O que fazer em 3 dias em El Calafate: roteiro completo

Se você tem três dias em El Calafate e quer aproveitar de verdade, a gente montou esse roteiro pra você sair da Patagônia argentina sentindo que fez o passeio completo, sem correria boba. Três dias dá pra conhecer o Glaciar Perito Moreno, fazer uma experiência mais imersiva no gelo (ou uma navegação) e ainda explorar a cidade, a Laguna Nimez, o Glaciarium e até umas Estancias incríveis da região.

Quando a gente foi a El Calafate pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi o tamanho do Perito Moreno. Você vê foto, vê vídeo, mas chegar nas passarelas e ouvir aquele estrondo do gelo se desprendendo é outra coisa. E o frio? Mesmo no verão patagônico, o vento corta. Vai com roupa boa.

E não esquece: aqui no nosso guia completo de El Calafate a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

Dia 1 em El Calafate: Glaciar Perito Moreno

Começa o roteiro pelo motivo número 1 da viagem: o Glaciar Perito Moreno. Ele é o cartão-postal absoluto de El Calafate e quase todo guia recomenda deixar ele pro primeiro dia, justamente pra você já ter na bagagem a paisagem mais marcante da viagem.

O Perito Moreno fica dentro do Parque Nacional Los Glaciares, a cerca de 80 km do centro de El Calafate (mais ou menos 1h30 de carro). É uma geleira gigantesca, com aproximadamente 6 km de largura, 60 metros de altura na frente que dá pro lago e mais de 250 km² de área — pra ter ideia, é quase do tamanho da cidade de Buenos Aires.

Beleza do Glaciar Perito Moreno

Passarelas do Perito Moreno (o passeio clássico)

A forma mais tradicional de visitar o glaciar é caminhando pelas passarelas que ficam de frente pra geleira. Tem circuitos diferentes (norte, central, sul, inferior), e dependendo de quanto você quer caminhar dá pra somar de 4 a 7 km de passarelas, com mirantes em vários ângulos. Cada ângulo entrega uma vista diferente, e tem ponto que é perfeito pra ver os desprendimentos de gelo caindo no Canal de los Témpanos.

O esquema típico do passeio é mais ou menos esse: saída do hotel por volta das 9h, chegada ao parque, tempo livre nas passarelas com paradas pra foto e pra observar a frente do glaciar, opção de comer alguma coisa nos pontos de gastronomia dentro do parque e retorno a El Calafate por volta das 17h. Ocupa o dia inteiro, mas vale cada minuto.

Dá pra ir por conta própria, mas com guia rende muito mais — você entende como o glaciar se forma, por que ele “avança” e como funciona o ciclo de ruptura que de tempos em tempos quebra parte da frente do gelo. Pra garantir o ingresso com antecedência (e geralmente mais barato que na bilheteria) é só clicar neste link.

Passeio de barco até a parede de gelo

Quem quer turbinar a experiência costuma somar um passeio de barco de cerca de 1 hora, que sai pertinho da frente do glaciar e te coloca a uma distância em que dá pra sentir o tamanho real daquela parede de gelo. Se der sorte e ver um desprendimento de perto, é uma das cenas mais impressionantes que a Patagônia entrega. A gente recomenda muito incluir esse barco se couber no orçamento.

Os passeios com barco em geral já vêm com transfer do hotel, transporte em ônibus ou micro-ônibus, guia bilíngue (espanhol e inglês) e audioguia. Como é um dos passeios mais concorridos da cidade, reserve com antecedência — nas datas de alta temporada esgota fácil.

Pra economizar nos ingressos de El Calafate

Antes de seguir, vai uma dica que vale pra viagem inteira. A gente sempre compra os passeios e ingressos por esse site que a gente usa em todas as viagens. É um dos maiores do mundo, tem praticamente todos os passeios de El Calafate e da Argentina, e a maior vantagem é que o pagamento é em reais, sem IOF, e dá pra parcelar.

Outros pontos que fazem diferença na hora de comprar por lá:

  • Cancelamento gratuito em boa parte dos passeios — útil porque a Patagônia tem clima imprevisível.
  • Atendimento 24h em português, o que ajuda demais se rolar qualquer imprevisto.
  • Transfers de aeroporto e do hotel pros passeios, já pagos em reais.
  • Em várias cidades, ainda tem opção de free tours guiados (você só dá uma gorjeta no fim).

IMPORTANTE: uma dica essencial pra aproveitar bem El Calafate é ficar hospedado numa boa localização. Faz toda a diferença pra economizar tempo de deslocamento. Lá embaixo neste post a gente vai te mostrar a melhor região pra se hospedar e os hotéis bons e baratos onde a gente já ficou.

Jantar pra fechar o dia

Depois de um dia de glaciar, nada como um bom jantar. Nossa pedida é o restaurante Isabel Cocina al Disco, que serve pratos preparados no disco de arado e em panelinhas de ferro — carnes, frango, cordeiro patagônico e frutos do mar, todos bem temperados e em porções generosas que dá pra dividir. Tem opção vegetariana também.

Vale fazer reserva com antecedência, principalmente na alta temporada.

Endereço: José Pantin 64, Z9405 El Calafate.
Horário: todos os dias das 12h às 23h30.

Dia 2 em El Calafate: trekking no gelo, caiaque ou Laguna Nimez

No segundo dia, você escolhe a vibe: experiência mais intensa em cima do glaciar ou um dia mais leve pela cidade e pela Laguna Nimez. A gente vai te dar as duas opções.

Turista admirando o Glaciar Perito Moreno em El Calafate

Opção A: Minitrekking sobre o Perito Moreno

Se você já viu o glaciar de cima das passarelas no dia 1, fazer o trekking sobre o gelo no dia 2 é a forma de subir literalmente no Perito Moreno. O passeio funciona assim:

  • Encontro no Porto Bajo de las Sombras, embarque numa lancha e travessia do Lago Rico.
  • Desembarque no lado sul do glaciar e caminhada curta pela costa, com uma intro sobre glaciologia.
  • Chegada na base do glaciar, colocação dos grampos (crampons) nas botas e início da caminhada em cima do gelo, que dura em torno de 1h30 no Minitrekking ou cerca de 3h30 no Big Ice (versão mais longa e exigente, com cavernas de gelo).
  • Retorno ao refúgio por uma passarela em meio ao bosque andino patagônico e travessia de barco de volta.

O passeio normalmente inclui transfer do hotel (em algumas modalidades), transporte rodoviário, guia de montanha bilíngue, navegação no Lago Rico e acesso às passarelas do Perito Moreno. É uma das atividades mais caras da cidade, justamente porque envolve equipamento, guia especializado e grupos limitados. Reserve cedo: vagas são restritas e dependem das condições climáticas.

Pra garantir seu lugar com antecedência, é só clicar neste link.

Turista observando beleza do Perito Moreno

Opção B: tour de caiaque pelo Perito Moreno

Outra possibilidade pra quem curte um passeio mais aventura é o caiaque pelo Perito Moreno. A ideia é ver o glaciar pela água, do nível do lago, o que dá uma noção totalmente diferente de altura da parede de gelo. O esquema é:

  • Encontro próximo ao Parque Nacional Los Glaciares.
  • Equipamento, briefing de segurança e aula teórica curta.
  • Cerca de 1h30 de caiaque desfrutando do entorno do glaciar.

O passeio dura por volta de 4 horas no total e tem opção com transfer do hotel e almoço incluso. Pra garantir o ingresso, é só clicar neste link.

Opção C (mais leve): Laguna Nimez + Glaciarium

Se você prefere um dia mais tranquilo depois do Perito Moreno, a melhor combinação é Reserva Laguna Nimez pela manhã e Glaciarium à tarde.

A Laguna Nimez é uma reserva natural na beira do Lago Argentino, a uns 1 km do centro de El Calafate — dá pra ir caminhando, o que já é um luxo. Lá você consegue ver flamingos, cisnes-de-pescoço-preto, ganso cauquén e várias outras aves. Leve binóculo e câmera, porque é prato cheio pra quem gosta de fotografar fauna.

IMPORTANTE: pra El Calafate (e qualquer destino na Argentina), seguro viagem e chip de celular são dois itens indispensáveis. Pra fechar essas duas coisas, a gente usa esse comparador de seguros (com 18% de desconto exclusivo) e esse chip de viagem que a gente usa sempre.

Glaciarium: pra entender o que você viu

O Glaciarium é um museu temático sobre as geleiras da Patagônia e é praticamente o complemento didático perfeito pro Perito Moreno. Lá você vê maquetes, vídeos, fotos e instalações interativas explicando como o gelo se forma, como avança e como o degelo afeta lugares como o Glaciar Upsala.

Tem um cinema com sessões livres de cerca de 2h e uma cafeteria com vista do Lago Argentino. Pra quem gosta de levar lembrancinha, tem uma loja com produtos da região. Cuidado com equipamento fotográfico, porque parte do museu tem temperatura baixa.

O museu fica a uns 6 km do centro, e comprando o ingresso neste link já vem com transfer saindo da Secretaria de Turismo (Av. del Libertador San Martín).

Horário: diariamente das 12h às 20h.

Ingresso do Glaciarium em El Calafate

Jantar com vista: Don Pichon

Pra fechar o segundo dia, a gente indica o restaurante Don Pichon, que fica numa parte alta da cidade com uma vista bonita do Lago Argentino. A casa é famosa pela parrilla na pedra — frango, linguiça, morcilla e o clássico cordeiro patagônico. Os pratos são fartos, dá pra dividir entre duas pessoas, e a carta de vinhos argentinos é caprichada.

O Don Pichon oferece transfer entre o restaurante e o centro pra quem tem reserva, então vale ligar antes.

Endereço: Puerto Deseado 242, Z9405 El Calafate.
Horário: todos os dias das 19h à 0h.

Restaurante Don Pichon em El Calafate

Dia 3 em El Calafate: Estancias, Balcones ou bate-volta

Pro último dia, dá pra escolher entre três caminhos: explorar uma Estancia patagônica, fazer o passeio panorâmico Balcones de Calafate ou encarar um bate-volta a El Chaltén. A gente vai detalhar cada um pra você escolher de acordo com o seu perfil.

Opção A: Estancia Cristina ou Estancia 25 de Mayo

O governo argentino distribuiu, no passado, grandes terrenos pra famílias da região como forma de povoar a Patagônia. Esses terrenos viraram as Estancias — fazendas históricas com paisagens lindas, criação de animais, montanhas, lagos e muita história pra contar.

A mais famosa é a Estancia Cristina, que fica do outro lado do Lago Argentino e funciona de 15 de outubro a 15 de abril. Pra chegar lá você atravessa o lago e ainda passa de perto do Glaciar Upsala — combo cheio. Tem várias modalidades de passeio:

Outra opção é a Estancia 25 de Mayo, que é uma reserva natural mais pertinho do centro e tem programa pra família. Lá você pode fazer passeio a cavalo e tour de bicicleta pela propriedade.

Estancia 25 de Mayo em El Calafate

Opção B: Balcones de Calafate (passeio curto e panorâmico)

Se você quer um terceiro dia mais leve, o Balcones de Calafate é um passeio de 4×4 de cerca de 3 horas que leva pra mirantes panorâmicos da cidade e formações rochosas dos arredores. Ideal pra fechar a viagem com uma visão de cima do Lago Argentino sem encarar mais um dia inteiro de glaciar.

Opção C: bate-volta a El Chaltén

Se você gosta de trilha e quer encarar a paisagem de montanha da Patagônia, El Chaltén é tentador — fica a uns 210 km de El Calafate (cerca de 3h de carro) e é considerada a capital do trekking na Argentina. Só que o deslocamento toma boa parte do dia, então só vale se você for cedo, encarar uma trilha curta (tipo a do Mirador de los Cóndores ou Chorrillo del Salto) e voltar à noite. Pra quem quer subir até o Fitz Roy ou Laguna de los Tres, melhor reservar uns 2 dias separados pra El Chaltén.

Cerveja artesanal pra fechar a viagem

Pra encerrar com chave de ouro, a indicação é o La Zorra Taproom, no centro de El Calafate. Cervejaria artesanal com variedade enorme — de IPA a Nitro Scotch — pra harmonizar com pizza ou sanduíche de cordeiro patagônico. Ambiente descontraído e ótimo pra fim de dia.

Endereço: Av. del Libertador 832, Z9405 El Calafate.
Horário: seg das 18h às 2h; ter, qua e qui das 12h às 2h; sex e sáb das 12h às 3h; dom das 12h às 2h.

Dicas práticas pra aproveitar bem os 3 dias em El Calafate

Algumas coisas que a gente aprendeu na prática e que fazem diferença:

  • Subestimar o vento patagônico é o erro número 1. Mesmo no verão, leve corta-vento, gorro, luva e roupa térmica. Nas passarelas do Perito Moreno o vento corta o rosto.
  • Reserve os passeios concorridos com antecedência. Minitrekking, Big Ice, navegação Upsala/Spegazzini e Estancia Cristina esgotam fácil em alta temporada.
  • Não encaixe tudo no mesmo dia. Tentar fazer passarelas + barco + trekking num único dia é receita pra cansaço e atraso.
  • Considere o tempo de deslocamento. El Calafate parece pequeninha, mas o parque fica a 80 km do centro. Os passeios principais tomam o dia inteiro.
  • Os preços da Patagônia são mais altos. Não compare com Buenos Aires; serviços turísticos no extremo sul argentino custam mais.
  • Inverno tem encanto, mas é mais limitado. Dias mais curtos, passeios mais sujeitos a cancelamento por clima e várias atividades suspensas. A janela mais confortável é a primavera e o verão patagônico.

Aluguel de carro pra essa viagem é uma boa opção se você quer ir por conta própria pras passarelas, dar uma passada nos Balcones, no Glaciarium e até encarar o bate-volta a El Chaltén. Pra ver as melhores opções e como economizar, dá uma olhada no nosso guia de aluguel de carros em El Calafate.

Onde ficamos em El Calafate (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro da cidade é onde estão os restaurantes, lojas, agências de turismo, bancos e feiras de artesanato. Portanto, se você deseja economizar em seu transporte pela cidade, nós indicamos que opte por se hospedar no centro de El Calafate. A região também abriga acomodações com um custo-benefício muito bom!

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Mapa personalizado dos melhores hotéis em El Calafate

Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre 3 dias em El Calafate

3 dias em El Calafate é tempo suficiente?

Sim, três dias são suficientes pra fazer o roteiro clássico: Perito Moreno + passarelas no dia 1, uma experiência mais profunda (trekking no gelo, navegação ou caiaque) no dia 2 e uma combinação leve no dia 3 com Glaciarium, Laguna Nimez e Balcones. Se quiser incluir El Chaltén com calma, aí o ideal é estender pra 4 ou 5 dias.

Qual a melhor época pra visitar El Calafate?

A primavera e o verão patagônico (de outubro a abril) são as melhores janelas, com dias mais longos e operação turística completa. Janeiro e fevereiro são o pico de alta temporada — mais caro e cheio. O inverno tem charme pra quem curte paisagens mais frias e atrações indoor como o Glaciarium, mas vários passeios ficam limitados pelo clima.

Vale a pena fazer trekking sobre o Glaciar Perito Moreno?

Vale demais se você quer uma experiência inesquecível e tem disposição física. O Minitrekking é mais acessível (cerca de 1h30 sobre o gelo) e o Big Ice é mais longo e exigente, com cerca de 3h30 e cavernas de gelo. É um dos passeios mais caros da cidade, mas a gente nunca conheceu ninguém que fez e se arrependeu.

Quanto custa a entrada no Parque Nacional Los Glaciares?

Tem uma taxa de entrada no parque que costuma ser cobrada à parte do passeio (e os valores variam por temporada, câmbio e nacionalidade do visitante). Em geral, quando você compra um tour com guia, a taxa já vem inclusa ou separada com clareza. Confirme sempre no momento da compra.

Dá pra ir ao Perito Moreno por conta própria?

Dá. Você precisa de carro alugado ou de um traslado regular saindo do centro, e aí curte as passarelas no seu ritmo. Só fique de olho nos horários de retorno dos ônibus se for de transporte público. Com guia, o passeio rende bem mais em contexto, com explicações sobre a formação das geleiras.

El Calafate é caro?

Sim, é mais caro que o resto da Argentina. Os serviços turísticos da Patagônia (passeios, restaurantes, transfer) têm preços bem acima da média do país. Pra economizar, vale comprar ingressos com antecedência em sites com pagamento em reais, escolher bem onde se hospedar e reservar transfer com cancelamento gratuito.

Preciso de seguro viagem pra El Calafate?

É altamente recomendado. Atendimento médico fora do Brasil pode sair caro, e os passeios envolvem caminhada, gelo, vento forte e altitude moderada. Um seguro com boa cobertura te protege de imprevistos médicos e de cancelamentos.

Vale combinar El Calafate com El Chaltén?

Vale, se você tiver mais dias. El Calafate é o centro das geleiras (Perito Moreno, Upsala, Spegazzini) e El Chaltén é o paraíso do trekking de montanha (Fitz Roy, Laguna de los Tres). Em 3 dias dá pra fazer só El Calafate; em 5 ou 6 dias, dá pra incluir El Chaltén com calma.

Economize ao máximo na sua viagem a El Calafate

Esse é o roteiro que a gente faria (e refaria) em El Calafate com 3 dias. Glaciar Perito Moreno é uma daquelas paisagens que não saem da memória, e quando você complementa com a Laguna Nimez, o Glaciarium e uma boa Estancia, fecha a viagem com a Patagônia inteira na bagagem. Boa viagem!