
Se você tá se planejando pra conhecer Porto de Galinhas, a excursão de bate-volta pra Praia do Gravatá é um dos passeios mais pedidos de quem quer fugir do óbvio e trocar um dia de piscinas naturais por um trecho de litoral mais tranquilo. A gente já fez essa saída algumas vezes e é impressionante como muita gente chega em Porto de Galinhas achando que o Gravatá fica ali do lado — e não fica. Fica em São José da Coroa Grande, a uns 70 km sul, e o passeio pede um pouquinho de planejamento pra render de verdade.
Nesse guia a gente reuniu tudo o que precisa saber pra fechar a excursão sem cair em cilada: como funciona a saída, quanto custa cada atividade lá dentro, o que combinar no roteiro, como escolher o melhor dia (maré + clima manda muito) e os erros comuns que a gente vê turista cometendo. E não esquece: aqui no nosso guia completo do Brasil a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida e passeios.
Como funciona a excursão à Praia do Gravatá
A Praia do Gravatá fica no município de São José da Coroa Grande, no litoral sul de Pernambuco, já bem perto da divisa com Alagoas. É conhecida como uma região de piscinas naturais e areia clara, com um clima bem mais pacato do que o centrinho de Porto de Galinhas.
A excursão começa cedinho: em geral por volta das 7h30, com a agência buscando você direto na recepção do hotel. O trajeto até a praia leva em torno de 2 horas de estrada, então dá pra tirar um cochilo, aproveitar a paisagem do litoral pernambucano e chegar descansado.

Ao chegar, você tem o dia livre pra curtir o mar, alugar caiaque, fazer passeio de catamarã (que costuma custar em torno de R$ 70 por pessoa) ou de quadriciclo (em torno de R$ 140 por veículo, geralmente dividido entre duas pessoas). Se quiser só relaxar na areia e tomar um sol, também rola — o clima do lugar convida a isso.
Se quiser ver informações atualizadas e reservar a excursão com antecedência, dá pra fechar por esse site que a gente usa em todas as viagens. A vantagem é o pagamento em reais (sem IOF), cancelamento gratuito em boa parte dos passeios e atendimento em português — a gente sempre reserva ingressos e excursões por lá justamente por isso.
Qual a melhor época pra fazer a excursão
Como o passeio depende de mar tranquilo, dia firme e boa visibilidade, a época em que você vai muda MUITO a experiência. Uma dica prática: em Porto de Galinhas e região, os meses de dezembro a março costumam ter água mais cristalina e movimento maior. Já setembro a novembro pegam menos turista e preços mais amigos no bolso — uma janela ótima pra quem quer economizar.
Outra coisa que a gente aprendeu na marra: no dia da excursão, olha a previsão do tempo e a tábua de marés antes de fechar. Vento forte ou mar agitado atrapalha o passeio de catamarã e reduz muito a graça do banho. Se puder escolher o dia dentro da sua estadia, escolha um com tempo firme.
Combine o Gravatá com as piscinas naturais e o centrinho
Uma coisa que a gente sempre recomenda: não vá pra Porto de Galinhas achando que uma excursão só resolve. O ideal é montar um combo — Gravatá num dia, piscinas naturais de Porto de Galinhas em outro (só na maré baixa, viu?) e uma tarde tranquila pelo centrinho, com feirinha de artesanato, Ateliê do Carcará e almoço num restaurante local.
A jangada nas piscinas naturais sai da Praça das Piscinas Naturais, funciona só na maré baixa, dura em torno de 2 horas e costuma custar a partir de R$ 60 por pessoa (em dinheiro ou Pix; no cartão fica um pouco mais). Cada jangada leva até 6 pessoas. Detalhe: o horário muda todo dia conforme a tábua de marés — vai errar isso e o passeio não acontece.

O que levar no dia da excursão
A Praia do Gravatá é bem mais tranquila do que o centrinho de Porto de Galinhas, ou seja: não espere uma estrutura de barraca chique em cada esquina. Vai preparado:
- Água e um lanche leve — evita ficar refém do primeiro quiosque que aparecer.
- Protetor solar, chapéu e óculos — o sol pernambucano não brinca.
- Dinheiro em espécie ou Pix — várias operações locais preferem, e o cartão às vezes tem acréscimo.
- Câmera ou celular com bateria cheia — o visual da praia rende foto boa.
- Toalha, roupa de banho extra e uma muda seca pra volta.
Se quiser fazer uma refeição mais completa, o pulo do gato é programar almoço ou jantar no centrinho de Porto de Galinhas antes ou depois do bate-volta. A oferta de restaurante lá é bem melhor.
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Lá você consegue filtrar por região, datas, faixa de preço e nota de avaliação. A gente sempre usa o filtro ‘nota 8+’ e cancelamento gratuito — assim garante que vai pegar um lugar bom e fica tranquilo se precisar mudar os planos.
Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
Vale a pena alugar carro pra fazer esse passeio?
Depende do seu perfil. Se você só quer conhecer o Gravatá e vai fazer basicamente esse passeio + as piscinas naturais + o centrinho, a excursão fechada resolve numa boa e sai mais em conta.
Agora, se você pretende combinar várias praias do litoral sul (Carneiros, Maragogi, Tamandaré, o próprio Gravatá) e quer ir no seu tempo, alugar um carro é uma mão na roda. A gente costuma pesquisar em esse comparador de carros, que compara todas as principais locadoras e costuma achar preços mais baratos do que indo direto no site delas.
A vantagem é que o pagamento é em reais, sem IOF, e dá pra parcelar em até 12x. O atendimento é 24h em português, tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. Usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já embutidas na tarifa.
Uma dica extra: a gente sempre pega a proteção RentalCover, que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais — coisa que o seguro básico da locadora normalmente deixa de fora. E prefira sempre locadoras grandes, tipo Localiza, Movida, Unidas, Alamo, Avis, Sixt, pra evitar dor de cabeça.p>
Também dá pra pesquisar em esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou moeda do destino — então tem que calcular IOF e não parcela. Vale pesquisar nos dois pra comparar.
Erros comuns de turista (e como não cair neles)
Como a gente já viu muita gente reclamando na volta, vale um aviso:
- Ir pras piscinas naturais fora da maré baixa — o passeio nem acontece direito, e muita gente fica frustrada.
- Achar que o Gravatá tem estrutura de praia urbana — não tem. Leva o que precisa de casa.
- Comprar tudo em cima da hora, sem comparar preços de catamarã, quadriciclo e excursão. Antecipando, sai bem mais barato.
- Subestimar o tempo de deslocamento, principalmente em alta temporada, quando Porto de Galinhas fica travada.
- Confundir os destinos — o Gravatá NÃO fica em Porto de Galinhas. É bate-volta.
Outras excursões que valem a pena combinar
Aproveita que já vai reservar a do Gravatá e olha essas outras que a gente considera imperdíveis saindo de Porto de Galinhas:
- Excursão a Maragogi — piscinas naturais em alto-mar em Alagoas, uma das mais bonitas do Nordeste.
- Excursão à Praia dos Carneiros — a famosa igrejinha na areia e um dos mares mais fotogênicos da região.
- Excursão ao Recife e Olinda — pra quem quer uma pausa de praia e um dia de cultura.
- Piscinas naturais de Porto de Galinhas — o clássico, feito na jangada, só na maré baixa.
Todas essas dá pra reservar com antecedência em esse site que a gente sempre usa, com pagamento em reais e cancelamento gratuito na maioria dos passeios.

Perguntas frequentes sobre a excursão à Praia do Gravatá
Onde fica a Praia do Gravatá?
A Praia do Gravatá fica no município de São José da Coroa Grande, no litoral sul de Pernambuco, a cerca de 70 km de Porto de Galinhas. Por isso, ela é sempre feita como um bate-volta na forma de excursão.
Quanto tempo dura a excursão saindo de Porto de Galinhas?
A excursão costuma ocupar o dia todo. A saída é por volta das 7h30 do hotel, o trajeto leva perto de 2 horas de ida e mais 2 de volta, e o retorno acontece geralmente no fim da tarde.
Quanto custa o passeio de catamarã no Gravatá?
O catamarã costuma sair em torno de R$ 70 por pessoa. É contratado direto na praia e depende do clima e do mar do dia. Já o quadriciclo fica em torno de R$ 140 por veículo, geralmente dividido entre duas pessoas.
Precisa se preocupar com a maré na Praia do Gravatá?
A maré é mais decisiva pras piscinas naturais de Porto de Galinhas do que pro Gravatá em si. Mas dia com mar tranquilo e vento fraco rende passeios de catamarã bem mais agradáveis. Consulte a previsão antes de fechar o dia.
Qual a melhor época pra ir?
De dezembro a março, o mar tende a ficar mais cristalino e o movimento é maior. De setembro a novembro, você paga menos e pega menos gente. Junho e julho podem ter mais chuva no litoral pernambucano.
Vale a pena reservar a excursão com antecedência?
Vale, sim. Em alta temporada os passeios lotam rápido e os preços sobem. Reservando online com antecedência você garante lugar, paga em reais e ainda tem opção de cancelamento gratuito na maioria dos casos.
Dá pra ir de carro próprio até a Praia do Gravatá em vez de excursão?
Dá, sim. Se você já pretende alugar carro pra rodar o litoral (Carneiros, Tamandaré, Maragogi), sai mais em conta e mais flexível. Se for só pra fazer o Gravatá pontualmente, a excursão fechada resolve numa boa.
O que levar no dia do passeio?
Água, lanche leve, protetor solar, chapéu, dinheiro em espécie ou Pix, câmera, toalha e uma muda seca de roupa. A estrutura no Gravatá é mais simples do que no centrinho de Porto de Galinhas, então melhor ir preparado.
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Bora fechar a viagem? O Gravatá é daqueles passeios que a gente sai comentando na volta — mar bonito, dia inteiro de praia e uma pausa gostosa do burburinho de Porto de Galinhas. Planeja com calma, olha a previsão, reserva as excursões com antecedência e aproveita cada minuto. O litoral sul de Pernambuco recompensa demais quem chega bem organizado.