Vista da área do Coliseu de Roma na Itália

Antes de montar seu roteiro, confira o essencial que você precisa antes de viajar para a Itália e evite imprevistos!

Qual é a melhor época para visitar a Itália?

Para iniciarmos, você precisa saber que na Itália cada região tem seu ritmo próprio. Quando você chega ao país, percebe que o norte e o sul quase parecem mundos diferentes em clima, comida e estilo de vida. Nós sempre lembramos que essa variedade torna a viagem muito mais rica, mas também exige um pouco de planejamento para escolher o período ideal.

Pensar na melhor época ajuda a evitar surpresas. Desse modo, é fundamental saber que a alta temporada vai de junho a agosto e atrai muitos turistas, com cidades mais cheias e preços mais altos. A vantagem é que os dias são longos e quentes, ótimos para quem gosta de movimento. 

Já a meia estação costuma ser o período preferido de muitos turistas. Abril, maio, setembro e outubro contam com temperaturas mais agradáveis, filas menores e valores mais acessíveis. O inverno, de dezembro a fevereiro, muda o clima das cidades e pode ser uma boa escolha para quem busca experiências mais tranquilas, além de preços mais baixos em várias regiões.

E não se esqueça, que aqui no Guia da Itália, tem um guia atualizado e completo, com tudo o que você precisa para planejar sua viagem, pagando mais barato em tudo. Dicas como essa do ingresso, mas para hotel, transportes, seguro, comida, chip e toda a viagem.

Verona no verão da Itália

Documentação necessária para entrar na Itália

Entendo sim. A ideia é não alterar nenhuma informação, apenas acrescentar o ETIAS como um complemento, sem interferir no que já está dito. Segue o texto com a inclusão mínima possível, mantendo tudo como você escreveu:

Organizar os documentos é um dos passos mais tranquilos para quem sai do Brasil rumo à Itália. Brasileiros podem entrar no país como turistas sem a necessidade de visto para estadias de até 90 dias. Mesmo assim, é importante ficar atento a algumas exigências, incluindo futuras autorizações de viagem exigidas para entrada no espaço Schengen, como o ETIAS.

Além do mais, o passaporte precisa estar válido durante toda a estadia. As autoridades podem solicitar comprovantes de hospedagem, passagem de ida e volta e recursos financeiros suficientes para o período.

Outro ponto que merece muita atenção é o seguro viagem, que faz total diferença. Ele é uma exigência geral do espaço Schengen. A recomendação é contratar um seguro com cobertura mínima de 30 mil euros para despesas médicas.

Isso protege você de gastos inesperados e evita dor de cabeça caso aconteça algum imprevisto durante a viagem. Quer ver um seguro viagem muito bom e com opções de valores acessíveis? Não perca a chance e clique aqui! Ele é um dos melhores desse segmento e você pode verificar todas as informações, bem como fazer uma simulação com apenas um clique.

Planejar a documentação com antecedência deixa tudo mais fácil. Nós sugerimos que você mantenha cópias digitais de documentos importantes, confira as regras mais recentes antes do embarque e evite deixar esse check-list para os últimos dias.

Passaporte internacional

IMPORTANTE: Para uma viagem à Itália, o seguro viagem e o chip de celular, são dois itens indispensáveis. Existem duas empresas, que vendem eles muito mais baratos e são ótimas. Nós sempre compramos por lá e além de economizar, nunca tivemos problemas. Vamos deixar os sites para quem quiser conferir: chip e seguro viagem.

O custo da viagem e como organizar seu orçamento

Entender os custos da Itália ajuda você a montar um orçamento bem mais realista. Os valores mudam bastante entre as regiões, já que cidades como Roma, Milão e Veneza costumam ser mais caras, enquanto destinos menores na Toscana, Úmbria ou Puglia oferecem preços mais tranquilos. Mesmo assim, com um pouco de organização, dá para viajar gastando menos sem abrir mão do conforto.

Sendo assim, começar pelas passagens é o ponto principal. Em média, saindo do Brasil, o valor costuma variar entre R$ 3.200 e R$ 5.500 na baixa temporada e pode chegar a R$ 6.000 ou mais no verão europeu. Acompanhar promoções e comprar com antecedência também reduz bastante o gasto inicial. 

Torre de Pisa na Itália

Na hospedagem, o impacto também é grande, tendo em vista que os hotéis simples em Roma e Milão ficam entre € 80 e € 150 por noite, enquanto cidades menores oferecem opções a partir de € 50–€ 70. Ficar um pouco mais afastado das áreas mais disputadas pode render uma boa economia.

O transporte também entra no planejamento e vale lembrar que a Itália tem um sistema ferroviário muito eficiente com trajetos como Roma–Florença e Milão–Veneza, que custam entre € 20 e € 45 comprando com antecedência. Já para quem pensa em alugar carro, a diária normalmente gira entre € 30 e € 60, sem contar combustível e pedágios. 

Vinícola em Moltacino na Itália

IMPORTANTE: Compre os ingressos dos passeios SEMPRE com antecedência. Na hora é sempre mais caro e muitos se esgotam. Nós sempre utilizamos esse site para comprar tudo, inclusive o transfer pro hotel. Ele tem sempre o menor preço e é o único com o pagamento já em reais, evitando o IOF de 6% de pagamentos internacionais. Sem falar nos tours gratuitos, que são ótimos.

Onde ficar na Itália sem errar na localização

Escolher onde ficar faz diferença real na sua experiência pela Itália. A boa notícia é que as cidades turísticas costumam ter regiões seguras, bem conectadas e repletas de opções. Em Roma, por exemplo, você se dá melhor ficando nas áreas próximas ao Pantheon, Piazza Navona ou Trastevere. 

Ficar nessas áreas facilita deslocamentos a pé e evitam longos trajetos de transporte. Além do mais, a região da estação Termini pode ser prática, mas funciona melhor para quem busca economia e já viajou bastante.

Fontana de Trevi na Itália

Em Florença, ficar no centro histórico facilita demais a visita aos museus e galerias. As ruas são pequenas e cheias de movimento, então quanto mais perto do Duomo ou da Ponte Vecchio, mais tranquilo o dia a dia. Já Veneza pede atenção, pois você pode escolher um hotel perto de uma estação de vaporetto que ajuda você a circular com facilidade, principalmente se estiver com malas. 

Em Milão, a área próxima ao Duomo ou a região de Brera reúne ótimos restaurantes e acesso rápido aos pontos turísticos. Ajustar a hospedagem ao estilo da viagem deixa tudo mais prático e por isso recomendamos esse buscador de hotéis na Itália, ele é excelente para fazer um bom mapeamento de hospedagens, valores e melhores lugares. Confira você mesmo!

Grand Hotel Parker's em Nápoles

Passeios imperdíveis para colocar no seu roteiro pela Itália

Algo que vai te ajudar bastante é montar uma lista de passeios antes de viajar, porque isso evita perder tempo e aumenta muito o rendimento dos dias. Para facilitar essa etapa, usar um Buscador de passeios na Europa é muito prático, já que reúne as atividades mais famosas de cada cidade com avaliações e horários.

Em Roma, vale incluir uma visita guiada ao Coliseu com acesso à arena, uma experiência que mostra áreas que o visitante comum não vê e deixa tudo mais claro historicamente. É importante ressaltar que o acesso à arena pode ser limitado e, para garantir a entrada, é recomendado comprar os ingressos com antecedência, pois as vagas são limitadas.

O Vaticano também merece atenção: os Museus Vaticanos são extensos e funcionam muito melhor quando você tem alguém apresentando as salas essenciais e guiando o ritmo da visita. Além disso, alguns dos museus mais populares, como a Capela Sistina, exigem a compra antecipada de ingressos para evitar longas filas e garantir a entrada no horário desejado.

Por isso, comprar online ou por meio de agências de turismo é uma boa opção para evitar contratempos, já que a demanda é alta, especialmente na alta temporada.

Outro cuidado importante é com os sapatos porque você vai andar bastante, muitas vezes por ruas de pedra, calçadas irregulares e locais com desníveis, então calçados confortáveis fazem muita diferença no ritmo e no aproveitamento da viagem.

Museu do Vaticano

Além disso, Florença entrega experiências únicas. Ver o David original, caminhar pela Galeria Uffizi com explicações detalhadas e subir na cúpula do Duomo colocam você em contato direto com o Renascimento. 

Já Veneza rende ainda mais quando você inclui o passeio pelas ilhas de Murano, Burano e Torcello, revelando uma parte da cidade que muita gente deixa de conhecer. Em Milão, a Última Ceia é super concorrida e esgota rápido. Por isso, organizar com antecedência evita frustração.

Ao escolher seus passeios com calma e reservar antes, você economiza tempo, foge das filas e entende melhor cada destino italiano. Se puder, confira também as opções de ingressos “fura-fila”, que fazem uma diferença enorme no tempo de viagem.

Vista deslumbrante da Costa Amalfitana

Como se locomover pela Itália de maneira simples

Viajar pela Itália fica muito mais fácil quando você entende como funciona o transporte no país. Muita gente chega imaginando que vai precisar alugar carro para tudo, mas a verdade é que o sistema ferroviário italiano resolve a maior parte dos deslocamentos.

As cidades grandes, como Roma, Florença, Milão, Veneza, Nápoles e Bolonha, são muito bem conectadas por trens rápidos e regionais, o que deixa o dia a dia muito prático.

As viagens de trem são confortáveis e chegam direto no centro das cidades, evitando longos deslocamentos. É importante não esquecer de validar os bilhetes nas máquinas disponíveis nas estações antes do embarque. Mesmo que ninguém peça a validação no momento, a falta dela pode resultar em multa alta durante a fiscalização.

As passagens costumam sair bem mais em conta quando compradas com antecedência, e usar um pesquisador de trens na Europa, que compara automaticamente as principais empresas, ajuda bastante a encontrar os melhores horários e preços.

Trem de alta velocidade na Itália

Antes de optar por dirigir na Itália, é importante entender como funciona a circulação nas cidades, especialmente nos centros históricos. Muitas áreas possuem ZTL, as Zonas de Tráfego Limitado, onde a entrada de veículos é restrita e monitorada por câmeras.

Inclusive, turistas que entram sem autorização costumam receber multas altas, que podem chegar meses depois da viagem. Por isso, o carro não costuma ser a melhor opção para deslocamentos urbanos e exige atenção redobrada à sinalização local.

Já para regiões mais remotas, como áreas rurais da Toscana, Puglia e Dolomitas, o carro pode entrar como um complemento. Nessas horas, vale usar um comparador de aluguel de carros, que lista opções de várias locadoras ao mesmo tempo. 

Há um comparador brasileiro com parcerias fortes que conseguem preços menores e ainda permitem parcelar sem juros em real, enquanto esse comparador global oferece uma busca mais ampla, embora sem parcelamento.

No fim, tudo depende do estilo da sua viagem. Em roteiros clássicos, o trem resolve praticamente tudo. Em viagens mais voltadas ao interior, ter um carro à disposição pode ajudar, desde que você escolha a oferta que faça mais sentido para o seu bolso e para a sua rota.

Roteiro de carro pela Toscana

Atenção aos pickpockets

Entre os cuidados do dia a dia e de locomoção, vale ficar atento aos pickpockets, os batedores de carteira que costumam agir onde há muitos turistas. 

Eles se aproveitam de locais cheios, como atrações famosas, transporte público, filas e ruas movimentadas, para furtar celulares, carteiras e documentos sem que a pessoa perceba. 

A melhor forma de evitar problemas é manter bolsas e mochilas sempre bem fechadas, preferencialmente à frente do corpo, não deixar objetos de valor em bolsos externos e redobrar a atenção em situações de aglomeração.

Atenção aos pickpockets

Fontes públicas na Itália

Fontes públicas de água potável, chamadas de fontanelle, fazem parte do cotidiano italiano e estão espalhadas por praças, parques e áreas turísticas.

A água é própria para consumo e pode ser usada sem restrições, o que ajuda a reduzir gastos ao longo do dia. Por isso, ter uma garrafa reutilizável à mão facilita as caminhadas e torna os passeios mais práticos, especialmente nos meses mais quentes.

Fontes públicas na Itália

Quanto tempo ficar em cada cidade para aproveitar melhor?

Decidir quantos dias passar em cada cidade evita correria e deixa a viagem mais leve. Roma, por exemplo, merece ao menos quatro dias, já que concentra muitos pontos importantes e deslocamentos relativamente longos, além de funcionar como porta de entrada para bate-voltas a Tivoli e Orvieto.

Florença funciona muito bem com três dias, principalmente se você quiser visitar museus sem pressa, e também permite visitas rápidas a Pisa, Siena ou Lucca, o que ajuda bastante a aproveitar melhor o tempo na região.

Veneza costuma pedir dois dias, o suficiente para caminhar, pegar vaporetto, acompanhar o movimento das praças e aproveitar as ilhas Murano e Burano.

Milão combina perfeitamente com Lago de Como, sendo uma boa escolha para quem quer encaixar um bate-volta sem comprometer o ritmo da viagem. Quando você distribui bem os dias, percebe que a viagem fica mais natural e você volta com a sensação de ter visto bastante sem correr.

Paisagem das construções em Florença

Como se alimentar na Itália 

Quem chega à Itália se surpreende com a variedade de pratos, isso é fato! Os italianos costumam comer mais tarde do que estamos acostumados e muitos restaurantes fecham no meio da tarde, então organizar seus horários ajuda bastante. 

O cardápio costuma vir dividido em várias etapas, como antipasti, primi, secondi e dolci, mas você não precisa pedir tudo. Escolher só um prato é totalmente normal e os atendentes já estão acostumados.

É importante saber que o couvert quase nunca é gratuito e a famosa taxa de coperto (uma cobrança por pessoa que cobre o uso da mesa, louça, talheres e o pão servido) aparece na conta por pessoa e varia conforme a cidade. A água também costuma ser cobrada, já que não é comum servir água filtrada. 

Além do mais, a gorjeta não é obrigatória, mas você pode deixar algo pequeno quando sentir que o atendimento foi muito atento. Nossa dica é optar por trattorias e pequenos restaurantes familiares que costumam oferecer refeições mais saborosas e preços melhores.

Pizzas no forno a lenha na Itália

Dicas práticas para montar um bom roteiro

Criar um roteiro para a Itália fica mais simples quando você pensa primeiro nas distâncias. O país parece pequeno no mapa, mas algumas regiões ficam longe entre si e isso afeta o deslocamento na viagem. 

A melhor estratégia é escolher uma base principal, como Roma, e depois conectar cidades próximas por trem ou carro. Isso evita desperdício de tempo e faz com que você aproveite melhor cada dia. Outro ponto que ajuda muito é alternar dias mais intensos com dias leves, para evitar cansaço.

Ao definir as cidades, pense no tema que você gosta. Se o foco é arte, Florença e Roma são essenciais. Se você gosta de litoral, Amalfi, Puglia ou Cinque Terre entram bem no roteiro. Se prefere cidades grandes, Milão encaixa perfeitamente. 

Também vale reservar com antecedência atrações concorridas, como Vaticano, Coliseu e Última Ceia. Isso libera tempo na agenda e diminui riscos de frustração. Quando você combina ordem geográfica, interesse pessoal e deslocamentos práticos, tudo flui melhor.

Além disso, separamos abaixo alguns roteiros prontos que podem te auxiliar muito na viagem!

Roteiro rápido de 3 dias pela Itália

Roteiro de Vinícolas pela Itália

Roteiro pelas praias italianas

Paisagem de Montalcino

Como usar chip e internet durante a viagem

Usar celular na Itália é simples quando você chega preparado. A opção mais prática para muitos turistas é o eSIM internacional, que já sai do Brasil funcionando e evita filas e burocracia. 

No quesito financeiro, a Itália funciona bem com cartão, mas ainda existem lugares que preferem dinheiro, principalmente sorveterias pequenas, cafés familiares e feiras. Ter alguns euros na carteira evita transtornos. 

Usando o celular em frente ao Coliseu de Roma na Itália

Quais as melhores formas de levar dinheiro para a Itália?

Existem diferentes maneiras de levar dinheiro para a Itália, seja em euro ou usando conversão automática. As principais opções são dinheiro em espécie, cartão de crédito e conta digital global, cada uma com vantagens e cuidados específicos.

O ideal é combinar as opções. Um pouco de dinheiro em espécie para situações pontuais e uma conta digital global para a maior parte das despesas deixa a viagem mais tranquila e econômica.

– Dinheiro em espécie

Levar uma quantia em euro em dinheiro pode ser útil para pequenas despesas, como cafés, mercados locais, gorjetas e locais que não aceitam cartão. A principal vantagem é não pagar IOF alto no uso, já que o câmbio é fechado no momento da compra. Em contrapartida, carregar muito dinheiro exige atenção com segurança e não é prático para o dia a dia. O ideal é levar apenas uma parte do orçamento.

– Cartão de crédito

O cartão de crédito funciona bem na Itália e é amplamente aceito, mas costuma ser a opção mais cara. As compras no exterior têm incidência de IOF de 5,38%, além da conversão pela cotação turismo, que é menos vantajosa. Pode ser útil como reserva de emergência, mas não costuma ser a melhor escolha para gastos principais.

– Conta digital global

Além das altarnativas que já pontuamos, as contas digitais globais se tornaram uma das formas mais práticas de levar dinheiro para a Itália. Recomendamos uma conta digital global que permite abrir uma conta internacional em poucos minutos, diretamente pelo aplicativo, usando apenas RG ou CNH. 

Com a conta ativa, é possível converter reais em dólar e usar o cartão para pagamentos e saques em qualquer país, com conversão automática para euro quando necessário. A principal vantagem está no câmbio mais barato, geralmente baseado na cotação comercial, e na cobrança reduzida de IOF, em torno de 1,1 %. 

Além disso, o controle de gastos é feito em tempo real pelo app, o que traz mais segurança e facilita o planejamento da viagem. Como a conta não fica restrita a uma única viagem, ela também pode ser usada em deslocamentos futuros ao exterior.

Vale dizer que através da parceria com a plataforma, leitores do blog ainda têm acesso a um benefício exclusivo, ao utilizar o código de convidado GRUPODICAS20, é possível receber até 20 dólares na primeira remessa de câmbio, desde que ela seja feita em até 15 dias após a abertura da conta.

Conta digital global

Economize ao máximo na sua viagem à Itália:

  • Carro: esse é um item que facilita muito para transitar no continente e nas ilhas. Se você estiver pensando em alugar um, não deixe de ler como alugar um carro na Itália. São dicas de como alugar um veículo pelo menor preço possível.
  • Euros: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro para a Itália, com os prós e contras de cada opção. Existe uma nova forma que é muito mais barata!
  • Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o seu orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Itália, com todas as dicas para economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar!
  • Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Itália da forma mais barata e segura.
  • Celular: quer usar o celular durante toda a viagem, sem preocupações? Já garanta um chip internacional, ainda no Brasil, clicando aqui. É mais fácil e barato!
  • Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Roma para saber qual é a melhor localização e como economizar muito no hotel.
  • Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro, e é super importante fazer um seguro viagem para estar coberto contra imprevistos. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
  • Transfer: precisa de um para ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar e pelo menor preço!