
A Costa Amalfitana é um daqueles destinos que parece pintura: vilarejos coloridos pendurados no penhasco, mar azul-turquesa, limoeiros por todo lado e uma estrada cênica que serpenteia entre Sorrento e Salerno. Sete dias é o tempo ideal pra curtir sem correria, dividir entre praia, trilhas e vilarejos, e ainda dar uma escapada pra Capri.
Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi como cada vilarejo tem uma personalidade própria — Positano é o mais glamoroso e fotografado, Amalfi é o coração histórico, Ravello fica suspensa nas montanhas com vistas cinematográficas, e tem ainda Atrani, Praiano, Minori, Maiori e Cetara, que poucos turistas brasileiros conhecem e que valem MUITO a visita.
E não esquece: aqui no nosso guia completo da Costa Amalfitana a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Quando ir e como se organizar na Costa Amalfitana
A Costa Amalfitana fica na região da Campânia, no sul da Itália, entre Sorrento e Salerno. A melhor época pra unir praia + passeios sem caos é maio, início de junho e setembro — clima ainda quente, mar ótimo pra banho e menos lotação do que em julho e agosto. Quem vai na alta temporada (final de junho a agosto) encontra tudo aberto, mas paga mais caro e enfrenta multidões em Positano e Capri.
No inverno (novembro a março), boa parte da estrutura turística fecha — hotéis em Positano e Capri saem de operação e ferries reduzem horários. Só vale a pena pra quem quer só contemplar a paisagem, sem foco em praia.
A nossa dica de base é dividir a estadia: 3-4 noites em Sorrento (porta de entrada, com trem direto pra Nápoles e mais opções de hotel em conta) e 3-4 noites em Amalfi ou Positano (pra ficar dentro da Costa de verdade, com pôr do sol e clima de vilarejo). Quem prefere uma base só pode ficar em Sorrento o tempo todo, mas perde a magia de acordar com o mar pendurado no penhasco.
Como chegar e se locomover
O aeroporto mais próximo é o Napoli Capodichino, em Nápoles. De lá, dá pra ir de trem ou transfer privativo até Sorrento (cerca de 1h15). Transfers privados entre Nápoles e Sorrento/Positano/Amalfi ficam em torno de €100-€200 por carro.
Pra se locomover dentro da Costa, as opções são:
- Ônibus SITA: ligam Sorrento – Positano – Amalfi – Ravello – Salerno. Passagens curtas em torno de €3-€5. Na alta, lotam e é comum viajar em pé.
- Ferries e barcos: ligam Sorrento, Positano, Amalfi, Capri e Salerno. Vistas incríveis e evita o trânsito da estrada. Trechos costumam custar em torno de €20-€35.
- Carro alugado: rota cênica linda, mas trânsito intenso, estacionamento caro e ZTL (zona de tráfego restrito) nos centros. Vale muito a pena pra rodar a região com liberdade, mas exige paciência na alta temporada.
Pra essa região, alugar carro é a opção mais prática se você quer ver tudo no seu ritmo, especialmente Maiori, Minori, Cetara e Vietri sul Mare, que ficam mais espalhadas e têm pouca conexão de ônibus.
Aluguel de carro na Costa Amalfitana (economize até 34%)
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
1º dia: chegada, Sorrento e primeiro contato
Chegada pelo aeroporto de Nápoles, transfer ou trem até Sorrento e check-in. O primeiro dia pede ritmo mais leve pra se ambientar e curtir a cidade que vai ser a sua base.
Sorrento não faz parte oficialmente da Costa Amalfitana (pertence à península sorrentina, ligada a Nápoles), mas é a base mais estratégica e econômica pra explorar a região. As hospedagens saem bem mais em conta que em Positano e tem fácil acesso a trens, ferries e ônibus.

Comece o passeio pela Piazza Tasso, coração da cidade, e siga pela Via San Cesareo, com lojinhas de cerâmica, limoncello e produtos artesanais com limão. Visite a Catedral de Sorrento, dedicada a Santiago e São Filipe, e desça até a antiga vila de pescadores Marina Grande.
Pra fechar o dia com chave de ouro, vá ao parque Villa Comunale, no topo de uma falésia, e assista ao pôr do sol com vista pro Vesúvio. É de cair o queixo. Pra jantar, prove o gnocchi alla sorrentina numa trattoria do centro — prato típico de massa, molho de tomate e mussarela gratinada.
2º dia: Positano e Praiano
Pegue o ônibus SITA ou o ferry de Sorrento até Positano, a uns 15 km. Positano é o vilarejo mais icônico da Costa, com casinhas coloridas penduradas no penhasco e a Spiaggia Grande aos pés da Igreja de Santa Maria Assunta, com sua famosa cúpula de azulejos.

Algumas das melhores praias da Costa Amalfitana estão em Positano: a Spiaggia Grande e a Praia Fornillo, com águas cristalinas do mar Tirreno. Aluguel de espreguiçadeira + guarda-sol fica em torno de €30-€60 o dia por par, dependendo do beach club e da temporada — caro, mas a vista compensa.
Visite a Igreja de Santa Maria Assunta, caminhe pelas ruelas charmosas cheias de lojas de cerâmica e moda praia, e suba (se tiver disposição) até Montepertuso, vilarejo acima de Positano com vistas fotogênicas. Uma dica nossa: chegue cedo. A partir das 11h, o lugar lota e ficar nas escadarias com mala é um perrengue.

À tarde, siga pra Praiano, a uns 7 km de Positano. Praiano é o irmão tranquilo: também tem penhascos e paisagens lindas, mas com bem menos turista. Conheça a Praia Gavitella (uma das únicas da Costa que pega sol o dia inteiro), a pequena Praia Marina di Praia, as ruínas da Torre a Mare e as igrejas San Gennaro e San Luca Evangelista.

Ingressos e passeios: como economizar
Uma das melhores formas de economizar e fugir das filas é comprar ingressos e passeios pela internet, antes de viajar. Pra Costa Amalfitana, isso vale principalmente pros barcos a Capri, Gruta Azul, ferries em alta temporada e passeios guiados em Pompeia (caso encaixe no roteiro).
A gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens pra comprar tudo. Ele é um dos maiores do mundo, com todos os passeios da região, e a maior vantagem é que o pagamento já é em reais — você não paga IOF e pode parcelar. Outras vantagens:
- Cancelamento gratuito em vários passeios.
- Free tours: a maioria das cidades turísticas tem tours gratuitos, e você só dá uma gorjeta pro guia no final.
- Atendimento 24h em português.
- Transfer do aeroporto: muitas vezes mais barato que táxi, com motorista te esperando na placa, sem golpe de turista.
3º dia: Amalfi, Atrani e Grotta dello Smeraldo
Pegue o ônibus ou o ferry pra Amalfi, a uns 31 km de Sorrento. No caminho de barco ou carro, vale a parada na Grotta dello Smeraldo — uma gruta natural com águas que ficam verde-esmeralda quando o sol bate. O acesso é só por barco, então reserve com antecedência. É bem rápido (uns 15-20 min), mas vale a foto.

Em Amalfi, o ponto alto é o Duomo di Sant’Andrea, na Piazza del Duomo — a catedral mais bonita de toda a Costa, com aquela escadaria imponente e detalhes em mosaico. A entrada na catedral em si é simbólica; pra entrar no Chiostro del Paradiso (claustro anexo, lindíssimo, em estilo árabe-normando), o ingresso fica em torno de €4.

Aproveite pra curtir a Marina Grande de Amalfi, caminhar pelas ruas estreitas cheias de lojinhas, provar doces com limão e tomar um gelato. Amalfi foi uma das quatro repúblicas marítimas italianas na Idade Média — daí o orgulho histórico que se sente nas placas e bandeiras pela cidade.

À tarde, faça a caminhada curtinha (uns 800m, daqueles passeios à beira-mar) até Atrani, o vilarejo vizinho. Atrani está entre duas falésias e tem ar de cidade adormecida — casinhas coloridas, uma pracinha cheia de vida (a Piazza Umberto I) e a Igreja de San Salvatore de Birecto, em estilo barroco.

Suba também na Igreja de Santa Maria del Bando, a 150 metros acima do mar — o terraço natural lá em cima tem uma vista única. Atrani é daquelas dicas que ninguém conta: tá ali do lado de Amalfi e quase todo mundo passa batido.

4º dia: Ravello, o paraíso suspenso
Suba de ônibus desde Amalfi (ou de carro, são uns 6 km) até Ravello, uma das vilas mais especiais da Itália. Diferente das outras cidades da Costa, Ravello não fica à beira-mar — está suspensa na montanha, a uns 365 metros de altitude, com a vista mais cinematográfica da região.

Comece pela Piazza Duomo, com a Catedral de Ravello e a Torre de São Pantaleone. De lá, vá pra Villa Rufolo, com jardins abertos o ano todo e ingresso em torno de €8 — os jardins inspiraram Wagner e até hoje são palco de festivais de música clássica ao ar livre no verão.
O ponto não-negociável é a Villa Cimbrone, com o famoso Terraço do Infinito — uma fileira de bustos de mármore com o mar Tirreno se estendendo até o horizonte. É uma das vistas mais fotografadas do Mediterrâneo, e com razão.

Aproveite pra almoçar num bistrô com vista pro vale, passear pelas boutiques de cerâmica, couro e produtos artesanais, e visitar o Museu do Coral. Ravello tem clima de refúgio de artistas — escritores, músicos e pintores moram por lá há décadas — e dá pra entender o porquê em cada esquina.
5º dia: Minori, Maiori, Cetara e o Sentiero dei Limoni
Esse é o dia das vilas menos conhecidas — e algumas das mais autênticas. Comece por Minori, a uns 4 km de Amalfi. Cidade pequena, praia mais plana com águas calmas e rasas (boa pra quem viaja com criança), e fama de capital do doce com limão. Não saia de lá sem provar uma delizia al limone.

Em Minori, conheça também a Basílica de Santa Trofimena, o Museu Antiquarium e a Villa Romana, um sítio arqueológico do século I. Tudo a pé, dá pra cobrir numa manhã tranquila.

De Minori pra Maiori (2,5 km), a gente recomenda fazer a pé pelo Sentiero dei Limoni (Caminho dos Limões) — uma trilha leve que liga as duas cidades passando pelos terraços de limoeiros que dão origem ao famoso limão IGP da Costa Amalfitana. É uma caminhada bonita, fácil, com cheirinho de limão no ar e vistas constantes do mar.

Maiori tem a praia mais extensa da Costa, ótima pra quem busca um banho mais relaxado e preços de beach club mais em conta que em Positano. Visite a Corso Reginna (rua principal), o Palazzo Mezzacapo, a Igreja Collegiata di Santa Maria a Mare, o Castello di San Nicola e o complexo de Santa Maria Olearia — três pequenas igrejas escavadas na rocha, fascinantes.

À tarde, siga pra Cetara, a uns 10 km. Cetara é vilarejo de pescadores autêntico, com marina cheia de barquinhos coloridos e fama de servir o melhor peixe da Costa Amalfitana. A especialidade local é a colatura di alici (um molho à base de anchovas, herança dos romanos), que dá um sabor único ao scialatielli all’amalfitana, a massa típica da região.

Visite também a Torre di Cetara, a Igreja de San Pietro Apostolo e a Igreja Francesco d’Assisi. Almoçar (ou jantar) num restaurante de frutos do mar em Cetara é uma experiência pra guardar.
Seguro viagem e chip: indispensáveis pra Itália
Pra qualquer viagem na Europa, o seguro viagem é obrigatório — exigência do Tratado de Schengen, com cobertura mínima de 30 mil euros. A gente sempre fecha o seguro por esse comparador de seguros, que já vem com 18% de desconto exclusivo Grupo Dicas e compara todas as principais seguradoras. Atendimento médico fora do Brasil custa caro, e ficar coberto contra imprevistos vale cada centavo.
Pro celular, em vez de pagar roaming caro da operadora brasileira, vale a pena garantir esse chip de viagem que a gente usa. Você já chega na Itália com internet funcionando, sem precisar procurar loja em aeroporto.
6º dia: Vietri sul Mare e Salerno
Hoje o passeio é pro extremo oriental da Costa. Vietri sul Mare (a uns 52 km de Sorrento, 21 km de Amalfi) é a capital da cerâmica italiana — toda a cidade é decorada com azulejos coloridos, fachadas pintadas à mão e lojinhas onde dá pra ver os artesãos trabalhando.

Visite o Museu da Cerâmica, a Fábrica de Cerâmica Solimene (com aquela fachada icônica de telhas redondas), a Igreja de San Giovanni Battista (com cúpula em cerâmica), e relaxe no parque Villa Comunale, com vista pro mar e decoração toda em cerâmica. Uma lembrança autêntica daqui vale muito mais do que aquelas miniaturas genéricas das lojas de turista.

Daí siga pra Salerno, a 6 km. Salerno não faz parte oficialmente da Costa Amalfitana, mas é a cidade maior da região e oferece um clima mais urbano e descolado — ótima pra quebrar o ritmo de vilarejos pequenos.

Explore o centro histórico pela Via Mercanti (a rua mais antiga da cidade), visite a Catedral de Salerno, caminhe pela Trieste Lungomare (orla cheia de natureza) e suba ao Castelo de Arechi, fortaleza medieval com vistas magníficas do golfo. A Piazza della Libertà também merece a parada.

7º dia: Ilha de Capri
O último dia (ou os dois últimos, se conseguir esticar) é pra Capri. Pegue um dos primeiros ferries de Sorrento (uns 20-30 minutos de travessia) — chegar cedo é a dica de ouro pra fugir das excursões que despejam multidões a partir das 11h.

A gente errou nessa na primeira vez: deixou Capri pro fim da viagem, foi num horário de pico e o resultado foi fila pra tudo. Se possível, considere dormir uma noite em Capri na alta temporada — o fim de tarde e o início da manhã, com a ilha quase vazia, são uma experiência completamente diferente.
A ilha se divide em duas localidades: Capri (vila principal) e Anacapri (parte alta). Comece pelo passeio de barco ao redor da ilha, passando pelos icônicos Faraglioni (três rochedos que viraram cartão postal) e, se o mar estiver calmo, entrando na Gruta Azul (Grotta Azzurra) — o barquinho que leva até a entrada da gruta fica em torno de €10-€15, somando à entrada da gruta e ao barco maior.

Em Anacapri, pegue o teleférico até o Monte Solaro, ponto mais alto da ilha — a vista panorâmica é de tirar o fôlego. Visite também a Villa San Michele, casa-museu com jardim e vistas sobre o mar, e a Igreja de Santa Sofia.

De volta a Capri vila, passeie pela Piazzetta di Capri (o coração social da ilha), visite a Igreja de Santo Stefano, caminhe até Punta Tragara pra ver os Faraglioni de cima, e dê uma volta pela Via Camerelle, a rua mais chique, com Gucci, Prada e Dolce & Gabbana lado a lado. Se a viagem permitir esticar, feche com o pôr do sol no Farol de Punta Carena, em Anacapri.

Erros comuns que turistas brasileiros cometem na Costa Amalfitana
- Subestimar deslocamentos: a estrada da Costa (SS163) é uma das mais cênicas do mundo, mas é cheia de curvas, com trânsito pesado na alta. Trajetos curtos no mapa demoram bastante na prática.
- Escolher base errada: ficar em Positano com orçamento apertado e depois sofrer com preços altos. Pra economizar, Sorrento, Maiori, Minori ou Salerno são bases muito mais amigáveis.
- Visitar Capri só no horário de pico: chegar tarde e sair cedo, pegando exatamente o pior momento de lotação. Vá no primeiro ferry da manhã.
- Ignorar trilhas e vilas menos famosas: ficar só em Positano e Amalfi e perder Sentiero degli Dei, Sentiero dei Limoni, Praiano, Atrani, Ravello e Cetara — onde mora a alma autêntica da Costa.
- Mala grande: muitos hotéis exigem subir escadas, principalmente em Positano e Ravello. Mochila ou mala de tamanho médio facilita muito.
- Subestimar o sol: no verão, o calor é forte. Chapéu, água e protetor são obrigatórios em trilhas e passeios de barco.
Pra quem quer turbinar o roteiro com uma trilha de cair o queixo, vale incluir o Sentiero degli Dei (Caminho dos Deuses), que liga Bomerano (Agerola) a Nocelle (acima de Positano). É moderado, leva 3-4h e tem vistas cinematográficas — comece cedo pra evitar o calor.
Perguntas frequentes sobre a Costa Amalfitana em 7 dias
7 dias é tempo suficiente pra conhecer a Costa Amalfitana?
Sim, 7 dias é o tempo ideal pra conhecer com calma todos os vilarejos principais (Positano, Amalfi, Ravello, Atrani, Praiano, Minori, Maiori, Cetara e Vietri sul Mare) e ainda incluir Capri. Dá pra unir praia, trilhas e passeios sem correria.
Qual a melhor cidade pra ficar hospedado na Costa Amalfitana?
Depende do estilo. Sorrento é a base mais econômica, com fácil acesso a tudo. Positano é a mais glamorosa e fotogênica, mas cara. Amalfi tem ótima localização central. Ravello é a mais tranquila, ideal pra quem quer paz. A gente recomenda dividir entre Sorrento e Amalfi (ou Positano), pra aproveitar o melhor dos dois mundos.
Vale a pena alugar carro na Costa Amalfitana?
Vale, especialmente pra ver vilas mais espalhadas como Maiori, Minori, Cetara e Vietri sul Mare, que têm conexão ruim de ônibus. Por outro lado, o trânsito é pesado na alta, o estacionamento é caro e tem ZTL nos centros. Quem fica só em Positano e Amalfi pode se virar com ônibus e ferry.
Qual a melhor época pra visitar a Costa Amalfitana?
Maio, início de junho e setembro são os meses ideais: clima quente, mar ótimo pra banho e menos turistas. Julho e agosto são lotados e caros. No inverno (novembro a março), boa parte da estrutura turística fecha.
Quanto custa em média uma diária na Costa Amalfitana?
Varia bastante. Pensão simples fora da alta custa em torno de €100-€150 pra duas pessoas. Hotel confortável bem localizado: €200-€350. Hotéis de luxo com vista pro mar em Positano e Ravello podem passar de €500-€700 por noite na alta temporada.
Capri vale a pena? Quanto tempo dedicar?
Vale muito a pena — é um dos pontos altos da viagem. Pra fazer bem feito, reserve pelo menos 1 dia inteiro, chegando no primeiro ferry da manhã. Se puder dormir uma noite na ilha (especialmente na alta), melhor ainda: o fim de tarde e o início da manhã, sem multidões, são experiências completamente diferentes.
Preciso de seguro viagem pra Itália?
Sim, é obrigatório. A Itália faz parte do espaço Schengen, que exige seguro viagem com cobertura mínima de 30 mil euros pra entrada no país. Além de ser exigência legal, é uma proteção essencial — atendimento médico na Europa custa caro.
Economize ao máximo na sua viagem à Itália
- Economizando: não deixe de ler como viajar barato para a Itália, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Itália da forma mais barata e segura.
- Carro: veja como alugar um carro na Itália pelo menor preço.
- Praias: conheça as melhores praias da Costa Amalfitana.
- Cidades: veja quais cidades visitar na Costa Amalfitana.
- Euros: conheça a melhor forma de levar dinheiro pra Itália.
- Celular: garanta seu chip internacional pra Itália ainda no Brasil.
- Seguro viagem: veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
- Transfer: saiba aqui como reservar pelo menor preço.
A Costa Amalfitana é daqueles destinos que entram na lista de favoritos pra vida toda. Com 7 dias bem planejados, dá pra sair de lá sentindo que aproveitou cada vilarejo, cada vista e cada prato com limão. Boa viagem!