
Se a sua passagem por El Calafate é relâmpago, dá pra montar um dia incrível focando no que realmente importa: o Glaciar Perito Moreno pela manhã e tarde, com uma noite gostosa no centrinho. A gente já viajou pra lá com tempo curto e a estratégia é simples — escolher UMA experiência principal no glaciar e não tentar abraçar o mundo.
Nessa matéria a gente monta um roteiro realista de 24h em El Calafate, com horários, faixas de preço, o que levar e os erros mais comuns que turista brasileiro comete (tipo achar que dá pra emendar Perito Moreno + El Chaltén no mesmo dia — não dá, e a gente explica por quê).
E não esquece: aqui no nosso guia completo de El Calafate a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Roteiro de 1 dia em El Calafate: o que cabe (e o que não cabe)
Em 1 dia na cidade, a regra de ouro é foco. Dá pra fazer o Perito Moreno completinho (passarelas + barco, ou minitrekking, ou caiaque) durante o dia e ainda jantar no centrinho à noite. O que NÃO dá é tentar encaixar El Chaltén, Torres del Paine ou navegação no Lago Argentino até Upsala e Spegazzini junto — esses são passeios de dia inteiro separados.
O glaciar fica a cerca de 75 km da cidade, dentro do Parque Nacional Los Glaciares, no Lago Argentino — o maior lago de água doce da Argentina. São aproximadamente 1h30 de estrada em cada sentido, então o deslocamento já come um bom pedaço do dia. Por isso é melhor sair cedo e voltar no fim da tarde.
Melhor época pra ir com pouco tempo
Se você só tem 1 dia, prefira verão (dezembro a fevereiro) ou meia estação (outubro/novembro e março/abril). Os dias são mais longos, dá mais margem de horário e as chances de pegar um tempo razoável aumentam. Inverno é bonito, mas os dias são curtos e algumas atividades operam com horário reduzido — péssimo pra quem tá com tempo contado.
Manhã e tarde: o dia inteiro no Glaciar Perito Moreno
O Perito Moreno é uma das poucas geleiras do mundo considerada em equilíbrio — ela perde gelo de um lado e ganha do outro, então não está recuando como a maioria. Esse é um dos motivos pelos quais ela é tão famosa. As paredes visíveis chegam a cerca de 60 metros de altura acima da água, com mais uns 100 metros submersos, e a frente tem uns 5 km de largura. É absurdamente imponente quando você tá em frente.
Tem três principais formas de curtir o glaciar em 1 dia, e a escolha depende do seu perfil e orçamento. Abaixo a gente destrincha cada uma.

Excursão clássica: passarelas + barco opcional
Essa é a opção mais escolhida — e a que a gente recomenda pra quem quer ver o glaciar de vários ângulos sem precisar de preparo físico. O esquema funciona assim:
- Saída de El Calafate em torno das 7h-9h, com transfer saindo do hotel.
- Trajeto de cerca de 1h30 até o Parque Nacional Los Glaciares, com estrada cênica e chance de avistar guanacos e aves.
- Caminhada pelas passarelas em volta do glaciar — são cerca de 4 km de passarelas bem sinalizadas, com várias rotas e mirantes diferentes. A rota amarela costuma ter a melhor vista frontal.
- Tempo médio nas passarelas: de 1h30 a 3h, dependendo do ritmo. Tem barracas de comida e restaurante no local.
- Retorno previsto pra El Calafate por volta das 17h-18h, ainda com luz pra fazer o centrinho.
Dá pra complementar com um passeio de barco de cerca de 1 hora em frente à parede do glaciar, saindo de Punta Bandera ou Bajo las Sombras. Esse é o momento mais mágico: você fica BEM perto da parede de gelo, vê icebergs flutuando e, se der sorte, presencia um desprendimento — quando um pedaço enorme de gelo se solta e cai na água com um estrondo que ecoa no lago.
Faixa de preço: a excursão básica (transporte + guia + passarelas) costuma sair em torno de R$ 350 a R$ 700 por adulto. Com o barco incluído, o valor sobe pra faixa de R$ 700 a R$ 900, dependendo da agência e da época.
Pra garantir o ingresso com antecedência (e quase sempre mais barato que comprando na hora), a gente usa esse site que a gente usa em todas as viagens. Ele é um dos maiores do mundo em passeios, já paga em reais (sem IOF), parcela em até 12x, tem cancelamento gratuito e suporte em português 24h. Como passeios em alta temporada esgotam rápido, vale travar antes.

Minitrekking sobre o gelo do Perito Moreno
Pra quem quer uma experiência inesquecível e tem fôlego pra um dia mais intenso, o minitrekking é IMBATÍVEL. Você caminha literalmente em cima do glaciar, com crampons nas botas e guia explicando glaciologia. O esquema funciona assim:
- Encontro no Porto Bajo Las Sombras pra embarcar e atravessar o Brazo Rico do Lago Argentino.
- Desembarque no lado sul do glaciar e caminhada curta pela margem.
- Colocação dos grampos nas botas (os crampons) e início da caminhada sobre o gelo, com guia explicando fendas, lagoas azuis e formações.
- Retorno pelo bosque andino patagônico e volta de barco ao porto.
É um passeio de dia inteiro, dura entre 8 e 10 horas no total. Tem uma versão básica (sem transfer do hotel) e uma com transfer incluso. Não é permitido pra menores de 8 anos no minitrekking simples — existe uma versão chamada Big Ice mais técnica, com restrição a partir de 18 anos.
Faixa de preço: o minitrekking costuma sair em torno de R$ 1.300 a R$ 1.700 por adulto, variando conforme operador e época. Vale garantir com bastante antecedência porque é dos passeios que mais esgotam. Dá pra reservar clicando aqui.
Tour de caiaque em frente ao glaciar
Essa é a opção pra quem quer ver o Perito Moreno por um ângulo que pouca gente vê: de dentro da água, no nível do lago. O passeio funciona assim:
- Encontro junto ao Parque Nacional Los Glaciares.
- Aula teórica curta de segurança e equipamento (roupa térmica, colete, etc.).
- Cerca de 1h30 remando em frente à parede do glaciar, com guia.
A duração total do passeio é de aproximadamente 4 horas, e dá pra incluir transfer do hotel e almoço pagando um adicional. Não é permitido pra menores de 14 anos. Faixa de preço: em torno de R$ 800 a R$ 1.400 por pessoa, dependendo da modalidade. Pra ver disponibilidade, dá pra conferir aqui.

Aluguel de carro em El Calafate (vale a pena pro Perito Moreno?)
A estrada até o Perito Moreno é bonita, bem sinalizada e tem estacionamento próximo às passarelas — então sim, dá pra fazer o passeio de carro próprio. Pra quem tem só 1 dia, alugar carro pode até render uma vantagem extra: você não fica preso ao horário do ônibus da excursão e pode esticar o tempo nas passarelas (ou voltar mais cedo, se preferir).
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente que compara o preço em todas as principais locadoras e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente sempre aluga por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais — itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras. Na Patagônia, onde estradas e ventos pedem cuidado redobrado, isso vale ouro.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Hertz, Localiza e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Noite no centrinho de El Calafate
Depois de um dia inteiro no frio e no vento patagônico, voltar pro centrinho de El Calafate é puro aconchego. A cidade gira em torno da Avenida del Libertador, com lojinhas de artesanato, equipamentos de trekking, cafés, restaurantes e até um cassino.
Uma parada obrigatória no fim de tarde é o Paseo de los Artesanos, um beco colorido com bancas de artesanato em madeira, lã e peças temáticas dos glaciares. Costuma abrir por volta das 17h e tem aquela vibe boa pra comprar lembrancinhas sem cair em armadilha de turista.
Onde jantar: cordeiro patagônico e mais
O prato regional por excelência é o cordeiro patagônico, normalmente assado no espeto ou ao disco. Mas a cena gastronômica em El Calafate vem crescendo, e hoje você encontra de massas e pizzas a restaurantes mais autorais.
Uma dica testada e aprovada é o restaurante Isabel Cocina al Disco. É um restaurante caseiro que serve pratos preparados em discos de arado e em panelinhas de ferro, bem temperados e com porções generosas (dá pra dividir entre dois tranquilamente). O cardápio tem carnes, frango, cordeiro, frutos do mar e também opções vegetarianas.
Endereço: José Pantin 64, El Calafate.
Horário: todos os dias, das 12h às 23h30.
A dica é reservar com antecedência, principalmente em alta temporada, porque enche.

Sobra tempo? Glaciarium ou Glaciobar
Se você chegou cedinho no glaciar e voltou pra cidade ainda com luz do dia, vale conhecer o Glaciarium, um museu moderno sobre as geleiras com projeções 3D e documentários sobre formação e degelo. No subsolo do museu funciona o Glaciobar — um bar construído inteiramente em gelo, com paredes, copos e bancos de gelo. É turístico, mas vale como curiosidade pra fechar o dia.
Seguro viagem pra Argentina
Atendimento médico no exterior é sempre uma incógnita — pode sair caro e travar a viagem. Em destinos remotos como a Patagônia, com clima imprevisível e trilhas que podem render uma torção, isso vira ainda mais importante. Vale a pena viajar protegido por uma fração do custo da viagem.
A gente usa esse comparador de seguros pra achar o melhor custo-benefício. Ele compara as principais seguradoras do mercado, mostra coberturas lado a lado e o pagamento é em reais — parcelável e sem IOF. Pelo link, sai com 18% de desconto exclusivo e funciona como uma garantia: torcer pra não precisar, mas dormir tranquilo sabendo que tá coberto.
Chip de viagem pra usar na Argentina
Pra não ficar refém de wi-fi de hotel, pra usar Google Maps na estrada do Perito Moreno e pedir Uber no centrinho, o ideal é ter internet liberada o tempo inteiro. A gente usa esse chip de viagem que a gente usa — chega na sua casa antes de embarcar, ativa automaticamente quando você pousa e tem planos com internet ilimitada pra Argentina.
Dicas essenciais pra aproveitar o dia ao máximo
O que levar mesmo no verão
O vento patagônico não dá trégua, e mesmo num dia de sol radiante a sensação térmica em frente ao glaciar despenca. Vá em camadas: uma segunda pele, um fleece e um casaco corta-vento impermeável. Acrescente gorro, luvas leves e óculos de sol — o reflexo no gelo aumenta MUITO a exposição à radiação, então protetor solar no rosto é obrigatório. A gente errou nessa na primeira vez (foi só com jaqueta leve) e congelou.
Reserve com antecedência
Minitrekking, caiaque e algumas navegações esgotam com facilidade em alta temporada (dezembro a fevereiro e feriados). Se a sua janela é apertada, comprar antes garante o passeio no dia exato que você precisa — e quase sempre é mais barato online do que comprando na bilheteria.
Não tente fazer tudo
O erro mais comum é querer encaixar Perito Moreno + El Chaltén ou Torres del Paine no mesmo dia. El Chaltén fica a quase 3h de carro de El Calafate, e Torres del Paine já é Chile — exige fronteira. São passeios de dia inteiro SEPARADOS. Com 1 dia só, foca no Perito Moreno.
Erros comuns de turistas brasileiros em El Calafate
- Achar que o glaciar é pertinho: são 75 km e 1h30 de estrada em cada sentido. Não dá pra emendar outro passeio longo no mesmo dia.
- Subestimar o vento e o frio: ir só com jaqueta leve, sem camadas, é receita pra congelar em frente ao glaciar.
- Esquecer protetor solar: o reflexo do gelo queima a cara em poucas horas, mesmo com nuvens.
- Ficar só no primeiro mirante das passarelas: são vários caminhos com ângulos completamente diferentes. Faz pelo menos dois.
- Não reservar passeios em alta temporada: minitrekking, caiaque e barco esgotam — chegar na bilheteria sem reserva pode te deixar a ver navios.
- Não esperar um desprendimento: ouvir o estrondo do gelo se partindo é uma das experiências mais marcantes. Reserve pelo menos 30 minutos parado num bom mirante.
Onde ficamos em El Calafate (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro da cidade é onde estão os restaurantes, lojas, agências de turismo, bancos e feiras de artesanato. Portanto, se você deseja economizar em seu transporte pela cidade, nós indicamos que opte por se hospedar no centro de El Calafate. A região também abriga acomodações com um custo-benefício muito bom!
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre 1 dia em El Calafate
Vale a pena ir pra El Calafate por apenas 1 dia?
Vale, sim, se o foco é o Glaciar Perito Moreno. Em 1 dia bem planejado dá pra fazer as passarelas, um passeio de barco ou minitrekking e ainda jantar no centrinho. O que NÃO cabe é tentar conhecer El Chaltén, Torres del Paine ou a navegação até Upsala e Spegazzini junto.
Quanto custa o passeio ao Perito Moreno?
A excursão básica (transporte + guia + passarelas) costuma sair entre R$ 350 e R$ 700 por adulto. Com barco incluso, vai pra faixa de R$ 700 a R$ 900. Minitrekking sobre o gelo fica em torno de R$ 1.300 a R$ 1.700, e o tour de caiaque entre R$ 800 e R$ 1.400. Os valores variam por época e agência.
Como chegar do hotel até o Glaciar Perito Moreno?
As duas formas mais usadas são excursões organizadas (com transfer ida e volta) ou carro alugado. A estrada é cênica e bem sinalizada, com cerca de 75 km e 1h30 de viagem. Pra quem tem só 1 dia, a excursão simplifica a logística; pra quem prefere flexibilidade, o carro vale a pena.
Qual a melhor época pra visitar El Calafate em 1 dia?
Verão (dezembro a fevereiro) e meia estação (outubro/novembro, março/abril) são as melhores opções. Dias mais longos significam mais margem pra encaixar passeios. Inverno é bonito mas tem dias curtos e algumas atividades operam com horário reduzido — péssimo pra quem tem tempo contado.
Dá pra fazer Perito Moreno e El Chaltén no mesmo dia?
Não. El Chaltén fica a cerca de 3 horas de carro de El Calafate e é um destino de trekking que pede no mínimo 1 dia inteiro só pra ele. Tentar emendar resulta em correria, cansaço e nenhum dos dois bem aproveitado. Com 1 dia, foque só no Perito Moreno.
Preciso reservar os passeios do Perito Moreno com antecedência?
Em alta temporada e feriados, sim — principalmente minitrekking, caiaque e navegações, que esgotam rápido. Mesmo a excursão clássica de passarelas+barco vale travar antes pra não correr risco. Comprar online também costuma sair mais barato que na bilheteria.
O que levar pra um dia no Glaciar Perito Moreno?
Roupas em camadas (segunda pele, fleece e corta-vento impermeável), gorro, luvas, óculos de sol, protetor solar, lanche, água e câmera. O vento patagônico é forte mesmo no verão, e o reflexo do gelo aumenta muito a exposição solar.
Tem como ver desprendimentos de gelo no Perito Moreno?
Não tem hora marcada — é questão de paciência. O glaciar perde pedaços de gelo o tempo todo, mas os desprendimentos grandes (com aquele estrondo característico) são imprevisíveis. Reserve pelo menos 30 minutos parado num bom mirante das passarelas e ouça com atenção: o som vem antes da queda.
Economize ao máximo na sua viagem a El Calafate
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Argentina, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Argentina do jeito mais barato e seguro.
- Carro: esse item facilita muito uma viagem por El Calafate, principalmente pra ir ao Perito Moreno. Veja como alugar um carro em El Calafate pelo menor preço possível.
- Pesos: conheça a melhor forma de levar dinheiro pra sua viagem, com prós e contras de cada opção.
- Celular: quer usar o celular o tempo todo sem se preocupar? Garante um chip internacional ainda no Brasil clicando aqui.
- Hospedagem: veja onde ficar em El Calafate pra saber qual a melhor região e como economizar muito no hotel.
- Seguro viagem: atendimento médico fora do Brasil pode sair caro. Veja aqui as dicas pra conseguir o melhor (e mais barato) seguro.
- Transfer: precisa de transfer do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
El Calafate em 1 dia é um pega-rápido daquela Patagônia que a gente ouve falar a vida toda — e mesmo curto, rende uma das memórias mais marcantes de qualquer viagem. Se der pra esticar pra 2 ou 3 dias depois, melhor ainda: a região tem muito mais do que cabe num único dia. Boa viagem!
