O que fazer em Capri: 15 passeios e pontos turísticos

Capri é uma daquelas ilhas que parecem irreais de tão bonitas: mar num tom de azul que a gente jura ser filtro, rochedos gigantes brotando da água, vilarejos floridos pendurados nas encostas e um clima glamouroso que atrai gente do mundo inteiro há mais de um século. Fica no Golfo de Nápoles, colada na Costa Amalfitana, e é o tipo de destino que rende fotos absurdas em qualquer canto que você aponte a câmera.

A gente foi a Capri e o que mais surpreendeu foi como a ilha tem duas caras bem distintas: a parte de baixo (Capri centro), mais luxuosa, com lojas de grife e a famosa Piazzetta; e Anacapri, na parte alta, mais tranquila, com clima de vila e as vistas mais espetaculares. Dá pra fazer bate-volta saindo de Nápoles ou Sorrento, ou dormir uma noite na ilha pra pegar o pôr do sol e o clima calmo depois que os turistas do dia vão embora.

Neste guia, a gente reuniu os 15 passeios e pontos turísticos que valem a pena em Capri, com dicas de preço, tempo médio de visita e os erros que a maioria dos brasileiros comete por aí. E não esquece: aqui no nosso guia completo da Itália a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

Melhor época pra visitar Capri

A ilha funciona basicamente de maio a outubro, quando o mar tá calmo e os passeios de barco operam sem tanto risco de cancelamento. Julho e agosto são os meses mais quentes e mais cheios — as filas do funicular, da Gruta Azul e dos beach clubs ficam absurdas, e os preços de hotel disparam.

A gente prefere maio, início de junho e setembro: o clima já tá bom (uns 24-28 ºC), o mar tá navegável, mas a lotação é bem menor. Em abril e outubro dá pra ir também, só que alguns beach clubs e passeios podem operar em ritmo reduzido e o mar pode estar mais instável — o que afeta principalmente a entrada na Gruta Azul.

Como chegar a Capri

Não tem aeroporto na ilha, então todo mundo chega de ferry ou hidrofoil, saindo principalmente de Nápoles ou Sorrento. A travessia leva entre 45 e 80 minutos, dependendo do tipo de barco, e costuma custar em torno de € 20 a € 30 por trecho.

Uma dica que a gente aprendeu na prática: em dias de mar agitado, principalmente fora do verão, saídas podem ser canceladas. Se você tá com uma viagem apertada, prefira chegar na ilha um dia antes do passeio importante, pra não correr risco de perder o dia inteiro.

1. Passeio de barco ao redor da ilha

Se é pra escolher UM passeio em Capri, é esse. O giro completo pela ilha passa pelos Faraglioni (aqueles rochedos monumentais que são cartão-postal), por grutas escondidas, praias que só dão pra acessar de barco e trechos de falésia de tirar o fôlego. Barcos maiores fazem o circuito em umas 2 horas; as embarcações menores e tradicionais gastam de 3 a 4 horas e costumam parar pra banho.

Passeio de Barco ao Redor da Ilha

Os valores costumam ficar entre € 25 e € 40 por pessoa (saindo da própria Capri), mas tem opção saindo de Nápoles ou Sorrento por € 80 a € 90, já incluindo a travessia. Dica de ouro: vá cedo de manhã ou no fim da tarde. A luz é mais bonita, o calor bate menos e os barcos ficam menos lotados.

A gente costuma reservar esse tipo de passeio antecipado por esse site que a gente usa em todas as viagens. A grande vantagem é que dá pra pagar em reais (sem IOF), parcelar, e o cancelamento é gratuito — muito útil se o mar der problema no dia. É um dos maiores do mundo e tem catálogo enorme de passeios em Capri (barco, caiaque, paddle, tours guiados).

2. Gruta Azul (Grotta Azzurra)

A Gruta Azul é aquela caverna marinha em que a água fica com um azul irreal, quase fluorescente, por causa da luz do sol entrando por uma abertura submersa. É o passeio mais famoso da ilha — e também um dos mais imprevisíveis.

Gruta Azul

Como funciona: você chega até a entrada da gruta (de barco maior ou por terra), desce num barquinho a remo e o barqueiro te leva pra dentro. A entrada é baixíssima, então todo mundo tem que se abaixar bastante. O ingresso do barquinho fica em torno de € 20 por pessoa (à parte do barco maior que te levou até lá).

Erro clássico: contar com a Gruta Azul como o ponto alto do dia sem ter plano B. Se o mar estiver agitado, a entrada fecha e não tem jeito. A recomendação é checar o mar antes e não deixar essa atração pro último dia da viagem. Nos meses de alta temporada, a fila pra entrar pode facilmente passar de 1 hora no meio do dia — vá logo na abertura.

3. Marina Grande e o funicular

É o porto principal da ilha, onde chegam todos os ferries. De lá saem também vários passeios de barco. Pra subir até o centro de Capri, a forma mais prática é o funicular, que faz o trajeto em poucos minutos e custa em torno de € 2 por trecho.

Dica que a gente errou na primeira vez: compra o bilhete do funicular logo ao desembarcar. Em dias movimentados, a fila do bilhete pode ser maior do que a fila pra embarcar. Se você tá com muita mala, vale considerar um dos táxis conversíveis icônicos da ilha — caros, mas confortáveis e fotogênicos.

4. Marina Piccola

Do lado oposto da Marina Grande, a Marina Piccola é uma baía menor, mais intimista, com vista direta pros Faraglioni. Tem pequenas praias, plataformas de banho e restaurantes com vista pro mar. É ponto de partida de vários passeios de barco menores e um dos melhores lugares pra fotografar os rochedos do nível do mar.

5. Faraglioni

Os três rochedos gigantes que saem do mar são o símbolo absoluto de Capri. Cada um tem nome: Stella (o preso à ilha), Mezzo (o do meio, com o arco natural) e Scopolo. Dá pra ver eles de vários ângulos: do barco (passando por dentro do arco), dos Jardins de Augusto (a vista clássica) e do Belvedere di Tragara (talvez o ângulo mais bonito, a pé desde o centro).

Faraglioni

Curiosidade divertida: existe a tradição dos casais se beijarem quando o barco passa por baixo do arco do Faraglione di Mezzo — dizem que dá sorte no amor. Vale ou não vale, o clique fica ótimo.

6. Jardins de Augusto (Giardini di Augusto)

Um dos passeios mais baratos e mais bonitos da ilha. São pequenos jardins em terraços no alto de uma falésia, com a vista clássica dos Faraglioni de um lado e da sinuosa Via Krupp descendo a encosta do outro. A entrada custa cerca de € 1 a € 2 por pessoa e a visita é rápida — 30 a 45 minutos dão de sobra pra circular e tirar fotos.

Jardins de Augusto

Combina bem com a Certosa di San Giacomo, que fica logo ali do lado. Vá no fim da tarde: a luz do pôr do sol nos Faraglioni é uma das lembranças mais bonitas que dá pra levar da ilha.

7. Via Krupp (vista)

É aquela estrada em zigue-zague esculpida na falésia que aparece em todas as fotos de Capri. Ela liga o centro à Marina Piccola, mas hoje costuma estar fechada à circulação por questões de segurança (deslizamentos). Ou seja: não conte com ela como rota de descida, é uma atração visual. A melhor vista é justamente dos Jardins de Augusto, ali de cima.

8. Certosa di San Giacomo

Antigo mosteiro que virou museu, com claustros, jardins e exposições. É um respiro cultural no meio da agitação da ilha, com entrada em torno de € 6. Dá pra combinar com os Jardins de Augusto no mesmo passeio, já que fica bem pertinho. Bom pra quem gosta de história e arquitetura em meio à natureza mediterrânea.

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Lá você consegue filtrar por região, datas, faixa de preço e nota de avaliação. A gente sempre usa o filtro ‘nota 8+’ e cancelamento gratuito — assim garante que vai pegar um lugar bom e fica tranquilo se precisar mudar os planos.

Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.

9. Belvedere di Tragara e trilha de Pizzolungo

O Belvedere di Tragara é, na nossa opinião, o mirante mais bonito de Capri pros Faraglioni. Chega-se a pé, saindo do centro, por uma caminhada agradável passando por hotéis charmosos e ruas floridas. Não paga nada.

Trilha de Pizzolungo

Dali começa também a trilha de Pizzolungo, um dos passeios mais bonitos da ilha, com trechos sombreados e vistas incríveis da costa. É uma caminhada leve a moderada — leva de 1h a 1h30 tranquilo. Vá com sapato confortável, água e prefira o começo da manhã ou o fim da tarde pra fugir do sol forte.

10. Monte Solaro

É o ponto mais alto da ilha, com 588 metros, e fica em Anacapri. A subida mais fácil é de teleférico (cadeirinha individual, aberta) que leva de 12 a 15 minutos. A ida e volta custa em torno de € 12. Pra quem curte trilha, dá pra subir a pé em cerca de 1 hora.

Monte Solaro

Lá em cima a vista é panorâmica: a ilha inteira, a Baía de Nápoles, o Vesúvio ao fundo e, em dias claros, até a Costa Amalfitana. Dica prática: cheque a previsão antes de subir. Em dia nublado ou de neblina, a vista some. Leve um casaquinho leve mesmo no verão — venta bastante no topo.

11. Piazzetta di Capri

A Piazzetta é a pequena praça central de Capri, ali onde chega o funicular, e é conhecida como "o salão de visitas do mundo" pela quantidade de gente famosa que passou por lá ao longo do século XX. Tem uma torre do relógio, quatro cafés icônicos e uma vibe de ver e ser visto muito característica.

Piazzetta di Capri

Aviso: tomar um café ali é uma das coisas mais caras de Capri. Um espresso na mesa pode custar 3 a 4 vezes mais do que no balcão. Mas vale a experiência ao menos uma vez — principalmente ao entardecer, com aperitivo na mão.

12. Anacapri

Anacapri é a parte alta da ilha, e tem uma personalidade totalmente diferente do centro de Capri. É mais tranquila, com clima de vila, ruas estreitas, casinhas brancas e lojinhas menos ostentosas. É de lá que sai o teleférico pro Monte Solaro e onde ficam a Villa San Michele e a Casa Rossa.

Anacapri

Se você tá com o orçamento apertado, restaurantes em Anacapri costumam ser um pouquinho mais em conta do que no centro de Capri (o que não quer dizer barato — a ilha inteira é cara). Vá de ônibus local ou táxi a partir do centro.

13. Villa San Michele

Vila histórica em Anacapri, construída pelo médico sueco Axel Munthe no início do século XX. É uma mistura de casa, jardim, esculturas e museu, tudo com uma vista espetacular pra baía. Entrada custa em torno de € 10.

Villa San Michele

Combina bem com o Monte Solaro (o teleférico sai a poucos minutos dali). É uma parada cultural bem-vinda num dia que costuma ser dominado por mar e mirante.

14. Casa Rossa

Casarão vermelho vivo em Anacapri, com formato peculiar e ameias como as de um castelo. Foi construído por um veterano americano da Guerra Civil no fim do século XIX — detalhe curioso que conecta a ilha à história dos Estados Unidos. Hoje abriga um pequeno museu com estátuas romanas encontradas na Gruta Azul. Visita rápida, complementa bem o roteiro histórico em Anacapri.

15. Beach clubs (Bagni di Tiberio e La Fontelina)

Praia em Capri é um capítulo à parte: quase não tem faixa de areia pública. O que existe são beach clubs — estruturas privadas com espreguiçadeiras, guarda-sol, plataformas de mergulho e restaurante. Os dois mais famosos:

  • Bagni di Tiberio: mais tradicional, com pequena faixa de areia, acessível de barco desde a Marina Grande.
  • La Fontelina: o mais desejado, com vista frontal pros Faraglioni e clima chique. Reserva com antecedência é praticamente obrigatória.

O aluguel de espreguiçadeira + guarda-sol pode facilmente ultrapassar R$ 150 por pessoa por dia, sem contar comida e bebida. É um dos itens mais caros do roteiro, mas pra quem quer um dia inteiro de mar e relax, é uma experiência marcante. Reserve antes na alta temporada — chegar no dia sem reserva quase sempre significa ficar sem lugar.

Onde comprar ingressos e passeios em Capri

A maioria das atrações da ilha (passeio de barco, Gruta Azul, teleférico, Villa San Michele) tem venda de bilhete na hora, mas na alta temporada isso vira sinônimo de fila. E fila em Capri custa caro: significa perder metade do dia pra entrar num barquinho de 5 minutos.

Pra quem quer garantir passeios sem enrolação, a gente sempre reserva por esse site que a gente usa em todas as viagens. Tem catálogo completo de Capri (passeio de barco com Gruta Azul, caiaque, paddle surf, tour a pé pelo centro, transfers), pagamento em reais (sem IOF), parcelamento em até 12x e cancelamento gratuito na maioria dos passeios. Atendimento em português 24h é outro ponto que ajuda muito se acontece imprevisto na viagem.

Como se locomover dentro da ilha

Capri é pequena, mas cheia de subidas e descidas. As principais formas de circular:

  • Funicular: Marina Grande até o centro de Capri, cerca de € 2 por trecho, rápido e prático.
  • Ônibus locais: conectam Capri a Anacapri, Marina Piccola e outras áreas. Baratos, mas ficam bem cheios em alta temporada.
  • Táxi conversível: os icônicos táxis de Capri, caros mas confortáveis (e ótimos pra foto).
  • A pé: muita coisa é acessível caminhando desde a Piazzetta (Jardins de Augusto, Belvedere di Tragara, Certosa).

Dica de quem já se enrolou por lá: use sapato confortável de verdade. Sandália nova e salto viram tortura em Capri. Tem muita pedra, muita ladeira e muita escadinha.

Erros comuns que brasileiros cometem em Capri (e como evitar)

Depois de ir pra ilha e ver o povo se perdendo, listamos os deslizes mais frequentes:

  • Fazer bate-volta super corrido tentando ver tudo: chegar às 10h e querer fazer Piazzetta + Monte Solaro + Gruta Azul + passeio de barco + Villa San Michele no mesmo dia. As filas comem tempo demais. Escolha 3 ou 4 atrações e faça com calma.
  • Contar com a Gruta Azul sem plano B: se o mar fecha, o dia todo vai pro ralo. Deixe outras opções na manga (Monte Solaro, trilha, beach club).
  • Subestimar preços de restaurante e beach club: Capri é cara. Um almoço básico com vista tranquilamente passa dos € 40-50 por pessoa. Se orçamento é apertado, considere levar lanche pra praia ou almoçar em Anacapri.
  • Perder o último ferry: em bate-volta, sempre reserve com folga. Perder a última saída significa hotel de emergência a preço de ouro.
  • Não reservar beach club: chegar no La Fontelina sem reserva na alta temporada é praticamente garantia de voltar sem espreguiçadeira.

Seguro viagem pra Itália é obrigatório

Como a Itália está no Espaço Schengen, o seguro viagem é obrigatório por lei, com cobertura mínima de € 30 mil pra despesas médico-hospitalares. Sem ele, você pode ter problema até na imigração.

Além da obrigatoriedade, atendimento médico particular na Europa custa uma fortuna: uma consulta simples pode passar de € 200 e uma internação vira facilmente milhares de euros. A gente sempre fecha por esse comparador de seguros, que já vem com 18% de desconto exclusivo aplicado. Ele compara as principais seguradoras do mercado, o pagamento é em reais (sem IOF) e dá pra parcelar. Muito mais fácil do que ir de seguradora em seguradora.

Chip de celular pra usar internet em Capri

Wi-Fi em Capri até existe, mas oscila bastante e nem sempre pega bem nos passeios de barco, nas trilhas ou dentro do funicular. Ter um chip com dados ilimitados salva a viagem — pra usar Google Maps, checar horário de ferry, previsão de mar, tradutor e ficar em contato com a família.

A gente usa esse chip de viagem que a gente usa em todas as viagens pela Europa. Chega em casa antes do embarque, ativa quando você pousa na Itália e funciona em vários países europeus. Atendimento em português e dados de sobra pra viagem inteira.

Perguntas frequentes sobre o que fazer em Capri

Quantos dias são necessários em Capri?

Um dia bem planejado dá pra cobrir o essencial (passeio de barco, Piazzetta, Jardins de Augusto e Monte Solaro), mas dois dias é o ideal. Com uma noite na ilha, dá pra aproveitar o clima calmo depois que os turistas do bate-volta vão embora e pegar o pôr do sol nos Faraglioni sem pressa.

Vale a pena dormir em Capri ou ficar em Sorrento?

Depende do orçamento. Capri tem hotéis excelentes, mas com preços salgados na alta temporada. Sorrento é uma base mais em conta, com ótima estrutura e balsas frequentes pra Capri — muita gente se hospeda lá e faz bate-volta. Se você quer viver o clima glamouroso da ilha depois do pôr do sol, vale pelo menos uma noite em Capri.

A Gruta Azul sempre está aberta?

Não. A abertura depende totalmente das condições do mar. Se estiver agitado ou com maré alta, os barquinhos não conseguem entrar. Cheque a previsão antes e nunca deixe a Gruta Azul como única prioridade do dia — sempre tenha um plano B (Monte Solaro, trilhas, beach club).

Quanto custa a entrada na Gruta Azul?

O barquinho a remo que entra na gruta custa em torno de € 20 por pessoa. Se você chegou até lá por conta própria de ônibus, é o único valor que paga. Se contratou um passeio de barco que inclui a Gruta Azul, o ingresso do barquinho geralmente é cobrado à parte na hora.

Precisa alugar carro em Capri?

Não. Capri é pequena, a maior parte dos deslocamentos se faz a pé, de funicular, ônibus local ou táxi. Alugar carro na ilha nem é uma opção prática — as ruas são estreitíssimas e o estacionamento, restrito. Aluguel de carro faz sentido se você tá explorando a Costa Amalfitana no continente, não em Capri.

Qual é a melhor época pra ir a Capri?

Maio, início de junho e setembro são os melhores meses: clima bom, mar navegável e menos gente que em julho/agosto. Abril e outubro também são possíveis, mas com risco maior de mar fechado (o que afeta a Gruta Azul). De novembro a março, muitos hotéis e beach clubs fecham.

Quanto custa passar um dia em Capri?

Um bate-volta econômico (ferry ida e volta + funicular + Jardins de Augusto + Monte Solaro + almoço simples) fica em torno de € 80-100 por pessoa. Se incluir passeio de barco e Gruta Azul, sobe pra € 130-160. Beach club de dia inteiro pode adicionar mais € 80-100 fácil. É um destino caro — planeje o orçamento com folga.

Economize ao máximo na sua viagem à Itália

Capri é intenso: cabe muita coisa numa ilha pequena, e ao mesmo tempo tem um clima de glamour que faz parecer que o tempo parou. Se você planejar direitinho, evitar as filas do meio-dia e reservar os passeios importantes com antecedência, é um dos dias mais bonitos que você vai ter na Itália inteira. E se der pra dormir uma noite lá, melhor ainda — a ilha muda de personalidade depois que o último ferry vai embora.