
Veja as diferenças e qual moeda usar entre euro, libra, coroa tcheca e franco suíço!
Euro, libra, franco suíço ou coroa tcheca?
Uma das maiores confusões de quem começa a planejar uma viagem pela Europa é descobrir que nem todo país usa euro. Afinal, muitos montam o roteiro acreditando que uma moeda só resolverá toda a viagem e só percebe a diferença quando começa a pesquisar hotéis, restaurantes ou transporte.
Isso acontece porque vários países europeus mantiveram suas próprias moedas mesmo depois da criação da União Europeia. Então, dependendo do roteiro, você pode usar euro em um país, libra no dia seguinte e franco suíço logo depois.
Na prática, isso muda bastante o planejamento financeiro da viagem. Afinal, cada moeda tem um valor diferente em relação ao real, além de custos próprios de conversão.

Além do mais, algumas moedas acabam deixando a viagem naturalmente mais cara. A Libra Esterlina e o Franco Suíço, por exemplo, normalmente têm valores mais altos do que o euro.
Já a Coroa Tcheca costuma causar estranheza no começo porque os preços aparecem em números muito maiores. Um jantar em Praga pode custar centenas de coroas, mesmo sem ser caro de verdade.
Por isso, antes mesmo de pensar em quanto dinheiro levar, vale entender quais moedas fazem parte do seu roteiro.

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Quais países da Europa usam euro?
O euro é usado oficialmente em grande parte da Europa Ocidental e acabou virando a moeda mais comum para turistas brasileiros.
Entre os principais países que utilizam o euro estão Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Holanda, Áustria e Grécia. Isso facilita bastante viagens passando por vários países no mesmo roteiro, porque você não precisa trocar dinheiro a cada fronteira.

Ainda assim, existe um detalhe importante que confunde muita gente. Nem todo país da União Europeia usa euro. A República Tcheca, por exemplo, faz parte da União Europeia, mas continua usando coroa tcheca.
O mesmo acontece com países muito procurados por turistas, como Suíça e Reino Unido, que nunca adotaram o euro oficialmente. Por isso, quando você monta um roteiro europeu, vale sempre ficar atento à moeda de cada país antes de calcular gastos.

Por que alguns países europeus não usam euro?
Apesar de o euro ser bastante forte dentro da Europa, alguns países preferiram manter suas moedas nacionais por questões econômicas e políticas.
No caso do Reino Unido, por exemplo, a decisão sempre esteve ligada ao controle da própria economia. A libra esterlina já era uma das moedas mais fortes do mundo muito antes do euro existir.
Já a Suíça nunca entrou oficialmente na União Europeia, então continuou utilizando o franco suíço normalmente.

Outros países, como a República Tcheca, mantiveram suas moedas por estratégia econômica interna, principalmente para preservar mais controle sobre inflação, juros e crescimento do país.
Isso implica dizer que uma viagem pela Europa pode envolver diferentes conversões financeiras ao longo do caminho.
Além disso, os preços mudam bastante dependendo da moeda local. A mesma refeição que parece barata em euro pode ficar muito mais cara em libra ou franco suíço depois da conversão para real.

Como funciona a Libra Esterlina no Reino Unido
Quem visita Londres pela primeira vez normalmente percebe rápido a diferença entre a libra e o euro. Em geral, a moeda britânica vale mais, e isso acaba deixando a viagem mais cara em vários momentos do dia.
Um exemplo é um cafezinho simples, que pode passar de 4 libras, enquanto refeições em restaurantes turísticos muitas vezes ultrapassam 20 ou 30 libras por pessoa.
Além disso, hospedagem, transporte e ingressos no Reino Unido normalmente custam mais do que em muitos destinos europeus que usam euro. Inclusive, preste atenção no símbolo da moeda, pois a libra aparece como £, enquanto o euro usa €.
No cotidiano, os pagamentos funcionam normalmente com cartão internacional e meios digitais. Inclusive, em várias cidades britânicas, o cartão já é mais usado do que dinheiro em espécie.
Assim, muita gente prefere levar pouco dinheiro físico e organizar os gastos com cartões internacionais ou contas globais. Além de ser mais prático, isso também ajuda a evitar taxas ruins em casas de câmbio voltadas para turistas.

Vale a pena trocar dinheiro antes da viagem?
Essa decisão depende bastante do seu roteiro, mas deixar para trocar dinheiro apenas no aeroporto normalmente acaba saindo mais caro.
Isso porque casas de câmbio em aeroportos e áreas turísticas quase sempre trabalham com cotações piores, além de taxas que acabam aumentando bastante o valor final.
Por causa disso, muita gente prefere já sair do Brasil com pelo menos uma parte do dinheiro trocado. Isso ajuda principalmente nas primeiras despesas da viagem, como transporte, alimentação e pequenos gastos logo na chegada.
Ao mesmo tempo, hoje já não existe tanta necessidade de carregar grandes quantias em espécie. Em boa parte da Europa, cartões internacionais funcionam muito bem até para pagamentos pequenos do dia a dia.
Inclusive, existem países onde o cartão praticamente virou o principal meio de pagamento. No Reino Unido, por exemplo, alguns cafés, mercados e lojas nem aceitam dinheiro físico.
Por isso, o mais comum atualmente é organizar a viagem combinando diferentes formas de pagamento: um pouco de dinheiro em espécie para emergências, cartão internacional e uma conta global para acompanhar os gastos com mais facilidade.
Além de deixar tudo mais prático, essa combinação também ajuda a reduzir taxas e aumenta a segurança durante a viagem.

Como funciona uma conta global em dólar para viagens internacionais?
Abrir uma conta global em dólar ainda no Brasil virou uma das formas mais práticas de organizar os gastos da viagem, principalmente para quem vai passar por vários países e moedas diferentes na Europa.
Em geral, tudo funciona pelo aplicativo e você transfere reais da sua conta brasileira, faz a conversão usando a cotação comercial e já deixa o saldo pronto antes mesmo de embarcar.
A principal vantagem normalmente aparece na economia. O IOF das contas globais costuma ficar em 1,1%, enquanto o cartão de crédito internacional cobra 5,38%. Além disso, a cotação usada geralmente é melhor do que aquela encontrada em bancos e casas de câmbio físicas.

Outro ponto que ajuda bastante é a praticidade durante a viagem, tendo em vista que com o cartão da conta global, você consegue pagar hotéis, restaurantes, transporte e compras normalmente no exterior, sem precisar trocar moeda sempre que muda de país.
Isso faz bastante diferença em roteiros pela Europa que misturam euro, libra e franco suíço na mesma viagem. Além disso, a segurança acaba sendo outro ponto forte, porque você evita carregar muito dinheiro em espécie e ainda consegue acompanhar os gastos em tempo real pelo aplicativo em português.
Inclusive, uma das opções mais usadas por brasileiros atualmente oferece abertura ainda no Brasil, cartão internacional e bônus na primeira remessa usando código promocional GRUPODICAS20 na conta global em dólar.
Mesmo para quem pretende levar parte do dinheiro em espécie, usar uma conta global como base da organização financeira deixa a viagem muito mais simples.

Franco Suíço ou euro? O que muda na Suíça?
Essa é uma dúvida muito comum porque a Suíça fica cercada por países que usam euro. Então muita gente imagina que a moeda também funcionará por lá.
No entanto, a moeda oficial suíça é o franco suíço, e é ela que aparece em praticamente todos os preços do país.
Em algumas áreas turísticas, hotéis e restaurantes até aceitam euro. O problema é que a conversão feita pelos estabelecimentos normalmente não é vantajosa para o turista.

Além disso, o troco geralmente vem em franco suíço, o que acaba gerando ainda mais confusão durante a viagem. Assim, o cartão internacional funciona muito melhor na Suíça do que tentar usar euro em espécie o tempo inteiro.
Além disso, o franco suíço normalmente vale mais do que o euro, e isso aparece rapidamente nos gastos diários. Um almoço simples pode passar facilmente de 25 ou 30 francos suíços. Já hotéis, transporte e passeios costumam pesar bastante no orçamento.
Por isso, quem vai incluir cidades suíças no roteiro europeu precisa separar um valor maior para essa parte da viagem.

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Como funciona a Coroa Tcheca na República Tcheca
Quem chega em Praga pela primeira vez pode ter um leve susto com os números dos preços. Isso acontece porque a coroa tcheca trabalha com valores muito maiores visualmente.
Por exemplo, um jantar pode custar 400 ou 500 coroas e, mesmo assim, não ser caro quando convertido para real.
Além disso, a abreviação da moeda aparece como CZK e praticamente todos os estabelecimentos trabalham com ela normalmente.
Embora algumas áreas turísticas aceitem euro, a situação acaba sendo parecida com a da Suíça e a conversão raramente favorece o turista. Outro cuidado importante envolve casas de câmbio muito turísticas em Praga.
Inclusive, algumas trabalham com taxas ruins ou cobranças escondidas, principalmente perto das regiões mais movimentadas do centro histórico.
Sendo assim, usar cartão internacional ou sacar pequenas quantias acaba sendo mais seguro na maior parte dos casos.
Além do mais, a República Tcheca costuma ter custo mais baixo do que países da Europa Ocidental, então muita gente sente diferença positiva no orçamento durante a viagem.

É melhor levar dinheiro em espécie ou cartão para a Europa?
Na maior parte da Europa, o cartão internacional já funciona muito bem para quase tudo. Em muitas cidades, você consegue pagar metrô, restaurante, supermercado, cafeteria e até pequenas compras do dia a dia sem precisar sacar dinheiro.
Mesmo assim, ainda vale a pena levar um pouco de dinheiro em espécie, principalmente para gastos menores, feiras locais, gorjetas ou estabelecimentos mais simples em cidades pequenas.
Por outro lado, carregar grandes quantias dificilmente compensa. Além da preocupação com segurança, ainda existe a chance de sobrar moeda local no fim da viagem e você acabar perdendo dinheiro na conversão.
Por isso, muita gente prefere organizar os gastos de forma mais prática: usar cartão internacional ou conta global na maior parte da viagem e deixar apenas uma pequena reserva em espécie para emergências e despesas menores.
Outro detalhe importante é avisar o banco antes de embarcar caso você pretenda usar um cartão tradicional no exterior, porque alguns bancos ainda podem bloquear compras internacionais por segurança.
Além disso, em várias maquininhas europeias aparece a opção de pagamento em real. Ainda que pareça mais simples na hora, essa conversão normalmente usa uma cotação pior.

Quanto dinheiro levar para viajar pela Europa?
O valor de uma viagem pela Europa muda bastante conforme o estilo do roteiro e os países escolhidos. Mesmo assim, dá para ter uma média razoável antes de começar a organizar o orçamento.
Quem faz uma viagem mais econômica normalmente consegue gastar entre 70 e 120 euros por dia, já incluindo hospedagem simples, transporte local, alimentação e algumas atrações.
Em uma viagem intermediária, com hotéis mais confortáveis, restaurantes melhores e mais passeios pagos, os gastos costumam ficar entre 150 e 250 euros por pessoa em boa parte da Europa Ocidental.
Alguns destinos, porém, acabam puxando o orçamento bem mais para cima. Em Londres, por exemplo, um hotel bem localizado pode passar facilmente de 200 libras por noite. Já na Suíça, refeições simples muitas vezes custam mais de 30 francos suíços por pessoa.
Em contrapartida, países como Portugal, Espanha e República Tcheca normalmente permitem uma viagem mais equilibrada financeiramente.
Além disso, é importante separar uma parte do orçamento para deslocamentos entre cidades e ingressos de atrações, porque esses custos acabam pesando bastante no valor final da viagem.

Como evitar taxas altas e câmbio ruim na Europa
Boa parte do dinheiro perdido em viagens internacionais acaba ficando nas taxas e conversões ruins ao longo da viagem, e não exatamente nas compras do dia a dia.
Um dos principais pontos de atenção é o cartão de crédito tradicional. Além do IOF de 5,38%, muitos bancos ainda trabalham com conversões menos vantajosas, o que aumenta bastante o valor final da fatura.
Outro cuidado importante envolve casas de câmbio em aeroportos e áreas muito turísticas. Na maior parte das vezes, a cotação fica pior justamente nos lugares onde turistas mais precisam trocar dinheiro rápido.
Além disso, existe uma situação muito comum nas maquininhas europeias que acaba passando despercebida. Em vários países, aparece a pergunta se você quer pagar em real ou na moeda local.
Mesmo parecendo mais confortável, escolher o valor em real normalmente gera uma conversão pior. Por isso, quase sempre vale mais a pena pagar diretamente na moeda do país.
Os saques internacionais também merecem atenção, porque podem existir taxas tanto do banco brasileiro quanto do caixa eletrônico usado no exterior.
Para evitar parte desses custos, muita gente prefere usar contas globais com o saldo já convertido antes da viagem. Assim, você consegue acompanhar a cotação com mais calma, organizar melhor os gastos e reduzir bastante o impacto das taxas ao longo do roteiro.

Então, qual moeda vale mais a pena usar na Europa?
Em um roteiro por Portugal, França e Itália, o euro normalmente resolve praticamente toda a viagem. Já quando o planejamento inclui Reino Unido, Suíça ou República Tcheca, as moedas locais passam a fazer parte dos gastos do dia a dia.
No fim das contas, o que mais ajuda não é encontrar uma moeda melhor, mas sim evitar trocas desnecessárias e taxas ruins ao longo do roteiro.
Muita gente que viaja pela Europa prefere concentrar quase todos os pagamentos no cartão internacional ou na conta global e carregar apenas uma pequena quantia em espécie para situações específicas.
Isso deixa a viagem mais simples, principalmente em trajetos passando por vários países diferentes, porque você evita ficar trocando dinheiro a todo momento.
Também vale acompanhar o câmbio antes de embarcar. Quando a conversão é feita com calma, fora de aeroporto e longe de regiões muito turísticas, a diferença no orçamento aparece bem mais do que parece no começo da viagem.

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