
A Suécia é um daqueles destinos que a gente sempre volta encantado: cidades espalhadas por ilhas, castelos medievais, aurora boreal no norte e uma qualidade de vida que dá vontade de ficar. E o melhor: dá pra combinar capital cosmopolita, praias no sul e experiências no Ártico numa mesma viagem.
Aqui a gente reuniu as principais cidades turísticas da Suécia, com dicas práticas de como chegar, o que fazer em cada uma e como planejar o roteiro pra economizar. E se você quer ver o passo a passo completo pra montar a viagem inteira, dá uma olhada no nosso guia completo de Estocolmo, com hotel, transporte, seguro, chip e ingressos por menos.
1. Estocolmo
A capital sueca é a porta de entrada natural pro país e, na nossa opinião, uma das cidades mais bonitas da Europa. Ela é espalhada por 14 ilhas interligadas por pontes e balsas, o que rende passeios de barco lindos e uma paisagem em que a água tá sempre por perto. Não à toa é chamada de “Veneza do Norte”.
O coração histórico é Gamla Stan, a cidade velha, com ruas medievais de paralelepípedo, casinhas coloridas e a famosa Catedral de Estocolmo. É lá que fica o Palácio Real, residência oficial da família real, onde dá pra assistir à troca da guarda e visitar salas cerimoniais e museus internos. Também vale procurar a Mårten Trotzigs Gränd, uma viela com apenas 90 cm de largura no trecho mais estreito — é bizarro de tão apertado.
Na ilha de Djurgården, tá a maior concentração de museus da cidade. Os imperdíveis são o Museu Vasa, com um navio de guerra do século XVII preservado inteiro (impressionante ver de perto), o ABBA The Museum, interativo e cheio de figurinos originais, e o Skansen, um museu a céu aberto com casas históricas trazidas de várias regiões da Suécia. Reserve pelo menos um dia inteiro só pra essa ilha.
Uma dica insider: a gente errou feio uma vez e foi no Vasa num sábado de meio de julho — fila enorme na porta. Se puder, vá logo na abertura ou reserve o ingresso online com antecedência. Faz muita diferença.
Pra facilitar a visita nas atrações mais concorridas de Estocolmo e ainda pagar em reais sem IOF, a gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens. Tem tour guiado por Gamla Stan, passeio de barco pelo arquipélago, ingresso do Vasa sem fila e transfer do aeroporto. O bom é que o pagamento é em reais parcelado, dá pra cancelar de graça e ainda tem tour a pé grátis pra pegar as primeiras dicas.
Também não deixe de conhecer Södermalm, a ilha ao sul do centro, com atmosfera jovem, cafés hipster, brechós e mirantes com vistas panorâmicas da cidade histórica. E o Stadshuset (Prefeitura), com sua torre-mirante, é onde acontece o banquete anual do Prêmio Nobel — a arquitetura sozinha já vale a visita.

Quanto tempo ficar: a gente recomenda de 3 a 5 dias em Estocolmo, suficiente pra conhecer Gamla Stan, Palácio Real, os museus de Djurgården e ainda fazer um passeio de barco pelo arquipélago.
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2. Gotemburgo
Segunda maior cidade da Suécia, Gotemburgo tem um clima bem mais descontraído que Estocolmo, com muitos cafés, bares e restaurantes. É referência da chamada “New Nordic cuisine” — vale reservar uma noite pra provar.
O grande destaque pra famílias é o Liseberg, um dos parques de diversão mais visitados do país, com montanhas-russas e áreas temáticas. Já pra história, o Museu da Cidade de Gotemburgo mostra bem a evolução urbana, e o bairro histórico de Haga, com casinhas de madeira e lojas artesanais, é perfeito pra fazer uma fika (o ritual sueco de café com doce) — experimenta o kanelbulle, o rolinho de canela clássico daqui.
Gotemburgo também é conhecida pelos canais, que dão pra explorar em passeios de barco curtinhos, com uma perspectiva diferente da cidade. É bem prático chegar de trem partindo de Estocolmo (cerca de 3 horas) ou de voo doméstico.

Onde comprar passagens de trem para conhecer a Suécia
Uma das melhores formas de se locomover entre Estocolmo, Gotemburgo, Malmö, Uppsala, Lund, Kiruna e Björkliden é de trem. Além de ser confortável e rápido, os trens suecos são pontuais e passam por paisagens lindas — no norte, é quase um tour por si só.
Pra encontrar os melhores preços e horários, a gente sempre usa esse pesquisador de trens. Ele compara todas as principais empresas do país num só lugar, mostra as melhores opções e ainda dá pra emitir o bilhete direto no app, sem burocracia. A gente reserva por lá em toda viagem europeia.
3. Malmö
No extremo sul da Suécia, Malmö é a terceira maior cidade do país e tem uma vantagem estratégica: fica conectada à Copenhague, na Dinamarca, pela ponte Øresund. Dá pra atravessar de trem em cerca de 30 minutos, o que facilita muito combinar os dois países no mesmo roteiro.
A cidade mistura modernidade e história de um jeito interessante. O Turning Torso, prédio mais alto da Suécia com sua arquitetura torcida, é o cartão-postal moderno. Já no centro histórico, a Praça Lilla Torg é cheia de cafés, restaurantes e vida noturna. O Castelo de Malmö abriga museus e conta a história da região.
Malmö também é super amigável pra quem gosta de passeios ao ar livre: tem praias, parques e uma malha de ciclovias que faz da bicicleta o melhor meio de transporte. É uma cidade compacta e fácil de explorar em 1 a 2 dias.

4. Uppsala
Se você curte história e universidades antigas, Uppsala é parada obrigatória — e o melhor: fica pertinho de Estocolmo. Um trem rápido leva cerca de 40 minutos, perfeito pra um bate-volta ou pra emendar no roteiro da capital.
A cidade abriga a Universidade de Uppsala, a mais antiga da Suécia, e a Catedral de Uppsala, uma das maiores igrejas góticas do país. O Museu Gustavianum tem coleções de arqueologia e história muito interessantes, e os jardins botânicos da universidade rendem uma caminhada tranquila entre espécies raras.
Como é uma cidade universitária, tem muitos cafés e restaurantes com preços mais camaradas que Estocolmo — bom pra economizar num almoço. E vale procurar o Dagens lunch (prato do dia), sempre mais barato que o cardápio normal.

Aluguel de carro (economize até 34%)
Se o seu roteiro pela Suécia inclui rodar por várias cidades, ilhas ou regiões afastadas (principalmente pelo sul e pela Lapônia), alugar carro é a forma mais prática e livre de se locomover. E a principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
5. Visby
Localizada na ilha de Gotland, no meio do Mar Báltico, Visby é uma daquelas cidades que parecem tiradas de um livro. Famosa pelas muralhas medievais bem preservadas (Patrimônio da Humanidade pela UNESCO), igrejas antigas e ruínas que contam a história da cidade como antigo entreposto comercial da Liga Hanseática.
O porto é um ótimo ponto pra começar a explorar. As ruas do centro histórico têm lojinhas charmosas, cafés e pequenos museus. Fora dos limites da muralha, Visby ainda oferece praias e trilhas — dá pra unir cultura com natureza numa boa.
Pra chegar a Visby, você tem duas opções: pegar um ferry a partir do continente, saindo de Nynäshamn ou Oskarshamn (a travessia demora cerca de 3 horas), ou um voo direto de Estocolmo, que leva só 40 minutos. Se for na época do Medieval Week (agosto), reserve tudo com bastante antecedência — a ilha lota.

6. Kiruna
Se você busca experiências que vão além do óbvio, Kiruna é a cidade perfeita. Localizada acima do Círculo Polar Ártico, é o destino mais famoso da Suécia pra ver a aurora boreal — a melhor época costuma ser entre setembro e março, com noites longas e escuras.
Aqui fica o icônico Icehotel, construído inteiramente de gelo e reconstruído a cada temporada com esculturas diferentes. Também dá pra fazer passeios de trenó puxado por cães, snowmobile e visitar o Parque Nacional Abisko, que tem trilhas incríveis (e, dizem, um dos melhores céus do mundo pra ver a aurora, por causa do micro-clima seco).
Não deixe de aprender sobre a cultura Sami, o povo indígena que habita a região há séculos — tem centros culturais e experiências guiadas com famílias Sami que valem muito. A Igreja de Kiruna também impressiona pela arquitetura em madeira.
Pra chegar, você pode pegar voos diretos de Estocolmo (cerca de 1h20) ou fazer a viagem lendária de trem noturno, que dura em torno de 15 horas e atravessa paisagens de tirar o fôlego. A gente recomenda fazer pelo menos uma perna de trem — a experiência é parte da viagem.

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Lá você consegue filtrar por região, datas, faixa de preço e nota de avaliação. A gente sempre usa o filtro ‘nota 8+’ e cancelamento gratuito — assim garante que vai pegar um lugar bom e fica tranquilo se precisar mudar os planos.
Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
7. Björkliden
Ainda mais no norte, na Lapônia sueca pertinho da fronteira com a Noruega, Björkliden é o destino ideal pra quem quer esportes de inverno e paisagens intocadas. Fica dentro da área do Parque Nacional Abisko, entre montanhas, lagos e trilhas.
No inverno, é referência pra esquiar e ver aurora boreal (bem tranquilo, sem a multidão de Kiruna). No verão, a região ganha o fenômeno do sol da meia-noite, com dias praticamente sem escuridão — dá pra caminhar e pedalar pelas trilhas em pleno horário da madrugada.
Pra chegar, o mais prático é voar até Kiruna e seguir de trem ou transporte terrestre. Vale reservar pousada com antecedência: a oferta é pequena e enche rápido na alta temporada.

8. Lund
Fechando a lista, Lund é outra cidade universitária charmosíssima do sul da Suécia — assim como Uppsala, tem uma vida acadêmica pulsante e um centro histórico compacto e cheio de personalidade.
A Catedral de Lund, do século XI, é uma das mais antigas e bem preservadas da Escandinávia — o relógio astronômico dentro dela vale a visita sozinho. Perto dela, ruas cheias de cafés, livrarias, lojas artesanais e o Museu Histórico de Lund completam o passeio.
É super fácil chegar a Lund partindo de Malmö ou Copenhague, com trens frequentes que levam cerca de 30 minutos — perfeita pra um bate-volta ou pra emendar como parada no roteiro do sul. Durante o ano acadêmico, a cidade tem feiras culturais, exposições e eventos organizados pelos estudantes.

Dicas práticas pra viajar pela Suécia
Melhor época pra ir: depende do que você quer. O verão (junho a agosto) tem temperaturas amenas, dias longuíssimos e vida ao ar livre em alta — ótimo pra explorar as cidades e o arquipélago. Já o inverno (dezembro a fevereiro) é a temporada da aurora boreal no norte e das paisagens nevadas, mas com dias curtos e frio intenso.
Dinheiro e pagamentos: a Suécia é praticamente uma sociedade sem dinheiro em espécie. Cartões e pagamentos por aproximação são aceitos em quase todos os lugares, e muitos estabelecimentos nem aceitam mais notas. Certifique-se de ter cartão internacional habilitado antes de embarcar.
Idioma: o idioma oficial é o sueco, mas o inglês é falado por quase todo mundo, principalmente nas cidades turísticas. Não precisa se preocupar em aprender frases em sueco pra se virar.
Roupas: mesmo no verão, noites podem ser frescas — leve casaco leve. No outono e inverno, invista em camadas (segunda pele, lã, casaco impermeável, luvas, gorro). Roupa inadequada é um dos maiores erros de brasileiros por lá.
Custo de vida: a Suécia é cara, especialmente alimentação e álcool. Uma refeição casual gira em torno de € 20-35 por pessoa, e ingressos de museus principais custam em torno de € 15-25. Aproveite o Dagens lunch (prato do dia) pra economizar no almoço e reserve os passeios com antecedência online — sai mais barato que comprar na hora.
Seguro viagem pra Suécia (obrigatório)
Como a Suécia faz parte do Espaço Schengen, o seguro viagem é obrigatório por lei pra entrada no país, com cobertura mínima de 30 mil euros. E, além de obrigatório, é uma proteção essencial: um atendimento médico simples na Escandinávia pode custar centenas de euros.
A gente sempre usa esse comparador de seguros, que reúne todas as principais seguradoras num só lugar e permite comparar preços e coberturas lado a lado. O bom é que ele tem um desconto exclusivo de 18% pra quem vem pelo Grupo Dicas — já aplicado direto no site.
Chip de celular pra Suécia
Ter internet no celular pela Suécia faz toda a diferença — desde puxar mapa pra se achar em Estocolmo até chamar transporte, verificar horários de trem e traduzir cardápio na hora. E sai muito mais barato do que pagar roaming da operadora brasileira (que cobra por dia e é assustadoramente caro).
A gente sempre usa esse chip de viagem que a gente usa. Ele funciona em toda a Europa (então serve pra Suécia e qualquer bate-volta pra Dinamarca, Noruega ou Finlândia), tem planos com internet ilimitada e ativa logo que você pousa. Pagamento em reais, sem IOF, e o suporte é em português.
Perguntas frequentes sobre as cidades turísticas da Suécia
Quantos dias são ideais pra conhecer a Suécia?
Depende do quanto você quer explorar. Pra uma primeira viagem focada em Estocolmo com um bate-volta, 4 a 5 dias funcionam bem. Se quiser incluir Gotemburgo, Malmö e Uppsala, calcule de 8 a 10 dias. E pra somar Lapônia (Kiruna, Björkliden), o ideal é ter 12 a 14 dias no total.
É melhor viajar pra Suécia no verão ou no inverno?
Verão (junho a agosto) é mais confortável e favorável pras cidades do sul, com dias longos e clima ameno. Inverno (dezembro a fevereiro) é a época da aurora boreal, esqui e paisagens nevadas no norte — mais desafiador, mas mágico. Se puder, o ideal é ir num dos dois extremos, cada um com sua vibe.
Como se locomover entre as cidades da Suécia?
O trem é o meio mais prático, confortável e panorâmico pra trajetos entre Estocolmo, Gotemburgo, Malmö, Uppsala, Lund e Kiruna. Pra Visby (ilha de Gotland), a opção é ferry ou voo doméstico. E se o plano inclui regiões afastadas ou road trip pelo sul, alugar carro dá liberdade e ajuda a chegar em vilarejos que o trem não alcança.
Precisa de visto pra viajar pra Suécia?
Brasileiros não precisam de visto pra viajar à Suécia por até 90 dias (a cada 180) pra turismo. É necessário ter passaporte válido, seguro viagem com cobertura mínima de 30 mil euros e comprovação de meios de subsistência, conforme as regras do Espaço Schengen. Vale conferir as regras atualizadas antes de embarcar, pois políticas migratórias mudam.
É seguro viajar pra Suécia?
Sim, a Suécia é considerada um dos países mais seguros do mundo. Dá pra caminhar tranquilamente inclusive à noite nas cidades grandes. Ainda assim, é bom manter os cuidados básicos com pertences em pontos turísticos e transporte público, como em qualquer capital.
Qual a moeda usada na Suécia?
A moeda oficial é a coroa sueca (SEK), mesmo o país fazendo parte da União Europeia (a Suécia optou por não adotar o euro). Como a sociedade é quase 100% digital, o mais prático é usar cartão internacional com boa cotação — evita o IOF e a burocracia de trocar dinheiro.
Vale a pena visitar a Lapônia sueca?
Muito. A Lapônia (Kiruna, Abisko, Björkliden) é uma das melhores regiões do mundo pra ver aurora boreal, com uma infraestrutura turística sólida — Icehotel, passeios de trenó com cães, contato com a cultura Sami. É uma experiência bem diferente do sul da Suécia e vale reservar pelo menos 3 dias por lá.
Economize ao máximo na sua viagem pela Suécia
- Consulte o guia completo de Estocolmo com hotel, transporte, seguro e ingressos por menos.
- Reserve trens entre cidades pelo pesquisador de trens que a gente usa.
- Compre ingressos, passeios e transfer com pagamento em reais sem IOF.
- Contrate o seguro viagem obrigatório com 18% de desconto exclusivo.
- Garanta internet ilimitada no celular em toda a Europa.
- Se for rodar de carro, compare preços no comparador de carros com o cupom GRUPODICAS.
A Suécia é um país que impressiona pela diversidade: dá pra combinar capital sofisticada, cidades universitárias, ilhas medievais e o Ártico numa mesma viagem. A gente sempre volta com a sensação de que ainda tem muito pra explorar — e é isso que torna o destino tão especial. Planeje com calma, reserve os passeios principais com antecedência e aproveite cada canto dessa Escandinávia que encanta em qualquer estação.