
Saber como andar e circular pelas Bahamas é meio caminho andado pra montar uma viagem tranquila e dentro do orçamento. As ilhas têm um esquema de transporte bem particular: não tem Uber, os ônibus locais (chamados de jitneys) param ao anoitecer, e pra pular de uma ilha pra outra você vai ter que escolher entre avião e ferry. Parece confuso, mas a gente vai destrinchar tudo aqui.
Quando a gente foi pra Nassau pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi como o transporte muda completamente dependendo da hora do dia e da ilha onde você está. Em Paradise Island dá pra fazer quase tudo a pé. Já se for explorar as Exumas ou Eleuthera, prepare o bolso pro avião ou organize o tempo pro ferry.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Bahamas a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos. Vale dar uma olhada antes de fechar qualquer coisa.
Visão geral: como funciona o transporte nas Bahamas
Pra facilitar, dá pra dividir o transporte em dois grandes blocos: como circular dentro de uma mesma ilha (jitneys, táxi, carro alugado, scooter, caminhada) e como pular entre as ilhas (avião, ferry rápido e os famosos mail boats). As ilhas que concentram quase todo o turismo são Nassau/Paradise Island, Grand Bahama (Freeport) e as Out Islands — Exumas, Eleuthera, Andros e Abaco.
Uma coisa importante: não existe Uber, Lyft ou qualquer app de mobilidade nas Bahamas. Quem chega contando com isso toma um susto. Você vai depender de táxi, transfer agendado ou carro alugado.
1) Jitneys: o ônibus local (barato e cultural)
Os jitneys são vans/minivans privadas que funcionam como ônibus público em Nassau e em Freeport (Grand Bahama). Cada uma tem o número da rota estampado na frente, e o esquema é simples: você acena, embarca e paga em dinheiro pro motorista.
É de longe a forma mais barata de circular: a passagem costuma sair em torno de US$ 1 a 3 por trecho, dependendo da rota. Andar de jitney em Nassau é quase um passeio cultural — você divide o espaço com moradores, ouve música local no rádio do motorista e vê o dia a dia bahamense de perto.
Pontos de atenção pra não dar ruim:
- Só aceitam dinheiro em espécie (dólar bahamense ou dólar americano, ambos valem o mesmo). Leve notas pequenas.
- Funcionam do amanhecer até por volta das 19h. Depois do pôr do sol, praticamente só táxi.
- Cobrem bem as áreas urbanas, mas não chegam a praias mais isoladas.
Dica de quem já errou: a gente tentou voltar de jitney pro hotel depois do jantar uma vez e o serviço já tinha parado. Acabamos pagando táxi caro. Se você sair pra jantar fora ou curtir um bar, já vai com a volta planejada.
2) Táxi: prático, porém pesado no bolso
Os táxis são fáceis de achar no aeroporto, nos portos, em hotéis, no centro de Nassau e Freeport e nos terminais de ferry. As tarifas têm tabela regulada pelo governo, então a margem de negociação é pequena — mas pergunte sempre o preço antes de entrar, mesmo com a tabela existindo. Evita confusão na hora de pagar.
Um trajeto curto dentro de Nassau costuma sair em torno de US$ 15 a 25. Já um tour privativo de meio dia pra duas pessoas pode ficar em torno de US$ 140 a 160, e o dia inteiro com várias paradas em praias e mirantes em torno de US$ 180 a 220. Pra grupos, pode ser uma boa.
Dica insider: ao pegar o táxi no aeroporto, peça o cartão do motorista e pergunte quanto ele cobra por um tour de dia inteiro. Muitos topam fechar pra outro dia da viagem, e sai mais em conta do que pegar táxi solto a cada deslocamento.
Lembrando: não tem Uber nem Lyft nas Bahamas. Tem gente que chega esperando abrir o app e descobre na pior hora que vai ter que pegar táxi tradicional.
3) Aluguel de carro: liberdade pra explorar fora do centro
Alugar carro nas Bahamas faz sentido quando você quer explorar praias mais distantes em Nassau, ou se vai pra ilhas como Eleuthera, Exuma ou Abaco, onde os pontos turísticos ficam espalhados. Pra quem só vai ficar no centro de Nassau ou em Paradise Island, sinceramente, táxi + caminhada resolve.
Antes de fechar, três avisos importantes:
- Mão inglesa: nas Bahamas se dirige do lado esquerdo da pista, modelo britânico. Se você nunca dirigiu assim, vai precisar de um tempo de adaptação.
- O centro de Nassau tem trânsito intenso e congestionamentos em horário de pico.
- Nas ilhas menos desenvolvidas, as estradas podem ter bastante buraco.
Aluguel de carro (economize até 34%)
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras. Nas Bahamas, com mão inglesa e estradas esburacadas em algumas ilhas, vale ainda mais a pena.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

4) Scooter e bicicleta: bom pra áreas turísticas
Em áreas de resort, é bem comum alugar scooter. Os preços costumam ficar em torno de US$ 40 por diária, e capacete e seguro geralmente já vêm inclusos. É uma boa opção pra quem quer mais liberdade que o táxi sem encarar a responsabilidade de um carro na mão inglesa.
A bicicleta funciona melhor em ilhas pequenas ou pra deslocamentos curtos dentro de áreas turísticas. Vários hotéis e pousadas disponibilizam bikes pros hóspedes, às vezes gratuitamente. Pra explorar Paradise Island ou trechos mais calmos, é uma mão na roda.
5) A pé: dá pra fazer muito andando
Andar pelo centro de Nassau é tranquilo e bem viável, principalmente na área da Bay Street, que é a rua comercial e turística principal. Muitas atrações ficam pertinho umas das outras: Palácio Real, Mercado de Palha, Museu Pirata e várias lojas você consegue cobrir caminhando numa manhã.
Em Paradise Island, com o complexo do Atlantis, marina e resorts, também dá pra fazer quase tudo a pé. Só fique atento a duas coisas: evite andar em áreas pouco movimentadas à noite, e planeje os trajetos pensando no calor — em alguns trechos a sombra é escassa e o sol bate forte.

6) Transfer do aeroporto: o jeito mais tranquilo de chegar
Pra sair do aeroporto de Nassau (Lynden Pindling International Airport — NAS) direto pro hotel, com bagagem e cansaço de voo, transfer agendado é a melhor escolha. Você sai na hora certa, com motorista esperando com plaquinha e o preço já fechado — sem aquela negociação na fila do táxi.
A gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens pra reservar transfer. É o maior e mais confiável do mundo, o pagamento é em reais (sem IOF), tem suporte em português e dá pra escolher entre veículo compartilhado, minivan privativa ou opções maiores pra grupos.
Tem três opções de contratação: só ida do aeroporto pro hotel, só volta do hotel pro aeroporto, ou ida e volta (que costuma sair com desconto). E no mesmo site dá pra reservar os ingressos dos passeios em Nassau, transfer pra Paradise Island, tours de meio dia — tudo já em reais e com cancelamento gratuito.

7) Avião entre ilhas (interilhas)
Pra ir de uma ilha a outra, o avião é a opção mais rápida e a mais confiável em termos de pontualidade — porque rotas de ferry às vezes não operam com mar agitado. O hub principal é o aeroporto de Nassau (NAS), de onde a Bahamasair e outras companhias regionais saem pra praticamente todas as ilhas habitadas.
Vale a pena quando o tempo é curto e você quer combinar Nassau + Exumas + Eleuthera, por exemplo, ou pra ilhas mais distantes onde o ferry levaria horas. É mais caro que ferry, mas economiza muito tempo.
8) Ferries de alta velocidade e mail boats
Os ferries de alta velocidade conectam Nassau com Andros, Abaco, Eleuthera e Exuma. São mais baratos que o avião, mas mais lentos. Os horários mudam com a estação e com o clima, então sempre confira a programação atualizada no porto ou no site da operadora antes de planejar o dia. Chegar com boa antecedência ajuda, principalmente em alta temporada.
Já os mail boats (barcos-correio) são uma experiência bem mais raiz: barcos que levam carga e passageiros entre as ilhas, muito usados pelos moradores justamente pelo preço baixo. São lentos, mas é uma forma autêntica de viver a cultura local. Pra quem tem tempo e gosta de imersão, é um gancho legal de viagem.
Pra deslocamentos curtos, os water taxis (táxis aquáticos) fazem o trajeto Nassau ↔ Paradise Island e conectam pequenas ilhas vizinhas. É quase um mini-passeio: você cruza a baía com vista pros cruzeiros gigantes e, em muitos trajetos, o barqueiro faz comentários ao longo do caminho.
Quanto custa circular pelas Bahamas (faixas médias)
Valores aproximados, em dólar, pra você ter referência (podem variar conforme a época):
- Jitney urbano: US$ 1 a 3 por trecho.
- Táxi (trajeto curto): US$ 15 a 25.
- Tour de meio dia de táxi (2 pessoas): US$ 140 a 160.
- Tour de dia inteiro de táxi: US$ 180 a 220.
- Aluguel de carro pequeno: em torno de US$ 65 a 75 por dia.
- Aluguel de scooter: em torno de US$ 40 por dia.
Melhor época pra circular sem dor de cabeça
A alta temporada vai de dezembro a abril: clima mais seco, temperaturas agradáveis e tudo cheio (e caro). A baixa temporada rola entre o final de abril e o começo de dezembro, com voos e hospedagem bem mais em conta. E a temporada de furacões pega forte entre agosto e outubro — risco maior de tempestades e cancelamentos de ferries e voos interilhas.
Pra equilibrar economia e tranquilidade na locomoção, os melhores períodos costumam ser final de abril, maio, início de junho e fim de novembro/início de dezembro. Você foge do pico de furacões e da lotação do inverno do hemisfério norte.
Seguro viagem pras Bahamas: não viaje sem
Atendimento médico nas Bahamas é caro, tipo EUA. Uma consulta simples pode custar centenas de dólares, e qualquer imprevisto maior — gastrointestinal, acidente no aluguel da scooter, problema na praia — sai por valores que destroem o orçamento da viagem.
A gente sempre usa esse comparador de seguros pra fechar o seguro. Ele compara várias seguradoras de uma vez, mostra coberturas e preço lado a lado, o pagamento é em reais e parcelado, e tem 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas já aplicado no link. Vale muito mais a pena que comprar direto no site da seguradora.
Chip de viagem: GPS e Google Maps sempre na mão
Pra circular pelas Bahamas sem se perder, o celular conectado é essencial — principalmente porque você vai depender do Google Maps pra confirmar rotas de jitney, chamar transfer, pesquisar restaurante e ver onde fica a próxima praia.
A gente usa esse chip de viagem que a gente usa em todas as viagens. Você ativa antes de sair do Brasil, chega já com internet funcionando e não precisa procurar wifi de hotel toda hora. Sai bem mais em conta que pacote de roaming da operadora brasileira.
Erros comuns que turistas brasileiros cometem nas Bahamas
- Achar que tem Uber: chegar no aeroporto e abrir o app é frustração na certa. Não existe Uber nem Lyft nas Bahamas.
- Subestimar o custo dos táxis: usar táxi pra tudo, todos os dias, sem fazer conta. No fim da viagem o gasto com transporte pesa demais.
- Esquecer dos horários dos jitneys: planejar voltar de ônibus à noite e descobrir que o serviço já parou ao anoitecer.
- Ignorar a mão inglesa: alugar carro sem se preparar pra dirigir do lado esquerdo. Reserve um tempo de adaptação no primeiro dia.
- Marcar bate-volta interilhas justo demais: ferries atrasam por causa do clima. Sempre deixe margem de tempo entre conexões.
- Não levar dinheiro trocado: jitneys e muitos serviços pequenos só aceitam cash, e pagar com nota grande dá dor de cabeça.
- Viajar em setembro/outubro sem plano B: é pico da temporada de furacões — ferries e voos interilhas podem ser cancelados.

Dinheiro: dólar bahamense e dólar americano valem o mesmo
O dólar bahamense tem paridade 1:1 com o dólar americano, e os dois circulam juntos sem problema. É super comum receber troco misto. Pra circular pela ilha, leve sempre notas pequenas — jitneys, water taxis e pequenos comércios não costumam aceitar cartão e nem têm troco pra nota alta. ATMs estão disponíveis em shoppings, hotéis e nas áreas centrais.
Onde ficamos em Bahamas (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Nas Bahamas, duas regiões se destacam para os turistas. Uma é Nassau, a capital, que oferece uma junção de praias, vida noturna e atrações culturais, ideal para quem deseja estar no centro da ação. A outra é Paradise Island, famosa pelas suas praias e pelo Atlantis Resort. É uma área muito procurada por quem busca luxo e entretenimento, embora os preços sejam mais altos.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre transporte nas Bahamas
Tem Uber nas Bahamas?
Não. As Bahamas não têm Uber, Lyft nem qualquer app de mobilidade equivalente. Você vai depender de táxi tradicional, transfer agendado, jitneys (ônibus locais), carro alugado ou scooter pra circular.
Dá pra fazer tudo a pé em Nassau?
Em parte. No centro de Nassau (Bay Street, Mercado de Palha, Museu Pirata, Palácio Real) e em Paradise Island dá pra cobrir bastante coisa caminhando. Pra praias mais afastadas e atrações fora do centro, você vai precisar de táxi, jitney ou carro.
Vale a pena alugar carro nas Bahamas?
Depende. Se você vai explorar praias distantes em Nassau, Eleuthera, Exuma ou Abaco e fica vários dias, vale. Se for ficar só em Paradise Island ou no centro de Nassau, táxi + caminhada + jitney resolve mais em conta. Lembre que se dirige na mão inglesa.
Como é o ônibus público (jitney) em Nassau?
São vans/minivans com número de rota na frente. Você acena, embarca, paga em dinheiro pro motorista (US$ 1 a 3 por trecho, em espécie). Funcionam do amanhecer até por volta das 19h, e cobrem bem as áreas urbanas de Nassau e Freeport.
Como ir do aeroporto de Nassau pra Paradise Island ou pro hotel?
As opções são táxi (na fila oficial do aeroporto, com tabela regulada) ou transfer pré-agendado. O transfer agendado costuma sair mais em conta que o táxi, principalmente em veículo compartilhado, e você já tem o preço fechado em reais antes de viajar.
Como ir de Nassau pras Exumas?
Duas opções: avião (mais rápido e confiável, opera com a Bahamasair e regionais) ou ferry de alta velocidade (mais barato, mais lento, com horários que mudam conforme o clima). Pra quem tem pouco tempo, avião compensa. Pra quem quer economizar e tem o dia, ferry funciona.
Posso pagar em dólar americano nas Bahamas?
Sim. O dólar americano é aceito em quase todo lugar, com paridade 1:1 com o dólar bahamense. Leve notas pequenas, principalmente pra jitneys e water taxis, que só aceitam dinheiro em espécie e raramente têm troco.
Qual a melhor época pra evitar problemas com transporte interilhas?
Evite agosto a outubro, que é pico de furacões — ferries e voos interilhas podem ser cancelados. Os melhores períodos pra equilibrar preço e tranquilidade são final de abril, maio, começo de junho e fim de novembro/início de dezembro.
Economize ao máximo na sua viagem pras Bahamas
- Economizando: não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato pras Bahamas, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: veja onde comprar seus ingressos pras atrações das Bahamas da forma mais barata e segura.
- Carro: se tá pensando em alugar, leia como alugar um carro nas Bahamas pelo menor preço possível.
- Dólar Bahamense: conheça a melhor forma de levar seu dinheiro pras Bahamas, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: garanta seu chip internacional ainda no Brasil clicando aqui. Mais fácil e barato.
- Hospedagem: veja onde ficar nas Bahamas pra saber qual é a melhor localização e como economizar muito no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro. Veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato) seguro.
- Transfer: precisa de transfer do aeroporto pro hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
Resumindo a viagem: misture jitney (pra sentir a vida local e economizar de dia), táxi ou transfer (pra noite e bagagem), carro alugado se for explorar fora dos centros, e avião ou ferry pra pular entre ilhas. Com esse combo você circula pelas Bahamas sem furo e gastando bem menos do que quem deixa tudo pra resolver na hora. Boa viagem!