
Assistiu Emily em Paris e ficou com aquela vontade de andar pelas mesmas ruas, tomar café no bistrô do Gabriel e cruzar a Pont Alexandre III como se fosse um comercial de perfume? A gente também. E a boa notícia é que dá pra fazer isso de verdade: a maior parte dos cenários existe, é gratuita e fica em áreas centrais que qualquer turista visita.
Nessa matéria a gente juntou os principais lugares da série que valem a pena entrar no seu roteiro, com endereço, como chegar de metrô, o que esperar de cada um e algumas dicas que só quem já foi sabe (tipo em que horário ir pra não pegar fila de fotos ou multidão). Também aponta o que é cenário de estúdio e não vale a caminhada, pra você não se frustrar.
E não esquece: no nosso guia completo de Paris a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato, de hotel a ingressos, chip e transporte.

Place de l’Estrapade: o coração da série
Se tem um lugar que virou sinônimo de Emily em Paris, é a Place de l’Estrapade, no 5º arrondissement. É lá que fica a fachada do prédio da Emily, o restaurante do Gabriel (na vida real chamado Terra Nera, italiano) e a padaria onde ela prova o famoso pain au chocolat, a Boulangerie Moderne.
A gente foi de manhã cedo (por volta das 8h) e recomenda muito esse horário: a luz é linda, os fãs ainda não chegaram e dá pra tirar foto sem gente na frente. Depois das 11h a praça vira ponto de encontro de turista com câmera, e aí complica.
Uma coisa que ninguém conta: o interior do apartamento da Emily não existe, foi gravado em estúdio. Só a fachada é real. Então nada de tentar entrar no prédio, é residencial mesmo.
Enquanto estiver por ali, entra na Boulangerie Moderne (Rue des Fossés Saint-Jacques, 16) e pede um pain au chocolat, custa em torno de 2 a 4 euros e é honestamente muito bom, uma padaria de bairro clássica. O Terra Nera fica praticamente ao lado, no número 18. Se quiser jantar lá, reserve com antecedência, especialmente à noite e fins de semana, porque virou parada obrigatória de fã da série.

Como chegar
De metrô, desça em Cardinal Lemoine (linha 10), Place Monge (linha 7) ou na estação Luxembourg (RER B) e caminhe uns 5 a 8 minutos. A praça fica pertinho do Panthéon e da Sorbonne, então dá pra emendar tudo no mesmo passeio.
Se quiser ir com contexto e sem se preocupar em achar cada endereço, esse tour pelos cenários de Emily em Paris reúne as principais locações num roteiro guiado de umas 2h30. É uma mão na roda pra quem tem pouco tempo e quer ouvir as curiosidades de bastidor.

Quartier Latin: a vizinhança da Emily
Depois da praça, o passeio natural é sair caminhando pelo Quartier Latin. Esse bairro, no 5º arrondissement, é exatamente a Paris que a série vende: ruas estreitas, cafés antigos, livrarias, escadarias e prédios centenários. Não é cenário de uma cena específica só, é o clima geral da série.
É uma das nossas regiões preferidas pra caminhar sem pressa. Vale entrar em qualquer rua transversal, esbarrar num café e tomar um espresso vendo o movimento. O Café de la Nouvelle Mairie, coladinho na Place de l’Estrapade, também aparece na série e é ótimo pra um apéro no fim da tarde (taça de vinho por uns 5 a 9 euros).
Como chegar
Como o bairro é grande, dá pra descer em várias estações: Cluny–La Sorbonne, Odéon, Luxembourg (RER B) ou Cardinal Lemoine. Escolha a mais próxima do trecho que quer explorar.
Pra quem gosta de entender o que está vendo, tem um free tour pelo Quartier Latin, que é gratuito e você contribui com o guia no final se gostar. Ótima porta de entrada pra sentir a região.

Jardin du Luxembourg: onde Emily corre
Logo no episódio 2 da 1ª temporada, a Emily aparece correndo pelo Jardin du Luxembourg, e essa cena mostra bem o que o jardim tem de melhor: espaço, elegância, canteiros floridos e aquele lago central com barquinhos de vela. É um dos lugares mais bonitos de Paris pra passar uma manhã ou tarde inteira.
A entrada é gratuita e ele fica aberto todos os dias, com horários que variam de acordo com a estação (basicamente do começo da manhã até o anoitecer). Nossa dica é chegar antes das 11h em dias de sol, o gramado enche rapidinho no verão.
Um combo que a gente sempre recomenda: passe primeiro na Boulangerie Moderne, compra um pain au chocolat e um sanduíche, e leva pra comer no jardim. É a versão real e barata do estilo de vida que a série vende.
Como chegar
O acesso mais fácil é pela estação Luxembourg (RER B), que fica na porta. Também dá pra vir de Odéon ou Notre-Dame-des-Champs a pé, com poucos minutos de caminhada. Combina bem com Quartier Latin, Panthéon e Saint-Germain no mesmo dia.
Uma boa forma de encaixar essa região num roteiro maior é fazendo esse tour pela Île de la Cité, Notre-Dame e passeio de barco, que já cobre boa parte do centro histórico.

Ingressos e passeios pelos cenários (a dica essencial)
Antes de a gente seguir pra Pont des Arts e outros cenários, uma dica que muda muito a viagem: reserve os ingressos e passeios de Paris com antecedência na internet. A cidade é a mais visitada do mundo e as filas presenciais no Louvre, Palais Garnier, Museu d’Orsay e no barco pelo Sena são absurdas em alta temporada, chega a duas horas em pé.
A gente sempre usa essa agência de viagens especializada em Europa pra reservar ingressos, tours e passeios. O que mais gostamos: tudo em português, pagamento em reais (sem IOF), parcelamento e cancelamento gratuito até 48h antes na maioria dos passeios. Se chover ou o roteiro mudar, você cancela e recebe o dinheiro de volta. É o maior comparador de passeios em português do mundo.
E se preferir, dá pra falar direto com essa agência pelo WhatsApp: uma consultora especialista em Paris monta o roteiro de ingressos e passeios, você paga em reais, parcela em até 12x e tem todo o suporte antes e durante a viagem.
Além do tour pelos cenários de Emily, dá pra reservar por lá o barco pelo Sena, ingresso pro Moulin Rouge, entrada sem fila no Louvre e a excursão a Giverny (todos citados nessa matéria). Vale entrar e dar uma olhada nas opções.
Pont des Arts: a ponte dos passeios românticos
A Pont des Arts é aquela ponte de pedestres com estrutura de metal que liga o Louvre ao Institut de France. Aparece várias vezes na série como cenário de caminhadas contemplativas, e a gente entende o motivo: é uma das travessias mais bonitas de Paris, com vista pra Île de la Cité de um lado e pro Louvre do outro.
Ela é totalmente gratuita, aberta 24 horas e ótima pra fotos no fim da tarde, quando a luz fica dourada. Dica: aos domingos costuma ter músicos tocando ali e um clima de piquenique bem legal.

Como chegar
Desça em Pont Neuf (linha 7), Louvre-Rivoli (linha 1) ou Saint-Michel, dependendo de que lado do rio você estiver vindo. Todas ficam a poucos minutos a pé.
Se quiser ver Paris de outra perspectiva, esse passeio de barco pelo Sena passa por baixo dela e por várias outras pontes icônicas. É um dos programas mais certeiros pra entrar no clima da série.

Palais Garnier: a ópera do balé com Thomas
O Palais Garnier é o cenário mais grandioso da série. Aparece na cena em que Emily vai ao balé com Thomas na 1ª temporada, e é impossível não ficar de queixo caído com aquele foyer todo dourado, com afrescos e lustres gigantes. É uma das óperas mais bonitas do mundo, e a gente sempre indica visitar por dentro, mesmo pra quem não vai assistir a nenhum espetáculo.
A visita autoguiada custa em torno de 15 a 20 euros e vale muito a pena, dá pra circular pelo grande foyer, ver o teto pintado pelo Chagall na sala principal e imaginar exatamente a cena da série. Se quiser assistir a um espetáculo, os ingressos começam em torno de 30 euros (posições altas) e passam de 150 nas melhores.

Como chegar
A estação é literalmente Opéra (linhas 3, 7 e 8), que fica ao lado do prédio. Também dá pra chegar por Havre-Caumartin ou Chaussée d’Antin – La Fayette. Como o bairro é super central, dá pra combinar a visita com compras nas Galeries Lafayette (o rooftop da loja, gratuito, dá vista pra Ópera e é o cenário do restaurante Tortuga na série).

Louvre: o pano de fundo da cidade
O Louvre aparece em várias tomadas externas e cenas de deslocamento da Emily pela cidade. Não é um cenário de cena específica famosa, mas faz parte do imaginário visual da série, aquela Paris de museus, arte e sofisticação.
Se você nunca foi, vale muito reservar meia manhã pra visitar. Costuma abrir todos os dias exceto às terças, com ingresso na faixa de 22 euros. Compre com antecedência online, senão a fila pra entrar pode passar de 2 horas em alta temporada.
Uma dica que a gente sempre dá: não tente ver tudo em um dia. Escolha 2 ou 3 alas (Denon, com a Mona Lisa e a Vitória de Samotrácia, é a mais visitada) e vá com calma. O museu tem quase 15 km de galerias.

Como chegar
A estação certa é Palais Royal – Musée du Louvre (linhas 1 e 7), que tem saída direta pra pirâmide. Também dá pra ir caminhando pela margem do Sena ou pela Pont des Arts, que já ficam ali do lado.

Palais Royal: o cenário mais fotogênico da série
Coladinho no Louvre está o Palais Royal, um dos lugares que mais surpreende quem vai a Paris pela primeira vez. Tem jardim central com fontes, arcadas históricas cheias de lojinhas e o famoso pátio das colunas de Buren, aquelas estruturas listradas de preto e branco de alturas diferentes que rendem as fotos mais associadas à estética da série.
Na série, o Palais Royal aparece bastante nas cenas ligadas ao trabalho da Emily (a agência fictícia Savoir fica ali por perto, na Place de Valois). E é o tipo de cenário que combina exatamente com o clima da série: elegante, com arcadas fotogênicas e menos cheio que o Louvre ao lado.
A entrada é gratuita e dá pra circular pelo jardim e pelo pátio durante o dia. A gente recomenda ir logo cedo, antes das 10h, ou no fim da tarde, quando a luz fica dourada nas colunas e tem bem menos gente pra atrapalhar as fotos.

Como chegar
A mesma estação do Louvre, Palais Royal – Musée du Louvre, tem saída direta pro jardim. Se você já vai visitar o museu, encaixe o Palais Royal no mesmo passeio, ficam a 5 minutos de caminhada.

Onde ficamos em Paris (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A melhor região para os turistas se hospedarem em Paris é o 1° arrondissement, mesma área em que está localizado o Museu do Louvre. Uma região bem bonita, cheia de hotéis, restaurantes e com preços mais baixos do que em outros bairros.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Primeira dica pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar ainda mais: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira especializada em Europa que vende esses mesmos hotéis: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista em Paris, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Pont Alexandre III: a ponte mais bonita do mundo
Se a Emily em Paris tivesse uma ponte oficial, seria essa. A Pont Alexandre III liga a região dos Invalides ao Grand Palais e tem vista direta pra Torre Eiffel. É a ponte mais ornamentada e dourada de Paris, com colunas gigantes coroadas por estátuas douradas em cada canto.
Na série, ela vira cenário do anúncio do perfume da Maison Lavaux, uma daquelas cenas glamourosas que resumem o visual da série inteira. Na vida real, é gratuita, aberta 24h e uma das melhores paradas pra foto de Paris.
Dica de quem já foi várias vezes: vai logo ao nascer do sol ou no pôr do sol. Amanhecer tem quase ninguém e a luz é linda; pôr do sol tem mais gente, mas a vista da Torre Eiffel iluminada compensa. Meio-dia é o pior horário, luz dura e turista pra todo lado.

Como chegar
As estações mais próximas são Invalides (linhas 8 e 13, e RER C), Champs-Élysées – Clemenceau (linhas 1 e 13) ou Alma-Marceau (linha 9). Dá pra emendar com uma caminhada até a Torre Eiffel e almoçar na região do Trocadéro.

Passeio de barco pelo Rio Sena
O Sena é praticamente um personagem da série. Aparece em caminhadas, encontros, tomadas aéreas e momentos contemplativos, sempre reforçando aquela imagem de Paris romântica. Fazer um passeio de barco pelo rio é uma das experiências que mais combinam com o clima da série.
O passeio dura em geral 1 hora e passa por baixo das principais pontes (Alexandre III, Pont des Arts, Pont Neuf) com vista pra Torre Eiffel, Notre-Dame, Louvre, Musée d’Orsay e Conciergerie. À noite, com tudo iluminado, é ainda mais bonito.

Como chegar
Os embarques ficam em pontos centrais, geralmente perto da Torre Eiffel (Port de la Bourdonnais) ou da Pont de l’Alma. Confira o endereço exato na hora da reserva do barco pelo Sena. Vale reservar com antecedência, esse é um dos passeios que mais lota.

Musée d’Orsay: o museu do impressionismo
Na série, aparece a cena em que Gabriel e Camille estão juntos no Musée d’Orsay. O museu ocupa uma antiga estação de trem lindíssima, com aquele relógio gigante que virou meme e cenário de foto, e concentra a maior coleção de impressionismo do mundo: Monet, Van Gogh, Degas, Renoir.
Custa em torno de 16 euros e é bem menor que o Louvre, dá pra ver com calma em 3 horas. A gente acha mais gostoso de visitar do que o Louvre, honestamente, é um museu mais navegável e com obras mais reconhecíveis.

Como chegar
A estação mais próxima é Solférino (linha 12), a poucos minutos a pé. Também dá pra chegar caminhando do Louvre ou do Jardin des Tuileries, é uma boa parada num dia dedicado à margem esquerda do Sena.

Musée des Arts Forains: o segredo em Bercy
Esse aqui é o cenário mais inesperado da série, e talvez o menos conhecido pelos turistas. O Musée des Arts Forains é um museu de arte foránea (parques de diversão antigos) na região de Bercy, todo cheio de carrosséis, cavalinhos e brinquedos do século XIX, e virou cenário de um dos eventos mais visuais da série.
A visita funciona só com reserva em grupos guiados, geralmente em francês (algumas datas têm em inglês). Vale bastante a pena pra quem curte lugares diferentes, é uma Paris que quase ninguém vê.

Como chegar
Fica em Bercy. Desça na estação Cour Saint-Émilion (linha 14) e caminhe poucos minutos. A região é moderna, tranquila e ótima pra caminhar, muito diferente do centro histórico.

Canal Saint-Martin: a Paris descolada
Se os cenários anteriores mostram a Paris grandiosa, o Canal Saint-Martin mostra a Paris mais descolada e local. Fica no 10º arrondissement, é uma área jovem, com muitos bares, restaurantes e aquelas pontinhas de ferro que atravessam o canal.
Na série aparece na cena do encontro duplo de Emily, Gabriel, Camille e Thomas, reforçando esse lado mais espontâneo e menos turístico da cidade. Nossa dica é ir no fim da tarde, sentar num banco à beira do canal com uma garrafa de vinho comprada num supermercado (é permitido e todo mundo faz) e ver o pôr do sol como um parisiense de verdade.

Como chegar
Depende de que trecho do canal você quer visitar. As estações République, Jacques Bonsergent e Goncourt são as mais usadas. Escolha uma e siga a pé, é uma área muito boa pra caminhar.

Parc des Buttes-Chaumont: o parque escondido
Esse é um dos parques mais bonitos e menos turísticos de Paris, fica no 19º arrondissement e marca uma fase mais leve e cotidiana da Emily na série, especialmente nos momentos com o Alfie. Tem colinas, lagos, pontes, cachoeirinha e um templo grego lá no alto, com vista panorâmica pra Paris.
É um passeio muito diferente dos centros históricos: parece que você saiu de Paris e foi pra outra cidade. Ótimo pra piquenique, jogar bola ou só caminhar sem pressa. Se você tem 3 dias ou mais na cidade, vale reservar meia tarde pra conhecer.

Como chegar
De metrô até as estações Buttes Chaumont (linha 7bis) ou Laumière. Como fica numa região mais residencial, dedique pelo menos umas 2 horas por lá.

Bônus: Giverny, o jardim de Monet
Fora de Paris, mas absolutamente digno de um bate-volta, está Giverny, a vila onde Claude Monet viveu e pintou seus quadros mais famosos, incluindo a série das ninféias. A série trabalha essa ideia de experiências fora da cidade em alguns momentos, e Giverny é a versão real e mais bonita disso.
Tem a casa cor-de-rosa do pintor e os jardins, com a famosa ponte japonesa sobre o laguinho das ninféias. Melhor época pra ir é entre abril e outubro (fecha no inverno). Nos meses de maio e junho os jardins estão no auge do florescimento.

Como chegar
Dá pra ir por conta própria combinando trem (partindo da Gare Saint-Lazare até Vernon) mais ônibus ou taxi. Mas honestamente, pra quem vai só uma vez, a forma mais prática é excursão organizada, saindo do centro de Paris de manhã e voltando à tarde, sem se preocupar com conexões.
Se quiser incluir, dá uma olhada nessa excursão a Giverny, que é uma das opções mais convenientes.

Moulin Rouge: a noite parisiense
Pra fechar com chave de ouro, o Moulin Rouge é aquele cenário que combina com a Emily mais chique, das festas, eventos e vida noturna. O cabaré mais famoso do mundo fica em Montmartre e faz espetáculos de dança tradicionais praticamente todas as noites.
Ir ver o show custa em torno de 90 a 200 euros por pessoa, dependendo se inclui jantar ou champagne. Não é barato, mas é uma experiência única. Se o orçamento não permitir, dá pra passar em frente pra tirar foto do moinho vermelho iluminado (é gratuito, obviamente).

Como chegar
A estação mais próxima é Blanche (linha 2). A saída dá direto no moinho vermelho. À noite a área tem bastante movimento, então organize a volta pro hotel com antecedência.
Se quiser garantir lugar no show, veja os ingressos para o Moulin Rouge. Os espetáculos costumam lotar com semanas de antecedência.

Erros comuns que a gente vê o pessoal cometendo
Depois de várias viagens a Paris e de conversar com muita gente que foi atrás dos cenários da série, dá pra listar os erros mais comuns:
- Achar que tudo é perto: a série dá a impressão de que o apartamento (5º), o trabalho (1º) e Montmartre (18º) são vizinhos. Não são. Programe deslocamentos de metrô entre eles.
- Ir sem reserva nos restaurantes da série: Terra Nera, Le Grand Véfour e outros lotam. Se quer comer especificamente nesses lugares, reserve com dias de antecedência.
- Confundir cenário de estúdio com locação real: o interior do apartamento da Emily não existe pra visitar, é estúdio. Só a fachada é real.
- Chegar em horário de foto pior: Pont Alexandre III, Palais Royal e a Place de l’Estrapade ficam vazias de manhã cedo (antes das 9h) e cheias entre 11h e 17h. Ajuste seu roteiro.
- Usar só táxi: em Paris, o metrô é muito mais rápido que táxi na maioria dos trechos, além de mais barato. Vale comprar um passe semanal (Navigo).
Melhor época pra fazer o roteiro
A gente sempre indica primavera (abril a junho) ou outono (setembro a meados de novembro) pra fazer esse tipo de roteiro em Paris. Clima ameno, jardins bonitos, menos turista e luz linda pra foto.
Verão (junho a agosto) é ótimo pra rooftops, cinema ao ar livre no Parc de la Villette e vida em terraços, mas tem multidão em todo canto e agosto tem muito comércio de bairro fechado (os parisienses viajam nesse mês). Inverno é bonito pelas luzes de fim de ano, mas frio, dias curtos e alguns locais como Giverny fecham.
Pra viagem internacional, o seguro viagem é obrigatório pra entrar no espaço Schengen (mínimo de 30 mil euros de cobertura). Fora isso, um chip de celular pra chegar já conectada faz muita diferença, principalmente pra usar mapa, tradutor e reservar Uber. A gente cobre esses dois logo abaixo.
Seguro viagem pra Paris (obrigatório)
Pra entrar em Paris, o seguro viagem é obrigatório por lei: você precisa ter uma apólice com cobertura mínima de 30 mil euros pra atendimento médico e hospitalar, exigência do Tratado de Schengen. E, olha, mesmo se não fosse obrigatório a gente faria: hospital na França é caríssimo pra estrangeiro sem seguro.
A gente usa esse comparador de seguros em todas as viagens. Ele compara preços de todas as principais seguradoras (Assist Card, Universal Assistance, GTA, etc.) num único lugar, e no nosso link já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas. Pagamento em reais, parcelamento e você já sai com a apólice válida pra Schengen na hora.
Chip de celular pra Paris
Chegar em Paris já conectada muda tudo. Mapa pra navegar no metrô, Uber, tradutor, reservar mesa em restaurante, avisar em casa que chegou bem, tudo depende de internet. Sair usando o roaming da operadora brasileira sai muito caro.
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Perguntas frequentes sobre os cenários de Emily em Paris
Dá pra visitar o apartamento da Emily por dentro?
Não. O interior é cenário de estúdio, filmado fora de Paris. Só a fachada do prédio na Place de l’Estrapade é real, e o prédio é residencial, então não dá pra entrar. Você pode tirar foto da porta, que é o que todo mundo faz.
Qual o restaurante do Gabriel na vida real?
Chama Terra Nera e fica na Rue des Fossés Saint-Jacques, 18, coladinho na Place de l’Estrapade. Na série vira ‘Les Deux Compères’. É restaurante italiano de verdade, prato principal fica na faixa de 18 a 30 euros. Reserve com antecedência se quiser jantar lá, especialmente à noite.
Preciso comprar o tour temático ou dá pra ir sozinho?
Os dois funcionam. Ir sozinho é gratuito e você tem total flexibilidade, todas as locações mais famosas estão no centro e são fáceis de achar com o Google Maps. O tour guiado vale pra quem gosta de ouvir curiosidades de bastidor, quer economizar tempo montando roteiro e prefere não se preocupar em achar cada endereço. Custa em torno de 20 euros.
Quantos dias preciso pra fazer esse roteiro?
Os cenários mais icônicos (Place de l’Estrapade, Quartier Latin, Jardin du Luxembourg, Pont des Arts, Palais Royal, Louvre) dão pra fazer em 1 dia inteiro a pé, todos no centro. Se quiser incluir Pont Alexandre III, Palais Garnier, Canal Saint-Martin, Parc des Buttes-Chaumont, Musée d’Orsay e Musée des Arts Forains, precisa de mais 2 a 3 dias. Giverny (fora de Paris) exige um dia inteiro adicional.
É seguro andar nesses bairros?
Sim, todos são áreas turísticas e residenciais seguras. Os cuidados básicos valem: atenção com celular e carteira no metrô (principalmente nas linhas 1 e 4, que são as mais ‘batedeiras’ de bolso), evite mostrar câmera cara ostensivamente e prefira andar por ruas movimentadas à noite. Canal Saint-Martin e a base de Montmartre (perto do Moulin Rouge) são mais movimentados após o anoitecer.
Vale a pena jantar no Le Jules Verne (Torre Eiffel)?
Vale pra quem tem orçamento e quer uma experiência única, o restaurante fica no 2º andar da Torre Eiffel, com vista incrível. Mas custa caro: almoço fica em torno de 150 a 250 euros por pessoa, jantar passa fácil de 300. Precisa reservar com meses de antecedência. Se o orçamento não permite, subir na torre no pôr do sol sem restaurante custa em torno de 20 a 35 euros e entrega uma experiência tão memorável quanto.
Qual a melhor época pra tirar foto na Place de l’Estrapade?
Manhã cedo, entre 8h e 10h. A luz é suave, a praça está vazia e você consegue foto sem gente na frente do prédio nem do restaurante do Gabriel. Depois das 11h começam a chegar os fãs da série com câmera, e no fim de semana à tarde forma até fila pra foto.
Economize ao máximo na sua viagem a Paris:
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Leia nossa matéria de como viajar barato para Paris, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para os passeios de Paris da forma mais barata e segura.
- Carro: se for sair de Paris pra outras cidades da França, veja como alugar um carro em Paris pelo menor preço.
- Euros: conheça a melhor forma de levar seu dinheiro para Paris, com os prós e contras de cada opção.
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- Seguro viagem: veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem, obrigatório pra entrar em Paris.
- Transfer: precisa ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
Vale muito a pena montar um roteiro dos cenários de Emily em Paris, principalmente porque os locais mais famosos ficam em áreas centrais e fáceis de combinar no mesmo dia. Mais do que passar pelos lugares, o legal é entender onde cada cena foi gravada e como cada canto se conecta com essa Paris de padaria, jardim, ópera e ponte dourada. É a viagem entrando dentro da série. Boa viagem!