O que fazer em 6 dias nas Bahamas: roteiro completo

Seis dias nas Bahamas é tempo suficiente pra ir muito além de Nassau e do resort em Paradise Island — dá pra conhecer os porcos nadadores das Exumas, mergulhar em águas cor de safira, jantar bem e ainda sobrar dia pra relaxar na praia. A gente já foi e voltou várias vezes pra esse arquipélago, e a sensação é sempre a mesma: a primeira viagem termina com a gente planejando a segunda.

Aqui a gente montou um roteiro dia a dia, com horários, faixas de preço, dicas insider e os erros mais comuns que brasileiro comete por lá (tipo achar que dá pra conhecer as Bahamas só com um cruzeiro rápido de Miami — não dá). E não esquece: aqui no nosso guia completo das Bahamas a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

Uma coisa importante antes de começar: as Bahamas têm mais de 700 ilhas e ilhotas. Quem fica preso só em Nassau e no resort perde 80% da graça. A gente já caiu nessa armadilha na primeira viagem, então aprendeu na marra: separe ao menos um dia inteiro pra uma ilha extra (Exumas, Rose Island ou Harbour Island). Bora ao roteiro.

Primeiro dia: chegada e Nassau histórica

A porta de entrada do arquipélago é Nassau, capital fundada pelos britânicos e que ficou famosa por ter abrigado piratas como Blackbeard por volta de 1706. Essa pegada histórica ainda aparece nos fortes, nos bares temáticos e na arquitetura colonial do centro.

Manhã e tarde

Pra começar bem, vá até o Forte Charlotte, uma das maiores fortificações do país, construída pelos britânicos no final do século XVIII. A vista de Nassau e do mar lá de cima vale a parada, e o forte ainda abriga uma coleção de artefatos militares que ajuda a entender o passado das Bahamas. A entrada costuma ser bem acessível e dá pra explorar com calma em 1h30 a 2h.

Depois do forte, dá uma esticada até a Queen’s Staircase (Escadaria da Rainha), com seus 66 degraus esculpidos manualmente na rocha entre 1793 e 1794. É um dos cartões-postais de Nassau e tem um pequeno jardim ao redor que rende fotos bonitas. Fica bem perto do Forte Charlotte, então dá pra emendar.

Pra fechar a parte da tarde, caminhe pelo centro histórico até o porto de Nassau, que foi reformado e recebe milhares de turistas de cruzeiro por dia. O Straw Market tá logo ali — vale uma volta pra ver chapéus, bolsas de palha, esculturas e souvenirs feitos à mão.

Onde comprar ingressos e passeios (e economizar)

Uma dica que vale ouro: compre ingressos e passeios pela internet, com antecedência. Nas bilheterias sai mais caro, pode estar esgotado pro dia que você quer e ainda perde tempo na fila. E se você compra direto no site oficial das atrações, paga 3,5% de IOF e não consegue parcelar.

O site que a gente usa em todas as viagens é esse aqui. É um dos maiores do mundo, com todos os ingressos e passeios das Bahamas, e a maior vantagem é que você paga em reais (evita o IOF) e pode parcelar. Outras vantagens:

  • Cancelamento gratuito em boa parte dos passeios — útil pra Bahamas, onde o clima pode mudar de hora em hora na temporada de furacões.
  • Transfer do aeroporto: costuma sair mais barato que táxi, você paga adiantado (sem golpe), o motorista já sabe seu destino e te espera com plaquinha no desembarque.
  • Atendimento 24h em português, caso precise resolver qualquer coisa.
  • Free tours guiados em várias cidades — você só paga gorjeta ao guia no final.

Noite: jantar e Nassau à noite

Pra fechar o primeiro dia, o Graycliff Restaurant é uma escolha clássica. Fica a uns 5 minutos do Forte Charlotte, dentro do Graycliff Hotel na West Hill Street, e oferece uma das melhores experiências gastronômicas de Nassau, com uma das maiores adegas do Caribe. Funciona das 12h às 15h e das 18h às 22h. Reserve com antecedência — chegar sem reserva costuma dar dor de cabeça. Espere gastar em torno de US$ 60-80 por pessoa sem bebidas alcoólicas.

Se quiser uma pegada mais histórica e descontraída, o Pirate Republic Brewing é um bar temático de piratas excelente pra fechar o dia no clima de Nassau, com cervejas próprias e preços bem mais camaradas.

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Hotéis: Maior inventário + melhor preço + atencedência = 35%

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Seguro Viagem: Comparador + 16 empresas + cupom 18% = 42%

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Segundo dia: Cable Beach e Atlantis à noite

Tá nas Bahamas: praia é lei. O segundo dia é pra colocar o pé na areia branca e mergulhar naquela água azul-turquesa de cartão-postal.

Manhã e tarde na Cable Beach

A Cable Beach se estende por cerca de 4 km na costa noroeste da ilha de New Providence e é uma das melhores opções pra quem quer praia com estrutura. Tem aluguel fácil de equipamentos pra snorkel, jet ski, banana boat e parasailing, vários restaurantes e bares pé na areia, e ainda fica bem perto do complexo Baha Mar, caso queira dar uma esticada pra almoçar num restaurante de resort.

Cable Beach nas Bahamas

Quando a gente foi, o que mais surpreendeu foi como a água é transparente mesmo nas regiões mais movimentadas — dá pra ver os peixinhos sem precisar de máscara. Se você quiser conhecer outras opções, dá uma olhada também na nossa lista das melhores praias das Bahamas.

Noite no Atlantis Casino

Depois do dia de praia, vá ao Atlantis Casino, parte do Atlantis Paradise Island Resort. Mesmo quem não joga gosta de circular pelo complexo: tem aquários gigantes, restaurantes pra todos os bolsos (de pratos à beira da piscina a alta gastronomia) e uma arquitetura impressionante. É um dos pontos de entretenimento noturno mais conhecidos das Bahamas.

Se quiser estender e curtir a noite com música alta, a Aura Nightclub dentro do próprio Atlantis é uma das baladas mais agitadas da ilha, abrindo quinta, sexta e sábado das 22h às 4h, com DJs internacionais e festas temáticas.

Terceiro dia: Blue Lagoon Island

A cerca de 5 km de Nassau, a Blue Lagoon Island é uma das ilhotas mais frequentadas da região e uma escolha certa pra quem quer um dia leve de mergulho e descanso. A travessia é rápida de barco e dá pra fechar o passeio incluindo transfer + acesso à praia + atividades aquáticas.

Manhã e tarde

A água é cristalina, dá pra ver várias espécies de peixes nativos e a vegetação ao redor torna o cenário bem caribenho. Tem opções com interação com golfinhos, leões-marinhos e arraias, mas se quiser só relaxar, o day pass básico já entrega praia tranquila, espreguiçadeira e estrutura de bar/restaurante.

Blue Lagoon nas Bahamas

Noite: jantar no Mogano

Pra noite, uma boa pedida é o Mogano by Giorgio Locatelli, que mistura ambiente moderno com pratos que combinam influências locais e italianas — destaque pros raviolis e pratos com frutos do mar frescos. Funciona em horários variados ao longo da semana (geralmente das 17h30 às 22h, e em alguns dias também no almoço, das 11h30 às 14h30, fechando às terças). Vale conferir o site do restaurante antes de ir.

Mogano by Giorgio Locatelli em Nassau

Quarto dia: tour pela cidade e cultura local

Depois de dois dias intensos, o quarto dia é ótimo pra desacelerar um pouco e conhecer mais a fundo a cultura de Nassau.

Manhã e tarde: bicicleta e centro histórico

Um tour guiado de bicicleta por Nassau é uma forma diferente de explorar a cidade, principalmente porque o guia explica o lado dos piratas, a influência britânica e os bairros que normalmente passam batido. A gente recomenda fazer com agência, que organiza trajeto e bicicleta, fica mais seguro e tranquilo.

Na parte da tarde, complete a visita ao Complexo Histórico, com as fábricas de chocolate e charutos da Graycliff (dá pra fazer tour interno) e a destilaria John Watling’s, ligada à história local — vale a parada pra degustação de rum.

Hora de provar a comida local

Aproveita o dia mais tranquilo pra experimentar a culinária bahamense de verdade. Os pratos típicos giram em torno do conch (um molusco caribenho), que vem frito em bolinhos (conch fritters), em ceviches ou ensopados. A lagosta bahamense, o peixe ensopado e os johnnycakes (uma espécie de pão local) também são clássicos. Lugares mais simples e fora do circuito turístico costumam ter preços muito mais camaradas que restaurantes de resort — uma refeição local sai em torno de US$ 15-25 por prato principal.

E não pode deixar de pedir uma Bahama Mama, o drink símbolo do país: pegada caribenha, rum, sucos tropicais e especiarias. Quase todo bar serve a versão da casa.

Noite: Señor Frog’s ou bar local

Pra fechar o dia com clima descontraído, o Señor Frog’s na Woodes Rodgers Walk é animado, com música ao vivo, dançarinos e comida mexicana. Funciona das 10h às 18h durante a semana e estica até meia-noite às sextas e sábados. Se quiser algo mais tranquilo, vale conferir nossa lista dos melhores bares das Bahamas.

Senor Frogs em Nassau

Quinto dia: a tão esperada ilha dos porcos

Esse é o passeio que muita gente faz a viagem só por causa dele: nadar com os porcos das Exumas. E faz sentido — é uma experiência que rende foto absurda e que você não vai esquecer.

Manhã e tarde

A Big Major Cay, conhecida como ilha dos porcos, fica a uns 120 km de Nassau, então o passeio é dia inteiro. A região das Exumas tem aquela água cor de safira que parece editada de tão azul, sandbars (bancos de areia no meio do mar) e formações como a Thunderball Grotto, gruta usada em filmes de James Bond.

Existem duas formas principais de fazer esse passeio:

Opção A: Excursão de dia inteiro às Exumas (clássico)

Na excursão completa à ilha dos porcos, o roteiro funciona mais ou menos assim:

  • Retirada no hotel em Nassau e transfer até o aeroporto, onde você embarca em um monomotor e sobrevoa as Exumas.
  • Depois de uns 30 minutos de voo, troca pra uma lancha e segue até os porcos nadadores.
  • Inclui paradas em Compass Cay (onde dá pra nadar com tubarões-lixa, super dóceis), gruta Thunderball (snorkel entre peixes coloridos) e Guana Cay (iguanas nativas).
  • Almoço tradicional incluído, com drinks.

É um passeio caro (gira em torno de R$ 4.000 por adulto), começa cedo (8h) e dura cerca de 7 horas. Mas é O passeio das Bahamas — se o orçamento permite, vale cada centavo.

Porcos nadadores nas Bahamas

Opção B: Excursão a Rose Island com avistamento de porcos

Se o orçamento aperta ou se você não quer pegar voo só pra um passeio, tem a excursão à Rose Island, mais perto de Nassau:

  • Retirada em ponto de encontro em Nassau, com horário de saída às 10h ou 12h.
  • Navegação por ilhotas próximas, incluindo Green Cay (com tartarugas marinhas).
  • Snorkel em Rose Island e tempo de praia.
  • Avistamento de porcos simpáticos e almoço típico.

Duração de cerca de 4 horas, custo em torno de R$ 840 por adulto e R$ 790 pra crianças de 5 a 12 anos. Não tem a magia de Exumas, mas resolve bem se você quer só a foto com os porquinhos sem gastar fortuna.

Excursão a Rose Island com avistamento de porcos

Noite: compras no Straw Market

De volta a Nassau, dê uma passada no Straw Market ao entardecer. É o melhor lugar pra levar lembrancinhas: chapéus de palha, bolsas, esteiras e esculturas feitas à mão pelos vendedores locais. O clima é animado e os preços são bem mais camaradas que nas lojas de resort. Olha mais opções na nossa matéria de compras nas Bahamas.

Straw Market nas Bahamas

Sexto dia: Aquaventure e jantar de despedida

Pra fechar com chave de ouro, nada melhor que um dia de parque aquático e um jantar bonito à beira-mar.

Manhã e tarde no Aquaventure

O Aquaventure Water Park, dentro do Atlantis Paradise Island Resort, é o parque aquático mais famoso das Bahamas — toboáguas radicais, rio corrente, piscinas gigantes e aquários integrados. É uma das melhores opções de o que fazer com crianças nas Bahamas, mas adulto também se diverte muito.

Se você não tá hospedado no Atlantis, pode comprar um day pass (gira em torno de US$ 150-250 por pessoa, dependendo do tipo de acesso e da temporada). Reserve com antecedência: em alta temporada o day pass esgota e quem chega na hora ou não entra ou paga muito mais caro.

No mesmo complexo fica o Dolphin Cay, um habitat marinho onde dá pra fazer mergulho de cilindro ou snorkel com golfinhos, leões-marinhos e arraias. É um passeio à parte, que precisa de reserva.

Noite de despedida no Dune

Pra fechar a viagem em grande estilo, o Dune, no Ocean Club em Paradise Island (One Ocean Drive Nassau), é ideal. Cozinha mediterrânea com influência caribenha, frutos do mar fresquíssimos, ambiente elegante à beira-mar — o tipo de jantar que vira memória da viagem. Funciona das 7h às 11h, das 12h às 15h e das 18h às 22h. Reserve com antecedência, especialmente em alta temporada.

Dune em Paradise Island

Quando ir e quanto custa a viagem

As Bahamas têm clima quente o ano inteiro, mas tem épocas melhores que outras. A alta temporada vai de dezembro a abril, com menos chuva e menor risco de furacões — é quando os passeios marítimos rolam tranquilos. A temporada de furacões no Caribe vai de junho a novembro, com mais chuva e possibilidade de cancelamento de tours. Fora da alta, as diárias ficam um pouco mais baratas e as praias menos lotadas.

Faixas de preço pra você se planejar:

  • Passeio bate-volta às Exumas (porcos, sandbars, snorkel): em torno de US$ 200 por pessoa, com almoço e drinks.
  • Passeio a ilhas próximas (Rose Island, Blue Lagoon): US$ 100-200 por pessoa.
  • Day pass no Atlantis: US$ 150-250 por pessoa.
  • Jantar em restaurante simples: US$ 15-25 por prato principal. Em restaurantes de alta gastronomia (Graycliff, Dune): US$ 40-80 sem bebidas alcoólicas.
  • Táxi em Nassau/Paradise Island: US$ 15-30 por corrida curta, mais barato dividindo em grupo.

Erros mais comuns que brasileiro comete nas Bahamas

Quando a gente foi pela primeira vez, errou em algumas coisas que só percebi depois. Pra você não passar pelo mesmo:

  • Ficar só em Nassau ou preso no resort: esse é o erro número 1. Conhecer as Bahamas só de cruzeiro de Miami é como dizer que conheceu o Brasil porque foi a Foz do Iguaçu. Separe pelo menos um dia pra Exumas, Rose Island ou Harbour Island.
  • Subestimar o custo dos passeios de barco: muita gente esquece que tour pra Exumas sai em torno de US$ 200 por pessoa. Coloque isso no orçamento desde o início.
  • Ignorar a temporada de furacões: se for entre junho e novembro, tenha plano B e seguro viagem que cubra cancelamentos por clima.
  • Não reservar day pass com antecedência: Atlantis lota em alta temporada. Chegar na hora pode significar entrada negada ou preço mais alto.
  • Roteiros muito apertados entre ilhas: quem tenta encaixar Nassau + Exumas + Eleuthera + Harbour Island em 6 dias acaba passando metade da viagem em transfer. Escolha 1 ou 2 ilhas extras e aproveite com calma.

Pro lance do clima e do imprevisto, vale muito contratar esse comparador de seguros: ele compara as principais seguradoras do mercado e já vem com 18% de desconto exclusivo. Atendimento médico nas Bahamas e nos EUA (em caso de conexão) sai caríssimo sem cobertura — uma simples ida ao pronto-socorro pode passar de US$ 2.000.

Como chegar e se locomover entre as ilhas

O acesso principal é por Nassau (NAS), com voos a partir do Brasil geralmente via Miami, Panamá ou Atlanta. Entre as ilhas, o transporte é por voos domésticos ou barcos rápidos — pra Harbour Island, por exemplo, é comum voar até Eleuthera e seguir de barco.

Dentro de Nassau e Paradise Island, táxis e transfers de hotel são o jeito mais prático. Existe ônibus local (chamado jitney), mas turista normalmente prefere táxi pela praticidade. Negocie o valor antes de entrar — e se for em grupo, peça pra dividir.

Pra ficar conectado o tempo todo (Google Maps, WhatsApp, Uber não funciona muito bem por lá mas tem outros apps), garante um chip de viagem ainda no Brasil. Sai muito mais barato que pagar roaming da operadora brasileira e você chega já com internet funcionando no celular.

Onde ficamos em Bahamas (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Nas Bahamas, duas regiões se destacam para os turistas. Uma é Nassau, a capital, que oferece uma junção de praias, vida noturna e atrações culturais, ideal para quem deseja estar no centro da ação. A outra é Paradise Island, famosa pelas suas praias e pelo Atlantis Resort. É uma área muito procurada por quem busca luxo e entretenimento, embora os preços sejam mais altos.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre 6 dias nas Bahamas

6 dias nas Bahamas é tempo suficiente?

Sim, 6 dias é uma duração ótima pra combinar Nassau, Paradise Island e pelo menos uma ilha extra (Exumas ou Rose Island). Dá pra equilibrar praia, passeios de barco, cultura, gastronomia e o parque aquático do Atlantis sem correria.

Brasileiro precisa de visto pra ir às Bahamas?

Não. Brasileiros não precisam de visto pra turismo de curta duração nas Bahamas. Só leva passaporte com validade mínima de alguns meses e comprovante de saída (passagem de retorno), que a imigração costuma pedir.

Qual a melhor época pra ir às Bahamas?

De dezembro a abril é a alta temporada, com clima mais seco e menor risco de furacões — ideal pra passeios de barco. De junho a novembro é a temporada de furacões, com mais chuva e possíveis cancelamentos, mas diárias mais baratas e menos turistas.

Vale a pena fazer o passeio das Exumas (porcos nadadores)?

Vale muito, se o orçamento permite. É O passeio das Bahamas — sandbars, snorkel em grutas usadas em filmes do James Bond, nadar com porcos e tubarões dóceis. O bate-volta a partir de Nassau gira em torno de R$ 4.000, e dura um dia inteiro (cerca de 7 horas).

Qual moeda usar nas Bahamas?

A moeda oficial é o dólar bahamense (BSD), mas ele tem paridade 1:1 com o dólar americano (USD) e o USD é aceito em todo lugar. Não precisa trocar — leve dólar americano que resolve tudo.

Vale a pena alugar carro nas Bahamas?

Pra um roteiro focado em Nassau e Paradise Island, não vale muito a pena. A maioria dos passeios já inclui transfer, e táxi resolve bem dentro da cidade. Se for explorar regiões mais afastadas de New Providence ou outras ilhas grandes, aí sim faz sentido.

É seguro viajar pra Nassau?

As áreas turísticas (Paradise Island, Cable Beach, downtown próximo ao porto) são bem seguras durante o dia. À noite, evite andar a pé fora dessas regiões — use táxi pra ir e voltar de restaurantes e baladas. O bom senso de qualquer cidade grande resolve.

Economize ao máximo na sua viagem para as Bahamas

Esse roteiro de 6 dias é a base perfeita pra primeira viagem às Bahamas — equilibra praia, cultura, gastronomia, parque aquático e a experiência insubstituível dos porcos nadadores. Quando a gente fechou nosso primeiro roteiro assim, voltou com a certeza de que ia querer voltar pra explorar Harbour Island, Eleuthera e o resto do arquipélago. Boa viagem, e qualquer dúvida, a gente sempre responde aqui pelo Grupo Dicas!