
Embu das Artes é um daqueles bate-voltas clássicos saindo de São Paulo que a gente sempre recomenda pra quem quer fugir um pouco do ritmo da capital sem precisar viajar longe. A cidade fica a uns 40 km do centro de SP, é conhecida como a ‘cidade das artes’ e tem uma feira de artesanato charmosa, ateliês espalhados pelas ruazinhas, casarões históricos e restaurantes com um clima delicioso.
Neste guia, a gente reuniu tudo o que você precisa saber pra fazer essa excursão de São Paulo até Embu das Artes: como ir (de excursão organizada, carro, app ou ônibus), quanto custa cada opção, o que fazer por lá, onde comer e os erros que dá pra evitar antes mesmo de sair de casa. E se você ainda está montando o roteiro pela capital, dá uma olhada no nosso guia completo de São Paulo — a gente reuniu tudo pra você organizar a viagem inteira pagando mais barato.
Quando a gente foi pela primeira vez, o erro clássico foi ir num domingo perto do meio-dia: trânsito na saída, feira lotada, restaurante com fila e calor. Voltamos num sábado de manhã e o passeio rendeu o dobro. Esse tipo de detalhe faz diferença, e é por isso que vale ler o guia inteiro antes de fechar o passeio.
Como funciona a excursão de São Paulo para Embu das Artes
A ideia da excursão é simples: você é buscado em um ponto combinado em São Paulo (geralmente o próprio hotel), segue de transporte até Embu das Artes em torno de 45 a 60 minutos e passa o dia conhecendo o centro histórico, a feira de artesanato, os ateliês e as ruas charmosas da cidade. No fim da tarde, voltam pra capital.
Em geral, o passeio inteiro leva em torno de 4 a 6 horas (contando ida e volta), o que dá tempo de sobra pra caminhar com calma, almoçar num restaurante gostoso e fazer compras sem aquela pressão de turista correndo contra o relógio.
Onde reservar uma excursão para Embu das Artes
Se você quer ir tranquilo, sem se preocupar com transporte, rota nem com a logística de entrar em um ônibus intermunicipal num domingo lotado, vale fechar uma excursão organizada. A gente reserva esse tipo de passeio sempre pelo esse site que a gente usa em todas as viagens, e tem alguns motivos pra isso.
O primeiro é que o pagamento é em reais, sem IOF, dá pra parcelar e o cancelamento costuma ser gratuito até cerca de 48 horas antes do passeio — então, se chover ou se você mudar de ideia, não perde dinheiro. O segundo é que é uma das maiores plataformas do mundo pra reservar passeios, tem atendimento em português e os guias são credenciados (alguns falam inglês e espanhol também, útil se você for receber estrangeiros).
Outra vantagem é que, sendo um tour privado, dá pra adaptar o roteiro: escolher se vai parar mais nos ateliês, na feira, no almoço, ou se vai combinar Embu das Artes com outro ponto turístico no caminho (tem gente que junta com o Templo Zu Lai, em Cotia, no mesmo dia).
Quanto custa a excursão
Como o tour é privado, o valor é por grupo (não por pessoa), e quanto mais gente, mais barato fica per capita. Pra ter uma ordem de grandeza, os valores giram em torno de:
- Até 4 pessoas: em torno de R$ 1.400 a R$ 1.500 pelo grupo
- Até 6 pessoas: em torno de R$ 2.100 pelo grupo
- Até 14 pessoas: em torno de R$ 2.800 pelo grupo
- Até 18 pessoas: em torno de R$ 3.400 pelo grupo
Dividindo entre amigos ou família, o preço por pessoa fica bem em conta — principalmente comparando com a praticidade de ter alguém te buscando no hotel e cuidando de toda a logística. Os valores variam um pouquinho conforme a data, idioma do guia e serviços inclusos, então sempre vale conferir o orçamento atualizado direto na página de reserva.
Existem também as excursões em grupo aberto, anunciadas por agências menores e grupos de redes sociais, em que o transporte é compartilhado. Nessas, o valor por pessoa costuma ficar em torno de R$ 100 a R$ 200, com saída em pontos como Liberdade, Centro ou Tietê. É a opção mais econômica pra quem está sozinho ou em dupla e não se importa de ir com gente desconhecida.
Como ir por conta própria a Embu das Artes
Se você gosta de ter total liberdade no horário e no roteiro, dá pra ir por conta. Tem algumas formas:
De carro próprio
O caminho mais usado é pela Rodovia Régis Bittencourt. O trajeto leva em torno de 45 a 60 minutos, dependendo de onde você sai e do trânsito. Gastando com combustível e pedágio, costuma sair em torno de R$ 25 a R$ 40 no total, ida e volta. A vantagem do carro é a flexibilidade: dá pra sair na hora que quiser e voltar carregado de compras (porque dá vontade de levar quadro, escultura, peças de decoração…).
De Uber ou app de transporte
Um Uber a partir das regiões centrais de São Paulo costuma sair em torno de R$ 35 a R$ 60 por trecho, dependendo do horário e da categoria do carro. É uma opção prática pra ir, mas pra voltar pode ser meio incerto encontrar carro com facilidade dependendo do horário — vale combinar com o motorista ou voltar antes do fim da tarde.
De ônibus intermunicipal
A opção mais econômica. A passagem fica em torno de R$ 6 a R$ 10 por trecho, e a viagem leva em torno de 1 hora. Se você precisar fazer metrô + ônibus combinado, o gasto total fica em torno de R$ 14 a R$ 17 por trecho. A frequência não é altíssima (algumas saídas por dia), então vale conferir horários no Google Maps ou em sites de busca de passagens antes de ir — principalmente pra organizar a volta.
Aluguel de carro
Se você vai aproveitar pra fazer outros bate-voltas a partir de São Paulo (como Campos do Jordão, Ilhabela ou o próprio Templo Zu Lai), alugar um carro durante alguns dias compensa bastante. A principal dica pra economizar é usar esse comparador de carros. Ele compara o preço em todas as principais locadoras e costuma achar valores bem mais baratos do que indo direto no site da locadora.
O pagamento é em reais (sem IOF) e dá pra parcelar em até 12x. O atendimento é 24h em português, tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. Usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa. A gente sempre pega a proteção RentalCover: cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais — itens que não vêm no seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Localiza, Movida, Unidas, Alamo, Avis e Hertz, pra evitar dor de cabeça. Existe também esse outro comparador, que também é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Vale pesquisar nos dois.
Melhor época e melhores dias pra visitar Embu das Artes
A grande atração da cidade é a Feira de Artes e Artesanato, que acontece principalmente aos finais de semana. Sábado e domingo são os dias mais cheios, com mais expositores, mais barracas montadas e mais movimento — mas também é quando a cidade fica mais lotada.
Pra quem prefere um clima mais tranquilo, vale ir num dia útil: o número de barracas diminui, mas dá pra visitar os ateliês com calma, almoçar sem fila e curtir o centro histórico vazio. Já se a feira é o motivo principal do passeio, sábado costuma ser um pouquinho menos lotado que domingo.
Em termos de época do ano, outono e inverno (em torno de abril a agosto) são mais secos e agradáveis pra caminhar. O verão tem mais chuva e calor, o que atrapalha um passeio que é muito ao ar livre. Mas, como é uma viagem de um dia, dá pra ir em qualquer mês — só evite dias de chuva forte, porque tira metade da graça.
Que horas chegar
O ideal é chegar entre 10h e 11h, quando as lojas e barracas já estão funcionando, mas ainda não tá lotado. Ficar até umas 16h ou 17h costuma ser tempo suficiente pra conhecer tudo com calma, almoçar e fazer compras — e ainda voltar pra SP antes do trânsito pesado do fim de domingo.
O que fazer em Embu das Artes
O passeio é majoritariamente a pé pelo centro histórico, então use calçado confortável (várias ruas são de paralelepípedo). Os principais pontos:
- Centro histórico e Feira de Artes e Artesanato: o coração do passeio. Tem barracas de esculturas, pinturas, tecidos, bijuterias, peças de cerâmica, madeira e decoração. Ótimo pra comprar presentes únicos.
- Ateliês e galerias de arte: a cidade é conhecida como a ‘cidade das artes’ justamente pela concentração de artistas locais. Vale entrar em algumas galerias e conversar com os artistas — muitos vendem direto, sem intermediário.
- Praças e igrejas históricas: a região central preserva casarões antigos e igrejas que rendem boas fotos. Mesmo sem entrar em museus, o passeio pelas ruas já é uma atração.
- Compras de móveis e decoração: Embu é famosa por móveis rústicos, portas antigas, peças de demolição e decoração de jardim. Se você está montando casa, vale separar uma manhã só pra essas lojas.
- Combinação com o Templo Zu Lai: muitas excursões juntam Embu das Artes com o Templo Zu Lai, em Cotia (a uns 20 minutos), num passeio só. É uma boa pra otimizar o dia.
Onde comer em Embu das Artes
A oferta de restaurantes é variada e tem bastante coisa boa. Predominam casas de comida brasileira caseira, restaurantes por quilo, bistrôs e cantinas — muitos com mesas externas, aproveitando o charme das ruazinhas. Pra ter uma ideia de gasto:
- Refeição simples (prato feito ou por quilo): em torno de R$ 30 a R$ 50 por pessoa, sem bebida
- Restaurantes mais elaborados: em torno de R$ 60 a R$ 100 por pessoa, com bebida não alcoólica
Além dos restaurantes, tem cafeterias e docerias artesanais com cafés especiais, bolos e tortas. Uma pausa no meio da tarde nesses lugares vale muito a pena. Dica importante: aos domingos no horário do almoço (entre 12h e 14h), os melhores restaurantes enchem rápido — chega cedo ou tenta fazer reserva.
Dicas práticas pra aproveitar melhor
- Leve dinheiro em espécie: muitas barracas e pequenos ateliês aceitam cartão, mas alguns ainda preferem dinheiro ou Pix, principalmente em peças mais baratas.
- Calçado confortável é regra: as ruas são de paralelepípedo em vários trechos. Tênis ou sandália bem firme.
- Saia cedo de Embu na volta: domingo no fim da tarde, o trânsito de retorno pra São Paulo pode ser pesado. Saia antes das 17h ou jante por lá e volte depois das 21h.
- Tempo ideal na cidade: em torno de 4 a 6 horas costuma ser suficiente pra conhecer o básico, almoçar e fazer compras com calma.
- Protetor solar e capa de chuva: muito do passeio é a céu aberto. Em dias quentes, chapéu e protetor são essenciais; em época de chuva, leve guarda-chuva na mochila.
- Pense no volume das compras: se você for de Uber ou ônibus e se animar com móveis ou peças grandes, vai precisar pagar frete depois — às vezes sai mais caro que a peça em si.
Erros comuns que dá pra evitar
- Subestimar o tempo de deslocamento: no mapa parece pertinho, mas o trânsito na saída de São Paulo pode triplicar a viagem em finais de semana.
- Ir só no horário de pico (meio-dia de domingo): calor, fila em restaurante, feira lotada. Chega mais cedo ou opta por sábado.
- Não pesquisar transporte com antecedência: achar que vai ‘pegar qualquer ônibus’ na hora pode gerar muita perda de tempo. Sempre confira horários antes.
- Ir num dia de chuva forte sem plano B: como a maior parte da graça está nas ruas e na feira ao ar livre, chuva pesada arruína o passeio.
Seguro viagem (mesmo pra um bate-volta?)
Pra um passeio rápido dentro do estado de São Paulo, seguro viagem não é obrigatório. Mas se você está de viagem mais longa pelo Brasil ou veio de outro país e vai aproveitar o tempo em SP pra fazer bate-voltas, vale ter um seguro ativo — o atendimento médico particular no Brasil custa caro, e qualquer imprevisto (queda na rua de paralelepípedo, mal súbito, dor de dente) pode virar uma despesa salgada.
A gente sempre usa esse comparador de seguros, que mostra de uma vez só os preços das principais seguradoras do mercado. Dá pra filtrar por cobertura, comparar e fechar tudo online em alguns minutos, com 18% de desconto exclusivo Grupo Dicas já aplicado.
Onde ficamos em São Paulo (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Para quem está indo para São Paulo pela primeira vez, a Avenida Paulista é definitivamente a melhor região para ficar. Existem hotéis de todos os tipos, gostos e orçamentos, e você com certeza achará algo que te interesse por lá.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre a excursão a Embu das Artes
Quanto tempo leva pra ir de São Paulo a Embu das Artes?
De carro ou Uber, em torno de 45 a 60 minutos, dependendo do trânsito. De ônibus intermunicipal, leva em torno de 1 hora; combinando metrô + ônibus, pode chegar a 1h40.
Vale mais a pena ir de excursão organizada ou por conta?
Depende do perfil. Se você quer praticidade, ser buscado no hotel, ter guia e não se preocupar com logística, a excursão organizada compensa — principalmente em grupos de 4 ou mais pessoas. Se você prefere total liberdade de horários e roteiro, ir por conta de carro ou Uber é mais flexível e costuma ser mais barato.
Quanto custa a excursão privada de São Paulo a Embu das Artes?
O valor é por grupo: em torno de R$ 1.400 a R$ 1.500 pra até 4 pessoas, em torno de R$ 2.800 pra até 14 e em torno de R$ 3.400 pra até 18. Quanto maior o grupo, mais barato fica por pessoa.
Qual o melhor dia da semana pra visitar Embu das Artes?
Pra pegar a feira completa, sábado e domingo. Sábado costuma ser um pouquinho menos lotado que domingo. Pra um passeio mais tranquilo e visitar ateliês com calma, dias úteis são melhores — só que a feira fica bem reduzida.
Dá pra ir a Embu das Artes de ônibus saindo de São Paulo?
Sim. Existem ônibus intermunicipais saindo de São Paulo, com passagens em torno de R$ 6 a R$ 10 por trecho. Vale conferir horários e empresas no Google Maps ou em sites de passagens antes de ir, porque a frequência não é altíssima.
Quanto tempo dedicar pra conhecer Embu das Artes?
Pra um bate-volta tranquilo, em torno de 4 a 6 horas na cidade dão pra conhecer o centro histórico, a feira, almoçar e fazer compras sem correria.
É possível combinar Embu das Artes com outro passeio no mesmo dia?
Sim. A combinação mais comum é com o Templo Zu Lai, em Cotia, que fica perto. Várias excursões oferecem os dois destinos no mesmo dia.
Embu das Artes é bom pra ir com crianças?
Sim. A feira colorida, as ruas charmosas e a oferta de doces, sorvetes e brinquedos artesanais costumam agradar bastante a criançada. Só vale evitar o horário mais cheio (domingo no almoço) pra não cansar demais.
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Embu das Artes é um daqueles passeios que a gente sempre recomenda pra quem quer um dia diferente saindo de São Paulo sem precisar viajar pra longe. Tem arte, gastronomia, compras e um clima de cidade pequena que contrasta bem com a correria da capital. Indo cedo, num sábado, com calçado confortável e um pouco de dinheiro em espécie pra fechar negócio nas barracas, a chance do passeio render é altíssima. Boa viagem!


