 120V. Na prática, tanto faz: qualquer aparelho preparado pra essa faixa funciona normalmente.
Isso é bem diferente do Brasil, onde a tensão varia entre 127V e 220V dependendo da região. E é aí que mora o perigo pra quem viaja: um aparelho brasileiro só de 220V ligado direto numa tomada de 120V em Chicago não vai funcionar direito, e um aparelho de 120V ligado numa tomada de 220V queima na hora.
Como saber se o seu aparelho é bivolt?
Olha o rótulo do aparelho ou da fonte. Se estiver escrito algo como “Input: 100-240V, 50-60Hz”, ele é bivolt automático e funciona em Chicago sem problema — só precisa do adaptador de tomada. Isso vale pra praticamente todo carregador de celular, notebook, câmera e tablet moderno.
Agora, se o aparelho é só 127V ou só 220V (comum em secadores de cabelo, chapinhas, barbeadores e escovas modeladoras antigas), aí complica. Ou você leva um transformador de voltagem, ou usa o secador do hotel, ou compra um bivolt novo antes de viajar. A gente já errou nessa: levamos uma chapinha 220V achando que ia funcionar, ligamos e o aparelho literalmente estalou. Perda total no primeiro dia.

Qual é o tipo de tomada em Chicago?
Chicago usa os plugues tipo A e tipo B, que são o padrão em todos os Estados Unidos. A diferença entre eles é simples:
- Tipo A: dois pinos chatos, paralelos, sem aterramento.
- Tipo B: dois pinos chatos + um pino redondo de aterramento embaixo.
Em prédios e hotéis mais novos em Chicago, o padrão dominante é o tipo B (por exigências de aterramento), mas plugues tipo A encaixam normalmente numa tomada tipo B. Ou seja: um adaptador simples resolve os dois casos.
No Brasil, a tomada padrão é a de três pinos redondos (tipo N), totalmente incompatível fisicamente com as tomadas americanas. Sem adaptador, seus aparelhos nem entram na parede.

Adaptador de tomada: leve do Brasil
A dica de ouro é comprar um adaptador universal ainda no Brasil, antes de embarcar. Custa entre R$ 30 e R$ 100 dependendo da qualidade, e evita você chegar em Chicago cansado da viagem, com celular na reserva, procurando drugstore aberta pra comprar um.
Se esquecer, dá pra achar adaptador em farmácias como CVS e Walgreens (que ficam abertas até tarde e estão espalhadas pelo centro), em lojas como Target e Best Buy, e também nos aeroportos O’Hare e Midway. Os preços em Chicago giram em torno de US$ 10 a US$ 30 — no aeroporto costuma ser mais salgado.

Aluguel de carro em Chicago (economize até 34%)
Já que falamos em preparar a viagem, uma dica que faz muita diferença pra quem quer explorar Chicago com liberdade e ainda fazer bate-voltas pela região dos Grandes Lagos é alugar um carro. E o melhor jeito de economizar é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Onde ficamos em Chicago (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A melhor região para os turistas é Chicago Loop, no centro da cidade. Lá, estão diversas atrações, restaurantes, bares, shoppings, parques, museus, teatros e muitos outros lugares imperdíveis.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
O que levar na mala: checklist rápido
Pra não passar aperto com tomadas e voltagem em Chicago, esse é o combo básico que a gente sempre leva:
- Adaptador universal de boa qualidade (com suporte a plugue tipo A/B).
- Extensão pequena com várias entradas: assim você usa um único adaptador na parede e carrega celular, notebook, power bank e câmera ao mesmo tempo.
- Power bank carregado: dia de passeio em Chicago rende foto pra caramba (Skydeck, Cloud Gate, arquitetura no rio), e o celular escoa bateria rápido, principalmente no frio.
- Cabos USB próprios: muitos hotéis novos em Chicago têm porta USB direto na cabeceira, o que dispensa adaptador se você tiver o cabo.
- Aparelhos bivolt: confira o rótulo de tudo o que for eletrônico. Na dúvida, use o secador/chapinha do hotel.
Onde encontrar tomadas pela cidade
Chicago é uma cidade bem servida de infraestrutura, então achar tomada pra recarregar não costuma ser problema:
- Hotéis: quartos têm várias tomadas de parede padrão A/B e, nos mais novos, portas USB embutidas na cabeceira.
- Cafés e Starbucks: a maioria oferece tomadas disponíveis pros clientes. Regra não escrita: consuma alguma coisa se for ficar usando a tomada por horas.
- Aeroportos O’Hare e Midway: tem estações de recarga com tomadas comuns e USB em quase todos os portões de embarque.
- Transporte público: ônibus e metrô (o famoso ‘L’) geralmente não têm tomadas nos assentos, então conte com o power bank pra circular.
Erros comuns que a gente vê muito brasileiro cometer
Depois de várias viagens, esses são os deslizes que mais aparecem e que dá pra evitar fácil:
- Levar só o transformador e esquecer o adaptador de tomada: sem o adaptador de plugue, o transformador nem entra na parede.
- Achar que todo hotel empresta adaptador: alguns emprestam, outros não. Não conte com essa sorte.
- Ligar aparelho 220V direto na tomada de 120V: ele até funciona, mas mal, e pode danificar o motor ou a resistência. O contrário (120V ligado em 220V) queima em segundos.
- Não olhar o rótulo do aparelho: 30 segundos de leitura evitam uma dor de cabeça enorme.
- Sobrecarregar um adaptador barato com vários aparelhos pesados: risco de desarmar o disjuntor do quarto ou até derreter o adaptador.
- Esquecer que Chicago tem fuso diferente: a cidade fica em GMT-6, então normalmente são 3 horas a menos que Brasília (2 horas quando Chicago está em horário de verão, de março a novembro). Vale conferir se o celular ajustou o fuso automaticamente pra não perder passeio marcado.
Dica bônus: fuso e informações práticas
Já que estamos falando de eletrônicos e viagem, uns detalhes práticos que ajudam a se organizar em Chicago:
- Moeda: dólar americano (US$). Cartão de crédito e débito é aceito em praticamente tudo.
- Gorjeta: em restaurantes, bares e táxis o padrão é deixar entre 15% e 20% do valor da conta. Não é opcional na cultura local.
- Emergências: 911 pra polícia, bombeiros e ambulância.
- Consulado do Brasil em Chicago: 401 North Michigan Avenue, Suite 1850, Chicago, IL 60611. Anote na agenda em caso de perda de passaporte.
Seguro viagem para Chicago
Falando em imprevistos, um detalhe que muita gente subestima ao viajar pros Estados Unidos: atendimento médico lá é caríssimo. Uma consulta simples num pronto-socorro pode custar mais de US$ 1.000, e uma internação de um dia passa fácil dos US$ 5.000. Ou seja, viajar sem seguro é um risco que não vale a pena correr.
Pra achar o melhor preço, a gente sempre usa esse comparador de seguros. Ele compara todas as principais seguradoras do mercado num só lugar, com 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas já aplicado. Assim você contrata o mais barato pela cobertura que precisa, sem correr atrás de cotação em vários sites.
Chip de celular para Chicago
E pra usar o celular tranquilo durante a viagem — sem depender de Wi-Fi do café, sem ficar catando rede pública — a nossa recomendação é já sair do Brasil com um chip internacional pronto. Usa esse chip de viagem que a gente usa: você recebe em casa antes de embarcar, coloca no celular ao pousar em Chicago e já tem internet e ligação funcionando na hora. Muito mais prático (e barato) do que pagar roaming da operadora brasileira.
Perguntas frequentes sobre voltagem e tomada em Chicago
Meu carregador de celular brasileiro funciona em Chicago?
Sim, praticamente todos os carregadores de celular modernos são bivolt (funcionam entre 100V e 240V). Você só precisa de um adaptador de tomada pra encaixar o plugue redondo brasileiro na tomada de pinos chatos americana. Confira o rótulo do carregador pra ter certeza — deve estar escrito ‘Input: 100-240V’.
Preciso de transformador de voltagem pra usar em Chicago?
Só se você for levar um aparelho que funciona exclusivamente em 220V, como algumas chapinhas, secadores e barbeadores antigos. Se todos os seus aparelhos forem bivolt (o mais comum), o adaptador de tomada resolve. Transformador é pesado, ocupa espaço na mala e quase nunca compensa: melhor comprar um aparelho bivolt ou usar o do hotel.
Secador de cabelo e chapinha do Brasil funcionam em Chicago?
Depende do modelo. Se for bivolt, sim, com adaptador de tomada. Se for só 220V, não funciona direito e pode queimar. Nossa dica prática: quase todo hotel em Chicago oferece secador no quarto, e chapinhas bivolt são baratas de comprar. Não vale o risco de levar a sua se ela for só 220V.
Onde compro adaptador de tomada em Chicago?
Em farmácias como CVS e Walgreens (espalhadas em cada esquina do centro), lojas como Target e Best Buy, e nos aeroportos O’Hare e Midway. Os preços variam de US$ 10 a US$ 30. Mas a dica é comprar no Brasil antes de embarcar: sai bem mais barato (R$ 30-100) e você não corre risco de chegar sem poder carregar nada.
Qual a diferença entre tomada tipo A e tipo B?
Tipo A tem só dois pinos chatos paralelos. Tipo B tem os mesmos dois pinos chatos + um pino redondo de aterramento embaixo. Em Chicago você encontra os dois, mas o tipo B é mais comum em prédios novos. Um plugue tipo A encaixa normalmente numa tomada tipo B, então um adaptador simples atende os dois padrões.
Posso usar régua de tomadas brasileira em Chicago com adaptador?
Sim, e essa é uma ótima ideia: leva um adaptador universal e uma extensão/régua com várias entradas do Brasil. Assim você usa um único adaptador na parede e carrega vários aparelhos ao mesmo tempo (celular, notebook, câmera, power bank). Só evite ligar aparelhos de alta potência em régua barata.
Qual o fuso horário de Chicago em relação ao Brasil?
Chicago está em GMT-6, então normalmente são 3 horas a menos que Brasília. Durante o horário de verão americano (aproximadamente de março a novembro), a diferença cai pra 2 horas. Vale conferir se o celular ajustou automaticamente ao pousar — se não, ajuste manual pra não perder passeio marcado ou reunião online.
Economize ao máximo na sua viagem a Chicago
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para Chicago, com todas as dicas pra economizar ao máximo sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações de Chicago da forma mais barata e segura.
- Carro: se você está pensando em alugar um veículo, leia como alugar um carro em Chicago pelo menor preço possível.
- Dólares: descubra a melhor forma de levar seu dinheiro para Chicago, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: pra usar o celular a viagem inteira sem preocupações, já garanta seu chip internacional ainda no Brasil clicando aqui.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Chicago pra saber qual é a melhor localização e como economizar no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico nos EUA é caríssimo. Veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
- Transfer: precisa de um transfer do aeroporto pro hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
Voltagem e tomada em Chicago é um daqueles temas simples que, se você resolve antes de embarcar, nunca mais pensa no assunto durante a viagem. A gente já passou por perrengue de chapinha queimada e celular na reserva no meio do passeio — então acredita: leva um adaptador universal bom, confere o rótulo dos aparelhos e viaja tranquilo pra aproveitar Chicago do jeito que ela merece.
