
Nassau é uma daquelas capitais caribenhas que enganam: a galera acha que é só praia e Atlantis, mas a cidade tem história de pirata, forte britânico, mercado de palha, destilaria de rum, fábrica de chocolate e algumas das águas mais bonitas do planeta a um pulo dali (oi, Exumas). Dá pra montar roteiro de praia, de cultura, de família, de cruzeiro de um dia só… e em todos eles tem o que fazer.
A gente vem nas Bahamas há anos e foi montando esse guia com as 20 melhores coisas pra fazer em Nassau, juntando o que realmente vale a ida, com horário, faixa de preço, perfil de quem curte e os erros que a gente já viu turista brasileiro cometendo (incluindo a gente, da primeira vez). Se quiser montar a viagem inteira pagando mais barato em hotel, transporte, seguro, chip e ingressos, dá uma olhada também no nosso guia completo de Nassau, que a gente reuniu tudo em um só lugar.
Antes de entrar na lista, uma coisa importante: Nassau é a capital das Bahamas, fica na ilha de New Providence e é colada em Paradise Island (onde está o Atlantis) — separadas só por uma ponte. Isso muda muita coisa no roteiro, porque dá pra dormir num lado e passar o dia no outro sem perder tempo.

Como chegar em Nassau
Saindo do Brasil, o caminho mais prático costuma ser fazer conexão na Cidade do Panamá e de lá voar pro Aeroporto de Nassau. Outra rota muito usada é via Miami ou Fort Lauderdale, com voo curtinho de pouco mais de uma hora.
Quem chega de cruzeiro desembarca direto no porto de Nassau, que passou por uma reforma grande e ficou bem mais moderno, com terminal novo, lojas e área de entretenimento logo na chegada. Do porto, dá pra ir a pé até o centro histórico, Bay Street, Straw Market e até Junkanoo Beach — uma das coisas que mais facilita pra quem só tem o dia.
1) Curtir o Atlantis Paradise Island e o parque Aquaventure
Começa pelo mais famoso. O Atlantis é o mega resort de Paradise Island, com parque aquático Aquaventure, rios de correnteza, dezenas de toboáguas, piscinas, aquários enormes, cassino e praia particular. É um destino dentro do destino — dá pra passar 2 dias só ali e não ver tudo.
Mesmo quem não fica hospedado pode comprar o day pass do Aquaventure (geralmente sai entre US$ 150 e US$ 220 por pessoa, dependendo da época). A gente recomenda chegar bem cedo, porque os toboáguas mais procurados formam fila grande depois das 11h. Combina com a Cabbage Beach (que está ali do lado) e o dia rende.

2) Passar o dia na Cabbage Beach
Pra gente é a praia mais bonita acessível de Nassau. Fica em Paradise Island, areia branca, mar daquele azul intenso de cartão-postal. É praia pública, então quem está no Atlantis pega de bobeira, mas qualquer turista pode ir — uns 10-15 minutos de táxi do centro.
Tem ambulantes alugando cadeira e guarda-sol e vendendo bebida (alguns são bem insistentes, é só dizer um “no, thank you” firme e seguir). Vá cedo, antes das 10h, pra pegar lugar tranquilo e fotos sem multidão. Vale ler também a matéria das melhores praias das Bahamas pra entender o cenário geral.

3) Aproveitar Cable Beach
A Cable Beach é uma faixa de quase 4 km na costa noroeste de New Providence, cheia de resorts, beach clubs e bares — tem mais cara de “praia de hotel” do que Cabbage. Boa pra quem gosta de estrutura completa: aluga jet ski, faz parasailing, banana boat, snorkel, encontra restaurante pra todo bolso ali do lado.
É também onde costumam ficar várias opções de hospedagem boas em conta. A vantagem é não precisar pegar táxi pro centro toda hora — você consegue passar o dia inteiro sem sair da areia.

4) Pegar um dia de praia na Junkanoo Beach
Junkanoo é a praia salva-vidas pra quem está de cruzeiro com pouco tempo. Fica a uma caminhada curta do porto, dá pra ir a pé sem gastar com táxi — e isso muda o jogo num dia de escala. Não é a mais bonita das Bahamas, mas é praia urbana com mar azul de verdade, bares ao longo da areia, comida e drinks típicos como rum punch e Bahama Mama.
Dica de quem já errou: vá assim que desembarcar, porque até as 11h ela enche de gente de cruzeiro e perde um pouco da graça pras fotos.

5) Reservar passeios e ingressos pagando em reais
Antes de entrar nos próximos passeios, vale uma dica que economiza muito: comprar com antecedência, em reais, evita o IOF de 3,5% sobre cada compra no exterior e ainda permite parcelar. Comprar na bilheteria, fora ser mais caro, costuma esgotar ingresso de passeios mais concorridos em alta temporada.
A gente usa esse site que a gente usa em todas as viagens pra reservar ingresso, passeio de barco, tour privado e transfer em Nassau. É um dos maiores do mundo nesse segmento, paga em reais (sem IOF), permite parcelar e tem cancelamento gratuito com prazo bem flexível, o que ajuda muito quando a viagem ainda não está 100% fechada.
Outras vantagens: atendimento 24h em português, vários free tours (você só paga gorjeta no fim) e o serviço de transfer aeroporto-hotel — que sai parecido com táxi, mas você paga adiantado e o motorista te espera com plaquinha, evitando aquela tentativa clássica do taxista de inflar valor pra turista.
6) Bater-volta às Exumas (o passeio que vale cada centavo)
Se você só pode fazer UM passeio extra em Nassau, faz esse. As Exumas são um conjunto de ilhotas com a água mais azul que a gente já viu no Caribe — e olha que a gente já rodou bastante. Tem banco de areia no meio do mar, porquinhos que nadam até o barco, iguanas em ilhas desertas, snorkel em recifes…
Os barcos saem por volta das 10h de Paradise Island e voltam perto das 16h. O passeio costuma sair em torno de US$ 200 por pessoa, com almoço e bebidas inclusos. É a parte mais cara do roteiro, mas a foto e a memória ficam pra vida.
7) Mergulhar na Blue Lagoon Island
A Blue Lagoon Island fica a uns 5 km de Nassau e é um dos passeios mais procurados, principalmente por famílias. Mar calmo, areia clarinha e a famosa interação com golfinhos, leões-marinhos e raias.
O passeio dura o dia, custa entre US$ 100 e US$ 200 por pessoa (varia muito conforme inclui ou não a interação com animais). Em alta temporada esgota — reserva com antecedência, especialmente em feriado americano e fim de ano.

8) Conhecer Rose Island ou Pearl Island
Pra quem quer experiência de ilha tropical com menos gente que Blue Lagoon, as duas pedidas são Rose Island e Pearl Island. As duas são pertinho de Nassau, dia inteiro, geralmente com snorkel em recife e almoço — faixa de US$ 100 a US$ 200 por pessoa.
Rose Island tem aquele clima mais “praia deserta com bar de pé na areia”. Pearl Island tem estrutura um pouco maior, vibe de ilha privada de day-use. Escolhe pelo clima que você prefere.
9) Subir a Queen’s Staircase (Escadaria da Rainha)
Os 66 degraus da Escadaria da Rainha foram escavados manualmente na rocha por volta de 1793, por escravizados, e hoje viraram um dos cartões-postais históricos da cidade. A descida é cercada de árvores e dá pra fazer fotos bonitas — o cenário tropical engana, é difícil acreditar que aquilo está no meio de Nassau.
Geralmente é de graça (ou contribuição simbólica em alguns tours guiados). A gente recomenda ir no início da manhã: o sol no meio do dia bate forte e a caminhada até ali já é quente. Leva água e protetor.

10) Visitar os fortes Charlotte, Fincastle e Montagu
Nassau tem três fortes britânicos do século XVIII abertos pra visita: Fort Charlotte (o maior, com canhões e túneis), Fort Fincastle (do lado da Queen’s Staircase, fácil de combinar) e Fort Montagu (o mais antigo, à beira-mar). A vista dos três é boa e a entrada costuma ser bem barata.
Pra quem gosta de história militar e colonial, vale combinar Fincastle + Queen’s Staircase em uma única manhã, e deixar Charlotte pra outro momento, porque é maior e pede mais tempo.
11) Entrar no Pirates of Nassau Museum
Pouca gente sabe, mas Nassau foi conhecida no início do século XVIII como “República dos Piratas” — chegou a ter mais pirata do que morador, e Blackbeard era figurinha frequente por ali. O Museu dos Piratas, na Bay Street, recria navios em tamanho real, becos da época e cenas da vida pirata, com áudio e cenários interativos.
É um dos passeios mais legais com crianças em Nassau (e adulto se diverte também — a gente passou bem mais tempo lá do que tinha planejado). Funciona de segunda a sexta das 9h às 17h, e sábado e domingo das 9h às 15h. Ingresso em torno de R$ 70 por pessoa.
12) Visitar a National Art Gallery of The Bahamas
A NAGB é a principal galeria de arte do país, instalada na Villa Doyle — uma mansão colonial do século XIX que por si só já vale a visita. O acervo cobre obras bahamenses dos anos 1850 até artistas contemporâneos, e tem jardim com esculturas ao ar livre.
Abre de terça a domingo, das 10h às 17h, e o ingresso fica em torno de R$ 50 por pessoa. É um ótimo refúgio quando o sol bate forte demais ou pega aquela chuva tropical de fim de tarde.

13) Garimpar no Straw Market
O Straw Market é o mercado tradicional de artesanato de palha de Nassau e fica no coração da Bay Street. Tem chapéu, bolsa, cesta, esteira, escultura de madeira, camiseta de “Bahamas” e tudo o que você imagina de souvenir.
Uma coisa que brasileiro às vezes esquece: pechinche é a regra. Os vendedores começam com um preço alto esperando que você negocie. A gente já cortou pela metade o valor de bolsa de palha simplesmente perguntando “final price?”. Funciona todo dia, das 7h30 às 17h.

14) Caminhar pela Bay Street e Parliament Square
A Bay Street é a principal rua comercial de Nassau, com lojas, joalherias, duty free, restaurantes e o próprio Straw Market. A Parliament Square, ali do lado, tem os prédios coloniais cor-de-rosa do governo das Bahamas — super fotogênica.
Dá pra ligar tudo a pé: sai do porto, anda pela Bay Street, passa pela Parliament Square, dá uma volta no Straw Market e segue até a Queen’s Staircase. Um roteiro de 3 a 4 horas que cobre o melhor da Nassau histórica.

15) Conhecer a fábrica de chocolate Graycliff
O complexo Graycliff tem hotel histórico, restaurante fino, fábrica de chocolate e fábrica de charuto — tudo num só lugar. A visita à fábrica de chocolate tem duas modalidades: a Standard, de 15 minutos, e a versão com oficina, que dura cerca de 1 hora.
Na Standard você aprende sobre a origem do cacau nas Bahamas, vê a produção e degusta dois tipos de chocolate (em torno de R$ 50 por pessoa). Na versão com oficina, você veste o uniforme e faz seus próprios chocolates com ingredientes típicos da ilha (em torno de R$ 300 por pessoa). Vale principalmente com crianças.

16) Visitar a Graycliff Cigar Company
No mesmo complexo está a Graycliff Cigar Company, uma das fábricas de charuto mais conhecidas do Caribe. O tour dura cerca de 20 minutos, conta a história do tabaco nas Bahamas, mostra os tipos de folha e o trabalho artesanal de enrolar charuto à mão.
Ingresso em torno de R$ 50 por pessoa, só permitido pra maiores de 18 anos. Casa muito bem com a visita à fábrica de chocolate — dá pra fazer as duas seguidas e ainda almoçar no restaurante do complexo.

17) Provar a comida local no Arawak Cay (Fish Fry)
O Arawak Cay, conhecido como “Fish Fry”, é uma fileira de restaurantinhos coloridos especializados em frutos do mar bahamenses. É onde os locais comem — e onde a gente sempre volta. Conch fritters (bolinho de concha), peixe frito, lagosta grelhada, conch salad fresquinha…
O preço médio fica entre US$ 15 e US$ 30 por pessoa em uma refeição completa — bem mais barato do que comer dentro do Atlantis ou em restaurante chique de Bay Street. Vibe animada, música alta e drink tropical na mão. Aqui é Bahamas de verdade.
18) Fazer um passeio de barco pirata
Se você está com crianças, o passeio de barco pirata é diversão garantida. Sai da Marina Bay Street, navega pela costa oeste passando pelos fortes, Paradise Island e Atlantis, com show interativo de piratas a bordo, ponche de frutas pra criançada e ponche de rum pros adultos.
Dura cerca de 1h30, sai às 10h, e fica em torno de R$ 400 por adulto, R$ 300 por criança de 3 a 12 anos, e grátis pra menores de 3. Pirralho sai de lá apaixonado, virou pirata pelo resto da viagem.

19) Levar a família ao Ardastra Gardens
O Ardastra Gardens, Zoo and Conservation Centre é um zoológico e centro de conservação focado em fauna caribenha. Tem flamingos, iguanas das Bahamas, lêmures e papagaios coloridos. As crianças adoram, porque dá pra chegar bem perto dos animais de forma controlada.
Abre todo dia das 9h30 às 16h. É um programa mais tranquilo, ótimo pra quebrar a sequência de praia e compras, e diferente da maioria dos roteiros turísticos clássicos.

20) Sair à noite no Aura ou no Señor Frog’s
Pra fechar a lista, vida noturna. A Aura Nightclub, dentro do Atlantis, é a balada mais conhecida da ilha — pista grande, DJs internacionais, decoração caprichada. Abre quinta, sexta e sábado, das 22h às 4h. Se quiser comparar opções, vale ler também sobre as melhores baladas das Bahamas.
Pra um clima mais descontraído, com comida mexicana, dançarinos, jogos e drinks tropicais, o Señor Frog’s na Woodes Rodgers Walk é um clássico. Abre todo dia das 10h às 18h, e nas sextas e sábados estende até meia-noite. Bom pra começar a noite sem a vibe de “balada fechada”.

Quanto tempo ficar em Nassau
Dá pra ter uma boa amostra da cidade em 2 dias inteiros: um focado em Nassau histórica (Bay Street, Queen’s Staircase, fortes, museus, Fish Fry) e outro em praia + Atlantis. Se quiser incluir o bate-volta às Exumas ou Blue Lagoon, soma 1 ou 2 dias a mais. Pra quem chega de cruzeiro com 6-8 horas, o ideal é escolher: ou centro histórico a pé, ou Junkanoo Beach + Straw Market, ou um passeio de barco curto. Querer fazer tudo em um dia frustra.
Melhor época pra ir a Nassau
O clima é tropical o ano todo, mas os meses de dezembro a abril são os mais secos e estáveis — fora do período de furacões do Atlântico (junho a novembro). Em compensação, é também quando os preços sobem mais (alta temporada americana, Thanksgiving, Spring Break, férias de verão dos EUA). Junho e outubro costumam ser bons custo-benefício: clima ainda agradável e menos lotação.
Erros que a gente vê turista cometendo em Nassau
- Ficar só no Atlantis e não conhecer Nassau de verdade — o resort é incrível, mas você perde a parte mais cultural da viagem.
- Não reservar passeio com antecedência em alta temporada: Exumas, Blue Lagoon e Rose Island esgotam rápido.
- Subestimar o custo: Nassau é cara, dia no Atlantis + passeio + jantar facilmente passa de US$ 400 por pessoa.
- Não negociar no Straw Market: o primeiro preço sempre tem gordura.
- Esquecer que a direção é inglesa (mão contrária): se for alugar carro, fica ligado.
- Ignorar o sol caribenho: parece moleza, mas a Queen’s Staircase + fortes a pé no meio do dia derruba qualquer um sem água, chapéu e protetor.
Seguro viagem pra Bahamas
O atendimento médico no exterior é caro em qualquer lugar, e nas Bahamas não é diferente — uma consulta simples já passa de US$ 200 e qualquer atendimento mais sério vai a milhares. Por isso a gente sempre faz seguro viagem antes de embarcar. A gente usa esse comparador de seguros, que mostra os planos das principais seguradoras lado a lado e ainda aplica um desconto de 18% exclusivo pra gente do Grupo Dicas. Vale comparar antes de fechar.
Chip de celular pra usar nas Bahamas
Pra usar o celular tranquilo o tempo todo, sem depender de Wi-Fi do hotel ou pagar fortuna em roaming, a gente leva esse chip de viagem que a gente usa já configurado, com internet liberada na chegada. Ajuda muito pra chamar Uber, abrir o mapa do Google, traduzir, falar com a família.
Onde ficamos em Nassau (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Existem duas áreas que são as melhores para turistas. Uma é Cable Beach, ideal para quem quer ficar perto da praia e do agito. A outra é o centro de Nassau, que concentra o comércio local, restaurantes e atrações culturais. O centro oferece opções de hospedagem mais acessíveis em comparação a Cable Beach, além de estar próximo ao porto e ao Mercado de Palha.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre o que fazer em Nassau
Quantos dias são ideais pra conhecer Nassau?
De 2 a 4 dias inteiros. Em 2 dias você cobre centro histórico + Atlantis/praia. Com 3 ou 4, dá pra incluir um bate-volta a Blue Lagoon ou Exumas e ainda relaxar.
Vale a pena pagar o day pass do Atlantis?
Vale se você curte parque aquático e tem só um dia pra dedicar. O Aquaventure é um dos melhores parques aquáticos do Caribe. Se você já vai ficar hospedado em outro hotel e prefere praia, a Cabbage Beach (que é colada no Atlantis) já te dá o cenário sem pagar o ingresso.
Precisa de passaporte e visto pra ir a Nassau?
Passaporte sim, válido por pelo menos 6 meses. Brasileiro não precisa de visto pra entrar nas Bahamas como turista por até 90 dias. Se você vai fazer conexão nos EUA, aí sim precisa de visto americano.
Dá pra conhecer Nassau só com o tempo de uma escala de cruzeiro?
Dá, mas escolhe um foco. Em 6-8 horas dá pra fazer centro histórico (Bay Street + Queen’s Staircase + Straw Market) e ainda Junkanoo Beach, tudo a pé. Ou um passeio de barco curto pré-reservado. Querer fazer tudo num dia só não dá.
Qual a melhor praia de Nassau?
Pra mar e cenário, Cabbage Beach (Paradise Island). Pra estrutura e resorts, Cable Beach. Pra praticidade quem está de cruzeiro, Junkanoo. Cada uma atende um perfil diferente.
Aceita dólar americano em Nassau?
Aceita, em todo lugar. O dólar bahamense (B$) é atrelado 1 pra 1 ao dólar americano (US$), então não tem perda na conversão. Cartão de crédito é aceito praticamente em tudo, mas vale levar algum dinheiro em espécie pra Straw Market, Fish Fry e gorjetas.
É seguro andar pelo centro de Nassau?
O eixo turístico (Bay Street, Paradise Island, Cable Beach) é tranquilo de dia. Como em qualquer cidade, evite ruas afastadas à noite e não ostente eletrônicos caros. À noite, prefira táxi ou transfer ao invés de caminhar trechos longos.
Vale alugar carro em Nassau?
Pra quem fica só na cidade e em Paradise Island, não compensa: a direção é inglesa (mão contrária), estacionar no centro é difícil e táxi/transfer resolve tudo. Pra quem quer rodar a ilha de New Providence inteira ou ficar vários dias, aí pode fazer sentido — vale ler como alugar carro nas Bahamas.
Economize ao máximo na sua viagem para as Bahamas
- Economizando: a gente reuniu todas as dicas em como viajar barato para as Bahamas.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações das Bahamas pagando mais barato e em reais.
- Hospedagem: veja a matéria de onde ficar em Nassau com a melhor região e os hotéis testados pela gente.
- Aluguel de carro: dicas em como alugar carro nas Bahamas pelo menor preço.
- Dinheiro: conheça a melhor forma de levar dinheiro para as Bahamas.
- Chip de celular: garanta o melhor chip de viagem pra Bahamas ainda no Brasil.
- Seguro viagem: compare planos em o melhor seguro viagem para as Bahamas.
- Transfer: reserve com antecedência em serviços de transfer nas Bahamas e evite o golpe do táxi inflado.
Nassau surpreende quem chega achando que vai ser só Atlantis e praia. Tem história de pirata, forte britânico, mercado de palha pra negociar, fábrica de chocolate, comida bahamense barata no Fish Fry e algumas das águas mais incríveis do Caribe a um passeio de barco. Monta o roteiro misturando praia, cultura e um bate-volta de barco — você vai voltar querendo planejar a próxima.