
Se você tá planejando o que fazer em 5 dias na Costa Amalfitana, esse roteiro vai te ajudar a montar uma viagem completa por uma das regiões mais lindas da Itália. A gente já rodou bastante por lá e a sensação é sempre a mesma: parece que o tempo desacelera, as casinhas coloridas pendem das falésias e o mar Tirreno fica de um azul que não parece real.
O bom é que 5 dias já permitem aproveitar bem a região sem aquela correria de bater Positano, Amalfi e Ravello tudo no mesmo dia (erro clássico). Dá pra distribuir os deslocamentos, conhecer vilas menos óbvias como Atrani, Minori e Praiano, e ainda sobrar tempo pra um pôr do sol tranquilo num mirante de Ravello.
E não esquece: aqui no nosso guia completo da Costa Amalfitana a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Como organizar o roteiro de 5 dias na Costa Amalfitana
A primeira dica de quem já foi: tenha uma base estratégica. Trocar de hotel todo dia naquela estrada cheia de curvas é cansativo demais. A gente recomenda Sorrento como ponto fixo — apesar de tecnicamente fazer parte da Península Sorrentina (e não da Costa Amalfitana), é onde os hotéis são mais em conta, tem mais opção de restaurante e conexão fácil de trem com Nápoles e Pompeia.
Outra coisa importante: não tem trem dentro da Costa Amalfitana. Pra circular entre as cidades, você tem três opções: barco, ônibus local (SITA) ou carro alugado. Cada uma tem prós e contras, e a gente vai explicando ao longo do roteiro qual faz mais sentido pra cada trecho.

Aluguel de carro (economize até 34%)
A região tem cidades espalhadas, vilas que ficam fora do circuito do barco e mirantes lindos no meio da estrada — então pra muita gente o carro vira o jeito mais prático de aproveitar tudo. A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Um aviso real: as estradas da Costa Amalfitana são estreitas, sinuosas e cheias de ônibus passando rente ao espelho. Vai com paciência, não pega carro grande e evita dirigir em julho e agosto se puder — o trânsito complica bastante. Estacionamento na região costuma sair em torno de €3 a €6 por hora, e combustível fica em torno de €1,85 por litro.
Quando ir pra Costa Amalfitana
A janela ideal vai de maio a setembro, quando o clima esquenta, os dias ficam longos e o mar fica próprio pra banho e passeio de barco. Mas se você quer o melhor equilíbrio entre clima bom e movimento mais controlado, vai de maio, junho ou setembro.
Julho e agosto têm o auge da alta temporada: preços nas alturas, restaurantes com lista de espera, trânsito travado nas estradas e barcos lotados. A gente já foi em agosto uma vez e a lição ficou: mesmo um almoço simples em Positano vira maratona pra conseguir mesa com vista.
1º dia: Positano, Praiano e Sorrento
Comece cedo indo até Positano, a vila mais famosa da Costa Amalfitana e provavelmente o cartão-postal que te fez querer essa viagem. Ela tá a pouco mais de 15 km de Sorrento, mas reserve tempo na estrada — em alta temporada o trecho rende mais que o esperado.
Algumas das melhores praias da Costa Amalfitana estão em Positano, como a Spiaggia Grande e a Spiaggia di Fornillo, com águas cristalinas e aquele paredão de casas coloridas atrás. Pra quem nunca foi, o impacto da chegada é forte mesmo.

Além das praias, vale visitar a Igreja de Santa Maria Assunta, com sua cúpula colorida de cerâmica majolica, e perder-se nas ruelas em ladeira. Aviso: Positano é puro sobe-e-desce. Calçado confortável é praticamente obrigatório, e mala leve faz toda diferença se você for dormir lá.
Depois do almoço, siga pra Praiano, a uns 7,6 km de Positano. Esse vilarejo é muito mais tranquilo, com bem menos turista, e por isso virou um dos nossos favoritos da costa pra um dia mais sem pressa.

Conheça a pequena Marina di Praia, as ruínas da Torre a Mare e as igrejas de San Gennaro e San Luca Evangelista. O pôr do sol aqui é um dos mais bonitos da região — Praiano tem fama justamente de ser o melhor ponto pro entardecer.
Pra fechar o dia, volte pra Sorrento (uns 23 km) e dê uma caminhada pela Piazza Tasso, principal praça da cidade, passe pela Catedral de Sorrento e desça até a antiga vila de pescadores Marina Grande. Se ainda tiver fôlego, vá ao parque Villa Comunale, no topo de uma falésia, pra ver o sol cair sobre o Vesúvio.

Dica importante sobre passeios e ingressos: compre sempre com antecedência. Na hora costuma ser mais caro e muitas atividades esgotam, principalmente em alta temporada. A gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens pra comprar ingressos, transfers e passeios de barco. Ele tem o menor preço e o pagamento já é em reais, evitando o IOF de 6%. E tem cancelamento gratuito e atendimento em português 24h — coisa que faz diferença quando você precisa remarcar algo de última hora.
2º dia: Grotta dello Smeraldo e Amalfi
No segundo dia, vá pra Amalfi, o coração da costa, a pouco mais de 31 km de Sorrento. No caminho, pare na Grotta dello Smeraldo, uma gruta com águas que ficam de um verde-esmeralda surreal por causa da luz que entra pelas fendas.

O acesso à gruta é feito por barco, e dá pra reservar com antecedência ou comprar na hora. A visita é rápida (uns 15 minutos), mas vale a parada.
Já em Amalfi, a manhã rende numa das praias do centro, como a Marina Grande. Depois, o programa é explorar o centro histórico. A Piazza del Duomo é o coração da cidade, com a imponente Catedral de Sant’Andrea no alto da escadaria — provavelmente a igreja mais bonita de toda a Costa Amalfitana. A entrada no Duomo costuma sair em torno de €4.

Visite também o Chiostro del Paradiso (Claustro do Paraíso), anexo à catedral, e tire um tempo pra um gelato numa das gelaterias do centro. Amalfi também é famosa pelo limoncello — quase toda lojinha vende, e tem desde rótulos artesanais a versões mais turísticas.

IMPORTANTE: pra uma viagem pela Europa, seguro viagem é obrigatório. O espaço Schengen exige cobertura mínima de €30 mil, e a Itália faz parte. A gente sempre compra usando esse comparador de seguros, que já vem com 18% de desconto exclusivo. Pra ficar com internet o tempo todo (Google Maps é essencial nessas estradas), vale ter esse chip de viagem que a gente usa e ativa antes de embarcar.
3º dia: Atrani e Ravello
No terceiro dia, comece por Atrani, que tá colada em Amalfi — a apenas 800 metros, separadas por um túnel. É um vilarejo minúsculo, encaixado entre duas falésias, que escapou do turismo de massa apesar de estar do ladinho da cidade mais famosa. Pra quem busca o clima de vila italiana autêntica, é parada obrigatória.

Comece pela Praia de Atrani, um cantinho gostoso envolto por casas de pescadores, depois suba pelas ruelas até a Piazza Umberto I (a Piazzetta di Atrani), o coração social do vilarejo, com cafés, bares e uma vibe muito mais local que turística.
Visite a Igreja de San Salvatore de Birecto e suba até a Igreja de Santa María del Bando, num terraço natural a 150 metros acima do mar — a vista de lá compensa cada degrau.

À tarde, suba pra Ravello, outra das melhores cidades pra visitar na Costa Amalfitana. Ela fica a 6 km de Atrani, mas no alto da montanha, e por isso o ângulo é completamente diferente: aqui você não vai pra praia, vai pelos jardins e pelas vistas panorâmicas.

A grande estrela de Ravello é a Villa Rufolo, com seus jardins icônicos debruçados sobre o mar Tirreno — uma das fotos mais reproduzidas da Itália. A entrada costuma sair em torno de €8, e os jardins ficam abertos o ano todo. Aproveite também pra passear pela Piazza Duomo, conhecer a Catedral de Ravello, a Torre de São Pantaleone e, se sobrar tempo, a Villa Cimbrone com seu famoso Terraço do Infinito.

4º dia: Minori, Maiori e Cetara
Esse é o dia das vilas menos óbvias — e justamente por isso, um dos mais gostosos. Saia cedo de Amalfi e siga pra Minori, a uns 4 km dali. Dá pra ir de carro, de barco (no verão tem linha direta) ou de ônibus SITA.

Reserve a manhã pra Praia de Minori, com águas calmas e rasas — ótima pra quem viaja com criança ou só quer relaxar. Depois, conheça a Basílica de Santa Trofimena, o Museu Antiquarium e a Villa Romana, um sítio arqueológico do século I que pouca gente sabe que existe.

De Minori, vá pra Maiori, a 2,5 km. Uma opção legal pra quem curte caminhada é o Sentiero dei Limoni, trilha entre limoeiros que conecta as duas cidades com vistas bonitas no caminho.
Maiori tem a praia mais longa da Costa Amalfitana — bom pra esticar a toalha sem disputar espaço. Passeie pela Corso Reginna (rua principal), conheça o Palazzo Mezzacapo, a Igreja Collegiata di Santa Maria a Mare e o Castello di San Nicola, no alto. Se gosta de história, vale procurar o complexo de Santa Maria Olearia, com igrejas escavadas direto na rocha.

Terminando Maiori, siga pra Cetara, a pouco mais de 10 km. É uma vila de pescadores autêntica, famosa por ter o melhor peixe da região e por produzir a colatura di alici, um molho de anchovas tradicional que aparece em vários pratos da cozinha local.

Em Cetara, dê uma volta pela marina com os barcos coloridos de pesca, visite a Torre di Cetara e as igrejas de San Pietro Apostolo e San Francesco d’Assisi. E não saia sem provar o Scialatielli all’Amalfitana, massa típica da região, num restaurante à beira-mar. Reserve com antecedência se for almoçar ou jantar — em vilas pequenas como essa, restaurante bom enche rápido.

5º dia: Vietri sul Mare e Salerno
O último dia te leva ao extremo leste da costa: Vietri sul Mare, a cerca de 52 km de Sorrento. É a cidade da cerâmica da região, e isso fica claro logo na chegada — as fachadas, escadarias e até os letreiros das ruas são feitos de cerâmica colorida.

Visite o Museu da Cerâmica e a famosa Fábrica Solimene, com sua arquitetura única assinada pelo arquiteto Paolo Soleri. As lojinhas espalhadas pelo centro são ótimas pra levar uma lembrança autêntica — e, sinceramente, vale o esforço de carregar uma peça pra casa: a qualidade é bem superior aos pratinhos que você vê nas lojas de Positano e Amalfi, e o preço costuma ser melhor.
Passeie pela Marina di Vietri, conheça a Igreja de San Giovanni Battista e suba até o parque Villa Comunale, com jardins decorados em cerâmica e vista pra baía.

À tarde, siga pra Salerno, a 6 km. Tecnicamente não faz parte da Costa Amalfitana, mas é uma cidade real, viva, com bem menos turista, e funciona como ótimo encerramento da viagem — você sente o ritmo italiano de quem mora ali, sem o filtro turístico das vilas da costa.

Explore o centro histórico pela Via Mercanti, rua mais antiga da cidade, visite a Catedral de Salerno (uma das mais imponentes do sul da Itália) e caminhe pelo Lungomare Trieste, beira-mar arborizada perfeita pro fim de tarde. Pra terminar com vista panorâmica, suba até o Castelo de Arechi, fortaleza medieval com mirante incrível sobre o golfo.

Quanto custa uma viagem de 5 dias na Costa Amalfitana
Pra te ajudar a montar o orçamento, separa essas faixas de preço comuns na região:
- Hospedagem: em torno de €70 a €150 por noite por pessoa, variando muito por cidade e temporada (Positano e Amalfi são as mais caras; Sorrento e Vietri, mais em conta).
- Refeições: em torno de €15 a €50 por pessoa, dependendo do tipo de restaurante.
- Carro alugado: em torno de €40 a €80 por dia.
- Estacionamento: em torno de €3 a €6 por hora.
- Combustível: em torno de €1,85 por litro.
- Entrada do Duomo de Amalfi: em torno de €4.
- Jardins de Villa Rufolo (Ravello): em torno de €8.
- Passeio de barco privativo: em torno de €200 a €1.000, dependendo do barco e duração.
Pra um casal viajando de carro, o orçamento total de 5 dias costuma ficar entre €1.800 e €3.000, considerando hospedagem, alimentação, transporte e passeios.
Dicas insider pra aproveitar de verdade
- Mala leve, sempre. A região é puro sobe-e-desce, e muitos hotéis ficam no alto de escadarias. Mala pequena salva a viagem.
- Reserve restaurante com varanda e vista pro mar com antecedência, principalmente em Positano, Amalfi e Capri. Na hora, só sobra mesa interna.
- Combine barco com carro. Pra trechos longos como Amalfi → Positano em alta temporada, o barco é mais rápido e bem mais agradável do que enfrentar a estrada cheia.
- Evite julho e agosto se puder. Maio, junho e setembro têm clima ótimo, preços melhores e menos confusão.
- Não tente ver tudo no mesmo dia. A geografia engana — 10 km na estrada da costa pode dar uma hora de carro.
- Se for incluir Capri, reserve um dia inteiro pra ela e vá cedo de ferry. Vale a pena pra quem tem mais dias.
Perguntas frequentes sobre o que fazer em 5 dias na Costa Amalfitana
Quantos dias são ideais pra conhecer a Costa Amalfitana?
Entre 5 e 7 dias é o intervalo ideal pra conhecer com calma. Em menos de 5 dias, você acaba focando só em Positano e Amalfi e perde o charme das vilas menores como Atrani, Ravello, Praiano e Minori. Em 7 dias, dá pra incluir Capri tranquilamente.
Qual a melhor cidade pra ficar hospedado na Costa Amalfitana?
Sorrento é a melhor base pra maioria dos viajantes: tem hotéis mais em conta, restaurantes de todo nível, conexão fácil com Nápoles e Pompeia e deslocamentos diários pra costa. Quem busca uma experiência mais imersiva pode dividir as noites entre Sorrento e Positano ou Amalfi, mas trocar de hotel cansa.
Vale a pena alugar carro na Costa Amalfitana?
Vale, principalmente se você quer ter liberdade pra parar em mirantes e visitar vilas menos óbvias como Praiano, Atrani, Minori e Cetara. Mas exige paciência: as estradas são estreitíssimas, com curvas fechadas e tráfego pesado em alta temporada. Em julho e agosto, muita gente prefere combinar barco + ônibus SITA.
Como ir pra Costa Amalfitana?
A região não tem aeroporto próprio. As duas portas de entrada principais são Nápoles (aeroporto mais próximo) e Roma (via trem de alta velocidade até Nápoles, em torno de 1h10). De Nápoles, você segue por carro, transfer, ônibus, trem + barco ou ferry direto pra Sorrento, Positano ou Amalfi.
Qual a melhor época pra ir à Costa Amalfitana?
Maio, junho e setembro oferecem o melhor equilíbrio: clima quente, dias longos e movimento mais controlado. Julho e agosto são alta temporada cheia, com preços altos e lotação. Fora desse período, muitos restaurantes, hotéis e barcos fecham (o inverno na costa é praticamente off-season total).
Dá pra incluir Capri num roteiro de 5 dias na Costa Amalfitana?
Dá, mas fica corrido. Capri merece um dia inteiro e o ferry leva tempo. Se quiser incluir, talvez seja melhor cortar um dos dias menos prioritários (como o de Vietri sul Mare e Salerno) ou esticar a viagem pra 6-7 dias.
Onde comprar ingressos e passeios na Costa Amalfitana?
A gente sempre usa esse site, que tem pagamento em reais (sem IOF), parcelamento, cancelamento gratuito e atendimento em português. Compre com antecedência pra garantir vaga e economizar — na hora costuma sair mais caro e muitos passeios esgotam.
Preciso de seguro viagem pra Costa Amalfitana?
Sim. A Itália faz parte do espaço Schengen, que exige seguro viagem com cobertura mínima de €30 mil. É obrigatório por lei e te protege contra qualquer imprevisto médico, que na Europa pode sair caríssimo sem seguro.
Economize ao máximo na sua viagem à Costa Amalfitana
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Leia nossa matéria de como viajar barato para a Itália, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Itália da forma mais barata e segura.
- Carro: esse é um item que facilita demais a logística. Veja como alugar um carro na Itália pelo menor preço possível.
- Euros: conheça a melhor forma de levar seu dinheiro para a Itália, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: garanta um chip internacional ainda no Brasil clicando aqui. Mais fácil e mais barato.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Roma pra saber qual a melhor localização e como economizar muito no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico fora costuma sair caro. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato).
- Transfer: precisa de transfer do aeroporto até o hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
A Costa Amalfitana é daqueles destinos que ficam na memória — a gente já voltou várias vezes e sempre acha um detalhe novo, um mirante escondido, um restaurante de família que tinha passado batido. Cinco dias rendem muito se você se planejar com antecedência, escolher uma base estratégica e não tentar ver tudo correndo. Aproveita cada parada com calma — a região pede isso.