
Aproveite Londres com um guia de transporte pela cidade e facilite cada trajeto!
Como funciona o transporte em Londres
Você notará que o transporte em Londres é bem organizado, mas pode parecer confuso no começo. Isso acontece porque ele é dividido por zonas, e o valor da passagem depende de onde você está e para onde vai.
A área mais turística fica nas zonas 1 e 2, onde estão a maioria dos pontos conhecidos, como o Big Ben, a London Eye, o Palácio de Buckingham e o Museu Britânico. Ou seja, se você vai visitar a cidade pela primeira vez, provavelmente vai circular quase sempre dentro dessas duas zonas.
Além disso, existem vários meios de transporte que funcionam juntos: metrô, ônibus, trem e barco. Em geral, você pode usar o mesmo cartão para todos eles, o que facilita bastante.
Inclusive, o sistema tem um limite de gasto diário, o que significa que, mesmo usando várias vezes no mesmo dia, você não vai pagar mais do que um valor máximo.

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Como pagar transporte em Londres
A forma mais simples de pagar transporte em Londres é usando cartão por aproximação, seja cartão físico ou pelo celular.
Você só precisa encostar o cartão na entrada e na saída do metrô. O sistema calcula automaticamente o valor da viagem e cobra depois, ou seja, não precisa comprar bilhete nem ficar fazendo conta.
Um detalhe importante é usar sempre o mesmo cartão ao longo do dia, porque o sistema reconhece o uso e aplica o limite diário de gastos.
Existe também o Oyster Card, que é um cartão recarregável. Ele ainda funciona, mas perdeu espaço porque hoje é possível pagar da mesma forma usando apenas o cartão por aproximação, com o mesmo preço e o mesmo limite diário, sem precisar comprar ou recarregar nada.
Assim, só vale a pena para quem não tem cartão internacional ou prefere ter um controle mais direto dos gastos.
Além disso, é essencial não compartilhar o cartão entre duas pessoas, pois cada passageiro precisa usar o seu próprio, pois o sistema registra entrada e saída de forma individual.

Quanto custa o transporte em Londres
Os valores variam de acordo com a distância e o horário, mas dá para ter uma boa noção. Uma viagem de metrô dentro da zona 1 custa, em média, entre £2,80 e £3,00 usando cartão por aproximação. Já o ônibus tem valor fixo, cerca de £1,75 por viagem.
Outro ponto que você deve se atentar é o limite diário de gastos. Para quem circula nas zonas 1 e 2, esse teto fica por volta de £8,50 a £9 por dia. Assim, mesmo usando várias vezes, você não passa disso.
Além disso, existe diferença entre horário de pico e fora de pico. Pela manhã cedo e no fim da tarde, as tarifas tendem a ser um pouco mais altas.

Como usar o metrô de Londres no dia a dia
O metrô, conhecido como Tube, é o meio mais rápido para se locomover. As estações são bem sinalizadas, mas no começo pode parecer complicado entender as linhas.
O primeiro passo é identificar a linha que você precisa, observando o nome e a cor no mapa. Depois, é importante prestar atenção no sentido da linha, indicado pelo nome da última estação.
Ao entrar na estação, você encosta o cartão na catraca para entrar e repete o processo na saída. Isso é essencial, pois o sistema calcula o valor com base nesse trajeto.
Também é importante ficar sempre à direita nas escadas e deixar a esquerda livre para quem está com pressa.
Além disso, vale evitar os horários de pico, que acontecem geralmente entre 6h30 e 9h30 da manhã e 16h até 19h da tarde, principalmente durante a semana. Nesse período, os vagões ficam bem cheios, o que pode deixar o deslocamento mais desconfortável, principalmente se você estiver com mala.

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Como usar ônibus em Londres e quando vale a pena
O ônibus em Londres é uma alternativa simples e, em muitos casos, mais agradável do que o metrô, principalmente porque permite ver a cidade durante o trajeto.
O valor da passagem é fixo, em torno de £1,75, independentemente da distância, o que já facilita bastante o planejamento.
Ao entrar no ônibus, você só precisa encostar o cartão por aproximação no leitor, sem necessidade de validar na saída.
Além disso, existe uma regra que ajuda a economizar: dentro de um período de até 1 hora, você pode trocar de ônibus sem pagar uma nova passagem, o que é útil quando o trajeto exige conexão.
Ainda assim, é importante considerar o tempo. Por causa do trânsito, o ônibus pode ser mais lento, especialmente entre 7h e 10h da manhã e entre 16h e 19h, que são os horários de maior movimento na cidade.
Outro detalhe que merece atenção é acompanhar o trajeto no celular, pois nem sempre as paradas são anunciadas de forma clara e isso pode te atrapalhar.

Vale a pena usar Uber, táxi ou barco no Tâmisa
Além do transporte público, Londres oferece outras opções que podem ser úteis em situações específicas. O Uber funciona bem na cidade e pode ser uma boa escolha no fim do dia, principalmente quando você está cansado ou com bagagem.
Ainda assim, o custo costuma ser mais alto do que o metrô ou o ônibus, especialmente em horários de maior demanda.
Os táxis tradicionais, conhecidos como black cabs, também estão por toda parte e são fáceis de usar, mas têm valores ainda mais elevados. Por outro lado, oferecem praticidade, já que aceitam pagamento por cartão e não exigem planejamento prévio.
Já o transporte pelo Rio Tâmisa funciona como uma alternativa diferente, pois existem barcos que fazem trajetos ao longo da cidade, com paradas em pontos estratégicos.
Embora não seja a opção mais rápida nem a mais econômica, pode ser interessante para quem quer variar o tipo de deslocamento e aproveitar o visual.

Como sair dos aeroportos de Londres
Londres conta com mais de um aeroporto, e entender como sair de cada um deles é essencial para evitar confusão logo na chegada. O Heathrow Airport é o principal e tem uma das conexões mais simples com o centro.
A linha Piccadilly do metrô liga o aeroporto à cidade por cerca de £5 a £6, com um tempo médio de 50 a 60 minutos.
Para quem prefere algo mais rápido, existe o Heathrow Express, um trem que faz o trajeto até a estação Paddington em aproximadamente 15 minutos, mas com um custo mais alto, geralmente entre £25 e £30. Nesse caso, a escolha depende do seu orçamento e da pressa.
Já o Gatwick Airport oferece o Gatwick Express, que leva cerca de 30 minutos até o centro e custa em torno de £20. Também há trens mais econômicos, que fazem o mesmo percurso em um tempo um pouco maior.
Ainda, vale considerar a localização do seu hotel pois em alguns casos, uma opção mais barata pode exigir mais trocas de transporte, o que não compensa, principalmente depois de um voo longo.

Dicas para economizar no transporte em Londres
Para economizar no transporte em Londres é fundamental utilizar sempre o mesmo cartão por aproximação ao longo do dia garantindo que o limite diário seja aplicado automaticamente, evitando gastos além do necessário.
Além disso, sempre que possível, vale evitar os horários de pico, que acontecem entre 6h30 e 9h30 da manhã e entre 16h e 19h, pois nesse período o transporte fica mais cheio e, em alguns casos, ligeiramente mais caro no metrô.
Inclusive vale a pena combinar deslocamentos com caminhadas, tendo em vista que muitas atrações ficam relativamente próximas, e andar pode ser mais rápido do que entrar e sair de estações, além de não ter custo.
Por fim, prestar atenção no tipo de transporte escolhido também faz diferença. Em trajetos curtos, o ônibus pode sair mais barato, enquanto o metrô é mais eficiente para distâncias maiores. Esse equilíbrio ajuda a reduzir gastos sem complicar a viagem.

Vale a pena usar transporte ou fazer tudo a pé
Londres é uma cidade que é possível tanto caminhar quanto usar transporte público, e entender essa união faz toda a diferença na viagem. Em muitas regiões centrais, é possível fazer vários passeios a pé, principalmente quando as atrações estão próximas umas das outras.
Ao mesmo tempo, o transporte é essencial para distâncias maiores ou para otimizar o tempo, já que a cidade é extensa. O metrô resolve bem trajetos longos, enquanto o ônibus pode ser útil em deslocamentos mais curtos ou quando você quer ver a cidade durante o caminho.

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