
Bonito é uma base incrível pra explorar o Mato Grosso do Sul, e o legal é que dá pra esticar a viagem com bate e volta pra várias cidades vizinhas — cada uma com um perfil diferente, indo de cachoeiras da Serra da Bodoquena até fazendas pantaneiras cheias de bicho pra observar. A gente foi montando essa lista pensando no que realmente vale a pena a partir da cidade, separando as opções mais próximas (que rendem um dia tranquilo) das mais distantes (que exigem estrada de guerra).
Nesse guia, a gente reuniu as principais cidades pra bate e volta saindo de Bonito, com distância real, tempo de estrada, o que fazer, faixas de preço e as armadilhas comuns que fazem o roteiro dar errado. Quando a gente foi pela primeira vez, subestimou a distância pra Corumbá e passou o dia inteiro no carro — vai por nós, planeja direito.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Bonito a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hospedagem, passeios, transporte, comida e como economizar nos ingressos mais concorridos.
Como funciona o bate e volta a partir de Bonito
Antes de listar as cidades, uma verdade: Bonito não tem sistema de transporte público pensado pra turista fazer day trip. Ou você aluga um carro, ou contrata transfer/agência. E como muitos desses passeios envolvem estrada rural, saída cedo e retorno à noite, o carro próprio (ou alugado) é o que dá mais liberdade de longe.
A gente separou as opções em dois grupos, pra você não cair na cilada de achar que uma cidade a 7 horas de estrada é “bate e volta tranquilo”:
- Bate e volta clássico (até 2h de carro): Bodoquena, Jardim, Guia Lopes da Laguna e Aquidauana. Dá pra sair cedo, curtir o dia e voltar pra Bonito pra dormir sem esgotar a família.
- Bate e volta pesado (4h ou mais por trecho): Corumbá, Miranda, Rio Verde de Mato Grosso, Ponta Porã e Alcinópolis. Tecnicamente é possível, mas o ideal é transformar em pernoite pra aproveitar de verdade.
Como o carro é praticamente essencial pra esse tipo de roteiro, a principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Localiza, Movida, Unidas e Budget, pra evitar dor de cabeça — principalmente em estrada rural, onde uma assistência ruim pode estragar o dia.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Bodoquena: a vizinha mais próxima com cara de Bonito
Bodoquena fica entre 45 e 75 km de Bonito (dependendo do ponto de saída), o que dá algo entre 45 minutos e 1 hora de carro. É a opção mais óbvia de bate e volta, porque a paisagem é muito parecida com a de Bonito: cachoeiras, trilhas, rios de água limpa e balneários com pegada rural.
A cidade em si é pequena e serve como porta de entrada pra Serra da Bodoquena. O que atrai o viajante são os complexos de cachoeiras com trilhas guiadas e restaurantes simples, além dos balneários em rios — com quiosques, tirolesa e área de banho, num estilo mais rústico do que os balneários mais famosos de Bonito.
Faixas de preço: passeios de dia inteiro (cachoeiras + trilhas + almoço) costumam ficar em torno de R$ 150 a R$ 250 por pessoa. Balneários com day use ficam entre R$ 60 e R$ 120 por pessoa. A estrutura é simples, então é comum comer no próprio atrativo ou levar lanche.
Melhor época: entre abril e setembro, com menos chuva, estradas mais previsíveis e trilhas mais seguras. No verão os rios ficam cheios e a vegetação exuberante, mas o risco de chuva forte e trecho interditado aumenta.
Erro comum: tratar Bodoquena como “encaixe” de meio dia. Algumas trilhas são intensas e tentar espremer mais de um atrativo no mesmo dia deixa o roteiro corrido. Sai de Bonito entre 7h e 8h pra render.
Jardim: cachoeiras e flutuação com menos gente
Jardim fica a cerca de 70 km de Bonito, o que dá entre 1h e 1h15 de carro por estrada geralmente boa. Também está inserida na Serra da Bodoquena e é famosa por atrativos muito parecidos com os de Bonito — rios pra flutuação, cachoeiras e trilhas — só que bem menos massificados.
Pra quem quer fugir das filas dos atrativos mais concorridos de Bonito, Jardim vira uma alternativa esperta: dá pra comparar preço e disponibilidade e escolher onde flutuar. Muitas agências locais montam roteiros combinando Bonito + Jardim, então nem sempre é preciso ir por conta própria.
Faixas de preço: passeios de flutuação e dia inteiro ficam em torno de R$ 200 a R$ 350 por pessoa, dependendo do pacote e se inclui refeição — valores parecidos ou até um pouco abaixo dos de Bonito. Balneários com day use ficam entre R$ 60 e R$ 150.
Erro comum: tentar encaixar um atrativo em Jardim + um em Bonito no mesmo dia. Somando deslocamento e tempo de passeio, a coisa fica exaustiva. Se for pra Jardim, dedica o dia inteiro ao destino.
Guia Lopes da Laguna: rural, histórica e barata
Guia Lopes da Laguna fica a cerca de 65 km de Bonito, com 1 hora de carro. É uma cidade histórica, ligada a episódios da Guerra do Paraguai, com clima puro de interior e pouca estrutura turística se comparada a Bonito. Justamente por isso, é a cara de quem procura um dia mais tranquilo, longe da multidão de turistas.
O bate e volta aqui costuma combinar visita a balneários rurais na beira do rio, passeio pela praça central, igrejas e as referências históricas da cidade. Não espere infraestrutura de destino turístico consolidado — a graça é justamente o oposto disso.
Faixas de preço: day use em balneários rurais fica em torno de R$ 30 a R$ 80 por pessoa (bem mais barato que Bonito). Restaurantes locais servem prato feito por R$ 30 a R$ 60.
Erro comum: chegar esperando estrutura de destino tipo Bonito. A gente já viu turista frustrado por não pesquisar antes — vai sabendo que é uma cidade simples, com balneários rurais e história, e a experiência fica ótima.
Aquidauana: a porta de entrada do Pantanal Sul
Aquidauana fica a cerca de 130 km de Bonito, aproximadamente 2h de carro. É uma das principais cidades do Pantanal Sul com estrutura razoável pra receber turista, ao lado de Miranda e Corumbá. E o mais legal: combina a comodidade de uma cidade com acesso relativamente fácil a fazendas pantaneiras e áreas alagadas.
O bate e volta clássico é passar o dia numa fazenda pantaneira, com atividades como observação de fauna (jacaré, capivara, ave), passeio de barco pelos rios da região, cavalgada e trilha em planície inundável (dependendo da época). O almoço geralmente rola na própria fazenda ou em restaurante simples da cidade.
Faixas de preço: day use em fazenda pantaneira com atividades e refeições básicas costuma ficar em torno de R$ 250 a R$ 450 por pessoa. Transfer privativo Bonito–Aquidauana varia bastante, algo em torno de R$ 400 a R$ 800 por veículo dependendo do tipo de carro e da agência. Quem vai de carro próprio só paga combustível e algum eventual pedágio.
Melhor época: pra Pantanal, existem dois cenários bem diferentes. No período seco (maio a setembro), é mais fácil circular de carro e os animais se concentram nos poucos pontos com água. No período de cheia (fim do verão), a paisagem alagada é lindíssima, mas alguns acessos ficam complicados.
Dica insider: reserva a fazenda com antecedência. Muitas têm vaga limitada e pedem pré-pagamento. E se você realmente curte Pantanal, considera pernoitar em Aquidauana ou na fazenda pra pegar o amanhecer e o entardecer, que são os melhores horários pra ver bicho.
Onde ficamos em Bonito (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Via de regra, a região central é sempre a melhor escolha para hospedar-se. Na capital nacional do ecoturismo, o cenário não é diferente, sobretudo para quem está sem carro.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Miranda: outra base pantaneira acessível
Miranda também é citada como parte das cidades do Pantanal Sul facilmente acessíveis a partir de Bonito, ao lado de Aquidauana e Corumbá. A distância e o tempo de deslocamento são bem parecidos com os de Aquidauana — em torno de 2h a 3h de carro, dependendo da rota.
A oferta é praticamente a mesma: fazendas pantaneiras com day use, safári fotográfico, trilhas, cavalgadas e passeios de barco nos rios da região. Valores rodam nos mesmos R$ 250 a R$ 450 por pessoa pra experiências que já incluem refeição e atividades.
A gente sempre indica pra quem quer curtir Pantanal com calma: em vez de bater e voltar, dorme na fazenda ou na cidade. O amanhecer e o fim de tarde são de longe os melhores momentos pra observar fauna, e voltar pra Bonito no mesmo dia deixa você refém dos horários mais mornos do meio-dia.
Corumbá: Pantanal clássico, longe pra bate e volta
Corumbá fica a cerca de 350 km de Bonito, com aproximadamente 4h30 de carro — só ida. É uma das principais cidades do Pantanal Sul, com ótima estrutura turística, muito operador de passeio e o famoso Rio Paraguai, que rende passeios de barco lindos. A cidade fica na fronteira com a Bolívia e tem um centro histórico interessante de conhecer.
Tecnicamente dá pra fazer bate e volta, mas a gente não recomenda. Estamos falando de quase 9 horas de estrada no mesmo dia, o que sobra pouquíssimo tempo pra realmente aproveitar. Se Corumbá está no seu radar, o melhor é encaixar pelo menos uma noite lá — e o ideal mesmo é montar um roteiro de 5 a 7 dias combinando Bonito + Pantanal, passando por Corumbá ou Aquidauana.
Faixas de preço: passeios em Corumbá variam bastante — de barco simples a expedições com refeição e fazenda, algo entre R$ 300 e R$ 600 por pessoa dependendo do formato. Somando combustível ou transfer, o custo de ir e voltar no dia acaba não compensando.
Rio Verde, Ponta Porã e Alcinópolis: bate e volta “de guerra”
Você vai encontrar esses três destinos citados como opções de bate e volta em vários posts por aí, mas a gente prefere ser sincero: são cidades bem distantes, que só valem se você curte estrada ou se topar transformar em pernoite.
- Rio Verde de Mato Grosso: cerca de 6h de carro. É referência em turismo rural e de aventura, com rios, cachoeiras e balneários. A gastronomia é um show à parte — um dos pratos típicos é a cabeça de boi assada no buraco na terra, com temperos locais.
- Ponta Porã: cerca de 3h de carro. Faz fronteira seca com o Paraguai (Pedro Juan Caballero), o que abre a possibilidade de cruzar pro outro lado. A cidade é conhecida pelos riachos, quedas d’água e pelo trabalho de preservação da história da erva-mate.
- Alcinópolis: cerca de 7h de carro. É pra quem ama arqueologia e história natural. A Gruta do Barro Branco abriga inscrições rupestres de 2 a 12 mil anos, com um visual impressionante e plantas raras. A Gruta do Pitoco tem passagens subterrâneas com pinturas rupestres de até 11 mil anos atrás.
Vai por nós: pra qualquer um desses três, o esquema mais inteligente é dormir pelo menos uma noite no destino. Bater e voltar no mesmo dia, saindo de madrugada e voltando altas horas, é maratona pura — e a família, se tiver criança junto, não vai perdoar.
Preços médios e logística de transporte saindo de Bonito
Praticamente todo mundo faz esses bate e voltas de carro próprio ou alugado. Agências locais também vendem transfer pra cidades próximas (Bodoquena, Jardim, Aquidauana), com valores em torno de R$ 400 a R$ 800 por veículo/dia, variando conforme distância, tipo de carro e número de passageiros.
Não existe transporte público pensado pra bate e volta turístico. Até tem ônibus rodoviário entre algumas cidades, mas os horários raramente batem com o esquema de sair cedo e voltar no fim do dia.
Combustível e pedágio: pra bate e voltas curtos (até 80 km só ida), o custo de combustível costuma girar entre R$ 80 e R$ 200 no dia, dependendo do carro e do trajeto. Pedágio é raro nas rotas mais próximas.
Agência ou por conta própria? Pra destinos de Pantanal (Aquidauana, Miranda, Corumbá), muita gente prefere contratar pacote fechado (transporte + passeio + refeição), especialmente quem não se sente seguro dirigindo em estrada rural à noite. Já pras cidades da Serra da Bodoquena (Bodoquena, Jardim, Guia Lopes), o mais comum é ir de carro próprio e reservar o atrativo por conta.
Melhor época pra fazer bate e volta a partir de Bonito
De maio a setembro, é o período seco: menos chuva, estrada mais previsível e trilha mais segura. É a janela ideal pra Serra da Bodoquena e pra chegar ao Pantanal sem correr risco de encontrar alagamento no caminho. A recomendação universal pra quem quer combinar Bonito + cidades vizinhas é planejar a viagem entre maio e agosto.
De outubro a março, o clima é mais quente e chuvoso. Os rios ficam cheios, a vegetação exuberante e a paisagem fica muito fotogênica — mas exige atenção redobrada a interdição de estrada, enchente pontual e presença maior de mosquito nas áreas pantaneiras. Também tem picos de calor forte.
Erros comuns dos turistas nesses bate e voltas
- Subestimar a distância: considerar como “vizinha” uma cidade que está a 4h ou 7h de carro. Isso transforma o dia num teste de resistência e você chega em Bonito destruído.
- Montar roteiro apertado demais: tentar encaixar Pantanal + Serra da Bodoquena + passeios em Bonito em poucos dias vira correria pura. Menos é mais.
- Ignorar clima e condição de estrada: em época de chuva forte, é comum ter alagamento, queda de barreira e trecho complicado. Sempre olha a previsão antes de sair.
- Ir pra área rural ou pantaneira sem guia nem plano: em época de cheia, se aventurar sozinho em trilha ou estrada de terra é pedir problema.
- Chegar sem reserva: em fim de semana, feriado e alta temporada, fazenda e atrativo próximo costumam exigir reserva antecipada. Muita gente perde o dia por não avisar antes.
Como economizar nos ingressos dos passeios de Bonito
Comprar ticket pros passeios mais concorridos — tipo o mergulho de flutuação no Rio Sucuri — com antecedência é a forma mais segura de garantir vaga e um preço melhor. A gente sempre faz isso e evita muita dor de cabeça.
Pra reservar, a gente usa esse site que a gente usa em todas as viagens. Gostamos muito dos valores e sabemos que é uma plataforma de confiança, uma das mais famosas do mundo pra reserva de ingressos e passeios. Tem cancelamento gratuito na maioria dos passeios, atendimento em português e você paga em reais.
Passeios que a gente considera imperdíveis reservar antes:
- Mergulho de flutuação no Rio Sucuri
- Visita guiada pela Gruta do Lago Azul
- Passeio de barco + mergulho de flutuação na Barra do Sucuri
- Visita à Fazenda Ceita Corê






Pra aproveitar bem esses bate e voltas e ainda os passeios em Bonito, ficar bem localizado na cidade faz muita diferença: você sai cedo, chega em tempo hábil pros atrativos e evita perder tempo no trânsito interno. Olha aqui a melhor região de Bonito pra se hospedar:
Perguntas frequentes sobre bate e volta em Bonito
Vale a pena alugar carro pra fazer bate e volta em Bonito?
Sim, praticamente essencial. Bonito e as cidades vizinhas não têm sistema de transporte público voltado pra turista, e táxi ou transfer diário custa caro. Alugar carro dá liberdade de horário e sai bem mais em conta na maioria dos casos.
Qual a cidade mais fácil de fazer bate e volta a partir de Bonito?
Bodoquena, com 45 minutos a 1 hora de carro por estrada asfaltada. É a opção com melhor custo-benefício em tempo de viagem, e a paisagem lembra bastante a de Bonito, com cachoeiras e balneários.
Dá pra conhecer o Pantanal em bate e volta saindo de Bonito?
Aquidauana e Miranda são viáveis em um dia (cerca de 2h de carro cada), com day use em fazenda pantaneira. Já Corumbá tem 4h30 só de ida — bate e volta é possível, mas cansativo demais. O ideal pra Pantanal é sempre pernoitar pelo menos uma noite, porque os melhores horários pra ver animal são amanhecer e entardecer.
Qual a melhor época pra fazer bate e volta em cidades vizinhas de Bonito?
De maio a setembro. É o período seco, com menos chuva, estrada mais confiável e trilha mais segura. No verão os rios ficam cheios e a vegetação exuberante, mas o risco de interdição por chuva forte aumenta bastante, principalmente em estrada rural.
É seguro dirigir nas estradas rurais em torno de Bonito?
Sim, mas com atenção. As estradas principais são asfaltadas e bem sinalizadas. O que exige cuidado é evitar dirigir à noite (baixa iluminação, animal na pista), abastecer sempre com antecedência (postos são escassos) e conferir a previsão do tempo antes de sair, principalmente no período de chuvas.
Preciso reservar os passeios das cidades vizinhas com antecedência?
Fortemente recomendado. Fazendas pantaneiras têm vaga limitada e muitas exigem pré-pagamento. Em alta temporada, feriado e fim de semana, os balneários e atrativos das cidades da Serra da Bodoquena também esgotam. Sempre reserva com pelo menos alguns dias de antecedência.
Dá pra combinar Bonito com Pantanal em uma mesma viagem?
Sim, e vem se tornando cada vez mais comum. O ideal é reservar entre 5 e 7 dias pra dividir bem os dias entre Bonito e uma cidade base do Pantanal (Aquidauana, Miranda ou Corumbá), aproveitando os dois biomas com calma.
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Bonito é uma daquelas bases perfeitas do turismo brasileiro: você tem a cidade cheia de coisa pra fazer e ainda um entorno riquíssimo pra explorar. O segredo é planejar com honestidade — colocar no roteiro só o que cabe no tempo real, sem virar refém da estrada. A gente já errou nisso e voltou pra Bonito exausta depois de um bate e volta longe demais; hoje, se é pra ir a Corumbá ou Alcinópolis, a gente reserva pelo menos uma noite. Curte cada lugar com calma, que a viagem rende muito mais.