Vista do Jardim de Luxemburgo em Paris

Se tem uma cidade que entrega tudo o que promete, é Paris. A gente já foi algumas vezes e, mesmo conhecendo os cartões-postais de cor, sempre dá vontade de voltar. Nessa matéria, a gente reuniu os principais pontos turísticos de Paris pra você montar seu roteiro com calma, sem perder tempo nem dinheiro com fila e ingresso comprado na hora errada.

A dica de ouro logo de cara: Paris não se faz em dois dias. A cidade tem muito ponto de interesse e, na nossa experiência, 4 a 5 dias inteiros são o mínimo confortável pra ver o essencial sem correr. Então respira, planeja e aproveita.

E não esquece: aqui no nosso guia completo de Paris a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato: hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos. Vale dar uma olhada antes de embarcar.

1) Torre Eiffel

A Torre Eiffel é parada obrigatória pra quem visita Paris. O símbolo número 1 da cidade fica no Champ de Mars, no 7º arrondissement, num amplo jardim onde muita gente faz piquenique e curte o clima parisiense lá de baixo.

Curiosidade que poucos sabem: ela foi construída pra Exposição Universal de 1889 e, no começo, era pra ser temporária. Ainda bem que ficou. Subir até o segundo andar costuma custar em torno de € 20 a € 25 por adulto, e ir até o topo (summit) fica na faixa de € 30 a € 35. Crianças e jovens pagam bem menos.

A gente recomenda muito visitar no fim da tarde: assim você pega Paris de dia e à noite no mesmo ingresso, e ainda vê o show de luzes que pisca por 5 minutinhos a cada hora cheia depois do anoitecer. É de arrepiar.

Vista da Torre Eiffel em Paris

O maior erro de turista aqui é deixar pra comprar ingresso na hora, especialmente entre abril e outubro e em férias europeias, quando a fila vira a esquina. A gente sempre garante o ingresso com horário marcado antes de viajar — economiza horas de espera.

2) Onde comprar os ingressos de Paris da forma mais barata

Já que ingresso antecipado é a alma do roteiro parisiense, vale abrir um parêntese aqui no comecinho pra te explicar como a gente economiza de verdade nessa parte. Porque a diferença no bolso é grande.

A dica da antecedência: comprar antes, pela internet, é sempre mais barato. Na bilheteria, além de pagar mais caro, o ingresso pro dia que você quer pode já estar esgotado — e aí você perde tempo precioso na fila.

A dica do IOF: se comprar no site oficial das atrações, a compra sai na moeda do outro país. Você paga IOF e não consegue parcelar. Por isso, a gente sempre procura sites que cobram em reais.

O site que a gente tem usado em todas as viagens é esse aqui. É um dos maiores do mundo, tem praticamente todos os ingressos e passeios de Paris, já costuma sair barato e — a maior vantagem — você paga em reais (sem IOF) e pode parcelar. Outras vantagens que a gente curte:

  • Free tours: oferece tours gratuitos na maioria das cidades turísticas. Você só paga uma gorjeta pro guia no final, se quiser.
  • Cancelamento gratuito: dá pra cancelar o ingresso sem custo nenhum, o que tira aquela tensão de imprevisto.
  • Transfer: lá você acha também o transfer do aeroporto até o hotel. Às vezes sai mais barato que táxi, você já paga adiantado (o que evita golpe de taxista com turista), o motorista já sabe seu destino e te espera com uma plaquinha com seu nome no desembarque. Prático e seguro.
  • Atendimento em português: suporte 24h em português, caso precise de ajuda.

3) Museu do Louvre

Passar por Paris e não entrar nos museus é quase a mesma coisa que não ir à cidade. E o Louvre é o número 1 da lista. É o maior museu de arte do mundo e um dos mais visitados, com a famosa Mona Lisa de Leonardo da Vinci, a Vênus de Milo e milhares de outras obras.

Vista externa do Museu do Louvre em Paris

Inaugurado em 1793, o acervo tem peças que vão desde relíquias do Antigo Egito até pinturas modernas. Fica no 1º arrondissement, entre o Sena e a Rue de Rivoli. O ingresso adulto costuma sair em torno de € 20, e menores de 18 anos e residentes da UE até 25 anos entram de graça. Costuma fechar às terças, então cuidado pra não bater na porta no dia errado.

A gente errou nessa: tentou ver o museu inteiro numa tarde só e saiu exausto sem ter visto metade. O ideal é reservar pelo menos meio dia (3 a 4 horas) e priorizar as alas que mais te interessam. E uma dica de ouro: a entrada pelo Carrousel du Louvre costuma ter fila bem menor que a da pirâmide. Mesmo assim, vale comprar os ingressos antecipadamente, porque a fila na bilheteria é enorme.

4) Museu d’Orsay

Outro museu imperdível é o Museu d’Orsay, instalado numa antiga estação de trem na margem esquerda do Sena. É considerado um dos mais bonitos do país e o queridinho de quem gosta de impressionismo e pós-impressionismo.

Lá você encontra obras de Monet, Van Gogh, Renoir, Degas, Manet, Toulouse-Lautrec e muitos outros. O acervo cobre a arte ocidental de 1848 a 1914. O ingresso adulto fica na faixa de € 15 a € 20, e geralmente o museu abre das 9h30 às 18h, com um dia da semana de horário estendido até cerca de 21h45.

Vista externa do Museu d

Não cai na conversa de quem diz que “só o Louvre basta”. O d’Orsay é menor, mais tranquilo de visitar e ainda tem aquela vista linda pelo relógio gigante do último andar, que enquadra a cidade. Vale demais.

5) Catedral de Notre-Dame

A lendária Catedral de Notre-Dame é um dos ícones góticos da Europa e o coração histórico de Paris, plantado na Ilha de la Cité. A construção tem mais de 700 anos de história e impressiona só de olhar a fachada.

Ela sofreu um incêndio grave em 2019 e ficou fechada para visitação por causa da restauração. Vale acompanhar o status atualizado antes de viajar, mas, de qualquer forma, o entorno continua valendo muito: a Ilha de la Cité, a fachada e a área do Sena rendem ótimas fotos.

Vista externa da Catedral de Notre Dame

Já que você vai estar na ilha, aproveita pra conhecer a Sainte-Chapelle, ali pertinho — é um dos interiores mais impressionantes de Paris, com vitrais que parecem joias. O ingresso costuma ficar em torno de € 10 a € 15. E dá pra combinar com a Conciergerie, antiga prisão da Revolução Francesa, no mesmo passeio.

6) Rio Sena e os cruzeiros

Um passeio de barco pelo Rio Sena é programa perfeito pra qualquer turista em Paris. Num único trajeto você vê a Torre Eiffel, o Louvre, Notre-Dame e outros marcos passando pela janela. E ainda dá pra cruzar por pontes emblemáticas, como a Pont des Arts, famosa pelos cadeados de casais do mundo inteiro.

Vista do Rio Sena em Paris ao anoitecer

Tem opção pra todo gosto: o cruzeiro simples (cerca de 1h) costuma sair entre € 15 e € 20 por adulto, e o cruzeiro com jantar geralmente parte de € 60 a € 80. A nossa preferência é fazer à noite, com a cidade iluminada e o show de luzes da Torre Eiffel rolando ao fundo. É clichê, mas é lindo mesmo.

7) Jardim de Luxemburgo e Jardim das Tulherias

Paris é uma das cidades mais caminháveis do mundo, e os jardins são um capítulo à parte. O Jardim de Luxemburgo, no 6º arrondissement, é um dos mais bonitos: entrada gratuita, cadeiras espalhadas ao redor do lago, área de brinquedos pras crianças, estátuas e o grandioso Palácio de Luxemburgo, que já garante uma vista espetacular mesmo de fora.

Vista do Jardim de Luxemburgo

Já o Jardim das Tulherias liga o Louvre à Place de la Concorde e também tem entrada gratuita — ótimo pra caminhar entre um ponto turístico e outro. Uma dica bem parisiense: num dia de sol, compre uns pães e queijos numa boulangerie e faça um piquenique. É barato e fica na memória.

8) Bairro Montmartre e Sacré-Coeur

Montmartre é o bairro boêmio de Paris, antigo reduto de artistas como Salvador Dalí, Pablo Picasso e Van Gogh. As ruas charmosas, os ateliês e a Place du Tertre, cheia de retratistas, dão aquele clima de cinema — não à toa foi cenário de “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”.

No alto da colina está a Basílica de Sacré-Coeur, com entrada gratuita e uma das melhores vistas panorâmicas da cidade. Dá pra subir à cúpula pagando algo em torno de € 7 a € 10, e a vista vale cada degrau.

Vista do bairro Montmartre em Paris

Uma boa pedida é fazer o free tour pelo bairro, que conta a história de cada cantinho. Só fica esperto: a área ao redor da basílica e da estação Anvers tem mais incidência de golpes (pulseirinhas “de graça”, jogos de rua). Não pare e não aceite nada de estranhos.

9) Arco do Triunfo e Champs-Élysées

A Champs-Élysées é uma das avenidas mais famosas do mundo, ligando o Arco do Triunfo à Place de la Concorde. É ótima pra caminhar, ver vitrines, parar num café e seguir até o Jardim das Tulherias e o Louvre.

No fim dela está o Arco do Triunfo, inaugurado em 1836 pra comemorar as vitórias de Napoleão, que ordenou a construção 30 anos antes. Abaixo dele fica o Túmulo do Soldado Desconhecido. O ingresso pro terraço costuma sair em torno de € 12 por adulto.

Arco do Triunfo em Paris à noite

Muita gente acha que o Arco é só pra ver de baixo e perde uma das melhores vistas 360° de Paris, com a Torre Eiffel ao fundo. A gente sempre sobe no fim da tarde pra pegar a cidade com aquela luz alaranjada. E atenção: o acesso é por uma passagem subterrânea — nunca tente atravessar a rotatória a pé, é perigosíssimo.

10) Palácio de Versalhes (bate e volta)

O deslumbrante Palácio de Versalhes fica na cidade de mesmo nome, a cerca de 30 a 40 minutos de trem de Paris. Foi por muitos anos a residência real da França e é uma das visitas mais impressionantes que dá pra fazer num bate e volta.

Vista externa do Palácio de Versalhes em Paris

São mais de cem cômodos e uma coleção notável de pinturas e esculturas. Não deixe de ver o “apartamento do rei” e a famosa Galeria dos Espelhos. O bilhete com palácio mais jardins costuma ficar entre € 20 e € 30, dependendo de exposições e dos dias de show das fontes.

Vista do Jardim de Versalhes

Os jardins são uma atração à parte: 90 hectares dentro de um parque de 800 hectares, com inúmeras espécies de flores e plantas. Como é gigante, dá pra alugar um carrinho ou pegar o trenzinho comunitário, que é mais barato. A nossa dica é garantir os ingressos com antecedência, chegar cedo pra fugir das filas e reservar quase um dia inteiro. E evite dia de chuva, porque os jardins são parte essencial da experiência.

11) Outros pontos que valem a visita

Paris tem muito mais do que os cartões-postais. Se sobrar tempo no roteiro, dá uma olhada nessas joias:

  • Ópera Garnier (Palais Garnier): um monumento histórico deslumbrante, que dá pra visitar por dentro com ingresso ou curtir num espetáculo.
  • Centro Pompidou: museu de arte moderna e contemporânea, famoso pela arquitetura “do avesso”, com as tubulações coloridas aparentes.
  • Museu Rodin: dedicado ao escultor Auguste Rodin, com jardins lindos e obras como “O Pensador”.
  • Museu Carnavalet: inteiramente dedicado à história da França, instalado em duas mansões antigas, com mais de 600 mil itens entre desenhos, pinturas e fotografias.
  • Quartier Latin e Panteão: bairro universitário animado, cheio de restaurantes mais em conta. O Panteão guarda os túmulos de Voltaire, Rousseau e Victor Hugo, entre outros.
  • Marais: bairro histórico charmoso, cheio de lojas, cafés, galerias e a linda Place des Vosges.
  • Cemitério Père Lachaise: onde estão enterrados ícones como Chopin, Oscar Wilde, Edith Piaf, Jim Morrison e Allan Kardec.
  • Disneyland Paris: com dois parques (Disneyland e Walt Disney Studios) um do lado do outro. Dá pra fazer os dois no mesmo dia com este ingresso, mas a gente recomenda separar um dia pra cada se quiser aproveitar com calma.
Vista de um dos castelos no parque da Disney em Paris

Como se locomover em Paris

A melhor forma de circular é o metrô: a rede é extensa e conecta praticamente todos os grandes pontos turísticos. O bilhete unitário costuma ficar em torno de € 2 a € 3, e existem passes diários ou de vários dias que compensam bastante.

O ônibus é uma boa opção pra quem quer ver a cidade pela janela durante o trajeto. E, claro, Paris é supercaminhável, principalmente nas áreas centrais (1º ao 8º arrondissement). Andar a pé é meio caminho andado pra conhecer a cidade de verdade.

Um conselho que a gente sempre dá: não alugue carro dentro de Paris. Trânsito complicado, estacionamento caríssimo e zonas de circulação restrita só dão dor de cabeça. Táxi e apps também saem caros nos horários de pico e nas rotas turísticas. Fica no metrô e na caminhada.

Melhor época para visitar Paris

Cada estação tem seu charme, mas algumas épocas rendem mais:

  • Primavera (abril a junho): clima ameno, jardins floridos e dias mais longos. Uma das melhores épocas.
  • Outono (setembro a outubro): temperaturas agradáveis, cores de outono e menos lotação que no auge do verão.
  • Verão (julho e agosto): dias longos e muita energia na cidade, mas também muito cheio, com filas maiores e preços mais altos.
  • Inverno (dezembro a fevereiro): mais frio, porém com menos turistas (fora o período de Natal e Ano Novo) e ótimo pra curtir museus, cafés e a decoração de fim de ano.

Armadilhas a evitar em Paris

Depois de algumas viagens, a gente aprendeu na marra o que não fazer. Anota essas pra não cair em cilada:

  • Tentar fazer Paris em 2 dias: a cidade tem muito ponto de interesse. Reserve de 4 a 5 dias inteiros pra ver o essencial sem maratona.
  • Ficar só nos cartões-postais: não deixe de explorar bairros como Marais, Canal Saint-Martin e a Rue Mouffetard, que mostram um lado mais local.
  • Não comprar ingressos antecipados: pra Louvre, Torre Eiffel, d’Orsay e Versalhes, isso pode significar horas perdidas na fila.
  • Marcar atração muito cedo no primeiro dia: depois de um voo noturno, o cansaço e o fuso pesam. Comece o roteiro com calma.
  • Usar táxi pra tudo: sai caro e muitas vezes é mais lento que o metrô.
  • Ignorar os golpes típicos: pulseirinhas “de graça”, abaixo-assinados falsos e jogos de rua aparecem em áreas turísticas como Sacré-Coeur e Champs-Élysées. Não pare e não entregue nada.
  • Achar que todo mundo fala inglês perfeito: muitos parisienses falam, mas começar com um “Bonjour, Madame/Monsieur” abre portas e melhora bastante o atendimento.

Dica insider: vistas alternativas e museus de graça

Tem uma coisa que pouca gente conta: além da Torre Eiffel e do Arco do Triunfo, os terraços das lojas de departamento Galeries Lafayette e Printemps oferecem vistas impressionantes de Paris, muitas vezes gratuitas ou com consumo mínimo. A gente sempre sobe lá pra um café com vista.

Outra economia boa: vários museus têm dias ou horários com entrada gratuita, e o Louvre, por exemplo, costuma ter noites grátis na primeira sexta-feira do mês (exceto julho e agosto). A Basílica de Sacré-Coeur e a própria Champs-Élysées são grandes atrações que não custam nada. Dá pra montar um dia inteiro de Paris quase de graça.

Pra aproveitar bem os passeios e não gastar com táxi à noite, ficar bem localizado faz toda a diferença em Paris — perto do centro ou de bairros como Marais e Saint-Germain você economiza tempo e dinheiro no transporte. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Paris:

Onde ficamos em Paris (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A melhor região para os turistas se hospedarem em Paris é o 1° arrondissement, mesma área em que está localizado o Museu do Louvre. Uma região bem bonita, cheia de hotéis, restaurantes e com preços mais baixos do que em outros bairros.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Mapa personalizado dos melhores hotéis em Paris

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre os pontos turísticos de Paris

Quantos dias são ideais para conhecer Paris?

Pra ver o essencial com tranquilidade, o ideal é reservar de 4 a 5 dias inteiros. Em 2 ou 3 dias dá pra ver os principais cartões-postais, mas você vai correr bastante. Quanto mais tempo, melhor pra incluir bate-voltas como Versalhes e Disneyland.

Precisa comprar ingressos antecipados para as atrações de Paris?

Sim, principalmente pra Torre Eiffel, Louvre, d’Orsay e Versalhes. Comprar antes pela internet sai mais barato, garante horário marcado e evita filas que podem tomar horas, especialmente entre abril e outubro.

Quanto custa subir na Torre Eiffel?

O ingresso até o segundo andar costuma ficar em torno de € 20 a € 25 por adulto, e até o topo na faixa de € 30 a € 35. Crianças e jovens pagam menos. Subir no fim da tarde permite ver Paris de dia e à noite no mesmo ingresso.

A Catedral de Notre-Dame está aberta para visitação?

A catedral sofreu um incêndio grave em 2019 e passou por uma longa restauração, então vale checar o status atualizado antes de viajar. De qualquer forma, o entorno, a Ilha de la Cité e a fachada continuam valendo a visita. A vizinha Sainte-Chapelle segue aberta e é imperdível.

Vale a pena alugar carro em Paris?

Dentro de Paris, não. O trânsito é complicado, o estacionamento é caríssimo e há zonas de circulação restrita. O metrô conecta praticamente tudo e a cidade é muito caminhável. Carro só faz sentido se você for explorar outras regiões da França.

Qual a melhor época para visitar Paris?

Primavera (abril a junho) e outono (setembro a outubro) são as melhores: clima ameno e menos lotação. O verão é animado, mas muito cheio e caro. O inverno é frio, porém tranquilo e charmoso, ótimo pra museus e a decoração de fim de ano.

Quanto custa o ingresso do Museu do Louvre?

O ingresso adulto costuma sair em torno de € 20. Menores de 18 anos e residentes da UE até 25 anos entram de graça, e há dias com entrada gratuita, como a primeira sexta-feira do mês à noite (exceto julho e agosto). O museu costuma fechar às terças.

Economize ao máximo na sua viagem a Paris

  • Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para Paris, com todas as dicas pra economizar ao máximo sem deixar de aproveitar.
  • Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para os passeios de Paris da forma mais barata e segura.
  • Euros: conheça a melhor forma de levar seu dinheiro para Paris, com os prós e contras de cada opção.
  • Celular: quer usar o celular durante toda a viagem sem preocupação? Já garanta um chip europeu ainda no Brasil clicando aqui. É fácil e barato.
  • Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar hospedado em Paris pra saber a melhor localização e economizar no hotel.
  • Seguro viagem: o atendimento médico no exterior é caríssimo e o seguro é obrigatório pro espaço Schengen (com cobertura mínima de 30 mil euros). Veja aqui como conseguir o melhor e mais barato.
  • Transfer: precisa de transfer do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.

Paris é daqueles lugares que ganham a gente logo na primeira esquina. Toda vez que voltamos, descobrimos um café novo, um cantinho diferente, um pôr do sol que parece o melhor de todos. Monte seu roteiro com calma, garanta os ingressos antes e deixe um tempinho pra só caminhar sem destino — é nisso que a Cidade Luz brilha mais. Boa viagem!