O Que Fazer em Valência: 16 Passeios Imperdíveis

Se você tá montando uma viagem pra Valência e quer saber o que fazer por lá sem perder tempo nem dinheiro, esse guia é pra você. A gente reuniu os 16 melhores passeios e pontos turísticos da cidade, com dicas práticas de horário, preço, como chegar e os erros que a galera costuma cometer.

Valência é a terceira maior cidade da Espanha e tem uma mistura que pouca cidade europeia entrega: centro histórico medieval, arquitetura futurista, praias urbanas, a paella original (sim, ela nasceu aqui) e bate-voltas que rendem dia inteiro. Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi como dá pra fazer tudo a pé ou de bicicleta, sem stress.

E não esquece: aqui no guia completo de Valência a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

1. Catedral de Valência e o Santo Cálice

A Catedral é o cartão-postal número um da cidade. Foi construída sobre as ruínas de um templo romano e mistura estilos gótico, barroco e neoclássico — dá pra ver isso só andando ao redor dela.

O grande chamariz é o Santo Cálice, um cálice venerado como possível Santo Graal, exposto numa capela especial. Quem curte história e religiosidade fica horas só nessa parte. A entrada custa em torno de poucos euros e já inclui áudio-guia.

Dica que vale ouro: combine a visita com a subida à Torre del Miguelete, ali do lado, pra ter uma vista 360º do centro histórico. A subida é por uma escada estreita e em caracol — não recomendo pra quem tem mobilidade reduzida ou claustrofobia.

  • Endereço: Pl. de l’Almoina, s/n, Ciutat Vella, 46003 València
Catedral de Valência

ECONOMIZE ATÉ 42% EM SUA VIAGEM! DICAS E DESCONTOS!

Hotéis: Maior inventário + melhor preço + atencedência = 35%

Ingressos: Maior inventário + melhor preço + sem IOF e taxas = 16%

Seguro Viagem: Comparador + 16 empresas + cupom 18% = 42%

Chip: Melhor sinal + sem IOF e taxas = 12%

Carro: Comparador + 20 empresas + cupom 5% = 28%

2. Plaza de la Virgen

A Plaza de la Virgen é uma das praças mais bonitas e antigas de Valência — a área já foi fórum romano lá atrás. Hoje ela concentra a Basílica da Virgen de los Desamparados, a fonte central e o conjunto da catedral, tudo num lugar só.

É um daqueles cantos que a gente recomenda visitar duas vezes: uma de manhã, com a praça mais vazia pra fotos, e outra no fim da tarde, quando os bares e terraços lotam e dá pra sentir a vida local. Em época de Fallas, vira palco de algumas das celebrações mais bonitas da festa.

Plaza de la Virgen

Onde comprar ingressos e passeios em Valência?

Antes de continuar com os outros pontos turísticos, deixa a gente te dar uma dica que vai economizar muito grana ao longo da viagem.

Compre tudo com antecedência, pela internet. Nas bilheterias, sai mais caro, tem fila e ainda tem o risco de o ingresso pro dia que você quer já estar esgotado — principalmente Oceanogràfic e ingressos sem fila da catedral.

Cuidado com o IOF: se você compra direto no site oficial das atrações, a cobrança é em euros, paga 3,5% de IOF e ainda não dá pra parcelar. Use sempre sites que permitem pagar em reais.

A gente usa esse site que usa em todas as viagens. É um dos maiores do mundo, tem todos os ingressos e passeios de Valência, já costuma ser mais barato e você paga em reais (sem IOF) e parcela. Outras vantagens que a gente curte:

  • Free tours: vários tours gratuitos pelo centro histórico — você só dá uma gorjeta pro guia no fim.
  • Cancelamento gratuito: dá pra cancelar sem custo até pouco antes do passeio.
  • Transfer aeroporto-hotel: às vezes sai mais barato que táxi, paga adiantado (evita golpe de taxista) e o motorista te espera com placa com seu nome no desembarque.
  • Atendimento 24h em português: se precisar de qualquer coisa, é só chamar.

3. Mercado Central de Valência

O Mercado Central é um dos mercados cobertos mais antigos e bonitos da Europa. O prédio é modernista, cheio de vitrais e cúpulas, e abriga mais de 250 barracas com frutas, peixes, queijos, jamón, doces e especiarias.

É o lugar perfeito pra um café da manhã barato e típico: sucos, sanduíches e doces locais custam só alguns euros. Aproveita também pra provar horchata, a bebida tradicional valenciana feita de chufa.

A gente errou nessa na primeira ida: chegou às 14h e o mercado já tava fechando. Funciona em geral de manhã até o começo da tarde, não abre à noite. Vai logo cedo, entre 9h e 12h, que rende bem mais.

  • Endereço: Ciutat Vella, 46001 Valencia
Mercado Central de Valência

4. Lonja de la Seda (Antiga Bolsa da Seda)

Bem em frente ao Mercado Central tá a Lonja de la Seda, a antiga bolsa da seda — um dos edifícios góticos civis mais importantes da Europa e Patrimônio Mundial da UNESCO.

Lá dentro, o destaque é o salão principal com colunas em espiral que parecem palmeiras, o pátio dos laranjais e os detalhes ornamentais que mostram a riqueza mercantil de Valência na Idade Média. A entrada custa só alguns euros e a visita rende uns 30-40 minutos.

Dica de roteiro: junte Lonja + Mercado Central + Plaza de la Virgen na mesma manhã. Tá tudo grudado e dá pra fechar essa tríade em meio período.

  • Endereço: C/ de la Llotja, 2, Ciutat Vella, 46001 València
Lonja de la Sede em Valência

5. Torres dos Serranos e Torres de Quart

As Torres dos Serranos e as Torres de Quart são as antigas portas da muralha medieval de Valência. A muralha original foi derrubada em 1865 pra expandir a cidade, mas essas duas estruturas sobreviveram e hoje são dois dos cantos mais fotogênicos do centro.

Dá pra subir nos dois mirantes pagando só alguns euros. A subida é por escada de pedra e rende uma vista linda do centro histórico e do Jardín del Turia logo abaixo.

Tem uma coisa que ninguém conta: vai nas Torres dos Serranos no fim da tarde, pouco antes do pôr do sol. A luz dourada bate em cheio nas pedras e a vista do parque do Turia fica espetacular pra foto.

Torre des Serranos em Valência

6. Jardín del Turia

Essa aqui é uma das histórias urbanísticas mais legais do mundo. Em 1957, o rio Turia transbordou e provocou uma enchente catastrófica em Valência. A solução: desviaram o rio inteiro. Em vez de virar avenida, o antigo leito foi transformado num parque linear de cerca de 9 km que corta a cidade de ponta a ponta.

O Jardín del Turia é onde os valencianos vão correr, andar de bike, fazer piquenique, levar as crianças nos playgrounds — incluindo o famoso Parque Gulliver, um gigante de concreto que vira escorregador. Tudo gratuito, aberto 24h e com partes iluminadas à noite.

Nossa dica favorita pra Valência: aluga uma bike e pedala o parque de ponta a ponta. É plana, segura, cheia de pontes lindas e termina exatamente na Cidade das Artes e das Ciências. É de longe a forma mais gostosa de “ler” a cidade.

Jardins do Turia em Valência

7. Oceanogràfic — o maior aquário da Europa

O Oceanogràfic é parada obrigatória, principalmente pra quem viaja em família. É o maior aquário da Europa, com mais de 45 mil animais de 500 espécies, distribuídos em áreas temáticas que recriam o Ártico, o Mediterrâneo, os trópicos, mangues e mais.

Os túneis subaquáticos com tubarões passando por cima da sua cabeça são o ponto alto. A visita rende facilmente 3 a 4 horas — não tenta espremer em duas, é cilada. Crianças até 4 anos não pagam.

Compra o ingresso por esse site que a gente sempre usa, que costuma ter o melhor preço e ainda dá pra montar combo com o Museu das Ciências e o Hemisfèric, saindo muito mais barato que comprando separado.

  • Endereço: C/ d’Eduardo Primo Yúfera, 1, Quatre Carreres, 46013 València
Oceanogràfic em Valência

8. Hemisfèric

Ainda dentro do complexo da Cidade das Artes e das Ciências, o Hemisfèric é aquele prédio em formato de olho gigante que vira foto de Instagram na hora. Foi projetado pelo arquiteto valenciano Santiago Calatrava, o mesmo do Museu do Amanhã no Rio.

Lá dentro funciona um cinema IMAX e um planetário, com documentários sobre natureza, espaço e ciência. O ingresso custa em torno de poucos euros e é uma boa pausa do calor do meio-dia.

Quem não quiser pagar pra entrar, vale ir só pra ver o prédio por fora e fotografar o reflexo dele no espelho d’água em volta — fica perfeito ao entardecer.

Hemisfèric em Ciudad de las Arts y las Ciencias

9. Museu das Ciências Príncipe Felipe

Também no complexo da Cidade das Artes, o Museu das Ciências é um museu interativo, todo “mão na massa”. O lema do museu é literalmente “é proibido não tocar, não sentir, não pensar”.

As exposições cobrem ciência, tecnologia, evolução da vida, espaço — tudo de forma interativa. Funciona muito bem com crianças (a partir de uns 6 anos), mas adulto curioso também sai de lá empolgado.

O prédio em si, com a fachada que parece o esqueleto de uma baleia, já vale a foto. Reserve umas 2 a 3 horas e considere combinar no mesmo dia com o Oceanogràfic e o Hemisfèric.

  • Endereço: Av. del Professor López Piñero, 7, 46013 Valencia
Museu das Ciências Príncipe Felipe

10. Tour pelo Estádio Mestalla

Se você curte futebol, o tour pelo Mestalla é uma boa surpresa. Fundado em 1923, é um dos estádios mais antigos da Espanha — casa do Valencia C.F.

No passeio dá pra entrar no túnel dos jogadores, sentar no banco de reservas, conhecer os vestiários, a sala de imprensa e pisar na beira do gramado. Vai com guia, que conta a história das principais conquistas, dos ídolos da casa e dos clássicos contra Real Madrid e Barcelona.

Se preferir, dá também pra assistir um jogo do Valencia C.F. (temporada de agosto a maio) — uma experiência ótima e bem mais barata que assistir em Madri ou Barcelona.

  • Endereço: Av. de Suècia, s/n, El Pla del Real, 46010 València
Estádio Mestalla em Valência

11. Plaza de Toros

Construída no século XIX, a Plaza de Toros é uma arena de touradas inspirada nos anfiteatros romanos — fica praticamente colada na Estación del Norte, a estação de trem modernista de Valência (que também merece uma paradinha pra foto).

Mesmo quem não tem interesse em tourada acha o prédio impressionante por fora. Dentro, dá pra fazer visita guiada e conhecer o Museu Taurino ao lado, que conta a história do espetáculo, os trajes, as armas e os momentos mais marcantes.

  • Endereço: C/ de Xàtiva, 28, L’Eixample, 46004 València
Plaza de Toros em Valência

12. Sítio arqueológico L’Almoina

O L’Almoina é uma daquelas atrações que pouca gente conhece, mas vale muito. Inaugurado em 2007, fica bem ao lado da catedral e expõe 2 mil anos de história da cidade num sítio arqueológico a céu aberto, coberto por um teto de vidro.

Tem vestígios da Valência romana, visigótica, muçulmana e medieval cristã — fórum, termas, ruas, edifícios, moedas e cerâmicas. A entrada custa só uns 2 euros e é gratuita aos domingos e feriados. Boa pedida pra quem curte história sem precisar gastar muito.

  • Endereço: Pl. de Dècim Juni Brut, s/n, Ciutat Vella, 46003 València
Sitio arqueológico L

13. Bioparc Valência

O Bioparc não é um zoológico tradicional, e essa é a graça. Os animais ficam em ambientes que recriam o habitat natural deles — savana africana, florestas equatoriais de Madagascar, áreas úmidas — e as barreiras entre visitante e bicho são disfarçadas com rochas, vegetação e cursos d’água.

Você caminha sentindo que tá meio dentro da paisagem, sem grades pelo meio. Tem girafa, leão, elefante, rinoceronte, gorila, lêmures e muito mais. Reserve umas 3 a 4 horas. Crianças até 4 anos entram de graça.

  • Saiba como comprar o ingresso do Bioparc pelo melhor preço.
  • Endereço: Av. Pío Baroja, 3, Campanar, 46015 València
Bioparc em Valência

14. Praias de Malvarrosa e El Cabanyal

Valência é uma daquelas raras cidades europeias com praia urbana de verdade. Tem ônibus e tram saindo do centro: em uns 20 a 30 minutos você tá com os pés na areia.

A Malvarrosa tem cerca de 1 km de extensão, calçadão arborizado, restaurantes pé na areia e mar tranquilo. Do lado fica a El Cabanyal, mais ligada ao antigo bairro de pescadores, com casinhas coloridas e ruelas cheias de bares.

É aqui que você precisa almoçar paella valenciana — afinal, a paella nasceu nessa região. Importante: a paella tradicional leva frango, coelho, vagem e feijão branco, não frutos do mar. Reserve restaurante com antecedência nos fins de semana e prefira almoço (que é o horário tradicional do prato, não jantar).

Aviso de expectativa: é praia urbana, então não espere água caribenha nem deserto. É movimentada, com famílias e turistas, mas limpa e gostosa.

Praia La Malvarrosa

15. Igreja de San Nicolás — a “Capela Sistina valenciana”

Por fora, a Igreja de San Nicolás parece só mais uma igreja do centro. Aí você entra e cai pra trás: as abóbadas inteiras pintadas com afrescos barrocos retratando cenas da vida de San Nicolás e San Pedro Mártir transformam o teto numa explosão de cor e detalhes. Por isso ganhou o apelido de “Capela Sistina valenciana”.

Fundada no século XIII, passou por séculos de transformação que misturaram o gótico original com o barroco que dominou depois. O ingresso costuma vir com áudio-guia e vale cada centavo.

Igreja de San Nicolás

16. Excursão às Grutas de San José

Pra fechar com chave de ouro, uma das melhores bate-voltas saindo de Valência: a excursão às Grutas de San José, na província de Castellón.

É o maior rio subterrâneo navegável da Europa: você entra de barco e percorre galerias iluminadas, cheias de estalactites e formações rochosas, com guia explicando a geologia e a história das grutas. A travessia dura uns 55 minutos e a água em alguns trechos é tão transparente que parece que o barco tá flutuando no ar.

Excelente opção de “dia diferente” pra quem já bateu o essencial do centro. O passeio costuma incluir transporte saindo de Valência, então não precisa alugar carro só pra isso.

Grutas de San José

Dicas extras pra aproveitar Valência ao máximo

Algumas coisas que a gente aprendeu na prática e que mudam muito a viagem:

  • Alugue bike pra explorar o Turia: é a melhor forma de cobrir o parque inteiro e ainda chegar de bike na Cidade das Artes e nas praias.
  • Não tente espremer o Oceanogràfic em duas horas: ele rende meio dia, principalmente se for com criança.
  • Mercado Central só de manhã: depois das 14h ele fecha e você perde a experiência.
  • Não deixe a Albufera de fora: o lago e os arrozais a 20 minutos do centro são onde a paella nasceu — vale uma excursão de meio dia.
  • Cuidado com o calor de julho e agosto: visitar a Cidade das Artes ao meio-dia em pleno verão é puxado. Programe esses passeios pra início da manhã ou fim da tarde, e use os museus climatizados nas horas mais quentes.
  • Reserve restaurante de paella: os bons (em El Palmar ou na orla) lotam, principalmente fim de semana.

Quando ir a Valência

Valência tem clima mediterrâneo, então praticamente o ano todo dá pra visitar — só muda o que você vai aproveitar mais:

  • Primavera (abril a junho): a melhor época na nossa opinião. Calor agradável, dias longos, menos turista que no verão e já dá pra ir nas praias no fim do período.
  • Verão (julho e agosto): calor forte e cidade cheia, mas as praias e o clima de férias compensam pra quem gosta.
  • Outono (setembro a outubro): clima estável, ainda dá praia até a metade de setembro e os preços de hospedagem caem.
  • Inverno: ameno, raramente faz muito frio. Ótimo pra curtir o centro histórico sem multidão.
  • Fallas (meados de março): o maior festival da cidade, com esculturas gigantes de madeira queimadas nas ruas, fogos e desfiles. Experiência única, mas preço de hotel triplica e a cidade lota — reserve com muita antecedência.

Seguro viagem é obrigatório: Espanha é parte do espaço Schengen, então é exigido seguro com cobertura mínima de 30 mil euros. A gente usa esse comparador de seguros que já vem com 18% de desconto exclusivo e compara as melhores seguradoras pra Schengen. Pra ficar conectado o tempo todo, também recomendamos esse chip de viagem que a gente usa — chega ativado no Brasil e é só colocar quando pousar.

Onde ficamos em Valência (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Sem dúvida, a melhor região para se hospedar em Valência é o seu centro histórico, conhecido como Ciutat Vella.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre o que fazer em Valência

Quantos dias são ideais pra conhecer Valência?

O ideal é reservar 3 a 4 dias completos pra conhecer bem a cidade: um dia pro centro histórico (catedral, mercado, Lonja, praças), um dia pra Cidade das Artes e Oceanogràfic, um dia pra Jardín del Turia, praias e bairros como Ruzafa, e um dia pra bate-volta (Albufera ou Grutas de San José).

Vale a pena alugar carro em Valência?

Pra dentro da cidade, não. Valência tem centro compacto, metrô, tram, ônibus e bicicletas que cobrem tudo. Só vale alugar carro se você for fazer bate-voltas mais longas pelo interior da Comunidade Valenciana. Caso contrário, deixe pra outro destino.

Qual a melhor forma de ir do centro pra Cidade das Artes e das Ciências?

De bicicleta pelo Jardín del Turia é a mais gostosa — uns 20 minutos pedalando por dentro do parque. De ônibus também é simples e barato. Táxi ou Uber também rolam, mas o centro tá relativamente perto, então sai bem em conta.

É verdade que a paella nasceu em Valência?

Verdade. A paella é originária da região da Albufera, lagoa que fica a uns 20 minutos do centro de Valência, cercada por campos de arroz. A receita tradicional, a paella valenciana, leva arroz, frango, coelho, vagem, feijão branco e açafrão — sem fruto do mar. As versões com frutos do mar são variações posteriores.

Onde ver o pôr do sol em Valência?

Três cantos imbatíveis: o topo das Torres dos Serranos (vista do centro e do Turia), o miradouro do Ateneu Mercantil na Plaza del Ayuntamiento (vista 360º) e o calçadão da Malvarrosa (o sol põe atrás da cidade, então a luz dourada bate na orla).

O Oceanogràfic vale o preço?

Pra família com criança, vale demais — é o maior aquário da Europa e rende um dia inteiro. Pra adulto sozinho que não curte muito aquário, talvez não compense. Se for, compre o combo com Hemisfèric e Museu das Ciências, que sai bem mais barato que separado.

Quanto custa em média comer em Valência?

Um menu del día (prato do dia com entrada, principal, sobremesa e bebida) em restaurante de bairro costuma sair em torno de alguns a poucos euros — uma das melhores formas de economizar e comer bem. Um almoço de paella num restaurante decente fica em torno de algumas dezenas de euros por pessoa. Cafés e tapas saem bem em conta nos bares fora do circuito turístico.

Economize ao máximo na sua viagem a Valência

Valência é uma das cidades que mais surpreendem a gente em qualquer viagem pela Espanha. Mistura história, arquitetura futurista, praia, gastronomia e um ritmo bem mais tranquilo que Madri ou Barcelona — sem perder em qualidade. Vai com tempo, anda bastante a pé e de bike, e come paella perto da Albufera. Boa viagem!